sexta-feira, 13 de junho de 2008
Central Leste: como chegar
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Central de Abastecimento Leste - Central Leste
Endereço: Av. Imperador, 1900
São Miguel - Cep: 08050-000
Fone: 6280-9200
Horário varejo: 3° feira a sábado das 7:00 as 18:00 horas
Domingo das 7:00 as 13:00 horas
Horário atacado: 2° feira a sábado das 3:30 as 15:00 horas
Domingo das 3:30 as 12:00 horas
Administrador: Denilson Hermann
Associação ACCLA: Silvio Antonietti
Fone: 6141-0475
Mercado da Penha: como chegar
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Mercado Municipal Senador Antonio Emydio de Barros – Penha
Endereço: Avenida Gabriela Mistral, 160
Penha - Cep: 03701-010
Fone: 6641-3390
Horário: 3ª feira a sábado das 8:00 às 19:00 horas
Domingo das 8:00 às 13:00 horas
Administrador: José Gilberto Gonçalez
Assistente Técnico: Juarez Luiz Ferreira
Administrador de Mini Mercados: Luiz Antônio Colombo Jonke - médico veterinário
Assistente de Gestão de Políticas Públicas: Márcia Kiill Lopes Lemos, Denise Batista Cruz Garcia, Rosimeire Pereira Lopes Bueno
Associação de Permissionários - APEMPE
Presidente: Rubens gomes Bermudes
Tesoureiro: Francisco Carlos Borges
Secretário: Edmilson Dias
Fone: 6641-4523 ou 6641-1933
Mercado Municipal Kinjo Yamato - Cantareira
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Mercado Municipal Kinjo Yamato - Cantareira
Endereço: Rua da Cantareira, 377
Centro - Cep: 01024-000
Fone: 3228-9332 / 3313-5904
Horário: 2ª a sábado das 00:00 às 15:00 horas
Associação ACOMEKY: Irene Oshiro Tamazato
Empresa: Associação dos Comerciantes do Mercado "Kinjo Yamato"
Fone: (11) 3228-3432
Fax: (11) 3228-3432
Endereço: Rua da Cantareira, 377
Bairro: Centro
Cidade/UF: São Paulo/SP
CEP: 01024-100
email : mercado@mercadokinjo.com.br
www.mercadokinjo.com.br
Mercado Municiapl Paulistano - Mercadão: como chegar
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Mercado Municipal Paulistano - Mercadão
Endereço: Rua da Cantareira, 306
Centro - Cep: 01024-000
Fone: 3228-9332 / 3313-5904
Horário varejo: 2ª feira a sábado das 6:00 às 18:00 horas
Domingo das 8:00 às 16:00 horas
Horário atacado: 2ª feira a sábado das 20:00 às 6:00 horas
Administrador(a): Ana Paula Nebias
Associação RENOME: José Carlos Siqueira Lopes
Fone: 3326-6664
contato: renome.renome@uol.com.br
Mercado Ipiranga: como chegar
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Mercado Municipal José Gomes de Moraes Neto - Ipiranga
Endereço: Rua Silva Bueno, 2109
Ipiranga - Cep: 04208-052
Fone : 2273-1480
Horário: 3ª feira a sábado das 8:00 às 19:00 h
Domingo das 8:00 às 13:00 h
Administradora: Maria Aparecida Bianchi L. Abreu
Associação ACOMERI: Rogério Drigo
Fone: 2274-6520
Mercados Municipais na Cidade de São Paulo
Supervisão de Mercados e Frigoríficos Municipais, unidade da Supervisão Geral de Abastecimento - Abast - da Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras, responde por todos Mercados Municipais de São Paulo.
São responsáveis pelo suprimento de alimentos dentro do sistema de comercialização varejista e atacadista para uma grande parcela da população paulistana.
Resultante da ação programática e globalizada desenvolvida pela Supervisão Geral de Abastecimento, os Mercados Municipais são parte de uma estrutura do abastecimento de gêneros alimentícios capaz de fazer frente ao crescimento que tão bem caracteriza a metrópole paulistana.
A Supervisão de Mercados e Frigoríficos desenvolve suas atividades de comércio com o objetivo fundamental de dinamizar o comércio neles exercido, lembrando que o atendimento, a qualidade e variedade dos produtos são os principais atrativos dos Mercados Municipais que há mais de 60 anos vêm servindo a comunidade.
Mais informações:
São responsáveis pelo suprimento de alimentos dentro do sistema de comercialização varejista e atacadista para uma grande parcela da população paulistana.
Resultante da ação programática e globalizada desenvolvida pela Supervisão Geral de Abastecimento, os Mercados Municipais são parte de uma estrutura do abastecimento de gêneros alimentícios capaz de fazer frente ao crescimento que tão bem caracteriza a metrópole paulistana.
A Supervisão de Mercados e Frigoríficos desenvolve suas atividades de comércio com o objetivo fundamental de dinamizar o comércio neles exercido, lembrando que o atendimento, a qualidade e variedade dos produtos são os principais atrativos dos Mercados Municipais que há mais de 60 anos vêm servindo a comunidade.
Mais informações:
Feiras livres na cidade de São Paulo
As feiras livres funcionam no Município de São Paulo desde meados do século XVII, haja vista a ocorrência de uma certa oficialização para venda, em 1687, de "gêneros de terra, hortaliça e peixe, no Terreiro da Misericórdia".
No início do século XVIII, nota-se a distinção entre alguns ramos de comércio: aparecem as lojas ou vendas, onde se comprovam fazendas (tecidos) e gêneros alimentícios não perecíveis, e as quitandas, que ofereciam verduras e legumes.
Em fins do século XVIII e começo do século XIX, estruturam-se as feiras fora da cidade, nos locais de pouso de tropas, ou um início de mercado caipira e a Feira de Pilatos, no Campo da Luz, estabelecida pelo então Governador Melo Castro de Mendonça.
Essa primeira existência é a que mais se assemelha às feiras de nossos dias. Em 1914, foi criada a Feira Livre por meio do ato do Prefeito Washington Luiz P. de Souza, não como projeto novo, mas sim como o reconhecimento oficial de algo que já existia, tradicionalmente, na cidade de São Paulo.
A primeira Feira Livre oficial, realizada a título de experiência, contou com a presença de 26 feirantes e teve lugar no Largo General Osório. A segunda realizou-se no Largo do Arouche, com 116 feirantes, e a terceira foi no Largo Morais de Barros.
Em 1915, elas somavam um total de 7 feiras, sendo duas no Arouche, duas no Largo General Osório e as demais no Largo Morais de Barros, Largo São Paulo e na Rua São Domingos.
O prefeito Antonio Carlos Assumpção, através do Ato nº 625, de 28/05/34, reorganiza as Feiras Livres e abre a comercialização de produtos não alimentícios. Incute no feirante a ética profissional, introduzindo nos trabalhos por eles efetuados noções de higiene.
Em 1948, há uma expansão das Feiras Livres, quando o prefeito Paulo Lauro, por meio de Lei, determina a instalação de, pelo menos, uma feira semanal em cada subdistrito ou bairro da cidade.
No ano de 1953, é permitida a comercialização de artigos de pequena indústria caseira, exclusiva de instituições de caridade.
Através do Decreto nº 5.841, de 15/04/1964 - um dos mais detalhados e completos elaborados pela Prefeitura do Município de São Paulo -, as feiras foram reorganizadas, ordenando-se a forma de sua criação, suas dimensões, disposição das bancas por ordem cronológica e ramo de comércio e dividindo-as nas categorias Oficiais e Experimentais.
Em 1974, o Decreto nº 11.199, de 02/08/74, dispõe que as Feiras Livres têm caráter supletivo de abastecimento. É determinada a utilização de equipamentos isotérmicos especiais para a venda de aves abatidas, miúdos e pescados, bem como o uso de uniformes pelos feirantes.
A partir de então, elas são estruturadas dentro de moldes, sendo o Município de São Paulo pólo gerador de "know-how" para as demais regiões do país, as quais ocorrem à P.M.S.P., visando a implantação de estruturas semelhantes, por sua funcionalidade, organização e baixo custo de implantação.
As Feiras Livres são grandes fontes de empregos e escoamento da produção de hortifrutigranjeiros, além do tradicional comércio de pescados.
O acondicionamento e recolhimento de lixo, decorrente das atividades desenvolvidas pelos feirantes, foi normatizado pela Lei nº 10.315, de 30/04/87, e pelo Decreto nº 35.028, de 31/03/95.
Mais informações: abastecimento@prefeitura.sp.gov.br
Fonte: Supervisão de Abastecimento - Abast
Como localizar as feiras livres na cidade de São Paulo:
http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/abastecimento/organizacao/estrutura/0021
No início do século XVIII, nota-se a distinção entre alguns ramos de comércio: aparecem as lojas ou vendas, onde se comprovam fazendas (tecidos) e gêneros alimentícios não perecíveis, e as quitandas, que ofereciam verduras e legumes.
Em fins do século XVIII e começo do século XIX, estruturam-se as feiras fora da cidade, nos locais de pouso de tropas, ou um início de mercado caipira e a Feira de Pilatos, no Campo da Luz, estabelecida pelo então Governador Melo Castro de Mendonça.
Essa primeira existência é a que mais se assemelha às feiras de nossos dias. Em 1914, foi criada a Feira Livre por meio do ato do Prefeito Washington Luiz P. de Souza, não como projeto novo, mas sim como o reconhecimento oficial de algo que já existia, tradicionalmente, na cidade de São Paulo.
A primeira Feira Livre oficial, realizada a título de experiência, contou com a presença de 26 feirantes e teve lugar no Largo General Osório. A segunda realizou-se no Largo do Arouche, com 116 feirantes, e a terceira foi no Largo Morais de Barros.
Em 1915, elas somavam um total de 7 feiras, sendo duas no Arouche, duas no Largo General Osório e as demais no Largo Morais de Barros, Largo São Paulo e na Rua São Domingos.
O prefeito Antonio Carlos Assumpção, através do Ato nº 625, de 28/05/34, reorganiza as Feiras Livres e abre a comercialização de produtos não alimentícios. Incute no feirante a ética profissional, introduzindo nos trabalhos por eles efetuados noções de higiene.
Em 1948, há uma expansão das Feiras Livres, quando o prefeito Paulo Lauro, por meio de Lei, determina a instalação de, pelo menos, uma feira semanal em cada subdistrito ou bairro da cidade.
No ano de 1953, é permitida a comercialização de artigos de pequena indústria caseira, exclusiva de instituições de caridade.
Através do Decreto nº 5.841, de 15/04/1964 - um dos mais detalhados e completos elaborados pela Prefeitura do Município de São Paulo -, as feiras foram reorganizadas, ordenando-se a forma de sua criação, suas dimensões, disposição das bancas por ordem cronológica e ramo de comércio e dividindo-as nas categorias Oficiais e Experimentais.
Em 1974, o Decreto nº 11.199, de 02/08/74, dispõe que as Feiras Livres têm caráter supletivo de abastecimento. É determinada a utilização de equipamentos isotérmicos especiais para a venda de aves abatidas, miúdos e pescados, bem como o uso de uniformes pelos feirantes.
A partir de então, elas são estruturadas dentro de moldes, sendo o Município de São Paulo pólo gerador de "know-how" para as demais regiões do país, as quais ocorrem à P.M.S.P., visando a implantação de estruturas semelhantes, por sua funcionalidade, organização e baixo custo de implantação.
As Feiras Livres são grandes fontes de empregos e escoamento da produção de hortifrutigranjeiros, além do tradicional comércio de pescados.
O acondicionamento e recolhimento de lixo, decorrente das atividades desenvolvidas pelos feirantes, foi normatizado pela Lei nº 10.315, de 30/04/87, e pelo Decreto nº 35.028, de 31/03/95.
Mais informações: abastecimento@prefeitura.sp.gov.br
Fonte: Supervisão de Abastecimento - Abast
Como localizar as feiras livres na cidade de São Paulo:
http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/abastecimento/organizacao/estrutura/0021
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