quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

CAMPEONATO PAULISTA DE FUTEBOL PROFISSIONAL PRIMEIRA DIVISÃO A1 - 201

Primeira Fase1ª Rodada

21/01/2012 - Portuguesa x Paulista
21/01/2012 - Corinthians x Mirassol
21/01/2012 - Ituano x Guaratinguetá
21/01/2012 - Guarani x Oeste
21/01/2012 - Comercial x Linense
21/01/2012 - XV de Piracicaba x Santos
22/01/2012 - Bragantino x Palmeiras
22/01/2012 - São Paulo x Botafogo
22/01/2012 - Catanduvense x Mogi Mirim
22/01/2012 - São Caetano x Ponte Preta

2ª Rodada

25/01/2012 - Botafogo x XV de Piracicaba
25/01/2012 - Mirassol x Catanduvense
25/01/2012 - Paulista x Comercial
25/01/2012 - Oeste x São Paulo
25/01/2012 - Ponte Preta x Bragantino
25/01/2012 - Palmeiras x Portuguesa
25/01/2012 - Guaratinguetá x Corinthians
25/01/2012 - Linense x São Caetano
26/01/2012 - Mogi Mirim x Guarani
26/01/2012 - Santos x Ituano

3ª Rodada 

28/01/2012 - Oeste x Mirassol
28/01/2012 - São Paulo x São Caetano
28/01/2012 - Portuguesa x Guaratinguetá
28/01/2012 - Botafogo x Comercial
28/01/2012 - XV de Piracicaba x Bragantino
29/01/2012 - Corinthians x Linense
29/01/2012 - Catanduvense x Palmeiras
29/01/2012 - Paulista x Santos
29/01/2012 - Mogi Mirim x Ponte Preta
29/01/2012 - Guarani x Ituano

4ª Rodada 

01/02/2012 - Guaratinguetá x Botafogo
01/02/2012 - São Caetano x XV de Piracicaba
01/02/2012 - Comercial x Catanduvense
01/02/2012 - Mirassol x Paulista
01/02/2012 - Bragantino x Portuguesa
01/02/2012 - Ituano x Corinthians
01/02/2012 - Palmeiras x Mogi Mirim
02/02/2012 - São Paulo x Guarani
02/02/2012 - Santos x Oeste
02/02/2012 - Ponte Preta x Linense

5ª Rodada 

05/02/2012 - Corinthians x Bragantino
05/02/2012 - São Caetano x Guarani
05/02/2012 - Ponte Preta x São Paulo
05/02/2012 - XV de Piracicaba x Oeste
05/02/2012 - Comercial x Mogi Mirim
05/02/2012 - Mirassol x Botafogo
05/02/2012 - Portuguesa x Ituano
05/02/2012 - Linense x Guaratinguetá
05/02/2012 - Santos x Palmeiras
05/02/2012 - Paulista x Catanduvense

6ª Rodada 

08/02/2012 - Botafogo x Santos
08/02/2012 - Paulista x São Caetano
08/02/2012 - Guaratinguetá x Mirassol
08/02/2012 - Oeste x Linense
08/02/2012 - Mogi Mirim x Corinthians
08/02/2012 - Guarani x Portuguesa
08/02/2012 - São Paulo x Comercial
08/02/2012 - Palmeiras x XV de Piracicaba
08/02/2012 - Ituano x Bragantino
08/02/2012 - Catanduvense x Ponte Preta

7ª Rodada 

12/02/2012 - Guarani x Paulista
12/02/2012 - Bragantino x Mogi Mirim
12/02/2012 - Oeste x Guaratinguetá
12/02/2012 - Mirassol x Ponte Preta
12/02/2012 - Portuguesa x Botafogo
12/02/2012 - Corinthians x São Paulo
12/02/2012 - XV de Piracicaba x Catanduvense
12/02/2012 - Santos x Linense
12/02/2012 - São Caetano x Comercial
12/02/2012 - Palmeiras x Ituano

8ª Rodada 

18/02/2012 - Linense x Bragantino
18/02/2012 - São Paulo x Paulista
18/02/2012 - Comercial x Guarani
18/02/2012 - Guaratinguetá x Palmeiras
18/02/2012 - Ponte Preta x Oeste
18/02/2012 - Ituano x Catanduvense
18/02/2012 - Botafogo x Mogi Mirim
18/02/2012 - Mirassol x Santos
18/02/2012 - Portuguesa x XV de Piracicaba
18/02/2012 - São Caetano x Corinthians

9ª Rodada 

22/02/2012 - Bragantino x São Paulo
22/02/2012 - Guarani x XV de Piracicaba
22/02/2012 - Palmeiras x Oeste
22/02/2012 - Catanduvense x Guaratinguetá
22/02/2012 - Paulista x Botafogo
22/02/2012 - Ponte Preta x Ituano
22/02/2012 - Santos x Comercial
22/02/2012 - Linense x Mirassol
22/02/2012 - Portuguesa x Corinthians
22/02/2012 - Mogi Mirim x São Caetano

10ª Rodada 

26/02/2012 - Catanduvense x Bragantino
26/02/2012 - Oeste x Mogi Mirim
26/02/2012 - Palmeiras x São Paulo
26/02/2012 - Comercial x Mirassol
26/02/2012 - Guaratinguetá x Guarani
26/02/2012 - Santos x Ponte Preta
26/02/2012 - XV de Piracicaba x Ituano
26/02/2012 - Corinthians x Botafogo
26/02/2012 - São Caetano x Portuguesa
26/02/2012 - Paulista x Linense

11ª Rodada 

29/02/2012 - Mirassol x XV de Piracicaba
29/02/2012 - Bragantino x Comercial
29/02/2012 - Guarani x Santos
29/02/2012 - São Caetano x Oeste
29/02/2012 - Botafogo x Ponte Preta
29/02/2012 - Corinthians x Catanduvense
29/02/2012 - Mogi Mirim x Portuguesa
29/02/2012 - São Paulo x Guaratinguetá
29/02/2012 - Ituano x Paulista
29/02/2012 - Linense x Palmeiras

12ª Rodada 

04/03/2012 - XV de Piracicaba x São Paulo
04/03/2012 - Ponte Preta x Comercial
04/03/2012 - Oeste x Botafogo
04/03/2012 - Mirassol x Mogi Mirim
04/03/2012 - Ituano x Linense
04/03/2012 - Santos x Corinthians
04/03/2012 - Portuguesa x Catanduvense
04/03/2012 - Paulista x Guaratinguetá
04/03/2012 - Palmeiras x São Caetano
04/03/2012 - Bragantino x Guarani

13ª Rodada 

11/03/2012 - São Paulo x Portuguesa
11/03/2012 - Catanduvense x Oeste
11/03/2012 - São Caetano x Mirassol
11/03/2012 - Mogi Mirim x Santos
11/03/2012 - Ponte Preta x Paulista
11/03/2012 - Corinthians x Guarani
11/03/2012 - Linense x XV de Piracicaba
11/03/2012 - Botafogo x Palmeiras
11/03/2012 - Comercial x Ituano
11/03/2012 - Guaratinguetá x Bragantino

14ª Rodada 

18/03/2012 - Oeste x Portuguesa
18/03/2012 - Guaratinguetá x Mogi Mirim
18/03/2012 - Bragantino x Botafogo
18/03/2012 - São Paulo x Santos
18/03/2012 - Paulista x XV de Piracicaba
18/03/2012 - Comercial x Corinthians
18/03/2012 - Ituano x São Caetano
18/03/2012 - Palmeiras x Ponte Preta
18/03/2012 - Catanduvense x Linense
18/03/2012 - Guarani x Mirassol

15ª Rodada 

25/03/2012 - Portuguesa x Comercial
25/03/2012 - XV de Piracicaba x Guaratinguetá
25/03/2012 - Botafogo x Ituano
25/03/2012 - Corinthians x Palmeiras
25/03/2012 - São Caetano x Catanduvense
25/03/2012 - Santos x Bragantino
25/03/2012 - Linense x Mogi Mirim
25/03/2012 - Mirassol x São Paulo
25/03/2012 - Oeste x Paulista
25/03/2012 - Ponte Preta x Guarani

16ª Rodada 

28/03/2012 - Comercial x Oeste
28/03/2012 - São Paulo x Catanduvense
28/03/2012 - Mogi Mirim x Ituano
28/03/2012 - Ponte Preta x Portuguesa
28/03/2012 - Bragantino x São Caetano
28/03/2012 - Santos x Guaratinguetá
28/03/2012 - Mirassol x Bragantino
28/03/2012 - Corinthians x XV de Piracicaba
28/03/2012 - Guarani x Linense
28/03/2012 - Paulista x Palmeiras

17ª Rodada 

01/04/2012 - Ituano x São Paulo
01/04/2012 - Mogi Mirim x Paulista
01/04/2012 - Palmeiras x Mirassol
01/04/2012 - Guaratinguetá x Ponte Preta
01/04/2012 - Catanduvense x Guarani
01/04/2012 - XV de Piracicaba x Comercial
01/04/2012 - Bragantino x São Caetano
01/04/2012 - Portuguesa x Santos
01/04/2012 - Linense x Botafogo
01/04/2012 - Oeste x Corinthians
01/04/2012 - Mogi Mirim x Paulista

18ª Rodada 

08/04/2012 - XV de Piracicaba x Ponte Preta
08/04/2012 - São Paulo x Mogi Mirim
08/04/2012 - Catanduvense x Botafogo
08/04/2012 - Portuguesa x Linense
08/04/2012 - Comercial x Guaratinguetá
08/04/2012 - São Caetano x Santos
08/04/2012 - Ituano x Mirassol
08/04/2012 - Guarani x Palmeiras
08/04/2012 - Bragantino x Oeste
08/04/2012 - Corinthians x Paulista

19ª Rodada 

15/04/2012 - Ponte Preta x Corinthians
15/04/2012 - Mogi Mirim x XV de Piracicaba
15/04/2012 - Linense x São Paulo
15/04/2012 - Botafogo x Guarani
15/04/2012 - Oeste x Ituano
15/04/2012 - Guaratinguetá x São Caetano
15/04/2012 - Santos x Catanduvense
15/04/2012 - Mirassol x Portuguesa
15/04/2012 - Palmeiras x Comercial
15/04/2012 - Paulista x Bragantino















Artigo / A importância do livro para a educação e o desenvolvimento


* Dieter Brandt

 

No final de 2011, quando as agências internacionais noticiaram que a economia brasileira já era a sexta do mundo, ultrapassando a da Inglaterra, num primeiro momento houve euforia. A seguir, analistas nacionais e internacionais ponderaram que ainda falta muito para o País chegar ao nível de qualidade de vida e infraestrutura existentes nas nações mais desenvolvidas.

 

Ao lado de fatores como renda per capita muito maisbaixa e problemas com transportes, saneamento (como mostram as recentes inundações, que se repetem todos os anos),  um especial se destacou: a educação. Hoje, no Brasil, um dos aspectos que ainda retardam o crescimento é a falta de mão de obra especializada e um ensino de alta qualidade. Ora, todos sabemos que só através do aprendizado conquistamos a verdadeira plenitude, que alia a qualidade de vida profissional e pessoal e nos completa como cidadãos.

 

Felizmente, nos últimos anos, notícias como a de que o brasileiro comprou mais livros em 2010, segundo dados da CBL – CâmaraBrasileira do Livro, ou que o FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação fechou, em agosto passado, negociação para a compra de 162,4 milhões de livros didáticos a serem utilizados por alunos da rede pública neste ano de 2012, mostram que os brasileiros estão atentos a esse aspecto.

 

Karine Pansa, presidente da CBL, declarou recentemente que "é gratificante observar que o preço do livro no Brasil vem mantendo uma tendência de queda. Isso estimula o crescimento do número de leitores e desenha um futuro com mais educação, cultura e efetivo desenvolvimento". A indústria gráfica brasileira está atenta e preparada para essa demanda da sociedade. Sabemos que um dos itens importantes de um país educado é o hábito de leitura.

 

Nesse sentido, o livro impresso, a despeito das mídias digitais, continua sendo o mais importante, completo e abrangente meio para a difusão de conhecimento com conteúdo didático, científico e literatura, contribuição para um país mais competitivo e com melhores condições de conseguir o verdadeiro progresso.

 

Tal condição é referendada em matéria no jornal New York Times de 20 de novembro de 2011, contendo a opinião de famílias e especialistas sobre as vantagens dos livros impressos. O jornal ouviu vários pais que, embora usem em sua vida diária os tablets, fazem questão que seus filhos pequenos sejamcercados por livros impressos, para que possam virar as páginas e ter a mesma experiência física com que eles mesmos aprenderam formas e cores.

 

Junlo Yokota, professor e diretor do Centro de ensino através de livros infantis da National Louis University, em Chicago, afirma que a forma e o tamanho do livro são muitas vezes parte da experiência de leitura. Páginas mais amplas podem ser usadas para transmitir paisagens amplas, ou um formato mais alto pode ser escolhido para histórias sobre arranha-céus, por exemplo.

 

 

O jornal termina a matéria com o que acreditamos seja um dos maiores elogios ao livro impresso como indutor de educação. Mateus Thomson, de 38 anos, executivo de um site de mídia social, acredita que seu filho de cinco anos irá aprender a ler mais rápido no papel impresso: "os sinos e assobios de um iPad se tornam mais uma distração. Quando vamos para a cama, ele sabe que é a hora da leitura. Se pegar o iPad, ele vai querer jogar um jogo. Desta forma, a concentração pela leitura sai pela janela".  Melhor explicado,impossível.

 

 

* Dieter Brandt é presidente da Heidelberg América do Sul. 

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Hasteamento de bandeira britânica marca 200 dias para as Olimpíadas de Londres


09/01/2012 - 13h40

Da Agência Brasil
Brasília - A 200 dias das Olimpíadas de Londres, a Embaixada do Reino Unido começou hoje (9) as celebrações para a chegada do principal evento esportivo mundial. O diplomata Alan Charlton hasteou a bandeira que é símbolo dos jogos em frente à representação britânica. De acordo com Charlton, as Olimpíadas de 2012 causarão impactos positivos em vários aspectos, inclusive na área econômica.
“O ano de 2012 significa um ano muito importante para o Reino Unido, em que acontecerão os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. Além disso, é comemorado o jubileu de diamante da Rainha Elizabeth II”, disse o diplomata britânico.
Charlton destacou que o governo britânico lançou uma campanha para divulgar as Olimpíadas de 2012. O objetivo é mostrar ao mundo o que o Reino Unido tem de melhor, estimular o turismo e movimentar a economia.
As Olimpíadas de Londres começam em 27 de julho com encerramento marcado para 12 de agosto. A abertura dos jogos ocorrerá no Estádio Olímpico de Londres com capacidade para 80 mil pessoas. As Olimpíadas do Rio de Janeiro estão marcadas para 2016.
Edição: Talita Cavalcante

"A gente só qué passá!"



O trânsito caótico não é “privilégio” das metrópoles: cidades médias já sofrem com ele!
A maior vítima desse contexto é a mobilidade urbana, com implicações diretas no comportamento das pessoas.
Como alternativa para “fugir” dos congestionamentos, profissionais e empresas recorrem às motocicletas, mais ágeis e baratas, cujas vendas dispararam, transformando-as em meio de vida para muitos, criando até novas funções, como os “motoboys”, hoje, sinônimo de “delivery”, tipo exportação.
Isso é muito bom para os clientes, mas a baixa remuneração por entrega, associada à intempestividade de seus condutores, têm aumentado dramaticamente o índice de acidentes com motociclistas.
O “marketing” da “sensação de liberdade” sem limites, também contribui para esse quadro, pois a publicidade parece ter subido à cabeça de alguns motociclistas, que perderam completamente a noção de perigo.
Faixas exclusivas são criadas, mas desrespeitadas. O trânsito está parado, mas alguns insistem em pilotar sobre as faixas divisórias, em alta velocidade; ultrapassando pela direita, inclusive em cruzamentos, com direito a “fechadas” e “costuradas” monumentais; pilotando na contramão, etc.
A frase do personagem “motoboy”, de Marco Luque, exemplifica perfeitamente a irresponsabilidade quase infantil de alguns deles: “A gente só qué passá!”.
A impunidade também contribui para essa escalada de abusos e acidentes, pois carros e caminhões são objetos de legislações rigorosas sobre trânsito e emissão de poluentes, que ainda não foram estendidas às motos, ou a fiscalização faz “vistas grossas”.
Aliás, porque as placas de motos são menores que as dos demais veículos? Os traseiros dos pilotos, salvo engano, são maiores do que as utilizadas em carros!
Outro dia, presenciei uma cena que demonstra bem essa inconsequência “cultural”:
Estava com meu carro parado, no sinal, quando escutei um ruído na lataria. Olhei e vi que um motociclista havia se enfiado entre o meu e o carro ao lado. Havia três pessoas sobre a moto: o piloto, uma mulher e, entre eles, uma criança. O piloto, após passar, começou a mexer no pé da criança que, espremida entre os dois tinha as pernas mais abertas.
Fora o pé da criança que havia batido no carro! Dependendo da situação e velocidade, ela poderia ter sofrido uma fratura gravíssima!
Para piorar, ela estava sem capacete!
Quando o sinal abriu, o piloto partiu, ziguezagueando, o que me inspirou cuidado ainda maior para ultrapassá-lo.
Alertei e passei a uma distância segura, para constatar que, como se não bastasse, o condutor pilotava com uma mão, enquanto falava ao celular... E continuou assim ao entrar numa rua, sem preferência, cruzando-a sem reduzir velocidade.
Irresponsabilidade análoga também pode ser encontrada em motoristas e ciclistas, e incentivar tipo “A” ou “B” de veículo não significa tolerar indefinidamente atos inseguros ou ilegais.
Para coibi-los, campanhas de orientação são indispensáveis. Mas, é fundamental acabar com essa impunidade festiva e potencialmente mortal.

Dias depois...




Pedro Coimbra


            O genial Albert Einstein dizia que o tempo é pura ilusão. A distinção entre passado, presente e futuro não passa de uma firme e persistente ilusão. Viver o presente, remédio certeiro de Padre Sérgio para a depressão. Algum tempo após o início do Ano Novo esta definição do homem que reinventou a Física me vem a cabeça. Ou seja, esta história da duração dos anos em tantos dias e o início de outros é apenas uma grande balela inventada pelos humanos. Como o artifício que os roteiristas de cinema e tevê utilizam para marcar a passagem do tempo: dias depois. No fundo servem de argumentos para as inúmeras promessas que fazemos e não cumprimos.
      Com esta chuvinha maneira bom seria ler as 2444 páginas que compõem os três volumes que englobam os sete romances de "Em busca do tempo perdido", do escritor francês Marcel Proust, que tem como tema principal a memória e o tempo. Decido, porém, me dedicar a outros dois calhamaços: “O Mago”, de Fernando Morais e “Steve Jobs”, de Walter Isaacson. Duas biografias: a primeira de Paulo Colho, escritor brasileiro que vendeu milhões de exemplares de seus livros e a segunda do gênio da informática, morto, dizem, por pura burrice.
Confesso que não via a produção de Paulo Coelho com bons olhos, mas a idade nos faz repensar diversos temas delicados. Nesta biografia anseio pela descrição de seu relacionamento com Raul Seixas. Deste gênio da música tupiniquim contei para um fã absoluto, que é o Ricado Silva, sobre um show do artista no Parque Lage, no Rio de Janeiro. Convidaram a banda do meu irmão afetivo Francisco Junior para realizar o “esquenta”. Tocaram todo o seu repertório, o possível e o impossível e Raul Seixas não apareceu para sua apresentação. Finalmente, o público perdeu a parciência e quebrou tudo.
Dois outros livros que pretendo ler em 2012 são, “O  X da questão”, de Eike Batista, que me atrai pela maneira como enfrenta a vida profissional e pessoal e “Crônicas de Um Sonho Interrompido”, do meu amigo Paulo Rodarte, que depois de muitas tentativas encontrou finalmente uma editora.
Nas memórias do tempo passado, computo as perdas muito sentidas do meu cunhado Nélson Carvalho, companheiro de vários réveillons, que se foi de mansinho como era seu jeito e a da Tia Ione, que gozava de nossa afeição e que partiu aos 92 anos de idade.
Felizmente, em família, com ajuda de Deus, vencemos muitas enfermidades graves.
Viajando passamos o ano muito preocupados com o octogenário Tio Batista, em sérias dificuldades de saúde. Logo ele que foi um lutador, de operário da ferrovia a ourives.
O Réveillon de 2012 nos encontrou em São Paulo, uma grande metrópole que me assusta até hoje. Sempre me recordo do choque cultural que deve ter sido a mudança do interior de Minas Gerais para cá, dos meus tios Célio, Teda, Tonho, Norma e João, nas décadas de 50 e 60.
Comemoramos o Ano Novo mais precisamente no Hotel Macksoud Plaza, numa grande ceia e muita música. Foi ali, a poucos passos de Henry, dono do hotel, ex-dono da revista Visão, da Hidroservice e de vários outros empreendimentos que senti a materialidade do tempo que passou, capaz de atingir tanto coisas, como pessoas.
Sem contar o prazer de assistir junto com o Rodrigo, Mere e Julia, ao final da São Silvestre, com os quenianos e o etíope Tariku Bekele vencedor passando  a poucos  metros de nós e Marilson em oitavo lugar. Tudo debaixo de um temporal de verão...
No rol das boas notícias do ano que finda e do que nasce, a vinda de Francisco, filho do meu cunhado Reginaldo e de Ana Paula.
Outra notícia alvissareira é que o portal Lavras 24 Horas está consolidado como órgão de informação com mais de um milhão de acessos, fruto da parceria com Flávio Mazzochi, Francisco Buscarolli, Adriano Camilo, Marco Aurélio Bissoli e Ricardo Silva. Além dos colunistas, os parceiros institucionais e os anunciantes.
Espero que se realize em 2012, a divulgação do livro “Ás margens do rio Grande”, um relatório sobre o patrimônio histórico e natural do Aproveitamento do Funil que foi coordenado por mim.
E entremeio das eleições municipais que prometem muita confusão, como sempre, escreverei tranqüilo meu romance “Meus amores, Mariana e Bruna” ou “Dançando no escuro”..., que são títulos provisórios.

Em busca da excelência em sala de aula

Em busca da excelência em sala de aula

Negócios responsáveis



Carlos Augusto Pires*

            Há algum tempo, percebemos que o tema “responsabilidade” tem adquirido dimensão e importância cada vez maiores, relacionando-se a áreas como a social, ambiental, moral, ética... Hoje, tornou-se fator inerente e está na pauta de discussão de qualquer atividade desenvolvida por indivíduos, grupos, instituições, entidades, governos ou corporações. E é justamente a amplitude com que a “responsabilidade” tem sido assumida pelos diferentes agentes da sociedade que vem atingindo patamares inimagináveis, quando a comparamos com referências de um passado não muito distante.
            Um exemplo da evolução dos padrões de responsabilidade – seja por exigência dos consumidores, de governos, de instituições, de princípios sociais, ou, até, por iniciativa das empresas – pode ser percebido no conteúdo de três resoluções firmadas durante o “The Global Summit 2011” (Encontro Global 2011), evento realizado este ano, em Barcelona (Espanha), pelo “The Consumer Goods Forum” (Fórum dos Bens de Consumo), rede mundial de líderes do varejo, indústria de alimentos e bebidas, bens de consumo e prestadores de serviços dedicada a iniciativas relacionadas aos seguintes pilares estratégicos: tendências emergentes; sustentabilidade; saúde e segurança; excelência operacional; troca de conhecimentos e desenvolvimento de pessoas.
            As três resoluções aprovadas, debatidas por um grupo de líderes empresariais eespecialistas e que serão sugeridas como princípios às corporações de todo o mundo, estabelecem os seguintes objetivos: garantir o acesso e a disponibilidade de produtos e serviços que estimulem entre as pessoas a adoção de dietas e estilos de vida mais saudáveis; oferecer informações transparentes que auxiliem o consumidor a tomar decisões embasadas; e desenvolver programas educacionais para ampliar a consciência e estimular a adoção de estilos de vida mais saudáveis.
            É interessante perceber a preocupação dos líderes empresariais em contribuir para a solução de problemas que, em um primeiro momento, poderiam ser qualificados como de saúde pública. Mas, afinal, as empresas têm de ser responsáveis a ponto de estimular hábitos mais saudáveis, mesmo que isso possa aparentemente afetarseus próprios interesses comerciais? A resposta é um definitivo sim.
            Mesmo diante do apelo do livre consumo, o mercado (formado em sua base justamente por consumidores) exige que as empresas ofereçam produtos e serviços saudáveis às pessoas (e até, eventualmente, aos animais), atuem com responsabilidade e demonstrem, de fato, suas preocupações e atitudes nesses sentidos. Para chegar a isso, é imprescindível desenvolver uma comunicação transparente, que agregue informações esclarecedoras para orientar as pessoas no sentido de tomarem as decisões mais oportunas em cada caso. Também é essencial contar com o apoio de dados, informações, pesquisas e apurações científicas que deem suporte adequado à confirmação de que tais produtos e serviços oferecidos são realmente saudáveis como se indica.
            Cuidar para que o consumidor saiba o que é bom para si ou para seus familiares e semelhantes passou a ser uma obrigação das empresas. Ser responsável significa atuar pensando em todos os impactos que as corporações podem provocar, seja no que diz respeito às pessoas, ao meio ambiente ou à sociedade como um todo. É tarefa, portanto, das organizações exercitar de modo transparente e inteligente a adequação de produtos e serviços, seus processos e suas relações com seuspúblicos. Nesse sentido, é preciso investir forte no uso da criatividade, em pesquisa e inovação. A equação é simples: oferecer produtos e serviços confiáveis, somado a uma atuação responsável dedicada a todos as entidades que dão forma à sociedade, resulta em melhor percepção do que as corporações têm a oferecer e de sua própria existência, o que redunda, em geral, em resultados melhores e sustentados.
            Além disso, países como o Brasil, em que os recursos naturais disponíveis têm sido verdadeiros garotos-propaganda do avanço da atividade econômica, precisam ter atenção redobrada em relação à forma como suas empresas, instituições, entidades e governos tratam e lidam com o meio ambiente, especialmente no que diz respeito à exploração e à gestão desses recursos, visando sempre o tão desejado desenvolvimento sustentado.
            Ao final, percebemos que a noção de responsabilidade sobre o bem-estar dos indivíduos, anteriormente considerada uma incumbência do Estado, está hoje sendo dividida por toda a sociedade, inclusive pelas empresas que a compõem. Essa não é apenas uma tendência, mas sim um caminho que vem se consolidando e que exigirá dos empreendedores atenção e determinação para que sigam no rumo acertado e garantam a sustentabilidade do próprio negócio e dos sistemas que o envolvem.

*Carlos Augusto Pires é sócio responsável pelas áreas de Consumer Markets - Brasil e Audit-SP da KPMG no Brasil. 

Negócios responsáveis



Carlos Augusto Pires*

            Há algum tempo, percebemos que o tema “responsabilidade” tem adquirido dimensão e importância cada vez maiores, relacionando-se a áreas como a social, ambiental, moral, ética... Hoje, tornou-se fator inerente e está na pauta de discussão de qualquer atividade desenvolvida por indivíduos, grupos, instituições, entidades, governos ou corporações. E é justamente a amplitude com que a “responsabilidade” tem sido assumida pelos diferentes agentes da sociedade que vem atingindo patamares inimagináveis, quando a comparamos com referências de um passado não muito distante.
            Um exemplo da evolução dos padrões de responsabilidade – seja por exigência dos consumidores, de governos, de instituições, de princípios sociais, ou, até, por iniciativa das empresas – pode ser percebido no conteúdo de três resoluções firmadas durante o “The Global Summit 2011” (Encontro Global 2011), evento realizado este ano, em Barcelona (Espanha), pelo “The Consumer Goods Forum” (Fórum dos Bens de Consumo), rede mundial de líderes do varejo, indústria de alimentos e bebidas, bens de consumo e prestadores de serviços dedicada a iniciativas relacionadas aos seguintes pilares estratégicos: tendências emergentes; sustentabilidade; saúde e segurança; excelência operacional; troca de conhecimentos e desenvolvimento de pessoas.
            As três resoluções aprovadas, debatidas por um grupo de líderes empresariais eespecialistas e que serão sugeridas como princípios às corporações de todo o mundo, estabelecem os seguintes objetivos: garantir o acesso e a disponibilidade de produtos e serviços que estimulem entre as pessoas a adoção de dietas e estilos de vida mais saudáveis; oferecer informações transparentes que auxiliem o consumidor a tomar decisões embasadas; e desenvolver programas educacionais para ampliar a consciência e estimular a adoção de estilos de vida mais saudáveis.
            É interessante perceber a preocupação dos líderes empresariais em contribuir para a solução de problemas que, em um primeiro momento, poderiam ser qualificados como de saúde pública. Mas, afinal, as empresas têm de ser responsáveis a ponto de estimular hábitos mais saudáveis, mesmo que isso possa aparentemente afetarseus próprios interesses comerciais? A resposta é um definitivo sim.
            Mesmo diante do apelo do livre consumo, o mercado (formado em sua base justamente por consumidores) exige que as empresas ofereçam produtos e serviços saudáveis às pessoas (e até, eventualmente, aos animais), atuem com responsabilidade e demonstrem, de fato, suas preocupações e atitudes nesses sentidos. Para chegar a isso, é imprescindível desenvolver uma comunicação transparente, que agregue informações esclarecedoras para orientar as pessoas no sentido de tomarem as decisões mais oportunas em cada caso. Também é essencial contar com o apoio de dados, informações, pesquisas e apurações científicas que deem suporte adequado à confirmação de que tais produtos e serviços oferecidos são realmente saudáveis como se indica.
            Cuidar para que o consumidor saiba o que é bom para si ou para seus familiares e semelhantes passou a ser uma obrigação das empresas. Ser responsável significa atuar pensando em todos os impactos que as corporações podem provocar, seja no que diz respeito às pessoas, ao meio ambiente ou à sociedade como um todo. É tarefa, portanto, das organizações exercitar de modo transparente e inteligente a adequação de produtos e serviços, seus processos e suas relações com seuspúblicos. Nesse sentido, é preciso investir forte no uso da criatividade, em pesquisa e inovação. A equação é simples: oferecer produtos e serviços confiáveis, somado a uma atuação responsável dedicada a todos as entidades que dão forma à sociedade, resulta em melhor percepção do que as corporações têm a oferecer e de sua própria existência, o que redunda, em geral, em resultados melhores e sustentados.
            Além disso, países como o Brasil, em que os recursos naturais disponíveis têm sido verdadeiros garotos-propaganda do avanço da atividade econômica, precisam ter atenção redobrada em relação à forma como suas empresas, instituições, entidades e governos tratam e lidam com o meio ambiente, especialmente no que diz respeito à exploração e à gestão desses recursos, visando sempre o tão desejado desenvolvimento sustentado.
            Ao final, percebemos que a noção de responsabilidade sobre o bem-estar dos indivíduos, anteriormente considerada uma incumbência do Estado, está hoje sendo dividida por toda a sociedade, inclusive pelas empresas que a compõem. Essa não é apenas uma tendência, mas sim um caminho que vem se consolidando e que exigirá dos empreendedores atenção e determinação para que sigam no rumo acertado e garantam a sustentabilidade do próprio negócio e dos sistemas que o envolvem.

*Carlos Augusto Pires é sócio responsável pelas áreas de Consumer Markets - Brasil e Audit-SP da KPMG no Brasil. 

A vida está aí...


Por que será, que algumas pessoas se recusam em ser alegres, e preferem abraçar a tristeza? Por que elas se obrigam a acomodar no incômodo, a se satisfazer com o insatisfatório? Qual a finalidade em manter um longo e próspero caso de amor com uma maneira de viver que causa desconforto? Por que será, que estas pessoas insistem tantas vezes em permanecer em situações que lhes desagradam? Em repetir comportamentos e viver relacionamentos que lhes causam sofrimentos? Reclamam do emprego, do (a) parceiro (a), do lugar onde vivem, das pessoas com as quais se relacionam, da vida que levam... Mas não fazem absolutamente nada para mudar. 

Quantas vezes nos percebemos novamente repetindo situações desagradáveis em nossas vidas, mesmo tendo nos prometido por diversas vezes que nunca mais aceitaríamos passar por aquilo novamente! Temos tanta dificuldade e tanta resistência em pelo menos tentar ser feliz, que nos agarramos de forma desesperada e sofrida em situações e relacionamentos que nos impedem de realmente viver, de ir ao encontro de uma felicidade sonhada. Incrível perceber as inúmeras justificativas que usamos, para permanecer em situações e termos comportamentos que nos prejudicam. 

Insistimos em usar escoras, muitas vezes por comodismo. Ou será por medo de realmente dar certo e ser feliz! Vivemos tantas vezes em estado de quase letargia e de total comodismo diante do que nos incomoda, como se não houvessem outras alternativas, como se fosse impossível viver de outra forma. Nos forçamos tantas vezes a tentar conviver com situações que nos provocam insatisfações. Passamos às vezes uma vida inteira nos forçando a aceitar o inaceitável. Insistimos em querer nos conformar e aprender a conviver com o intolerável, mesmo sabendo a todo instante o mal que isso nos faz. 

Esquecemos tantas vezes que o mundo é dinâmico, que a vida sempre está em movimento. Não adianta se esforçar para não enxergar e insistir em ignorar, pois os caminhos existem e são muitos. E bastante variados também! Mas nos negamos tantas vezes em vê-los! Resistimos tanto em tomarmos decisões, em trilharmos outros caminhos, mesmo quando constatamos ser a melhor solução. De onde será que origina esta dificuldade em se permitir ser feliz? Só para lembrar: por mais que você insista em se manter estático, a vida continua, ela não pára para te esperar! 

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Amiga santista, amigo santista,


2011 chega ao fim com várias conquistas para o Santos FC. Foi o melhor ano do Clube desde 1963! A espera de 48 anos pelo tri da Libertadores terminou e conquistamos um bicampeonato paulista com um gosto novo e especial: dentro da Vila Belmiro e contra um rival histórico. Além disso, tivemos o octocampeonato nacional devidamente reconhecido pela CBF.

Mas 2011 marcou também avanços importantes no processo de modernização da gestão do Clube e a implantação de um novo modelo de governança através do estatuto, destinado a colocar o futuro do Santos acima de interesses de grupos específicos ou conexões de ocasião.
O resultado registrado no Mundial de Clubes do Japão, poucos dias atrás, se não nos garantiu a tão almejada terceira estrela, por outro lado deve ser encarado por todos nós - dirigentes, conselheiros, jogadores e torcida - como um passo adicional para consolidar o Santos na condição de agremiação estruturada, competitiva, admirada e global. Abrimos um novo mercado na Ásia e conquistamos a simpatia de uma nação disposta a se apaixonar pelo Santos e consumir nossos produtos.

O vice-campeonato no Mundial de Clubes precisa ser visto não apenas como um torneio no qual fomos derrotados na final, mas, principalmente, como um marco da internacionalização da nossa marca e fonte de inspiração para que façamos cada vez mais e melhor por nosso time, dando-lhe apoio e incentivo a cada novo desafio.
É hora de  olhar para o futuro e lapidar nossa visão estratégica. Planejamento é a palavra-chave nesse contexto. Ele deve estar alicerçado em premissas previamente definidas sem desprezar novas variáveis relevantes que se apresentem. Essa é a melhor maneira de tirar lições de cada episódio ou capítulo que vivemos. É fundamental que sejamos confiantes em relação a nossas capacidades tanto quanto humildes para aprender com situações novas ao longo do processo.
Há muito por fazer, mas não podemos nos esquecer do quanto caminhamos. Esta diretoria iniciou sua luta para transformar o Santos há apenas dois anos. Nesse período, além de quatro títulos conquistados, começamos a desenhar um novo salto para as categorias de base e implantamos soluções criativas para manter no clube seus principais talentos, como o craque Neymar. Ao mesmo tempo, conseguimos resultados altamente positivos em relação à ampliação do quadro associativo (quase 25 mil novos sócios, dobrando o número que possuíamos em 2009) e à multiplicação de patrocínios por parte de empresas que viram no Santos um excelente veículo para valorizar suas marcas. Vale destacar ainda a importância de nossa verdadeira cruzada destinada a garantir um equilíbrio financeiro para o clube depois de anos de muitas vulnerabilidades nesse campo.
2012 está chegando e, com ele, as comemorações dos 100 anos. Nós, santistas, temos muito do que nos orgulhar desse clube centenário. Além de 87 títulos obtidos em importantes competições oficiais, o Santos tornou-se a equipe com o maior histórico de gols do futebol mundial – mais de 11.700! - e teve em Pelé o maior goleador da história do esporte.  
Novas portas continuam se abrindo para o clube em diferentes esferas do mundo do esporte, o que nos dá a certeza de estarmos no caminho correto para garantir um Santos  sempre forte e soberano. Vamos continuar unidos para alcançar esse objetivo. “Lutar com fé e com ardor”, como diz o nosso hino, só depende de nós. De todos nós.
Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro
Presidente do Santos Futebol Clube

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Cobrança indevida


A Justiça e Você

Esta coluna é um serviço de utilidade pública da Amaerj (Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro) e da Revista Partes.

Cobrança indevida

Com o fim do ano chegando, os eventos comemorativos convidam às compras. Nessa época torna-se mais frequente o uso dos cartões de crédito e o consumidor deve ficar atento no instante em que receber sua fatura para não correr o risco de pagar por compras não realizadas.

Aoreceber uma cobrança indevida, a primeira coisa a se fazer é entrar emcontato com a administradora do cartão e informar o problema, solicitanto um formulário de contestação para estorno. Algumas operadoras disponibilizam oserviço online. O cliente deve explicar que não reconhece a dívida e a  partir deste momento a cobrança já deve ser suspensa. É importante solicitar o número do protocolo do atendimento e anotar a hora da ligação e nome de quem o tenha atendido.

Caso o estorno não seja realizado, pode-se recorrer aos órgãos de defesa do consumidor e exigir a devolução dos valores em dobro. Vale ressaltar que, se a quantia indevida não for paga, o nome do consumidor não pode ser inscrito em cadastros de proteção ao crédito, como o Serasa.

Cobrança indevida


A Justiça e Você

Esta coluna é um serviço de utilidade pública da Amaerj (Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro) e da Revista Partes.

Cobrança indevida

Com o fim do ano chegando, os eventos comemorativos convidam às compras. Nessa época torna-se mais frequente o uso dos cartões de crédito e o consumidor deve ficar atento no instante em que receber sua fatura para não correr o risco de pagar por compras não realizadas.

Aoreceber uma cobrança indevida, a primeira coisa a se fazer é entrar emcontato com a administradora do cartão e informar o problema, solicitanto um formulário de contestação para estorno. Algumas operadoras disponibilizam oserviço online. O cliente deve explicar que não reconhece a dívida e a  partir deste momento a cobrança já deve ser suspensa. É importante solicitar o número do protocolo do atendimento e anotar a hora da ligação e nome de quem o tenha atendido.

Caso o estorno não seja realizado, pode-se recorrer aos órgãos de defesa do consumidor e exigir a devolução dos valores em dobro. Vale ressaltar que, se a quantia indevida não for paga, o nome do consumidor não pode ser inscrito em cadastros de proteção ao crédito, como o Serasa.

Revista Virtual Partes - Poesias - Gilda E. Kluppel -  Poema Urbano

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Tudo num lugar

ao mesmo tempo

sem tempo perdido

no relógio acelerado

pelo ritmo frenético....

Primeiro-cavalheiro e ministros do Suriname integram missão em busca de conhecimentos para alimentar seu povo

  Comitiva conheceu tecnologias da Embrapa Cerrados que levaram ao desenvolvimento da agricultura tropical. Foto: Alexandre Veloso A visita ...