quarta-feira, 14 de abril de 2010

Colóquio internacional discute políticas educacionais e exclusão social na América Latina

14/04/2010

Colóquio internacional discute políticas educacionais e exclusão social na América Latina

Tendo fim nessa quarta-feira, evento reúne palestrantes brasileiros e de outros países latino-americanos na UERJ.

 

AGÊNCIA NOTISA - Teve início na última segunda-feira, dia 12 de abril, o "Colóquio Internacional: políticas educacionais e exclusão social na América Latina: desafios e alternativas democráticas". O evento reuniu palestrantes latino-americanos que discutiram problemas e possíveis soluções para os sistemas educacionais de seus países, com destaque para a ligação entre as falhas nas políticas educacionais e a desigualdade social.

 

Os temas abordados no primeiro dia do evento incluíram os sistemas educacionais argentinos, as falhas dos modelos recentemente adotados no México e também os problemas da alta dependência existentes nos municípios brasileiros, quanto ao estabelecimento de políticas educacionais. No segundo dia, foram discutidos temas como políticas universitárias, exclusão e privatização, com palestrantes brasileiros, do Chile, Haiti e Peru. No último dia, que é hoje, serão abordados temas como o trabalho docente, precarização educacional e direito à educação.

 

 A última sessão do evento está ocorrendo no Teatro Noel Rosa, na UERJ. Seu início foi às três e meia da tarde, e tem seu término previsto para às 21:30. A última parte do colóquio contará com a participação de palestrantes como Hugo Aboites, professor da Universidad Autónoma Metropolitana do México, e Roberto Leher, professor da UFRJ.

 
Agência Notisa (science journalism – jornalismo científico)

III Simpósio Internacional Trabalho, Relações de Trabalho, Educação e Identidade

Belo Horizonte, abril de 2010.

Prezado/a,

A comissão organizadora do III SITRE-2010 tem o prazer de convidá-los para participar do III Simpósio Internacional Trabalho, Relações de Trabalho, Educação e Identidade que acontecerá nos dias 17, 18 e 19 de maio de 2010.

O I Simpósio Internacional Trabalho, Relações de Trabalho, Educação e Identidade ocorreu em 2006, em Belo Horizonte , e teve como objetivo aproximar pesquisadores, professores, mestrandos e doutorandos dedicados à temática, visando um aprofundamento teórico e uma troca de experiências entre os pesquisadores. O CEFET-MG e a UFMG (Faculdade de Educação e Departamento de Engenharia de Produção), em parceria, reuniram cerca de noventa participantes. Decidiu-se durante este evento por uma periodicidade de 2 anos para o Simpósio, bem como ampliar o número de Instituições Públicas de ensino e pesquisa como suas promotoras.

O II Simpósio aconteceu em 2008, na mesma cidade, e teve seu público ampliado para 120 participantes. Contou, ainda, com parceria da Universidade Estadual de Minas Gerais (Faculdade de Educação) que somou esforços para a realização do evento.

Em 2010 chegamos à terceira edição deste Simpósio Internacional, que ganha importância no cenário acadêmico pela discussão e reflexão proposta sobre o atual estágio das pesquisas em trabalho e educação. Além das Conferências que contarão com a participação de professores estrangeiros e brasileiros, o Simpósio receberá trabalhos completos e pôsteres, dentro dos GTs abaixo relacionados:

Grupos de trabalhos - GTs

GT 1 – Formação de Adultos

GT2 – Ofícios e Profissões

GT3 – Identidade Profissional

GT4 – Sociedade, políticas públicas e educação profissional na cidade e no campo

GT5 – Tecnologia e Sustentabilidade

GT6 – Licenciatura: formação e identidade profissional

GT7 – Trabalho, Saberes e Experiência

GT8 – Formação profissional em engenharias e tecnologias

A data para a submissão de trabalhos vai até dia 12 de abril de 2010 e o resultado dos trabalhos aprovados sairá dia 23 de abril de 2010.

Além dessa programação que ocorrerá no auditório da FAE/UFMG, serão oferecidos 5 mini-cursos, distribuídos nas instituições parceiras do Simpósio. Acesse o site www.sitre.cefetmg.br para conferir a programação completa e demais informações sobre o evento ou entre em contato pelo e-mail sitre2010.cefetmg@gmail.com

Atenciosamente,

Comissão Organizadora do III SITRE

Bobagens obrigatórias

RUBEM ALVES 
Folha de S. Paulo, 14 de abril de 2010

Bobagens obrigatórias

E eu, que tinha a ilusão de que os livros que eu escrevia estavam ajudando professores e alunos a pensar

A REVISTA "Veja", na edição de 31 de março, publicou um artigo do senhor Marcelo Bortoloti com o título "Ideologia na Cartilha". Desejo retomar o assunto porque, como educador, considero que a tarefa mais importante das escolas é ensinar a pensar, e a ideologia é a negação do pensamento.
O que é pensar? Pensar é um processo mental que acontece quando nos defrontamos com um problema que a vida nos propõe e que precisa se resolvido. Pensamos para resolver problemas. Sem o desafio dos problemas, o pensamento ficaria dormindo, inerte. O pensamento, assim, acontece quando um "não saber" nos desafia. Se alguém se julga possuidor da verdade, não pensa. Pensar, pra que?
O que é "ideologia"? Ideologia é o oposto do pensamento. Ideologia é um conjunto de crenças tidas como verdade. Julgando-se possuidora da verdade, a ideologia torna desnecessário o trabalho de pensar. Ao invés de pensar, a ideologia repete as fórmulas. A ideologia, assim, tem a mesma função que têm os catecismos nas religiões. Catecismos são livros que contêm afirmações tidas como verdadeiras e que, por isso mesmo, devem ser aprendidas de cor e repetidas.
Lembro-me de uma experiência que tive logo que me tornei professor da Unicamp, lá pelo início da década de 70, quando a ideologia da esquerda sabia que "só o materialismo histórico é Deus e Marx, o seu profeta". Eu, sem conhecer direito as regras do jogo acadêmico, pus-me a conversar com um colega sobre ecologia e a crise ambiental -temas provocados pelo Clube de Roma- que eram assuntos proibidos pelo catecismo dominante.
Ele ficou em silêncio, mediu-me de alto a baixo e fulminou-me com uma verdade definitiva: "Tudo isso se resolve com a luta de classes..." Não era necessário pensar, porque a ideologia já tinha a resposta.
Como acho que o objetivo da educação é ensinar a pensar e a essa convicção dediquei toda a minha vida, alegro-me por encontrar no senhor Marcelo Bortoloti um aliado de lutas...
No seu artigo ele me fez o maior elogio que poderia ser feito a um filósofo. Numa coluna separada, ao lado direito do seu artigo, no lugar dedicado aos "referenciais teóricos", ele citou os filósofos pré-socráticos, Platão, Aristóteles, Epicuro, Agostinho (...) e eu, Rubem Alves!!
Elogio maior não poderia me ter sido feito, se não fosse pelo título que ele deu a essa coluna a que me referi: "Bobagens obrigatórias". Os filósofos que ele citou, mais o Rubem Alves, são... "bobagens obrigatórias". Não satisfeito, ele acrescentou uma última observação ao pé da página, logo após citar o meu nome: "Comentário: Rubem quem?"
Ah! Foi um terrível golpe no meu narcisismo... E eu, que tinha a ilusão de que os livros que eu escrevia estavam ajudando professores e alunos a pensar! Não passavam de ideologia...
Obediente ao juízo final do senhor Marcelo Bortoloti só me resta então jogar fora os livros que escrevi...
Adeus, meus livros! Adeus, filosofia da ciência... Adeus, a escola com que sempre sonhei... Adeus, por uma educação romântica... Adeus, vamos construir uma casa... Adeus, conversas sobre a educação... Adeus, fomos maus alunos, como o Gilberto Dimenstein... Adeus...
Só espero que da próxima vez ele não escreva o "quem" depois de escrever o meu nome...É humilhação de mais... 

terça-feira, 13 de abril de 2010

Promoção por mérito

Não somos contra a promoção por mérito
Ao contrário do que vem sendo noticiado, não somos contra a promoção por mérito. Temos, sim, várias restrições com relação à lei que implementou esse sistema no Estado de São Paulo. Vamos destacar, aqui, apenas uma.
Entende-se por promoção por mérito o sistema onde, definidos os requisitos e uma nota mínima na avaliação, todos aqueles que preencherem os requisitos e obtiverem a nota mínima serão promovidos.
Mas não é isso que ocorre com a LC 1.097/2009. Aqui, os professores e especialistas que preencherem os requisitos e forem aprovados na avaliação escrita não serão automaticamente promovidos; ou seja, apenas até 20% deles serão promovidos, levando-se em conta a situação financeira do estado.
Este é o grande problema: não é promoção meritória, é exclusão. Se todos os aprovados fossem promovidos, aí sim, seria promoção por mérito.

UDEMO - Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo

sexta-feira, 9 de abril de 2010

TEM MUITA VIDA PARA VIVER!

 

 

ONTEM, NO JORNAL NACIONAL DA REDE GLOBO DE TELEVISÃO,

FOI MUITO EMOCIONANTE O DEPOIMENTO DE UMA MENINA DE

APENAS OITO ANOS DE IDADE, QUANDO ELA NARROU O

MOMENTO EM QUE SUA CASA COMEÇOU A DESABAR...


FOI TUDO MUITO RÁPIDO, QUANDO ELA VIU A CASA ESTAVA

RUINDO E, NO MOMENTO SEGUINTE, ELA ROLOU JUNTO

COM A CASA; BATEU COM A CABEÇA NUMA PEDRA,

MAS NÃO DOEU NADA...


"FOI DEUS QUE ME AJUDOU, EU NÃO SENTI NENHUMA DOR,

SÓ OUVI MEU PAI DIZENDO:

PELO AMOR DE DEUS, FILHA, FICA BEM!"

DEUS OUVIU O APELO DESESPERADO DAQUELE PAI; E A MENINA

CONCLUIU:


"TENHO MUITO QUE AGRADECER A DEUS, EU ESTOU VIVA!

E AINDA TENHO MUITA VIDA PRA VIVER!"


PARECE INCRÍVEL QUE NUM PAÍS TÃO GRANDE COMO O BRASIL,

TANTAS PESSOAS NÃO TENHAM UM ESPAÇO DIGNO PARA MORAR.

É COMO SE UMA GRANDE FAMÍLIA MORASSE NUMA ENORME

MANSÃO, MAS TODOS TIVESSEM QUE SE AMONTOAR

NUM SÓ CANTO DA CASA...


O DESENVOLVIMENTO PRECISA SE EXPANDIR; A FAMÍLIA, SER PLANEJADA; O TRABALHO, VAROLIZADO; E OS TRABALHADORES, RECOMPENSADOS...

SÃO ELES QUE CONSTRÓEM ESSE PAÍS, E ELES TAMBÉM

TÊM MUITA VIDA PARA VIVER!!!


NAIR LÚCIA DE BRITTO



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