quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Poema: Homenagem ao poeta negro

 

Homenagem ao poeta negro

‘’Para Samuel da Costa’’

 Samuel es um guerreio...

...pos lutas com braços fortes!

Se possível enfrentas a morte...

Pelo teu grande ideal!

   És um gigante guerreiro...

Que não medes a distância...

 A cor negra é tua estampa!

 Liberdade o ideal!

 

No peito trazes contigo a coragem dos guerreiros

Que sem medo enfrentavam relhos...

 Os troncos e humilhações...

Nas veias tu tens o sangue daqueles que não temiam...

 Que se possível morriam...

 Pra defender seus irmãos!

 

Samuel forte guerreiro, que batalha o ano inteiro!

Pra não deixar que se oponha o terror e a tirania!

Pela cor que trazes no peito e a raça que não falha...

Se possível enfrenta as balas!

O julgo e a humilhação...

Pois essa luta sagrada foi e sempre será a tua religião

 

No Brasil tu representa a África abençoada...

Tão sofrida e magoada...

Por faltar compreensão!

Es tu um guerreiro forte...

Que luta com braços fortes!

Para salvar teus irmãos.

 

Vivaldo Terres poeta em Itajaí

e-mail- vivaldoterres@yahoo.com.br 

 

 

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Companheiro Delubio Soares????

Quem irá ler revista "Companheiro Delubio" ?
Quem estiver com interesse acesse o site www.delubio.com.br  e veja todas as materias publicadas na imprensa - 

sábado, 29 de agosto de 2009

29 de agosto é DIA DO LIVRO


Desliga dos Blocos faz Bloqueata neste domingo no Centro

 
Desliga dos Blocos faz Bloqueata neste domingo no Centro

O 1º Bailão Pró Carnavalesco da Cidade do Rio de Janeiro acontece neste domingo, 30 de agosto, às 14h, na Praça XV, Centro do Rio de Janeiro. A ideia é combater as medidas pretensamente moralizadoras do prefeito Eduardo Paes, que na verdade parece querer é doutrinar o Carnaval feito pelo nas ruas. A iniciativa partiu do Boi Tolo e conta com a adesão de integrantes de blocos como o Fubá, o Devassos da Cardeal e o extinto Se Melhorar Afunda. O Terreiro de Breque apoia também o evento e estará presente, instrumentos e vozes, no Bailão. Segue texto dos organizadores:

"A gente não quer promover bagunça, mas o excesso de normatização pode acabar com a espontaneidade dos blocos de carnaval do Rio de Janeiro. Queremos cair na folia com o povo no meio da rua, cantar hinos e marchinhas a plenos pulmões, criar nossos roteiros ao sabor do acaso e da vontade dos participantes, estimular o livre dançar e aproveitar a melhor época do ano na cidade do Rio. E principalmente, queremos ter assegurar a liberdade de ter idéias novas e colocá-las em prática na véspera do carnaval. Estipular
que 31 de agosto é a data final para regulamentação dos blocos de carnaval é um contra-senso – afinal, boa parte da graça de pular em blocos consiste no inusitado de idéias que podem surgir no calor do verão, em meio aos ensaios e batucadas de esquenta".

 

Para domingo, o tema será a letra de "Rádio Patrulha" (José Dias/Marcelino Ramos/Silas de Oliveira) modificada pelo Terreiro de Breque em agravo ao nosso prefeito mauriçola e em homenagem ao Boi Tolo:

 

"Se o choque de ordem chegasse aqui agora
Seria uma grande vitória
Ninguém poderia correr

Agora que eu quero ver
Quem é Boi Tolo não pode correr"

 

 

Lembrete: amanhã tem Terreiro na Tiradentes

 

E o Terreiro de Breque está confirmadíssimo amanhã, 29, na Praça Tiradentes, no salão de sinuca Bilhares Guanabara (Rua D. Pedro I, 7 – em frente ao Teatro Carlos Gomes, a partir das 21h, com entrada franca.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão

Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão
é focado nos estudantes de jornalismo

O Instituto Vladimir Herzog junto com o Sindicato dos Jornalistas no Estado de São Paulo lança o Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão focado nos estudantes de jornalismo. Os dois melhores projetos de pauta serão premiados com a execução da matéria custeado pelo Instituto e seus parceiros que terão ainda a participação de um tutor - jornalista consagrado que irá acompanhar o desenvolvimento da matéria. As inscrições vão de 22 de agosto à 02 de outubro de 2009 e podem ser feitas pelo site do Instituto:http://www.vladimirherzog.org


Uma oportunidade para os futuros jornalistas!!!

O Instituto Vladimir Herzog irá custear os melhores projetos de pauta jornalística dentro do tema da missão do instituto:
"Garantir o Direito à Justiça e o Direito à Vida"

Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos

 

Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos

 

Sólon Cunha*

 

Práticas agressivas de Recursos Humanos (RH) visando o lucro sem fronteiras é coisa do passado. Assim como a política paternalista que pratica o assistencialismo puro, não permitindo ao trabalhador que se aprimore. O bom gestor cuida da qualidade de vida e da saúde de seus trabalhadores, agindo com transparência e estimulando o progresso das pessoas que, em última análise, serão o futuro do seu empreendimento. 

 

Parceiros, clientes e fornecedores, buscam o que denomino de "equilíbrio sustentável" nas relações humanas e a sociedade exige que se trate os trabalhadores com respeito e dignidade. O consumidor integra esse grupo, porque rejeita ofertas de organizações que se mostram displicentes nas relações humanas; e no futuro escolherá produtos e serviços das empresas com o RH sustentável. Acredita-se que essa evolução fará com que apenas os corretos sobrevivam. 

 

A sustentabilidade em recursos humanos é o equilíbrio das relações e das decisões. É olhar para o próximo com o mesmo carinho que gostaria que olhassem para Você. Gerenciar o departamento de RH é gerir pessoas, depois carreiras e, enfim, resultados, nessa ordem. O excelente resultado é sempre obtido pelo grupo de bons profissionais, com carreiras construídas na devida maturação, suportadas pelo caráter de boas pessoas. A fórmula mostra que o resultado é a conseqüência da política sustentável. 

 

No gênero, o RH sustentável é definido como uma política de gestão de pessoas que seja focada no socialmente justo, de modo aceito pela cultura local, estimulando atitudes ecologicamente corretas mas, sempre, mostrando-se economicamente viável. 

 

Para começar, o gestor de RH não deve julgar o trabalhador por seu sexo, cor, idade, religião ou classe social e, sim, buscar a diversidade de pessoas. Cada ser humano é criado dentro de características diversas e cresce com experiências e história de vida distante do "padrão" imaginário de seu empregador. Existem CENTENAS de estudos que demonstram que a diversidade de pessoas na empresa é fundamental na busca de resultados. É muito importante prestigiar a heterogeneidade na formação da equipe: várias classes sociais, religiões, casados e solteiros, etnias diversas. Grupos que analisarão a diversidade de desafios com as mais variadas opções de solução.

 

Toda empresa, independentemente das quotas exigidas em lei, deve contratar pessoas com deficiência (ou Portadores de Necessidades Especiais – PNE), não só para que sejam "incorporadas" à sociedade, mas, também, para que os demais trabalhadores aprendam o quão rica será essa convivência. Os relatos de pessoas que têm na sua equipe um PNE são impressionantes. Acreditem: é uma experiência a ser vivida.

 

A carreira deve ser desenvolvida de forma a satisfazer as necessidades dos presentes, no entanto, sem comprometer as gerações futuras. Gestão de carreira passa pela formação de talentos, criação de gestores, retenção de pessoas talentosas e passagem do bastão, com despedida e aposentadoria digna aos que se retiram. Aposentados que podem ser revisitados como consultores e verdadeiros conselheiros. 

 

Equilibrar o convívio das comunidades humanas com o meio ambiente também é função do RH. Algumas empresas chegam a vincular as metas de remuneração variável a incentivos à reciclagem e a reutilização de materiais e ao uso racional de água e energia elétrica.

 

A prática do RH sustentável se estende aos "terceiros" que prestam serviços ao tomador, numa vigilância técnica e procedimental. Não se deve contratar terceiros que tenham relações precárias com os trabalhadores. Essa vigilância se estende ao pagamento de impostos e tributos pelo contratado. Existe a busca pelo equilíbrio do balanço financeiro, mas com políticas trabalhistas justas. A precarização é combatida por toda a sociedade como, por exemplo, na erradicação do trabalho infantil e do trabalho forçado. Terceirização não é a desobrigação de encargos sociais, nem a redução de salários, ou a subcontratação de fornecedores, nem modismo administrativo ou remédio para crises contingências. A terceirização busca a contratação de serviço (e não de pessoas) de empresa especializada, reduzindo custos e perdas, em busca da melhor produtividade. 

 

O RH do bem tem como Valores: a Ética, a Humanização, a Excelência Técnica, a Confiabilidade, a Capacitação Profissional, o Compromisso Social, a Isonomia de Tratamento em busca da QUALIDADE COM EFICIÊNCIA!

 

 

* Sólon Cunha é advogado, mestre e doutor em direito trabalhista e sócio do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice.

 

Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos

 

Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos

 

Sólon Cunha*

 

Práticas agressivas de Recursos Humanos (RH) visando o lucro sem fronteiras é coisa do passado. Assim como a política paternalista que pratica o assistencialismo puro, não permitindo ao trabalhador que se aprimore. O bom gestor cuida da qualidade de vida e da saúde de seus trabalhadores, agindo com transparência e estimulando o progresso das pessoas que, em última análise, serão o futuro do seu empreendimento. 

 

Parceiros, clientes e fornecedores, buscam o que denomino de "equilíbrio sustentável" nas relações humanas e a sociedade exige que se trate os trabalhadores com respeito e dignidade. O consumidor integra esse grupo, porque rejeita ofertas de organizações que se mostram displicentes nas relações humanas; e no futuro escolherá produtos e serviços das empresas com o RH sustentável. Acredita-se que essa evolução fará com que apenas os corretos sobrevivam. 

 

A sustentabilidade em recursos humanos é o equilíbrio das relações e das decisões. É olhar para o próximo com o mesmo carinho que gostaria que olhassem para Você. Gerenciar o departamento de RH é gerir pessoas, depois carreiras e, enfim, resultados, nessa ordem. O excelente resultado é sempre obtido pelo grupo de bons profissionais, com carreiras construídas na devida maturação, suportadas pelo caráter de boas pessoas. A fórmula mostra que o resultado é a conseqüência da política sustentável. 

 

No gênero, o RH sustentável é definido como uma política de gestão de pessoas que seja focada no socialmente justo, de modo aceito pela cultura local, estimulando atitudes ecologicamente corretas mas, sempre, mostrando-se economicamente viável. 

 

Para começar, o gestor de RH não deve julgar o trabalhador por seu sexo, cor, idade, religião ou classe social e, sim, buscar a diversidade de pessoas. Cada ser humano é criado dentro de características diversas e cresce com experiências e história de vida distante do "padrão" imaginário de seu empregador. Existem CENTENAS de estudos que demonstram que a diversidade de pessoas na empresa é fundamental na busca de resultados. É muito importante prestigiar a heterogeneidade na formação da equipe: várias classes sociais, religiões, casados e solteiros, etnias diversas. Grupos que analisarão a diversidade de desafios com as mais variadas opções de solução.

 

Toda empresa, independentemente das quotas exigidas em lei, deve contratar pessoas com deficiência (ou Portadores de Necessidades Especiais – PNE), não só para que sejam "incorporadas" à sociedade, mas, também, para que os demais trabalhadores aprendam o quão rica será essa convivência. Os relatos de pessoas que têm na sua equipe um PNE são impressionantes. Acreditem: é uma experiência a ser vivida.

 

A carreira deve ser desenvolvida de forma a satisfazer as necessidades dos presentes, no entanto, sem comprometer as gerações futuras. Gestão de carreira passa pela formação de talentos, criação de gestores, retenção de pessoas talentosas e passagem do bastão, com despedida e aposentadoria digna aos que se retiram. Aposentados que podem ser revisitados como consultores e verdadeiros conselheiros. 

 

Equilibrar o convívio das comunidades humanas com o meio ambiente também é função do RH. Algumas empresas chegam a vincular as metas de remuneração variável a incentivos à reciclagem e a reutilização de materiais e ao uso racional de água e energia elétrica.

 

A prática do RH sustentável se estende aos "terceiros" que prestam serviços ao tomador, numa vigilância técnica e procedimental. Não se deve contratar terceiros que tenham relações precárias com os trabalhadores. Essa vigilância se estende ao pagamento de impostos e tributos pelo contratado. Existe a busca pelo equilíbrio do balanço financeiro, mas com políticas trabalhistas justas. A precarização é combatida por toda a sociedade como, por exemplo, na erradicação do trabalho infantil e do trabalho forçado. Terceirização não é a desobrigação de encargos sociais, nem a redução de salários, ou a subcontratação de fornecedores, nem modismo administrativo ou remédio para crises contingências. A terceirização busca a contratação de serviço (e não de pessoas) de empresa especializada, reduzindo custos e perdas, em busca da melhor produtividade. 

 

O RH do bem tem como Valores: a Ética, a Humanização, a Excelência Técnica, a Confiabilidade, a Capacitação Profissional, o Compromisso Social, a Isonomia de Tratamento em busca da QUALIDADE COM EFICIÊNCIA!

 

 

* Sólon Cunha é advogado, mestre e doutor em direito trabalhista e sócio do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice.

 

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