quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

09/10/09 Biblioteca Pública do Paraná.


09/10/09


Entregamos exemplares dos livros infantis de Nina Rocha na Biblioteca Pública do Paraná.
A visita foi rápida, mas encontramos uma contadora de histórias que recebeu um livrinho e poderá trabalhar com mais algumas crianças! Obrigada! FELICIDADES! 


quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

As emoções nos descaminham

Outro dia recebi um convite para a abertura de uma exposição de Maria Helena Andrés no Palácio das Artes e fui procurar uma imagem para uma matéria na web.
Nem bem bati um olho numa foto lembrei-me do dia que eu e seu filho Maurício Andrés Ribeiro, resolvemos criar a Frente Estudantil Renovadora (FERA), no Colégio Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para disputar o centro acadêmico.
Maria Helena Andrés que já era uma pintora renomada nos permitiu utilizar o verso de folhas de papel onde fazia os estudos para seus trabalhos a óleo.
Enquanto eu escrevia nossas palavras de ordem ficava olhando para aquelas madonas e naves perdidas num mar imenso, aquele torvelinho de cores, tentando imaginar a mensagem que estava por trás de tudo aquilo.
Ganhamos à eleição e os cartazes desapareceram todos dos corredores onde haviam sido afixados.
Esta deve ter sido a “campanha política” com maior viés cultural que participei, numa época em que o mundo já estava virando de pernas para cima.
No jornal “O Tempo” impresso encontro uma foto de Humberto Pereira, que está lançando “Carlos Prates”, dentro da coleção “BH. A Cidade de Cada Um”.
Se não me falha a memória ele era dominicano e professor de cinema da Universidade Católica de Minas Gerais.
È o produtor desde o começo do “Globo Rural”, da Rede Globo.
Tinha uma voz macia e participava de nossas intermináveis conversas nas mesas de botequins de melhor ou pior qualidade, em assuntos infindáveis sobre o cinema de Godard, Buñuel, Antonioni e Bergman, ao lado de maravilhosas garotas que faziam Psicologia.
Os dominicanos exerceram dois papéis importantes naquela época. Eram especialistas em comunicação de massa, o que era muito importante para Igreja Católica e tiveram uma expressiva participação na luta contra a ditadura militar, principalmente escondendo os perseguidos pelo regime.
Lembro-me dele e me ponho a meditar como são mal utilizadas as tevês educativas no país, sempre tentando imitar o glamour das grandes redes e olvidando seus princípios básicos.
Recebo através do Geraldo Bertolucci, parceiro do Lavras 24 Horas, a indicação para um vídeo caseiro, mas muito bem feito, “Histórias que se entrelaçam”, sobre o Rotary Club de Lavras e o Instituto Gammon.
Nas primeiras cenas já vejo figuras que fizeram parte da minha formação de adolescente..
O primeiro deles o Bi Moreira, que tinha fama de lunático, porque colecionava coisas inúteis que as pessoas não queriam mais no porão de suas casas que se modernizavam na onda do que se chamou Anos JK. Sua outra mania era o desfile do aniversário do Gammon, com quadros ao vivo, o que o fez me transformar num Castro Alves bem convincente...
A seguir a calvície inconfundível de Sinval Silva, filosofo de plantão e um grande educador, de pensamento e língua afiados...
Forma-se então a imagem do meu professor de Geografia, Oswaldo Louzada, que é um dos últimos sobreviventes daquele tempo e que vejo ainda lépido, nonagenário, pelas ruas da cidade.
Depois a figura de Lawrence Calhoun, que foi reitor do Gammon e sempre insistia para meu tio Roberto Coimbra e meu pai Renato Aquino Pádua se filiarem ao Rotary. Apesar do insucesso da empreitada sempre tentou. Um homem muito bom que desfilava pelas ruas de Lavras num imponente Chevrolet Impala verde...
O próximo, Eduard King Carr teve um importância marcante na minha vida. Num dia de festa no Gammon, na Alameda das Magnólias, me pegou de mãos dadas com a Ellen Carmen Paul, catarinense de Timbó e nos espinafrou...
Bom. Mas a história que eu queria contar hoje era outra.
Era a da bonita professora Franceli, sobrinha da Meirinha e da Arlete, da rede municipal de ensino que levava num final de semana quatro alunas ao cinema como prêmio pelo interesse e incentivo à busca pelo conhecimento e foi flagrada pela prefeita Jussara Menicucci e sua câmera. Para mim era um atitude normal, de caráter, pois eu já a conhecia desde o tempo que fui diretor de vôlei no Lavras Tênis Clube.
Não estranhei por que aqui em casa sempre foi assim também e o salário que Eudóxia, minha mulher, recebia era sempre revertido para os alunos.
Afinal, não adianta saber todos os métodos pedagógicos de cor e salteado. É preciso ter amor pela arte de ensinar...
Evidentemente os tempos estão mudados. E por isso mesmo os governantes deveriam se preocupar em remunerar melhor nossas professorinhas...
Para que todos pudessem se lembrar prazerosamente, como eu, da imagem da mulher linda que foi minha primeira mestra e da qual não consigo recordar o nome...

Natal - Fé na humanidade

As alterações climáticas me preocupam. A insensatez inconsequente da maioria dos governantes e empresários globais, também. Mas o que mais me assusta é a proliferação de arautos do caos, que procuram tirar máximo proveito da fragilidade emocional e ingenuidade de crianças, adolescentes e pessoas simples. Esses indivíduos proclamam o fim de tudo, como se mais nada houvesse a fazer, a não ser cuidar da alma, mas nunca esquecem de “passar a sacolinha”, cuja coleta investem em bolsas de valores, paraísos fiscais, redes de TV...


Para que dinheiro e propriedades, se não ficará pedra sobre pedra? Além disso, em tempos atribulados, as pessoas deveriam buscar aproximação com o semelhante, solidariedade, e não o egoísmo de uma salvação exclusiva, pessoal ou sectária, que pregam.


Há, no entanto, sintomas preocupantes nesse contexto:


Será que as pessoas perderam a esperança num mundo melhor? Será que ignoram que tudo de bom e de ruim que a humanidade fez, faz e fará é obra de gente de toda raça, ideologia e religião? Será?


Mas, se não há esperança, porque continuam a trabalhar, estudar, fazer planos, comprar bens materiais e, principalmente, gerar descendentes?


Filhos... Não seria melhor poupá-los física e psicologicamente desses dias de aflição a ranger de dentes?


Parece que alguns acham que não e até dão graças a Deus quando um deles se imola em nome de suas crenças! Será que eles não temem a morte porque a vida lhes é tão cheia de medos e preconceitos, e lhes fazem crer tão profundamente que nada podem fazer para mudar positivamente as coisas, que deixar esse mundo seria uma benção.


Se essa é a lógica do tempo presente, então as mortes deveriam ser vingadas, mas comemoradas, e os nascimentos, pranteados por mil carpideiras!


Mas não é assim: pais amorosos, pelo mundo afora, continuam a desejar o nascimento e cuidar com carinho de seus filhos. Fazem isso porque, apesar de toda a alienação imposta por fanáticos e oportunistas, materialistas ou religiosos, guardam em si a semente divina da esperança na humanidade: máxima criação de Deus!


Esperança... Benção... Nascimento... Renascimento... Transformação!


O ser humano nasceu para viver! A morte é uma certeza, mas nunca deve ser uma meta!


Jesus poderia ter nascido e morrido, pelas condições do parto ou pelas mãos dos infanticidas de Herodes. As portas do céu teriam sido abertas do mesmo jeito, para o Filho de Deus! Mas ele precisava viver para anunciar a esperança a todos os seres humanos, para lembrar-lhes do livre-arbítrio, para dizer-lhes que as bênçãos de Deus eram universais e não um privilégio ou critério de poucos. Graças a Ele, a humanidade renasceu!


Por isso o Natal é um tempo tão importante e sempre bem vindo. E isso, não pelos presentes materiais, às vezes totalmente desprovidos de bons sentimentos, mas pela inexplicável e benfazeja sensação de esperança no futuro, de um renascer constante que contamina quem ainda não deixou esse brilho divino ser apagado em seu coração.


Enquanto houver fé e esperança, consubstanciadas no natal diário de cada pequeno Cristo, não temos o direito de desacreditar do projeto de Deus. Ele nunca desistiu de nós! Até enviou seu filho unigênito para prová-lo!


Assim, em nome Dele, de Seu e de nossos filhos, é preciso crer na humanidade e na vida, em pensamentos, atos e palavras.


Então, filhos de Deus de todas as raças, credos, gêneros e sei lá mais o quê; desejo a todos: felizes, transformadores, renovadores e infinitos Natais!

SUSAN BOYLE

 
ELA É UMA ARTISTA TALENTOSA
E TEM UMA VOZ MARAVILHOSA!
ISSO É O QUE TEM VALOR...
DEIXEM SUSAN BOYLE USUFRUIR EM PAZ...
SEU MOMENTO DE EXPLENDOR!
 
Nair Lúcia de Britto


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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Entrevista


ENTREVISTA ESPECIAL: ENRIQUE BLANCO

Turismo de massa ou de “alto-padrão” pode gerar infraestrutura que a população local não necessita. São necessárias práticas racionais e sustentáveis. 



Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano

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