quarta-feira, 7 de abril de 2010

DICAS PARA ORGANIZAR OS ARMÁRIOS DA COZINHA!






A limpeza dos armários é necessária para a saúde

e bem estar no lar. É importante explicar um detalhe

que nem todos percebem: O FATOR CONSERVAÇÃO!



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A dica principal é manter os armários limpos e forrados para evitar sujeiras e manchas,
e também observar o acondicionamento correto dos mantimentos
que devem ser colocados em potes com boa vedação evitando a
umidade. Este procedimento ajuda na conservação dos produtos
e torna prática a rotina na cozinha.





A DICA É MUITO BOA! APENAS UMA QUESTÃO DE HÁBITO

"chegar do supermercado e já deixar o feijão escolhido em um pote

evita a criação de bichinhos indesejados no saco plástico".

O mesmo ocorre com os farináceos, que depois de abertos, acumulam germes.


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SUPORTE PARA O AZEITE



Quem cozinha sabe que o óleo deixa muitas manchas.

Por ser utilizado na maioria das vezes "diariamente",

indicamos que este produto seja guardado em um suporte.

No caso, um pote de iogurte cortado e decorado resolve a situação!



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BOA SEMANA!



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Partes Mirim.







segunda-feira, 5 de abril de 2010

Diretora de filmes oferece um mês de aulas grátis de Interpretação para TV e Cinema

A produtora de filmes Sandra Camillo, oferece curso de interpretação para  crianças, jovens e adultos que desejam  se tornar atores de Tv ou cinema. O curso tem a parceria da produtora de filmes e vídeos Agência Cinema Produções Cinematográficas.

O curso, aberto ao público em geral, terá como base o ensino da interpretação para o cinema, usando a linguagem do naturalismo, ajudando o ator a criar uma linha de interpretação para um determinado papel, buscar a verdade do personagem.

O curso será ministrado no mês de maio, para pessoas com a idade mínima 7 anos e que saiba ler fluentemente.

As aulas acontecerão  em uma locação na região da Vila Mariana na  capital paulista, próximo a estação Vila Mariana do metrô.

Serão sorteadas 20 bolsas.

Informações podem ser obtidas pelo e-mail:

cursos@agenciacinema.com.br

sábado, 3 de abril de 2010

POEMA DO AMOR

 

Se você tem amor no seu coração...

Somente o amor... o mais puro amor!

Você tem tudo que alguém pode desejar...

Aqui na Terra


É como se você tivesse uma pérola

Pedra pequenina, mas muito preciosa!

Tesouro tão especial...

Que nenhum ladrão jamais alcançará

Ela te guardará de todo mal à tua volta

Se você tem amor no seu coração!...


O amor é assim... é essa pérola...

Que apaga todo o sentimento impuro

Capaz de macular a alma


As pedras mais pesadas pelo caminho

Pouco a pouco ficam mais leves

E os obstáculos menos intransponíveis


Se você tem amor no seu coração

Você se sentirá livre e leve...

Como aquele pássaro que vôa... vôa... vôa...

Cada vez mais alto em direção ao infinito

Onde o céu é mais azul e muito mais bonito!...



NAIR LÚCIA DE BRITTO



 



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sexta-feira, 2 de abril de 2010

HUMANO CANTO - O LIVRO



UM CANTO DEMASIADAMENTE HUMANO

O MAIS SIGNIFICATIVO E IMPORTANTE
LIVRO DE HIDERALDO MONTENEGRO


Depois de publicar Alquimia das Águas (escrito em 2002) e O Pássaro (2008) Hideraldo Montenegro publica agora o seu mais recente livro de poesias, escrito em 2009, onde o poeta fixa o seu amadurecimento estético numa poética chocantemente livre, com temas avassaladoramente instigantes.

Uma obra imprescindível e apaixonante para poetas e apreciadores.

UMA LEITURA IMPERDÍVEL!



VEM AÍ:

UMA VIAGEM AO CENTRO DO EU: A BUSCA DA LIBERDADE




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Em todas as Tradições a morte é colocada como elevação. Não é o fim, mas o começo. Contudo, é fundamental morrer consciente. O ser humano precisa alcançar a iluminação e libertar-se do seu ego para morrer na luz (ou seja, consciente). Quem, ou melhor, o que tem impedido a expansão e, portanto, a elevação da consciência é o ego. A morte do ego significa a libertação da alma. É o paradoxo: “morrer para alcançar a imortalidade”.

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Para Dante ascender ao paraíso primeiro teve que descer ao inferno. Dante, em sua iniciação, teve que ir ali para se purificar. O que viu Dante no inferno senão os grandes e tenebrosos egos representados por várias figuras históricas? O que ele teve que enfrentar senão os seus maiores medos e inimigos?

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Jesus torna-se Cristo (atinge a Consciência Cósmica) quando vai ao deserto e enfrenta o demônio (o seu ego) e todos os seus desejos impuros. A partir daí, pode afirmar: “eu e o pai somos um”. Sidarta também enfrenta Maya (a ilusão) para tornar-se Buda e encontrar a iluminação. A yoga, que quer dizer união, almeja esta harmonização com o Eu Interior e a sublimação do ego. A conclusão é que é necessário o ser humano libertar-se para atingir a plenitude dos céus. Como disse São Francisco de Assis: “é morrendo que se vive para a vida eterna”. Mas, é preciso saber morrer.

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E, é este aprendizado que o artista tenta conduzir através de sua poética. Ou seja, o artista utiliza a poesia como ferramenta desta morte e renascimento e, enfim, desta comunhão.

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O maior desafio para o artista neófito é a herança estética que herda. As regras estabelecidas, as normas e convenções estilísticas é um paredão, um desafio a ser ultrapassado pelo artista. Ele não pode ficar confinado às convenções. Precisa respirar livre. Precisa soltar o grito. E, para tanto, o poeta precisa criar uma expressão que o torne livre.

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O que seria um canto humano senão um canto de imperfeições, mas também de deslumbramento? A poética é um exercício libertário. Para se expressar o artista tenta romper tudo que o restringe. É preciso soltar o grito para representar com autenticidade o seu universo, ou melhor, o seu estar no mundo.

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Diferentemente de Augusto dos Anjos, com o seu marcante pessimismo, a morte é colocada aqui de uma forma otimista, como a grande esperança humana. Para tanto, o poeta vai tentando matar (ou sublimar) o seu ego para conseguir elevar a sua alma. E, para alcançar sua intenção, sua estética se esparrama num discurso livre, mas sem se desviar para o sentimentalismo.

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Este livro é um esforço do artista (o poeta) para libertar-se (espiritual e, consequentemente, esteticamente). Acima de tudo, o engajamento do artista é com a literatura (suas preocupações estéticas), contudo, ele retrata naturalmente o seu envolvimento com a espiritualidade, como também seu envolvimento com a espiritualidade lhe abriu o universo literário, mais especificamente com a poesia. Afinal, como acredita, fazer poesia é crescer espiritualmente. Crescer espiritualmente é apreender a poesia da vida, do viver.

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Humano Canto é um Canto à vida.*

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*o livro HUMANO CANTO será publicado no final de abril de 2010 pela Artexpressa Editora.

FELIZ PÁSCOA

 


Ao Gilberto da Silva (editor da revista P@rtes)

Aos colaboradores

E queridos leitores...

Que nos gratificam com a sua atenção

FELIZ PÁSCOA!


A Páscoa é uma das mais importantes festas cristãs

Celebra o nascimento de uma nova vida!

É simbolizada com um ôvo, que é o início da vida,

e também pelo coelho que representa a

fertilidade!


Que todos nós sejamos férteis em paz e amor,

que a prosperidade vem logo a seguir...


Nair Lúcia de Britto

 



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quarta-feira, 31 de março de 2010

A mala misteriosa

Pedro Coimbra
ppadua@navinet.com.br


O entardecer já se aproximava quando a comitiva se aproximou da Igreja Matriz. A frente, Coronel Olegário, seguido de quatro capangas, com cartucheiras nas mãos.
O animais resfolegavam e por onde passavam as pessoas tratavam de se esconder por trás das janelas tal a fama do homem que usava uma longa capa Ideal, jogada sobre o lombo e pitava sem cessar um cigarro de palha.
Aproximaram-se da Casa Bancária Agrícola do Vale e os homens empurraram a porta, abrindo-a de sopetão.
Dois outros retiraram do lombo de um cavalo uma grande e pesada mala preta.
Seu Hilário, traquejado gerente correu a atender a ilustre figura.
- Coronel Olegário! Que honra ter o senhor no nosso humilde estabelecimento – disse.
Antônio João, contador da Casa Bancária Agrícola do Vale, levantou-se de sua mesa e estendeu a mão para cumprimentar o Coronel Olegário que não respondeu ao seu gesto amistoso.
Numa mesa no fundo da sala, Erasmo, um escriturário, olhava tudo por cima dos óculos.
- Preciso falar com o senhor – disse o Coronel Olegário e dirigiu-se com intimidade para a sala da gerência.
Conversaram poucos minutos e o Coronel Olegário saiu do recinto ordenando que seus homens trouxessem a mala e a colocassem dentro do cofre forte.
Seu Hilário fez um recibo e entregou-o ao Coronel Olegário que saiu de pronto para a rua e junto aos seus homens montaram nos cavalos.
Quinze dias depois voltaram a Casa Bancária e segundo notícia que correu logo pelo lugarejo retiraram do cofre forte uma mala vazia.
Possesso o Coronel Olegário agarrou o gerente, o contador e o escriturário, amarrou-os e os levou para o Vale das Flores.
Os habitantes da cidade diziam baixinho que muito dinheiro desaparecera da mala.
Os dois soldados que faziam parte do destacamento fugiram para suas casas ávidos de ficar longe daquela confusão.
Coronel Olegário e seus homens surraram os três funcionários da Casa Bancária Agrícola do Vale até a morte.
Depois com a cartucheira na mão ele atirou nos quatro capangas e esporeou o cavalo.
Um crime bárbaro e sem explicação, como todos diziam, pois nenhum dos três mortos teria coragem de colocar a mão em um tostão que não fosse deles.
Pouco tempo depois o corpo do Coronel Olegário apareceu boiando no córrego Real Grandeza, com uma corda e uma grande pedra amarrada no pescoço.
O mistério só foi resolvido anos depois quando Dirceu, um borra-botas que era faxineiro da Casa Bancária, num dia em que se encontrava muito bêbado, confessou que fora ele que abrira o cofre e depois a mala.
Para sua surpresa dentro dela só havia pedras, nem uma nota, só pedras.
- A fortuna do Coronel Olegário não existia – disse Dirceu que levou uma surra de mangueira dos soldados e depois foi mandado preso para a capital, para deixar de ser metido a gente grande...
Aquele casarão abandonado, refúgio de morcegos, é o que restou da Casa Bancária Agrícola do Vale...

Exposição de Maria Auxiliadora Silva encerra temporada em Nova York ampliando debate sobre arte brasileira

  Com curadoria de Bruna Grinsztejn, a mostra reuniu pinturas que despertaram discussões sobre memória, identidade, relações sociais, trabal...