segunda-feira, 10 de março de 2025

0/03 a 16/03 - Programação gratuita para para todos os públicos no Vale do Anhangabaú

 

O centro pulsante de São Paulo ganha vida com uma programação diversificada que une lazer, cultura e bem-estar

Créditos: Novo Anhangabaú

No centro histórico da cidade, o Novo Anhangabaú se firma como um espaço de encontro, arte e expressão. A cada semana, diversas atividades gratuitas são oferecidas ao público, proporcionando experiências enriquecedoras para todas as idades. De aulas de patinação e roller dance a oficinas culturais e danças afro, a programação reflete a diversidade e a energia vibrante de São Paulo. Confira os destaques de 10 a 16 de março a seguir:

Quer aprender a patinar? Deslizar sobre rodas pelo Vale do Anhangabaú é mais do que uma diversão: é um convite ao equilíbrio, à coordenação e à resistência física. As aulas de Patinação e Roller Dance acontecem às terças-feiras (11), das 19h às 22h, e oferecem desde técnicas básicas, como frear e se equilibrar, até manobras mais avançadas. Seja na patinação urbana, fitness ou speed, a prática melhora a confiança e o controle corporal. Para quem busca ritmo e expressão, a aula de roller dance é a escolha certa: um mix de patinação e coreografia, ao som de músicas contagiantes.

Créditos: Vitória Albanese

A MoveCentroSP, Ação e Movimento pelo Centro traz às quartas-feiras (12), das 18h às 22h, o Projeto Conexão, um encontro semanal para celebrar a diversidade cultural, artística e esportiva. No Vale, diferentes vozes ganham espaço para se expressar, unindo artistas de rua, pessoas pretas e LGBTQIAP+ em uma programação repleta de oficinas, ensaios, exposições de arte urbana e performances ligadas ao hip-hop e a outras vertentes artísticas. O projeto reforça a conexão entre movimentos sociais e culturais, resgatando a história e a identidade do centro da cidade.

Os pequenos também têm um espaço garantido no Vale! O Espaço Kids oferece aos sábados, das 12 às 17h, um ambiente lúdico para as crianças se divertirem com pintura, jogos, desenhos e a arte do origami. Com atividades criativas e interativas, a criançada pode soltar a imaginação e explorar novas formas de expressão.

Créditos: Novo Anhangabaú

A dança como ferramenta de cultura e empoderamento! Abrindo o final de semana, no sábado (15), das 14h às 18h, o Afro Dance Class proporciona uma imersão nos ritmos e nas histórias da dança afro. As aulas combinam técnicas tradicionais e modernas, promovendo uma vivência autêntica e educativa sobre a cultura afro-brasileira e africana. Com foco na expressão corporal e no respeito às raízes históricas, a atividade é aberta a todos os públicos e níveis de experiência, incentivando o pertencimento e a troca de conhecimentos através da música e da dança.

O ritmo contagiante do forró invade o Vale do Anhangabaú: O Campeonato Raízes do Forró chega em sua primeira edição celebrando essa tradição musical e de dança. Com uma competição de dança amadora aberta ao público no sábado, das 17h às 22h, o evento é uma parceria entre os Coletivos Forró do Bom, Forró Pé de Calçada e Casa Fuzuê. Em clima de festa, os participantes mostram talento e paixão pelo forró em um evento vibrante, que resgata e valoriza a cultura nordestina no centro de São Paulo.

Outras atividades da semana:


A programação conta ainda com Jiu-Jítsu  (segunda, das 20h às 21h), Skate Park Iniciantes (terça, das 18h às 20h), Lab Breaking (quarta, das 19h às 22h), Ensaio Aberto: Fanfarra Camaleoa (quinta, das 20h às 22h), É Noite de Samba Rock (sexta, das 19h às 23h), Aula de Patins (domingo, das 16h às 18h). 


Confira a programação completa do Novo Anhangabaú no site ou nas redes sociais.


Serviço - Programação Novo Anhangabaú

Local: Vale do Anhangabaú, s/n – Centro – São Paulo – SP

Como chegar: Metrô - Estações São Bento e Anhangabaú

Instagram: @novoanhangabau 

Tik Tok: @novoanhagabau

Gratuito 

sábado, 8 de março de 2025

A intuição feminina

 

*Camila Carvalho Duarte

A intuição pode ser, por vezes, confundida com o que algumas pessoas costumam chamar de “sexto sentido”, porém a intuição é muito mais profunda e palpável. Esta percepção feminina tem muito mais a ver com sensibilidade, fruto de uma sabedoria herdada de nossas mães e avós. É uma capacidade de discernir diferente em situações decisivas ou críticas

Mesmo que alguns homens possam ter certa sensibilidade, somos diferentes. Homens e mulheres são por essência diferentes, possuem talentos e experiências próprias. Por isso, a intuição é uma característica bem mais comum à mulher. 

E como, então, a mulher pode contribuir com a sociedade a partir da sua percepção mais aguçada e sensível? Te convido a refletirmos um pouco acerca disso. 

Sabe aquele sentimento que surge do nada e incomoda frente a um perigo ainda não iminente, sem sabermos explicar sua origem? É a intuição. Isto é, a capacidade de dizer o que é, por vezes, inexplicável. Aquela opinião solicitada por seu esposo ou namorado frente a algo que ele está inseguro de decidir, fazer. Aquela visão esclarecedora que ele espera de você, esta é a intuição. Nessas e em tantas outras situações, a intuição pode ser colocada a serviço próprio e também do outro. 

Obviamente que nós, mulheres, não podemos usar deste artifício para nos considerarmos “donas da verdade”. Se o meu e o seu coração não estiverem intimamente ligados ao Senhor e ao discernimento no Espírito Santo, sairão de nossas bocas apenas palavras soltas, palavras vãs, das quais o mundo está cheio!

Recordo sempre de uma cena em que meu esposo diz que foi decisiva  para ele me pedir em namoro. Éramos amigos e frequentávamos o ambiente universitário por algumas horas. Certo dia, ele disse que, ao atravessar o portão de entrada da faculdade, me viu parada no pátio, contemplando e tentando tirar uma foto do lindo pôr do sol que estava por detrás de uma árvore. Naquele momento ele disse a si mesmo que queria se casar comigo, pois enquanto ele (homem) só via mais um dia comum, eu (mulher) via uma cena incrível da natureza a nos presentear em mais um dia de vida. Ele sabia que precisava, na vida dele, de alguém que visse as coisas com outros olhos.

Para mim, minha atitude no pátio era algo natural, mas para ele fez toda a diferença. E saber disso, que trago outro olhar e sensibilidade para a vida do outro, não é algo trivial. Por isso, não devemos nos acostumar com o que sentimos, com nossas atitudes que consideramos apenas pessoal. Devemos transformar nosso dom e sensibilidade em dedicação, em serviço ao outro. 

Usemos dos dons que Deus nos deu para sermos melhores e fazermos o mundo se encantar com a beleza que passa despercebida na correria do dia a dia. Que Deus abençoe seus dons, sua intuição! Com carinho, Camila Carvalho Duarte.



*Camila Carvalho Duarte é colaboradora da Fundação João Paulo II e atua como educadora no PROGEN (Projeto Geração Nova) e no CAC (Centro de Atendimento Comunitário), duas Unidades pertencentes à Rede de Desenvolvimento Social Canção Nova. Instagram: @camilacarvalhoduarte

sexta-feira, 7 de março de 2025

Nova forrageira é ideal para uso em sistemas de integração Lavoura-Pecuária

 

Nova forrageira é ideal para uso em sistemas de integração Lavoura-Pecuária

Cultivar de ervilhaca, denominada de URS BRS Presilha, mostra bom desempenho em diferentes sistemas de produção, além de fixar nitrogênio no solo

 

·         O fato de ser anual confere vantagem à URS BRS Presilha em relação às forrageiras perenes, em contexto de rotação das pastagens com culturas agrícolas.

·         A URS BRS Presilha tem capacidade de fixar nitrogênio atmosférico no solo, a partir da simbiose com bactérias do gênero Rhizobium.

·         A nova cultivar de ervilhaca apresenta sementes grandes, o que facilita a semeadura mesmo sobre outras pastagens já estabelecidas.

·         A cultivar URS BRS Presilha se encaixa em diferentes sistemas de produção, como cobertura verde e em consorciação com outras forrageiras.

·         Produtores destacam ainda o potencial para conservação e uso sustentável do solo proporcionado pela ervilhaca.

 

Uma nova cultivar de ervilhaca (Vicia sativa L.) agrega produtividade e sustentabilidade à pecuária de corte no País. Desenvolvida em parceria entre a Embrapa, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Associação Sul-brasileira para o Fomento de Pesquisa em Forrageira (Sulpasto), a URS BRS Presilha é uma cultivar forrageira com grande potencial para compor sistemas de integração Lavoura-Pecuária (ILP), tanto em pastejo, quanto na cobertura do solo. Isso porque a espécie é uma leguminosa anual de clima temperado, em contraponto à maioria dos trevos, cornichão e alfafa, que são perenes.

“Isso ajudou a posicionar a ervilhaca principalmente em áreas de integração Lavoura-Pecuária, onde até hoje os produtores relutam em investir em espécies forrageiras perenes pelo fato da rotação anual das pastagens com culturas agrícolas”, explica o pesquisador da Embrapa Pecuária SulDaniel Montardo, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da cultiva

Pesquisa, preservação e políticas públicas: passos rumo à sustentabilidade na cadeia do Baru

 Foto: Cintia Galdeano

Cintia Galdeano -

“Queremos entender a cadeia de valor de diversos frutos do Cerrado e o baru é um dos principais. Nossa preocupação é com a preservação desse bioma. E acreditamos que a integração entre agricultura, pecuária e floresta é o caminho para alcançar esse objetivo”. A afirmação é de Werner Bessa, diretor de Estudos e Políticas Ambientais e Territoriais do Instituto de Pesquisa e Estatística do DF (IPEDF), durante visita à Embrapa Cerrados.

Acompanhado de servidores e bolsistas do IPEDF, antiga Codeplan, Bessa e o grupo se reuniram com parte da equipe da Embrapa Cerrados para conhecer de perto as pesquisas relacionadas ao baru. “Nosso objetivo ao interagir com os especialistas da Embrapa Cerrados é promover uma troca de conhecimento. O IPEDF tem a missão de fornecer informações à alta gestão do governo local, para garantir que as decisões sejam baseadas em dados concretos. Nada melhor do que estar aqui neste dia”, afirmou o diretor.

O instituto conduz o projeto “Caminhos da Restauração e Valoração de Produtos Florestais Não Madeireiros”, que visa aprofundar o entendimento sobre essas cadeias produtivas e auxiliar na implementação de políticas públicas, como a alimentação de estudantes da rede pública de ensino. Leia aqui mais informações sobre esse projeto.

O grupo do IPEDF foi recebido no dia 19 de fevereiro na sede da Embrapa Cerrados, localizada em Planaltina-DF, pela pesquisadora Helenice Gonçalves, responsável pelo projeto “Intensificação Sustentável do Cultivo e Qualidade Alimentar do Baruzeiro”. “A presença de vocês aqui é essencial para nós”, afirmou Helenice, ressaltando a importância das parcerias para o sucesso das pesquisas.

“Nosso projeto está entrando no último ano de sua fase operacional, mas, como o baru é uma espécie perene, esperamos que o trabalho continue”, completou. Helenice explicou que o baru, juntamente com outras espécies nativas como o pequi, cagaita, araticum e mangaba, está entre as prioridades da Embrapa Cerrados. “Por questões financeiras e de pessoal, estamos focando mais no baru e no pequi recentemente”, destacou.

Ela também informou que o baru integra o Programa de Domesticação das Espécies Nativas, iniciado em 2019 com o projeto “Seleção e Manejo de Fruteiras Nativas do Cerrado para Utilização em Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF)”. “Avançamos bastante nesse projeto; sistemas integrados são uma realidade”, afirmou.

Atualmente, a Embrapa Cerrados tem pelo menos cinco ensaios em campo com resultados promissores. “Nossa unidade é referência da Embrapa quando o assunto é o baru”, acrescentou Helenice. Entre os experimentos em andamento, estão a seleção genética, testes de adubação, semeadura direta, fitossanidade, irrigação e espaçamento, visando oferecer alternativas para os produtores conforme o que podem investir em suas propriedades.

Durante a visita, a pesquisadora apresentou diversas alternativas de uso do baru, destacando que “do fruto do baruzeiro se aproveita tudo”. Segundo ela, além da amêndoa, altamente nutritiva, a polpa pode ser consumida in natura ou utilizada em receitas e a casca e outros resíduos podem ser aproveitados na agricultura, compostagem e até em processos de bioenergia; além do uso dessas partes na produção de artesanato.

Também participaram da visita os pesquisadores Júlio César dos Reis, Carlos Eduardo Lazarini e Tadeu Graciolli, que recebeu o grupo no experimento que estuda os sistemas de produção de baru com café em consórcios irrigados no Cerrado. “Desde 2022, conduzo esse experimento de baru irrigado, uma das poucas experiências agrícolas com baru. A área está indo muito bem, com alto potencial de desempenho, e acredito que teremos muitas informações valiosas a partir daqui”, disse Graciolli.

Ele também enfatizou a importância de se considerar a fruticultura como um investimento a longo prazo. “A fruticultura deve ser sempre consorciada desde o início, pois é um investimento de longo prazo, e o pequeno produtor só entra se conseguir movimentar o fluxo de caixa”, concluiu.

Juliana Caldas (MTb 4861/DF)
Embrapa Cerrados

quinta-feira, 6 de março de 2025

Banco Central muda regras do Pix para garantir mais segurança

 O Banco Central (BC) alterou o regulamento do Pix para excluir chaves de pessoas e de empresas cuja situação não esteja regular na Receita Federal. Segundo a autoridade monetária, a medida visa aprimorar a segurança das transações e impedir a aplicação de golpes via Pix, utilizando nomes diferentes daqueles armazenados na base de dados da Receita Federal.

A norma, publicada nesta quinta-feira (6), determina que CPF com situação cadastral “suspensa”, “cancelada”, “titular falecido” e “nula” não poderá ter chave Pix registrada na base de dados do BC.

No caso das empresas, o CNPJ com situação cadastral “suspensa”, “inapta”, “baixada” e “nula” também não poderá ter chaves Pix registradas na base de dados do BC

O BC ressalta que a inconformidade de CPF e CNPJ que restringirá o uso do Pix não tem relação com o pagamento de tributos, mas apenas com a identificação cadastral do titular do registro na Receita Federal.

Segundo o Banco Central, as mudanças visam exigir que as instituições financeiras e instituições de pagamento participantes do Pix “garantam que os nomes das pessoas e das empresas vinculadas às chaves Pix estejam em conformidade com os nomes registrados nas bases de CPF e de CNPJ da Receita Federal.”

Ainda de acordo com o BC, a verificação de conformidade deverá ser efetuada sempre que houver uma operação envolvendo uma chave Pix, como um registro, uma alteração de informações, uma portabilidade ou uma reivindicação de posse.

Pesquisadores usam o coco babaçu para criar alimento similar a hambúrguer

 

 hambúrguer de babaçu agrega nutrição, saúde, segurança alimentar e valorização da cultura regional


A união entre conhecimentos científicos e tradicionais na Amazônia Maranhense resultou em dois novos produtos à base de plantas, que, além de aliarem nutrição, saúde e sustentabilidade, atendem a nichos de mercados crescentes por produtos naturais e ricos em proteína no Brasil. O análogo de hambúrguer de babaçu e a farinha de amêndoas abarcam ainda a marca da inovação tecnológica e social porque foram desenvolvidos em parceria entre cientistas e quebradeiras de coco da região. Essa sinergia de sucesso já havia dado origem a novas formulações de biscoito e de gelado, uma bebida tipo leite e a um análogo do queijo, todos oriundos do coco babaçu.

Para o desenvolvimento desses coprodutos, participaram as mulheres da Cooperativa Mista da Agricultura Familiar e do Extrativismo do Babaçu – Coomavi, em Itapecuru-Mirim, da Associação Clube de Mães Quilombolas Lar de Maria, da comunidade Pedrinhas Clube de Mães em Anajatuba, MA, e ainda da Associação de Quebradeiras de Coco de Chapadinha do Assentamento Canto do Ferreira, em Chapadinha, MA. Como representantes da ciência, fizeram parte dos estudos pesquisadores da Embrapa Maranhão (MA), Embrapa Agroindústria Tropical (CE), Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e Universidade Federal do Ceará (UFC), em parceria com a Rede ILPF e financiamento da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) no Brasil.

Brasil gera 137,3 mil novos empregos formais em janeiro de 2025

 Quatro dos cinco grupos econômicos tiveram números positivos, com destaque para a indústria, com 70,4 mil novas vagas. País registra estoque de 47,3 milhões de postos com carteira assinada, crescimento de 3,6% em relação a janeiro do ano passado

 

No recorte por gênero, as mulheres ocuparam quase 80% do total de novos postos formais gerados em janeiro. Foto: Secom / PR

 

O Brasil gerou 137.303 postos de trabalho com carteira assinada em janeiro de 2025. O resultado, o melhor dos últimos três meses, é resultado da diferença entre 2,27 milhões de pessoas admitidas e 2,13 milhões de desligamentos em todo o país no período. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) e foram divulgados nesta quarta, 26 de fevereiro, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Em relação ao estoque total de pessoas empregadas do país, o Brasil registra 47,3 milhões de empregos formais, crescimento de 3,6% em relação a janeiro do ano passado.
 

“São 137 mil postos formais gerados no mês, empregos que impulsionam a economia. Começamos o ano com geração de empregos de qualidade e queremos manter esse crescimento ao longo de 2025, com a expectativa de alcançar o patamar de 2024”, afirmou o ministro Luiz Marinho (Trabalho e Emprego).
 

SETORES – Quatro dos cinco grandes grupos de atividades econômicas registraram números positivos no primeiro mês do ano. Destaque para a Indústria, que respondeu pela criação de 70,4 mil vagas. Em seguida aparecem Serviços (45,1 mil), Construção (38,3 mil) e Agropecuária (35,7 mil). Apenas o Comércio apresentou desempenho negativo, com -52,4 mil vagas.

 

Os principais dados do Novo Caged referente a janeiro de 2025


REGIÕES – Quatro das cinco regiões registraram saldo positivo em janeiro. O Sul foi a maior geradora de emprego no mês, com 65.712 postos. Em seguida aparecem as regiões Centro-Oeste (44.363), Sudeste (27.756) e Norte (1.932). Somente o Nordeste registrou desempenho negativo no mês (-2.671).
 

ESTADOS — Em janeiro, 17 das 27 unidades da Federação fecharam o mês com saldo positivo. Os estados com maior saldo foram São Paulo (+36.125), Rio Grande do Sul (26.732) e Santa Catarina (+23.062).

CARACTERÍSTICAS – As mulheres ocuparam quase 80% do total de novos postos formais gerados em janeiro. Elas preencheram 109.267 dos novos postos, enquanto os homens ocuparam 28.036 vagas com carteira assinada.
 

ESCOLARIDADE - Em relação à escolaridade, os trabalhadores com ensino médio completo representaram o maior saldo nas contratações em janeiro: 83.798. No que se refere à faixa etária, os empregados entre 18 e 24 anos ocuparam a maior parte das vagas (79.784). O salário médio de admissão no mês passado foi de R$ 2.265,01.
 

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

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