Mãe, Você é como o sol que nasce E renasce a cada alvorecer... É como uma onda do mar Que vêm à tona, a cada manhã... Você é como uma flor Que faz o buquet da minha vida Você guia meus passos Você me escuta quando eu preciso Mãe você é muito muito mais... Do que eu não sabia Você mãe, é mãe É tudo que há de melhor Nessa vida... Te amo, mãe Que Deus te abençoe e te proteja Mãe querida! Nair Lúcia de Britto. |
domingo, 9 de maio de 2010
M Ã E
sábado, 8 de maio de 2010
HUMANO CANTO

UM CANTO DEMASIADAMENTE HUMANO
O MAIS SIGNIFICATIVO E IMPORTANTE
LIVRO DE HIDERALDO MONTENEGRO
Depois de publicar Alquimia das Águas (escrito em 2002) e O Pássaro (2008) Hideraldo Montenegro publica agora o seu mais recente livro de poesias, escrito em 2009, onde o poeta fixa o seu amadurecimento estético numa poética chocantemente livre, com temas avassaladoramente instigantes.
Uma obra imprescindível e apaixonante para poetas e apreciadores.
A DEPURAÇÃO DO DISCURSO
O que podemos destacar neste Canto Humano
de Hideraldo Montenegro é que sua poética é limpa, clara, direta. Uma
poesia sem subterfúgios, sem truques, sem jogos (de palavras). Embora,
a temática deste livro seja forte, onde morte está no centro do
movimento, o discurso poético é leve e livre. Não segue nenhum padrão
estético. Não está amarrado a uma estrutura. Engraçado como Hideraldo
coloca a morte como liberdade e faz do seu discurso, ou seja, o
constrói de forma simples. E, é justamente isto o grande valor de o
Humano Canto. O poeta parece se libertar e nos convida a fazer o
mesmo. Um livro, segundo ele, interminável. Estará sempre sendo escrito.
Estará sempre se construindo. Bom lembrar o poema Indecifrável onde afirma: O poema que
não escrevi/jamais escreverei.
Leon K.
UMA LEITURA IMPERDÍVEL!
PARA ADQUIRIR O LIVRO HUMANO CANTO ACESSE:
http://www.artexpressaeditora.com.br/produtos.asp?produto=111
sexta-feira, 7 de maio de 2010
FW: Roda Viva - segunda-feira, 10 de maio de 2010 às 22h00 - transmissão pela Internet
![]() | ||
| |
Reconhecido especialista em relações internacionais, Joseph Nye vem defendendo a teoria de que só o poder militar não é suficiente para atingir objetivos de uma política externa. Diz que países em conflito terão de recorrer a muita diplomacia e usar seus poderes de forma mais branda e inteligente se quiserem criar uma relação de prosperidade e paz.
Joseph Nye é cientista político, professor da Universidade de Harvard, ex-consultor do Departamento de Estado dos EUA e uma das principais autoridades em relações internacionais.
Participam como convidados entrevistadores:
Entrevistadores: Celso Lafer, professor titular da Faculdade de Direito da USP, Presidente da Fapesp e ex-ministro das Relações Exteriores no Governo Fernando Henrique Cardoso; Jaime Spitzcovsky, diretor da produtora de conteúdo Prima Página e diretor de Relações Institucionais da Confederação Israelita do Brasil; Demétrio Magnoli, sóciólogo, especialista em relações internacionais e editor do jornal Mundo, Geografia e Política Internacional e Flavia de Campos Mello, professora de Relações Internacionais da PUC/SP e pesquisadora do Instituto Nacional para o Estudo dos Estados Unidos - INEU Colaboradores: Luíza Giovancarli, estudante de jornalismo (www.twitter.com/lugiovancarli); Ana Carolina Lima, estudante de jornalismo (twitter.com/anaclima); André Lelis Gonçalves, empresário (www.twitter.com/lelis718) e Tomas Vianna, fotógrafo e cinegrafista (www.flickr.com/photos/tomavianna).
Apresentação: Heródoto Barbeiro
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva
USE O MESSENGER DENTRO DO HOTMAIL SEM PRECISAR INSTALAR NADA. CLIQUE PARA VER COMO.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Paixões femininas
ppadua@navinet.com.br
Minha avó Nair nasceu na Vila de Nepomuceno, pertinho de Lavras, filha de “sá” Donana e de “seu” João Barbosa, boticário, caçador de codornas, político, jornalista e amante das artes que viajava a cavalo para o Rio de Janeiro para se inteirar das novidades.
Não se sabe bem por que se casou com meu avô Pedro Coimbra, um alfaiate vindo de Tiradentes, cuja família era praticamente desconhecida por essas bandas.
Lembro-me bem, menino ainda, de folhear um álbum de fotografias junto com minha mãe e ver Dona Nair, muito linda, numa pose costumeira para os fotógrafos da época..
Foi uma mulher bonita, eu tenha certeza e nunca deixou de prender os cabelos curtos de uma maneira bem charmosa.
Quando a conheci a família já tinha sido vitimada pela fatídica “Roda da Fortuna”, com o pagamento de um famigerado aval para um rico fazendeiro, confiando no fio do bigode, como se dizia, pelo meu avô e moravam numa casa simples na rua Babosa Lima que fora residência do seu motorista.
Uma rua de terra ora muito enlameada no tempo das águas, ora com uma poeira vermelha que grudava na pele, na seca e que só tomaria ares mais civilizados anos depois quando meu pai, Renato, calçou a cara de uma família pessedista e pediu ao prefeito udenista, Nadinho, que a pavimentasse, o que foi feito.
Mas, Dona Nair enfrentou com altivez essas agruras todas e levou a vida como Deus queria e como as circunstâncias permitiam.
Adorava orquídeas e no seu quintal mantinha em uma mangueira duas ou três espécies que certamente não eram raras de Cattleias, Vandas, Phalaenopsis ou Cymbidiuns, mas singelas bailarinas amarelas, as Oncidium Zappi, que nos mostrava sorridente quando floriam.
No espaço que controlava e que não era muito grande, havia de tudo um pouco: “boca-de-leão”, crisântemos, girassóis, “palmas-de-santa-rita”, lírios, margaridas, violetas e avencas, sem contar aquelas que se perderam na minha memória.
No terreno vazio acima de sua casa e que mais tarde meu pai compraria havia um cerca tosca, vedada por beijos rosados.
Como seus maiores divertimentos eram bater perna, quando meu avô permitia, e conversar com as pessoas, amigas ou não, quando elas faltavam dialogava com as suas plantinhas.
Vaidosa mesmo na simplicidade, nunca a vi sair para a rua sem antes passar um ruge rosa, colorindo as maçãs do rosto, leite de colônia na pele, prendendo os cabelos com ramonas, presilhas e depois lançando mão de uma pequena bolsa e uma sombrinha para se proteger da chuva ou do sol.
No tempo que restava das tarefas domésticas sentava-se em uma cadeira de um conjunto de palhinha austríaca, que meu avô comprara quando casaram e fazia por horas a fio, crochê e o frivolité, com sua inseparável navete.
Devia gostar realmente de crianças, pela turminha que colocou no mundo e pelos netos, que zoavam pela casa e a quem sempre tolerou com muita paciência. Sua única preocupação é que não perturbássemos meu avô, “seu” Pedro Coimbra, naquela época já afetado pela caduquice e que passava o dia inteiro de ouvido colado no rádio, sintonizado na Rádio Nacional do Rio de Janeiro.
Sempre que penso nela sinto suas dificuldades para criar moças e moços num tempo em que não existia um emprego decente por toda a cidade.
Não há provas do que vou escrever a seguir e nunca foram encontradas anotações e vestígios que pudessem comprovar tais sonhos, dentre os despojos encontrados depois de sua morte, mas tenho certeza que quando às escondidas fazia sua fezinha no jogo do bicho, pensava que no dia que ganhasse na cabeça e que então compraria um lindo colar de perolas, um anel de safira ou um bom perfume francês.
Por que, saiba meu caro leitor, as paixões femininas são eternas...
Sereias e Medusas
CÃES DA RAÇA PITBULL
| Recentemente, em São Paulo, cães da raça Pitbull foram brutalmente espancados por pessoas que ficaram revoltadas com os ataques dos animais contra pedestres que tramitavam pela rua, e que ficaram gravemente feridos.
Esta foi mais uma atitude de violência, que não leva a nada e, além de tudo, injusta. Porque a culpa não é do cachorro e, sim, do dono do cachorro que esqueceu o portão aberto, que não adestrou seu animal adequadamente, que não lhe deu o espaço que esses cães necessitam.
Que, ao invés de amansá-lo, incentivou seu comportamento agressivo, num ambiente impropício; enfim, não se preocupou em tomar todos os cuidados que essa raça requer.
Segundo pesquisa, esses cães são animais fortes, resistentes, confiantes de si mesmos, extremamente inteligentes e têm grande alegria de viver. Amigos das crianças é também uma ótima companhia para o dono.
Entretanto, é uma raça que necessita de treinadores capazes de o tornarem sociáveis para com outras pessoas, para torná-los obedientes, de modo que o seu dono seja capaz de controlar o animal. Porque sem esse e outros cuidados o cão pode ser muito perigoso!
Seu convívio com outros animais, de outra raça e com os quais não conviveram desde filhotes, é impossível. Por isso, é imprescindível que ele só saia para passear na companhia do dono, portando uma fucinheira e levado preso pela coleira. Mas poucos têm essa precaução; daí a morte de outros cães mais frágeis, causando uma grande tristeza aos donos.
Descontrolados, os Pitbulls causam ainda inúmeros ferimentos graves e até a morte de algumas pessoas. Isto porque, além da falta de cuidados, os espaços pequenos levam esses animais a terem distúrbios de comportamento, tornando-os muito mais agressivos ou deprimidos.
Para se ter uma idéia de quanto o homem, às vezes, é irracional (por pura preguiça, porque inteligência ele tem) até o ano1835 faziam-se rinhas entre pitbulls; depois desse ano, felizmente foram proibidas.
Mas até hoje esses cães têm proprietários desinformados e irresponsáveis que, além de não adestrar o animal, incentivam seu comportamento agressivo.
Quem afinal merece castigo? O animal que, segundo a sua natureza, age por instinto; ou o homem que não usa a inteligência da qual foi provido?
|
Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano
Além do Negócio do Ano, conheça os vencedores das 7 categorias da premiação Desenvolvida pela Infinito Mare, a Caravela Ecológica, uma t...
-
Agência Brasil030712 ANT1914 Brasília - O presidente do Senado, José Sarney, recebe o presidente do Santos Futebol Clube, Luis Álvaro de Oli...
-
Autor: Dhiogo Caetano Não sei se vivemos ou tentamos sobreviver. Viver é enfrentar as múltiplas diversidades da vida; viver é ser livre me...




















