sábado, 14 de fevereiro de 2009

Jornal suíço contra-ataca e diz que Brasil é xenófobo

Os jornais suíços fizeram um duro ataque contra o Brasil, mesmo sem saber o resultado final das investigações no caso da advogada brasileira Paula Oliveira, que diz ter sofrido um aborto após ser agredida por um grupo skinhead na última segunda-feira em Zurique.
O periódico "Neue Zürcher Zeitung" ironiza o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e alerta que a mídia brasileira "regularmente publica notícias de fatos totalmente inventados, acusações que já destruíram a vida de outras pessoas".
Segundo laudo médico emitido pela polícia suíça, Paula não estava grávida. De acordo com o jornal, a gravidez inventada seria uma técnica comum no Brasil para mulheres que querem pressionar seus maridos. Para o NZZ, o Brasil seria um dos países mais xenófobos do mundo. "O país tropical está, de acordo com sondagens internacionais, entre os Estados com maior índice de xenofobia: 72% são, segundo pesquisa, contra a recepção de estrangeiros", comenta a publicação.
Fonte: MSN notícias

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Museu do Futebol comemora o Dia do Botonista

No próximo dia 15 de fevereiro, o Museu do Futebol – um equipamento de cultura do governo do Estado de São Paulo - comemora o Dia do Botonista. Durante todo o dia ocorrerão rodadas de futebol de mesa e também jogos demonstrativos com campeões da categoria. O evento é realizado em parceria com a Federação Paulista de Futebol de Mesa.

Antigamente conhecido como Celotex - material de que eram feitas as mesas em que se jogava - o futebol de mesa começou como uma brincadeira. Só a partir da década de 30 que o jogo se popularizou no Rio de Janeiro, através de Geraldo Décourt, que jogava com botões de cueca na escola. Tempos depois, ele seria o responsável pela publicação do primeiro livro de regras.

Nos anos seguintes, o jogo se difundiu por todo o país, até que em 1988, o Conselho Nacional do Desporto considerou o futebol de mesa como esporte legítimo, oficializando três modalidades: baiana, carioca e paulista. A diferença principal entre elas é de apenas uma regra, que determina a quantidade de toques que podem ser dados na bola a cada lance.

O futmesa, como é conhecido, é regulamentado pela CBFM - Confederação Brasileira de Futebol de Mesa. Atualmente existem campeonatos nacionais, estaduais, regionais e em 2005 foi criada a Copa do Brasil. Os grandes times de futebol como São Paulo e Flamengo, por exemplo, mantêm equipes de futebol de mesa.

As atividades do Dia do Botonista terão início às 11h e os jogos demonstrativos com os campeões acontecem a cada hora, com término previsto para as 17h. Mais informações no site www.museudofutebol.org.br.

 

 

Serviço:

Local: Estádio do Pacaembu (Praça Charles Miller, s/n)

Preço: R$ 6,00 (R$ 3,00 a meia entrada para estudantes e idosos)

Horário: das 10h às 18h

Bilheteria: das 10h às 17h

Site: www.museudofutebol.org.br

Telefone: (11) 3663-3848

 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

O Papel do RH nos momentos de Crise

 

Por: Arlindo Felipe Jr, diretor executivo do Grupo Soma – www.gruposoma.com.br 

 

Poderia parecer que o atual ciclo de crise limitava-se "apenas" ao setor financeiro no exterior, ledo engano. Quando se ve sólidas e renomadas empresas brasileiras divulgando substanciais prejuízos por conta de operações de câmbio, hoje chamadas de especulativas, começamos a perceber que seria inevitável que os problemas tivessem reflexos também na economia real não apenas no exterior, mas também no Brasil - afinal de contas estamos em um mundo globalizado...

 

Antes assim, porque isso nos mostra que o setor financeiro é apenas parte do mercado, não o mercado em si. Penaliza-se diretores financeiros por terem feito operações de hedge, mas, com certeza, penalizou-se também outros diretores financeiros por não terem o feito, o que aparentemente era uma operação de proteção ao interesses da empresa.

 

Se o desdobramento da crise produzir um período de depressão com maior ou menor intensidade nos EUA e Europa, sentiremos, inevitavelmente, os efeitos com a redução de investimentos, queda de produção - não apenas dos produtos exportáveis –, desvalorização da moeda, elevação (ainda mais) do juros, inflação, aumento do risco Brasil, redução do nível de crescimento e também o impacto no nível de renda e emprego.

 

Se o ambiente de trabalho já é naturalmente estressante, a mudança do cenário externo incontrolável torna o clima ainda mais tenso, reduzindo a produtividade e contribuindo para a criação de um ciclo vicioso que reduz a produtividade e, consequentemente, os resultados da empresa. 

 

Toda esta introdução foi para chegarmos a este ponto. Quando a sociedade percebe que, de alguma forma as empresas não vão crescer como o planejado, começa uma insegurança adicional que abalam a confiança dos colaboradores em todos os níveis.

 

Neste momento, para não prevalecer a "radio-peão" entre outras iniciativas, a gestão corporativa, ou especificamente o RH, deveriam esclarecer os reais impactos aos quais a empresa estará sujeita a enfrentar. Com vias mais simples de atuação – até as mais adequadas – o envio de mensagens aos colaboradores esclarecendo quais os impactos da crise e como a empresa está ou reagirá à ela ou como cada colaborador pode ou deverá ajudar a minimizar o impacto da crise é fundamental. Transparência sempre foi a melhor estratégia e, quanto mais coesão existir dentro das empresas, mais preparadas elas estarão para enfrentar momentos difíceis.

 

E nesses momentos as empresas que possuírem um RH mais estruturado – ou mais estratégico – ultrapassarão a crise com inteligência. Basta lembrar que em todo momento de dificuldade existem saídas e oportunidades para usarmos nossa criatividade. Por isso, um canal de comunicação direto com os colaboradores poderá convergir para todos agirem em prol da empresa.

 

Infelizmente aquelas empresas que não estiverem estruturadas ou não utilizarem ferramentas de Recursos Humanos, além de sentirem com mais intensidade a crise mundial, ainda poderão cometer erros cruciais dificultando uma rápida reação.

 

Sem critérios bem definidos, essas companhias poderão reduzir seu quadro e dispensar capitais intelectuais importantes que poderiam ajudar a ultrapassar a crise. Por isso o RH dever manter como prática a realização de pesquisas de clima organizacional ou avaliação de desempenho para obter boas informações de seu público interno. De posse desses dados é possível nortear as ações a serem tomadas e quais os possíveis impactos das mudanças realizadas na empresa.

Não podemos nos equivocar em achar que a crise é para sempre. Então cada ação do RH estratégico será como mexer as peças dentro do tabuleiro de xadrez, fazendo uma jogada e pensando nas seguintes, já que uma ação está conectada a outra. Resumo da ópera: o papel do RH em momento de crise é ser o elo entre o problema e a solução, utilizando todas as suas competências na gestão de pessoas.  

 

Sobre o Grupo Soma

 

Fundado em São Paulo em meados de 1998, o Grupo Soma – www.gruposoma.com.br é especializado em soluções para Recursos Humanos e Gestão de Pessoas e Processos. Inovadora e visionária, a empresa antecipa-se às tendências de mercado para fornecer, de forma integrada, ferramentas de controle, monitoramento e gestão de RH, entre outras inúmeras opções. Entre seus diferenciais, o destaque é o know how, utilizado para proporcionar soluções sob medida e agregar valor aos negócios.

 


Tel.: 55 11 34559296
Celular: 55 11 91286378
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O Papel do RH nos momentos de Crise

 

Por: Arlindo Felipe Jr, diretor executivo do Grupo Soma – www.gruposoma.com.br 

 

Poderia parecer que o atual ciclo de crise limitava-se "apenas" ao setor financeiro no exterior, ledo engano. Quando se ve sólidas e renomadas empresas brasileiras divulgando substanciais prejuízos por conta de operações de câmbio, hoje chamadas de especulativas, começamos a perceber que seria inevitável que os problemas tivessem reflexos também na economia real não apenas no exterior, mas também no Brasil - afinal de contas estamos em um mundo globalizado...

 

Antes assim, porque isso nos mostra que o setor financeiro é apenas parte do mercado, não o mercado em si. Penaliza-se diretores financeiros por terem feito operações de hedge, mas, com certeza, penalizou-se também outros diretores financeiros por não terem o feito, o que aparentemente era uma operação de proteção ao interesses da empresa.

 

Se o desdobramento da crise produzir um período de depressão com maior ou menor intensidade nos EUA e Europa, sentiremos, inevitavelmente, os efeitos com a redução de investimentos, queda de produção - não apenas dos produtos exportáveis –, desvalorização da moeda, elevação (ainda mais) do juros, inflação, aumento do risco Brasil, redução do nível de crescimento e também o impacto no nível de renda e emprego.

 

Se o ambiente de trabalho já é naturalmente estressante, a mudança do cenário externo incontrolável torna o clima ainda mais tenso, reduzindo a produtividade e contribuindo para a criação de um ciclo vicioso que reduz a produtividade e, consequentemente, os resultados da empresa. 

 

Toda esta introdução foi para chegarmos a este ponto. Quando a sociedade percebe que, de alguma forma as empresas não vão crescer como o planejado, começa uma insegurança adicional que abalam a confiança dos colaboradores em todos os níveis.

 

Neste momento, para não prevalecer a "radio-peão" entre outras iniciativas, a gestão corporativa, ou especificamente o RH, deveriam esclarecer os reais impactos aos quais a empresa estará sujeita a enfrentar. Com vias mais simples de atuação – até as mais adequadas – o envio de mensagens aos colaboradores esclarecendo quais os impactos da crise e como a empresa está ou reagirá à ela ou como cada colaborador pode ou deverá ajudar a minimizar o impacto da crise é fundamental. Transparência sempre foi a melhor estratégia e, quanto mais coesão existir dentro das empresas, mais preparadas elas estarão para enfrentar momentos difíceis.

 

E nesses momentos as empresas que possuírem um RH mais estruturado – ou mais estratégico – ultrapassarão a crise com inteligência. Basta lembrar que em todo momento de dificuldade existem saídas e oportunidades para usarmos nossa criatividade. Por isso, um canal de comunicação direto com os colaboradores poderá convergir para todos agirem em prol da empresa.

 

Infelizmente aquelas empresas que não estiverem estruturadas ou não utilizarem ferramentas de Recursos Humanos, além de sentirem com mais intensidade a crise mundial, ainda poderão cometer erros cruciais dificultando uma rápida reação.

 

Sem critérios bem definidos, essas companhias poderão reduzir seu quadro e dispensar capitais intelectuais importantes que poderiam ajudar a ultrapassar a crise. Por isso o RH dever manter como prática a realização de pesquisas de clima organizacional ou avaliação de desempenho para obter boas informações de seu público interno. De posse desses dados é possível nortear as ações a serem tomadas e quais os possíveis impactos das mudanças realizadas na empresa.

Não podemos nos equivocar em achar que a crise é para sempre. Então cada ação do RH estratégico será como mexer as peças dentro do tabuleiro de xadrez, fazendo uma jogada e pensando nas seguintes, já que uma ação está conectada a outra. Resumo da ópera: o papel do RH em momento de crise é ser o elo entre o problema e a solução, utilizando todas as suas competências na gestão de pessoas.  

 

Sobre o Grupo Soma

 

Fundado em São Paulo em meados de 1998, o Grupo Soma – www.gruposoma.com.br é especializado em soluções para Recursos Humanos e Gestão de Pessoas e Processos. Inovadora e visionária, a empresa antecipa-se às tendências de mercado para fornecer, de forma integrada, ferramentas de controle, monitoramento e gestão de RH, entre outras inúmeras opções. Entre seus diferenciais, o destaque é o know how, utilizado para proporcionar soluções sob medida e agregar valor aos negócios.

 


Tel.: 55 11 34559296
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sábado, 7 de fevereiro de 2009

SONS, RUIDOS E ATÉ FALAS.

SONS, RUIDOS E ATÉ FALAS.
(Autor: Antonio Brás Constante)

Os povos do mundo falam em diversos idiomas e mesmo assim desenvolveram tecnologias que lhes permitem uma comunicação quase instantânea com todo planeta. Mas apesar de tudo isto, nós ainda vivemos em uma eterna luta para conseguirmos nos entender com nossos semelhantes, pois o que o ser humano não entende é que ele próprio não se entende.

Quando um bebê nasce, seu nível de comunicação é praticamente zero. A primeira coisa que faz para interagir com as pessoas em sua volta é chorar, sendo este o período de sua vida em que mais vai se valer do choro para chamar a atenção para si (com exceção das atrizes de novelas, com ênfase nas mexicanas, que alcançam o ápice do choro na fase adulta enquanto encenam na tela o que alguns autores acreditam ser uma representação da vida real). Aos poucos as crianças vão descobrindo outros sons, tipo: “Gugu-dada”, “papa”, “mama” e quando tudo mais falha voltam ao clássico “BUAAAAA”.

Dos quatro anos até aproximadamente os doze, o indivíduo passa a utilizar algumas palavras que se transformam em um mantra para conseguir quase tudo o que precisa. E assim fica repetindo do momento em que acorda até a hora de ir dormir as palavras: “MÃE”, “MAMÃE”, e esporadicamente: “Paiê... (seguido da pergunta) Cadê a mãe?”.

A partir da adolescência parece acontecer uma espécie de regressão verbal, e os jovens voltam a utilizar-se de sons ruidosos para se comunicar, tais como: “E aí”, “Só”, “Pode crê”, “tipo assim”, “Ta ligado” e “Iiisssaaaa”, entre outros. Tal linguagem de comunicação é totalmente alheia àquela apresentada nos livros de Machado de Assis que eles são muitas vezes obrigados a ler para passarem no vestibular (que é o sonho muitos pais de alunos em idade universitária - se é que existe uma idade para se cursar a universidade).

Todos estes eventos empurram o ser humano a tão esperada e desesperada fase adulta, onde toda comunicação aprendida até aquele momento é reformatada, condicionada, formalizada, de tal forma que, por precaução, mas se copia do que se cria. Agora somos adultos, com uma liberdade que nos proíbe de chorar, de ser diferentes, pois estamos sob o jugo de outros adultos que também sofrem a mesma pressão a qual somos submetidos.

Passamos a viver em um liquidificador de pretensas normas misturadas com promessas de oportunidades, no qual somos triturados e transformados em um produto que atenda as necessidades da sociedade. Muito pouco de nossos desejos, de nossos sonhos conseguem aflorar, pois já existem desejos demais, sonhos demais, sendo enfiados por nossa goela abaixo, através de produtos prontos para atender as necessidades que não temos, mas que temos que ter para conseguir seguir junto do rebanho humano do qual fazemos parte.

Forçamos nosso cérebro para que consiga desenvolver a fala, mas não ensinamos nossos ouvidos a ouvir, e nesta solidão espremida entre tantos bilhões de seres, acabamos esquecendo de que para viver e sobreviver é preciso saber conviver...

E-mail: abrasc@terra.com.br

Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc

NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).

NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Valeu pela preferência".

ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Os 200 anos de Darwin


Há 200 anos nascia Charles Darwin, o pesquisador que viria a propor uma nova forma de encarar a evolução do homem com seu estudo "A origem das espécies".
O evolucionista pauta ainda hoje as grandes questões relacionadas à vida na Terra....
O bicentenário de seu nascimento, no dia 12 de fevereiro, deve ser marcado por discussões na mída sobre a origem e a evolução das espécies, o que mostra a força da sua teoria ...

Comissões da Câmara vão realizar homenagem a Adão Pretto

As Comissões de Direitos Humanos e Minorias; e de Legislação Participativa vão realizar, na próxima quarta-feira (11), às 10 horas, ato público em homenagem ao deputado Adão Pretto (PT-RS), que morreu ontem, em Porto Alegre. A cerimônia ocorrerá no plenário 2 do anexo 2 da Câmara dos Deputados.
Adão Pretto foi um dos fundadores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Rio Grande do Sul. Filiou-se ao PDT em 1980. Ingressou no PT em 1985, ano em que se elegeu deputado estadual. Em 1991, tomou posse, pela primeira vez, como deputado federal, e manteve-se no cargo, reeleito seguidamente, para outras quatro legislaturas. Ultimamente, era presidente da Comissão de Legislação Participativa.

Embrapa Cerrados firma parceria com empresa angolana para desenvolver tecnologias voltadas à produção de alimentos

  Foto: Juliana Caldas Evento de assinatura do documento na Embrapa Cerrados Com o objetivo de ampliar a oferta de alimentos e fortalecer a ...