Publicada em 24/6/2008 às 11:34
Rodrigo Souto é pego em exame antidoping
Substância encontrada na urina do atleta, por enquanto, ainda não foi divulgada
Santos esperava lucrar com possível saída do jogador para o exterior (Crédito: Ivan Storti)
LANCEPRESS!
O time já está uma droga!!!!! Imagina com drogas...
terça-feira, 24 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Cartilha do turismo cinematográfico é lançada no Salão do Turismo
Foram produzidas cinco mil unidades que serão distribuídas para os estados e entidades do setor, com o objetivo de mostrar como o mercado de entretenimento pode ajudar na divulgação dos destinos turísticos
São Paulo, (22.06) – Foi lançada ontem (21.06), durante o Salão do Turismo 2008, no Parque de Exposições do Anhembi, em São Paulo, a cartilha do turismo cinematográfico. A idéia é ampliar as inserções do Brasil como provedor para locação de filmes, campanhas publicitárias, reality shows e outras produções do gênero. A cartilha tem como parceiros o Ministério do Turismo e a Dharma Filmes e Produções.
Foram produzidas cinco mil cartilhas que deverão ser enviadas para secretarias de turismo, conventions bureaux e distribuídas em eventos ligados ao turismo e ao cinema. Segundo a diretora–presidente da Dharma, Ana Cristina Costa e Silva, o objetivo desse trabalho é sensibilizar o trade turístico sobre como e quanto o turismo pode se beneficiar com a divulgação dos destinos do país no mundo do entretenimento. O filme “Coração Valente”, exemplificou, gerou um incremento de 300% nas terras altas da Escócia. “Quatro casamentos e um funeral” levou a três anos de lotação o hotel inglês The Crown. “O turismo cinematográfico gera resultados positivos para promoção do destino como também contribui para movimentar a economia de uma cidade e região”, avalia.
De acordo com o secretário Nacional de Políticas do Turismo, Aírton Pereira, o Brasil tem um grande potencial para desenvolver esse mercado, principalmente em virtude da variedade de locações, proporcionada pelo cenário de belezas naturais, clima, diversidade cultural e étnica, relativa capacidade técnica, parque tecnológico e infra-estrutura de produção. Esses dois últimos itens, segundo Ana Cristina Silva, precisam ser ampliados com o fortalecimento da indústria cinematográfica brasileira. No cenário internacional, o Brasil já é considerado como potencial concorrente dos destinos das produções audiovisuais, como Estados Unidos, Nova Zelândia, Canadá, França, Austrália e Reino Unido.
A Nova Zelândia, por exemplo, já se beneficia há décadas. Várias produções foram filmadas neste arquipélago, que tem quatro milhões de habitantes e tem, no turismo, a segunda fonte de recursos para movimentar a economia. Com a filmagem de 140 locações da trilogia do filme “O Senhor dos Anéis”, entre 1999 e 2003, foram gerados mais de 120 mil empregos e contribuiu para incrementar o turismo no País, que recebe cerca de 2,5 milhões de turistas.
Países como Austrália e África do Sul têm a isenção como parte da estratégia para atrair a recepção de produções audiovisuais. Segundo a presidente da Dharma Filmes, está sendo formada uma comissão interministerial brasileira para estudar medidas estratégicas como facilitação de vistos de trabalho, isenção fiscal, desembaraços aduaneiros para equipamentos de produções cinematográficas com o objetivo de ampliar a realização de locações de filmes em terras brasileiras
São Paulo, (22.06) – Foi lançada ontem (21.06), durante o Salão do Turismo 2008, no Parque de Exposições do Anhembi, em São Paulo, a cartilha do turismo cinematográfico. A idéia é ampliar as inserções do Brasil como provedor para locação de filmes, campanhas publicitárias, reality shows e outras produções do gênero. A cartilha tem como parceiros o Ministério do Turismo e a Dharma Filmes e Produções.
Foram produzidas cinco mil cartilhas que deverão ser enviadas para secretarias de turismo, conventions bureaux e distribuídas em eventos ligados ao turismo e ao cinema. Segundo a diretora–presidente da Dharma, Ana Cristina Costa e Silva, o objetivo desse trabalho é sensibilizar o trade turístico sobre como e quanto o turismo pode se beneficiar com a divulgação dos destinos do país no mundo do entretenimento. O filme “Coração Valente”, exemplificou, gerou um incremento de 300% nas terras altas da Escócia. “Quatro casamentos e um funeral” levou a três anos de lotação o hotel inglês The Crown. “O turismo cinematográfico gera resultados positivos para promoção do destino como também contribui para movimentar a economia de uma cidade e região”, avalia.
De acordo com o secretário Nacional de Políticas do Turismo, Aírton Pereira, o Brasil tem um grande potencial para desenvolver esse mercado, principalmente em virtude da variedade de locações, proporcionada pelo cenário de belezas naturais, clima, diversidade cultural e étnica, relativa capacidade técnica, parque tecnológico e infra-estrutura de produção. Esses dois últimos itens, segundo Ana Cristina Silva, precisam ser ampliados com o fortalecimento da indústria cinematográfica brasileira. No cenário internacional, o Brasil já é considerado como potencial concorrente dos destinos das produções audiovisuais, como Estados Unidos, Nova Zelândia, Canadá, França, Austrália e Reino Unido.
A Nova Zelândia, por exemplo, já se beneficia há décadas. Várias produções foram filmadas neste arquipélago, que tem quatro milhões de habitantes e tem, no turismo, a segunda fonte de recursos para movimentar a economia. Com a filmagem de 140 locações da trilogia do filme “O Senhor dos Anéis”, entre 1999 e 2003, foram gerados mais de 120 mil empregos e contribuiu para incrementar o turismo no País, que recebe cerca de 2,5 milhões de turistas.
Países como Austrália e África do Sul têm a isenção como parte da estratégia para atrair a recepção de produções audiovisuais. Segundo a presidente da Dharma Filmes, está sendo formada uma comissão interministerial brasileira para estudar medidas estratégicas como facilitação de vistos de trabalho, isenção fiscal, desembaraços aduaneiros para equipamentos de produções cinematográficas com o objetivo de ampliar a realização de locações de filmes em terras brasileiras
domingo, 15 de junho de 2008
O APELO DO MAR
Outro dia, ouvi na tv tribuna uma notícia que requer muita atenção, pois se trata de uma notícia acalentadora e um exemplo magnífico!
Empresários, ambientalistas, sufistas e outras pessoas que amam e valorizam a Natureza e o meio-ambiente resolveram se reunir num passeio de barco, rotineiro; sendo que, durante esse passeio, eles pescam vários detritos jogados ao mar, o que provoca sujeira e poluição.
A atitude voluntária foi muito bem recebida, apoiada e aplaudida pela Secretaria do Meio-Ambiente de São Vicente.
É um belo exemplo a ser seguido por outros municípios. Cabe, agora, à população colaborar com essas pessoas que se sensibilizaram e acudiram, ao ouvir o APELO DO MAR!
Nair Lúcia de Britto
Empresários, ambientalistas, sufistas e outras pessoas que amam e valorizam a Natureza e o meio-ambiente resolveram se reunir num passeio de barco, rotineiro; sendo que, durante esse passeio, eles pescam vários detritos jogados ao mar, o que provoca sujeira e poluição.
A atitude voluntária foi muito bem recebida, apoiada e aplaudida pela Secretaria do Meio-Ambiente de São Vicente.
É um belo exemplo a ser seguido por outros municípios. Cabe, agora, à população colaborar com essas pessoas que se sensibilizaram e acudiram, ao ouvir o APELO DO MAR!
Nair Lúcia de Britto
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Feiras de Artesanato na cidade de São paulo
Um hábito antigo
O hábito do homem de expor suas mercadorias e suas obras de arte é tão antigo quanto os povoados e as cidades. Hábito que, quando repetido periodicamente sempre em um mesmo lugar, leva o nome de feira, as quais devem sofrer uma regulamentação do Poder Público quando realizadas em área pertencente à Municipalidade.
Em 2003, de acordo com Decreto nº 43.798, passa ser competência dos Subprefeitos, no âmbito de suas respectivas áreas de atuação, a criação, oficialização e extinção de feiras, artesanato e antigüidades, bem como a sua localização, dimensionamento, fiscalização, remanejamento, alteração de dias e horários de funcionamento e suspensão de atividades, atendendo ao interesse público e as higiênico-sanitárias, viárias e urbanísticas em geral.
As feiras de arte, artesanato e antigüidades são instaladas em locais abertos ao público, em áreas de propriedade municipal e são compostas pelos seguintes grupos e seus subgrupos:
Grupo 1 – Artes Plásticas;
Grupo 2 – Artesanato;
Grupo 3 – Alimentação;
Grupo 4 – Antigüidades;
Grupo 5 – Plantas Ornamentais.
A permissão de uso é outorgada em caráter pessoal e intransferível, a título precário e gratuito, pela Coordenadoria de Ação e Desenvolvimento Social da Subprefeitura cuja jurisdição a feira vem se realizando.
É vedada a participação de pessoas jurídicas de qualquer natureza, exceto as entidades assistenciais ou filantrópicas, regularmente constituídas.
Legalmente, os tópicos a serem observados referem-se à impossibilidade de comercialização de artigos industrializados e/ou produtos que se prestem à revenda, à obrigatoriedade do expositor de freqüentar as feiras com assiduidade, atentando para os horários de início e término dos eventos, à necessidade do expositor credenciado de permanecer à frente do equipamento e à imperatividade do interessado de se submeter a teste de autenticidade, criatividade e conhecimento, promovidos por esta Secretaria.
A inclusão de novos expositores nas feiras, em tela, estão sujeitas, primeiramente, à existência de vagas. Havendo interesse, os artistas e artesãos deverão se dirigir à Coordenadoria de Ação e Desenvolvimento Social da respectiva Subprefeitura. http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/assistencia_social/organizacao/0002 É necessária a apresentação de uma obra ou objeto que o interessado pretender expor, o qual não ficará retido. Nesta ocasião, a obra passará por uma avaliação prévia e o artista será submetido a uma entrevista. Nesta fase, são concedidas maiores informações e orientação caso a caso.
Fonte: Supervisão de Abastecimento - Abast
O hábito do homem de expor suas mercadorias e suas obras de arte é tão antigo quanto os povoados e as cidades. Hábito que, quando repetido periodicamente sempre em um mesmo lugar, leva o nome de feira, as quais devem sofrer uma regulamentação do Poder Público quando realizadas em área pertencente à Municipalidade.
Em 2003, de acordo com Decreto nº 43.798, passa ser competência dos Subprefeitos, no âmbito de suas respectivas áreas de atuação, a criação, oficialização e extinção de feiras, artesanato e antigüidades, bem como a sua localização, dimensionamento, fiscalização, remanejamento, alteração de dias e horários de funcionamento e suspensão de atividades, atendendo ao interesse público e as higiênico-sanitárias, viárias e urbanísticas em geral.
As feiras de arte, artesanato e antigüidades são instaladas em locais abertos ao público, em áreas de propriedade municipal e são compostas pelos seguintes grupos e seus subgrupos:
Grupo 1 – Artes Plásticas;
Grupo 2 – Artesanato;
Grupo 3 – Alimentação;
Grupo 4 – Antigüidades;
Grupo 5 – Plantas Ornamentais.
A permissão de uso é outorgada em caráter pessoal e intransferível, a título precário e gratuito, pela Coordenadoria de Ação e Desenvolvimento Social da Subprefeitura cuja jurisdição a feira vem se realizando.
É vedada a participação de pessoas jurídicas de qualquer natureza, exceto as entidades assistenciais ou filantrópicas, regularmente constituídas.
Legalmente, os tópicos a serem observados referem-se à impossibilidade de comercialização de artigos industrializados e/ou produtos que se prestem à revenda, à obrigatoriedade do expositor de freqüentar as feiras com assiduidade, atentando para os horários de início e término dos eventos, à necessidade do expositor credenciado de permanecer à frente do equipamento e à imperatividade do interessado de se submeter a teste de autenticidade, criatividade e conhecimento, promovidos por esta Secretaria.
A inclusão de novos expositores nas feiras, em tela, estão sujeitas, primeiramente, à existência de vagas. Havendo interesse, os artistas e artesãos deverão se dirigir à Coordenadoria de Ação e Desenvolvimento Social da respectiva Subprefeitura. http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/assistencia_social/organizacao/0002 É necessária a apresentação de uma obra ou objeto que o interessado pretender expor, o qual não ficará retido. Nesta ocasião, a obra passará por uma avaliação prévia e o artista será submetido a uma entrevista. Nesta fase, são concedidas maiores informações e orientação caso a caso.
Fonte: Supervisão de Abastecimento - Abast
Mercado Tucuruvi: como chegar
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Mercado Municipal Waldemar Costa Filho - Tucuruvi
Endereço: Av. Nova Cantareira, 1686
Tucuruvi - Cep: 02330-0020
Fone: 6203-8850
Horário: 3ª feira a sábado das 8:00 às 19:00 h
Domingo das 8:00 às 13:00 h
Administrador: Cristiano Moscardi
Associação ACOMERT: Nilza Ferreira Aguiar Silva
Fone: 6203-5620
Mercado Municipal de Pirituba: como chegar
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Mercado Municipal de Pirituba
Endereço: Rua Almirante Isaias de Noronha,163
Pirituba - Cep: 02919-100
Fone :3975-5300
Horário: 2ª feira a sábado das 8:00 às 20:00 horas
Domingo das 8:00 às 14:00 horas
Administrador: Walter Holanda de Andrade
Agente de Apoio: José Alves Gomes
Assistentes de Gestão de Política Pública: Maria de Lourdes Barbosa Correa
Masae Antonia Nakazawa
Associação APEMEPI: Anderson Rodrigues de Almeida
Fone: 3975-5300
Mercado Municipal de Pinheiros: como chegar
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Mercado Municipal Engº João Pedro de Carvalho Neto -Pinheiros
Endereço: Rua Pedro Cristi, 89
Pinheiros - Cep: 05421-040
Fone: 3032-3551
Horário: 2ª feira a sábado das 8:00 às 18:00 horas
Administrador: Marcio Issa de Oliveira
Associação ACOMERPI: Airides da Silva
Fone: 3518-9096 / Fax: 3032-3551
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