Projeto contempla os clássicos O quarto verde, A história de Adéle H., A noiva estava de preto e A sereia de Mississipi
24 de abril de 2008 – O SESC Santana oferece, durante o mês de maio, uma mostra gratuita em 35mm do diretor francês François Truffaut. O ciclo compreende quatro importantes obras do cineasta: " O Quarto Verde ", " A História de Adéle H. ", " A Noiva Estava de Preto " e " A Sereia do Mississipi ". As exibições acontecem sempre às terças, às 20h, no teatro da unidade, que tem capacidade para 349 lugares. Não é necessário retirar ingresso com antecedência.
O Ciclo François Truffaut integra o projeto do SESC Santana "Última chance em 35", que oferece a oportunidade a cinéfilos e ao público em geral de assistir grandes produções em ciclo de filmes de diretores consagrados, no formato 35mm, que ainda é o mais utilizado no cinema mundial, com qualidade de imagem e som. Alexsander Sokúrov e Wong Kar-Wai foram alguns dos cineastas já contemplados pelo projeto.
Sobre François Truffaut:
Um dos expoentes do cinema mundial, François Truffaut sempre teve muito entusiasmo pelo cinema, fazendo com que fosse levado até o crítico André Bazin, que o convidou para trabalhar na revista 'Cahiers du Cinema'. A partir daí tornou-se um crítico contundente e ajudou a desenvolver a polêmica teoria do autor, pelo qual os filmes tem a personalidade de seu diretor, e portanto, devem sua qualidade a ele. Depois disso tornou-se assistente do diretor Roberto Rosselini, e lançou um livro em sua homenagem com a série de entrevistas que fez com ele.
Programação:
Próximas exibições:
O Quarto Verde
Cor, 35mm, 94min. Fim da Primeira Guerra Mundial. Julien Davenne passa a cultuar a morte não só de sua mulher, como também a de todos os seus amigos. Trabalha na editora de obituário de um jornal onde ele próprio escreve sobre o falecimento de seu amigo Massigny. Um dia, na feira, encontra-se com Cecília, que compartilha o mesmo respeito aos mortos. Ambos erguem uma capela onde podem se dedicar ao culto. Quando Davenne fica sabendo que Cecília tinha sido amante de Massigny, ele se enclausura em casa para se deixar morrer. Cecília escreve-lhe dizendo que o ama e ele então vai encontrá-la na capela para morrer em seus braços. Teatro. Grátis. 06/05. Terça, às 20h.
A História de Adéle H.
França, 1975 - Cor, 35mm, 96 min. Adèle Hugo filha de um grande escritor é abandonada pelo tenente Pinson, por quem estava perdidamente apaixonada. Ela o atormenta a ponto de anunciar o casamento dos dois num jornal local, provocando o rompimento da união dele com a filha de um juiz. Doente, sem recursos, ela empreende uma perseguição implacável até que ele é transferido para Barbade. Com Isabelle Adjani, Bruce Robinson e Sylvia Marriott. Teatro. Grátis. 13/05. Terça, às 20h.
A Noiva Estava de Preto
França, 1967 - Cor, 35mm, 107 min. Depois de uma tentativa de suicídio, Julie Kohler conhece vários homens sucessivamente. Bliss, um sedutor que ela empurra do alto de um balcão; Morane, um político que ela deixa morrer asfixiado dentro de um quadro de avisos; Delvaux, um esgrimista que é preso quando ela chega em sua casa e morto por ela dentro da cela e Fergus, pintor que ela assassina com uma flechada no meio do coração. Com Jeanne Moreau, Claude Rich, Jean-Claude Brialy, Michel Bouquet, Michel Lonsdale, Charles Denner, Daniel Boulanger e Serge Rousseaux. Teatro. Grátis. 20/05. Terça, às 20h.
A Sereia do Mississipi
França, 1969 - Cor, 35mm, 120 min. Louis Mathé é um industrial das ilhas Reunião que decide se casar e coloca um anúncios no jornal. Conhece Julie, mulher maravilhosa. Depois do casamento, ela desaparece, levando consigo todo o dinheiro de Louis. Ele a reencontra casualmente na França, depois de colocar um detetive no seu encalço. Com Jean-Paul Belmondo, Catherine Deneuve, Michel Bouquet e Nelly Borgeaud. Teatro. Grátis. 27/05. Terça, às 20h.
Informações - SESC Santana
Avenida Luiz Dumont Vilares, 579. São Paulo - SP
Horários de Funcionamento: De terça a sexta: das 13h às 21h30. Sábados: das 10h30 às 20h30. Domingos e feriados: das 10h30 às 18h30
Informações: (11) 2971-8700, www.sescsp.org.br
domingo, 27 de abril de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Carta do MST
"Por que estamos em luta
Estimado amigo e amiga do MST,
a Reforma Agrária está parada no país. Cresce a concentração fundiária, os assentamentos não recebem apoio efetivo, aumenta a violência contra os sem-terra e a impunidade dos latifundiários e do agronegócio. O Massacre de Eldorado de Carajás é o principal símbolo do descaso do Estado com os trabalhadores rurais, com o povo brasileiro. Depois de 12 anos da chacina que assassinou 19 trabalhadores rurais, no município de Eldorado de Carajás, no Pará, no dia 17 de abril de 1996, pouco mudou para os sem-terra.
150 mil famílias continuam acampadas, as empresas do agronegócio avançam sobre o território brasileiro, conquistando terras que deveriam ser destinadas às trabalhadoras e trabalhadores rurais. O governo tem dado prioridade ao agronegócio. Só o Banco do Brasil emprestou 7 bilhões de dólares para 13 grupos econômicos, enquanto nossos assentamentos não recebem investimento suficiente.
Estamos nesta semana fazendo ocupações de terras, marchas, acampamentos, manifestações e protestos, em sedes de bancos públicos, secretarias e órgãos de governos federal e estaduais, em todas as regiões do país, cobrando assentamentos das famílias acampadas e por investimento nas áreas de assentamento para ampliar a produção e para a construção de habitações rurais.
A Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária do MST, neste mês de abril, denuncia a lentidão da Reforma Agrária, os efeitos negativos do agronegócio e apresenta propostas para reverter a situação. Precisamos mudar a política econômica vigente, que beneficia as grandes empresas e o capital financeiro, enquanto a população sofre com o desrespeito dos seus direitos sociais, previstos na Constituição, e com a falta de políticas públicas efetivas para enfrentar a desigualdade e a pobreza.
O Brasil está atrasado no processo de democratização da terra e na organização da produção para garantir a sustentabilidade dos pequenos e médios agricultores. Não podemos admitir a perpetuação do latifúndio, símbolo da injustiça no campo, tanto improdutivo como produtivo.
A nossa jornada de lutas apresenta propostas de desenvolvimento para o campo brasileiro, defendemos um projeto de geração de emprego, com promoção de educação e saúde. Por isso, nessa jornada exigimos do governo federal:
1- Retomada das desapropriações de terra e assentamento das famílias acampadas por todo o país. Famílias de trabalhadores rurais permanecem anos e anos embaixo da lona preta na luta pela Reforma Agrária:
– Plano emergencial de assentamento de todas as 150 mil famílias acampadas
– Alteração dos índices de produtividade
– Criar um mecanismo que acelere os trâmites internos para os processos de desapropriação
– Aprovação do projeto de lei que determina que as fazendas que exploram trabalho escravo sejam destinadas para Reforma Agrária
– Destinar áreas hipotecadas no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal para a Reforma Agrária
2- Criação de uma linha de crédito específica para assentamentos, que viabilize a produção de alimentos para a população das cidades. O Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) não considera as especificidades das áreas de Reforma Agrária. A burocracia dificulta que as famílias assentadas tenham acesso ao programa.
O Incra, como instrumento do governo, deve criar uma nova linha de crédito com o objetivo de criar as condições estruturais de produção e de infra-estrutura social, na modalidade de fomento, para estruturar os assentamentos nos primeiros anos, incentivando formas comunitárias de associação. Defendemos também a criação de um novo crédito bancário para estruturação da base produtiva nos assentamentos. O governo deve garantir a aquisição de toda a produção, por meio da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), com preços justos e seguro agrícola.
3- O MST vem desenvolvendo junto com o Incra, em parceria com a Caixa Econômica Federal, um programa de reforma e construção de casas no meio rural e em especial nos assentamentos de Reforma Agrária. O total da demanda para a habitação rural para 2007 era de 100 mil unidades, de acordo com o grupo de trabalho composto por movimentos sociais. O governo prometeu conceder crédito para a construção de 31 mil unidades até o final do ano passado. Até agora, foram contratadas apenas 8 mil unidades, sendo que somente 2 mil foram destinadas para assentamentos.
Por isso, reivindicamos a contratação de todos os projetos que se encontram na Caixa Econômica Federal até julho de 2008 e o atendimento da demanda de 100 mil habitações rurais para o ano de 2008. Pedimos também a criação de um programa específico de habitação rural, desburocratizado e que atenda as especificidades do meio rural, coordenado pelo Incra em parceria com os movimentos sociais que atuam no campo para atender todas as famílias assentadas.
O Brasil precisa de um novo modelo agrícola, que dê prioridade à agricultura familiar voltada ao mercado interno, aos pobres do país. Com isso, vamos garantir a nossa soberania alimentar e produzir comida para os 80 milhões de brasileiros que não têm acesso suficiente aos alimentos. A Reforma Agrária e o fortalecimento da agricultura familiar são premissas fundamentais para a construção de um país com justiça social e soberania popular."
DIREÇÃO NACIONAL DO MST
Estimado amigo e amiga do MST,
a Reforma Agrária está parada no país. Cresce a concentração fundiária, os assentamentos não recebem apoio efetivo, aumenta a violência contra os sem-terra e a impunidade dos latifundiários e do agronegócio. O Massacre de Eldorado de Carajás é o principal símbolo do descaso do Estado com os trabalhadores rurais, com o povo brasileiro. Depois de 12 anos da chacina que assassinou 19 trabalhadores rurais, no município de Eldorado de Carajás, no Pará, no dia 17 de abril de 1996, pouco mudou para os sem-terra.
150 mil famílias continuam acampadas, as empresas do agronegócio avançam sobre o território brasileiro, conquistando terras que deveriam ser destinadas às trabalhadoras e trabalhadores rurais. O governo tem dado prioridade ao agronegócio. Só o Banco do Brasil emprestou 7 bilhões de dólares para 13 grupos econômicos, enquanto nossos assentamentos não recebem investimento suficiente.
Estamos nesta semana fazendo ocupações de terras, marchas, acampamentos, manifestações e protestos, em sedes de bancos públicos, secretarias e órgãos de governos federal e estaduais, em todas as regiões do país, cobrando assentamentos das famílias acampadas e por investimento nas áreas de assentamento para ampliar a produção e para a construção de habitações rurais.
A Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária do MST, neste mês de abril, denuncia a lentidão da Reforma Agrária, os efeitos negativos do agronegócio e apresenta propostas para reverter a situação. Precisamos mudar a política econômica vigente, que beneficia as grandes empresas e o capital financeiro, enquanto a população sofre com o desrespeito dos seus direitos sociais, previstos na Constituição, e com a falta de políticas públicas efetivas para enfrentar a desigualdade e a pobreza.
O Brasil está atrasado no processo de democratização da terra e na organização da produção para garantir a sustentabilidade dos pequenos e médios agricultores. Não podemos admitir a perpetuação do latifúndio, símbolo da injustiça no campo, tanto improdutivo como produtivo.
A nossa jornada de lutas apresenta propostas de desenvolvimento para o campo brasileiro, defendemos um projeto de geração de emprego, com promoção de educação e saúde. Por isso, nessa jornada exigimos do governo federal:
1- Retomada das desapropriações de terra e assentamento das famílias acampadas por todo o país. Famílias de trabalhadores rurais permanecem anos e anos embaixo da lona preta na luta pela Reforma Agrária:
– Plano emergencial de assentamento de todas as 150 mil famílias acampadas
– Alteração dos índices de produtividade
– Criar um mecanismo que acelere os trâmites internos para os processos de desapropriação
– Aprovação do projeto de lei que determina que as fazendas que exploram trabalho escravo sejam destinadas para Reforma Agrária
– Destinar áreas hipotecadas no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal para a Reforma Agrária
2- Criação de uma linha de crédito específica para assentamentos, que viabilize a produção de alimentos para a população das cidades. O Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) não considera as especificidades das áreas de Reforma Agrária. A burocracia dificulta que as famílias assentadas tenham acesso ao programa.
O Incra, como instrumento do governo, deve criar uma nova linha de crédito com o objetivo de criar as condições estruturais de produção e de infra-estrutura social, na modalidade de fomento, para estruturar os assentamentos nos primeiros anos, incentivando formas comunitárias de associação. Defendemos também a criação de um novo crédito bancário para estruturação da base produtiva nos assentamentos. O governo deve garantir a aquisição de toda a produção, por meio da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), com preços justos e seguro agrícola.
3- O MST vem desenvolvendo junto com o Incra, em parceria com a Caixa Econômica Federal, um programa de reforma e construção de casas no meio rural e em especial nos assentamentos de Reforma Agrária. O total da demanda para a habitação rural para 2007 era de 100 mil unidades, de acordo com o grupo de trabalho composto por movimentos sociais. O governo prometeu conceder crédito para a construção de 31 mil unidades até o final do ano passado. Até agora, foram contratadas apenas 8 mil unidades, sendo que somente 2 mil foram destinadas para assentamentos.
Por isso, reivindicamos a contratação de todos os projetos que se encontram na Caixa Econômica Federal até julho de 2008 e o atendimento da demanda de 100 mil habitações rurais para o ano de 2008. Pedimos também a criação de um programa específico de habitação rural, desburocratizado e que atenda as especificidades do meio rural, coordenado pelo Incra em parceria com os movimentos sociais que atuam no campo para atender todas as famílias assentadas.
O Brasil precisa de um novo modelo agrícola, que dê prioridade à agricultura familiar voltada ao mercado interno, aos pobres do país. Com isso, vamos garantir a nossa soberania alimentar e produzir comida para os 80 milhões de brasileiros que não têm acesso suficiente aos alimentos. A Reforma Agrária e o fortalecimento da agricultura familiar são premissas fundamentais para a construção de um país com justiça social e soberania popular."
DIREÇÃO NACIONAL DO MST
Marta e o trem de alta
A ministra do Turismo, Marta Suplicy participa agora do GT do projeto de implantação do Trem de Alta Velocidade (TAV), que irá interligar São Paulo e Rio de Janeiro., projeto que irá interligar os principais portais de entrada de turistas estrangeiros no país.
O Ministério do Turismo passa, agora, a fazer parte do Grupo de Trabalho (GT) coordenado pela Casa Civil e que também tem representantes dos Ministérios dos Transportes; Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e Ciência e Tecnologia, além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O Ministério do Turismo tem especial interesse no projeto que interliga os principais aeroportos do país, por onde entraram mais de 3 milhões de turistas estrangeiros em 2006.
Mas, afinal, quando estará pronto o TAV?????
O Ministério do Turismo passa, agora, a fazer parte do Grupo de Trabalho (GT) coordenado pela Casa Civil e que também tem representantes dos Ministérios dos Transportes; Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e Ciência e Tecnologia, além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O Ministério do Turismo tem especial interesse no projeto que interliga os principais aeroportos do país, por onde entraram mais de 3 milhões de turistas estrangeiros em 2006.
Mas, afinal, quando estará pronto o TAV?????
domingo, 20 de abril de 2008
Reflexões de Maria Aparecida Francisquini
"Fica parecendo que muitas das verdades consideradas incontestáveis, são mentiras, e que noções de ética aprendidas ao longo da vida, estão extintas. Ser egoísta, mal educado,grosseiro, está se tornando tão habitual, que quase nos convence que é natural. Parece que o errado passou a ser certo. Que é natural ser desonesto, gritar e brigar por qualquer motivo. E ficamos com uma desagradável sensação que os valores que norteiam a nossa vida são obsoletos.
Ser ‘esperto’ é mais importante. Levar vantagem sempre(mesmo quando estamos errados)! Não ser sincero, e se aproveitar de quem se atrever a ser correto. Nunca ser gentil e educado, para não não ser passado para trás. Ter ambição doentia, que nos faz seguir o caminho mais fácil, mesmo que seja ilegal e desonesto. São tantos atos repetidos todos os dias, que apesar de assustarem e causarem indignação e mal estar, são tão bem assimilados e espalhados na convivência social atual. Qual destino chegaremos, se insistirmos em ignorar valores éticos básicos e imprescindíveis para a boa convivência humana?"
Ser ‘esperto’ é mais importante. Levar vantagem sempre(mesmo quando estamos errados)! Não ser sincero, e se aproveitar de quem se atrever a ser correto. Nunca ser gentil e educado, para não não ser passado para trás. Ter ambição doentia, que nos faz seguir o caminho mais fácil, mesmo que seja ilegal e desonesto. São tantos atos repetidos todos os dias, que apesar de assustarem e causarem indignação e mal estar, são tão bem assimilados e espalhados na convivência social atual. Qual destino chegaremos, se insistirmos em ignorar valores éticos básicos e imprescindíveis para a boa convivência humana?"
sábado, 19 de abril de 2008
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Faltando trigo
Vejam só, a produção brasileira de trigo diminuiu significativamente nas últimas décadas e, representa apenas 1% da produção mundial. Nós dependemos da importação do trigo para fazer nosso pão nosso de cada dia. Por que então não passamos a comer pão de milho?
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Cinema Novo
O CINEMA NOVO E O NOVO CINEMA
O programa "Mudando de Conversa" do próximo sábado (dia 19), apresentado pelo canal Brasil, promoverá o encontro dos cineastas Cacá Diegues e Andrucha Waddington; quando então será questionada a relação existente entre o cinema e a política; as produções nacionais contemporâneas e as do futuro.
Nair Lúcia de Britto.
O programa "Mudando de Conversa" do próximo sábado (dia 19), apresentado pelo canal Brasil, promoverá o encontro dos cineastas Cacá Diegues e Andrucha Waddington; quando então será questionada a relação existente entre o cinema e a política; as produções nacionais contemporâneas e as do futuro.
Nair Lúcia de Britto.
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