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domingo, 3 de novembro de 2024
Instituto Tomie Ohtake estreia o podcast A parte pelo todo
Série viaja pela história, cultura e geografia de duas importantes ilhas, buscando novos sentidos ao todo do que seja o Brasil
Ministério da Cultura, Grupo CCR, por meio do Instituto CCR e Instituto Tomie Ohtake tem o prazer de anunciar A parte pelo todo, um podcast original que viaja entre arte, cultura, memória e território. Com estreia confirmada para o dia 05 de novembro, a primeira temporada é apresentada pelo fundador do Acervo da Laje, em Salvador, José Eduardo Ferreira Santos, o Zé, que conduz o ouvinte por uma viagem a Itaparica, na Bahia, e Marajó, no Pará, investigando a história, a cultura e a geografia desses dois importantes territórios insulares, que em suas particularidades possibilitam reinterpretar a narrativa ampla sobre o que define o Brasil. Idealizada por Gabriela Moulin e Paulo Miyada, Diretora Executiva e Diretor Artístico do Instituto Tomie Ohtake e com coordenação institucional de Amanda Sammour e Ana Roman, a primeira temporada traz seis episódios, cada um com aproximadamente 30 minutos, seguindo um formato narrativo, onde cada capítulo se conecta ao próximo, conduzindo a história de maneira contínua. A produção é da Trovão Mídia.
Combinando cenas de campo com áudios de arquivo e conversas com diferentes personagens das ilhas, o roteiro convida a um passeio por Itaparica e Marajó. Três aspectos comuns dessas ilhas serviram como guias nas pesquisas e viagens: ambas possuem importantes comunidades indígenas pré-colonização; são lugares centrais na formação territorial brasileira e possuem organizações contemporâneas/culturais fortes e atuantes no cenário nacional. O podcast conta com o patrocínio do Grupo CCR, por meio do Instituto CCR, através do Ministério da Cultura, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, Programa Nacional de Apoio à Cultura e Governo Federal - Brasil, União e Reconstrução.
Segundo Paulo Miyada, “Pensar em ilhas foi uma maneira de abordar por outra via o que há de inabarcável na tão mencionada "dimensão continental" do Brasil. Uma ilha é por definição uma metonímia, um recorte definido pela geografia, uma parte pelo todo. Ainda assim, quando nos aproximamos de ilhas como Itaparica ou Marajó, encontramos lugares de infinitas particularidades que, ao mesmo tempo, são exemplares da história e da cultura brasileiras, suas contradições e invenções. Desde as ilhas, olhando em direção ao continente, é o país que aparece cercado de água por todos os lados”, afirma o Diretor Artístico do Instituto Tomie Ohtake.
No primeiro episódio o ouvinte conhece o pesquisador, professor e narrador da série José Eduardo Ferreira Santos e o seu Acervo da Laje, espaço de memória artística, cultural e de pesquisa, que reúne a iconografia e as belezas produzidas no subúrbio ferroviário de Salvador. Partindo dessa ilha que ele próprio construiu na periferia da capital baiana, uma espécie de contraponto ao estigma da violência presente naquele território, Zé propõe uma viagem pela arte, cultura e memória de outras ilhas, colocando em prática a famosa frase do escritor português José Saramago "é preciso sair da ilha para ver a ilha". O episódio se encerra com os sons do ferryboat a caminho de Itaparica, o “embrião do Brasil”.
Para Gabriela Moulin, o podcast, assim como outras formas de publicar, refletir e ampliar a visibilidade do que existe no Brasil, é uma forma de fazer cultural que busca chegar a mais pessoas, por meio de diferentes visões e vozes. "Trabalhar em rede com outras organizações, territórios e comunidades é fundamental para uma instituição cultural. Queremos contribuir para a voz pública das instituições de cultura e para pensar os sentidos e as complexidades do Brasil, as políticas da memória e as forças culturais que nos constituem. Por isso, narrar a partir da voz viajante do Zé Eduardo, co-criador com Vilma Santos do Acervo da Laje, em Salvador, é parte constituinte desse projeto. Queremos fazer junto, pensar junto. Uma casa-museu-escola como o Acervo da Laje nos ensina a entender gestos locais e nacionais de grande importância para a vida nos territórios", afirma a Diretora Executiva do Instituto Tomie Ohtake.
Os dois primeiros episódios serão disponibilizados nas principais plataformas de áudio e no site do Instituto Tomie Ohtake no dia 05 de novembro. Novos episódios entrarão no ar nas terças-feiras seguintes, até 03 de dezembro.
Podcast A parte pelo todo
Lançamento: dia 05 de novembro
Narração: José Eduardo Ferreira Santos
Produção: Trovão Mídia
Idealização: Gabriela Moulin e Paulo Miyada
Coordenação institucional: Amanda Sammour e Ana Roman
Pesquisa, reportagem e roteiro: Jessica Almeida e Vinicius Luiz
Som direto: Victor Brasileiro
Edição de som e mixagem: Pedro Vituri
Trilha sonora original: Pedro Leonelli
Linguagem visual: Felipe Carnevalli, Paula Lobato e Vitor Cesar
Mais de 5 milhões de estudantes farão o Enem 2024 neste sábado (3): veja 4 dicas para se preparar
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024 registrou um aumento considerável em comparação aos 3,9 milhões do ano passado. Desses, cerca de 1,6 milhão de jovens estão concluindo o ensino médio. Com as provas marcadas para os dias 3 e 10 de novembro, o momento é decisivo para milhões de candidatos que buscam o ingresso no ensino superior.
Brasil, novembro de 2024: A proximidade do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) costuma trazer muita ansiedade para os estudantes. O nervosismo, quando não controlado, pode atrapalhar o desempenho na prova. Para ajudar nessa reta final, conversamos com especialistas da Legacy School: a psicóloga clínica e escolar Camila da Silva Conceição e o fundador e diretor Phillip Murdoch. Eles compartilham dicas essenciais sobre como manter a calma, gerenciar o tempo e evitar excessos na preparação.
- Não criar expectativas exageradas
De acordo com Camila Conceição, colocar expectativas muito altas sobre a prova pode gerar frustração e ansiedade. “O Enem é importante, mas não pode ser visto como o único caminho para o futuro. Pensar dessa forma aumenta a pressão e pode prejudicar o desempenho”, alerta. Ela recomenda que os estudantes encarem a prova como mais uma etapa de crescimento, e não o único fator decisivo na vida acadêmica.
- Evitar estudar na véspera da prova
Phillip Murdoch reforça que o momento de estudo intenso deve parar antes do dia da prova. “Estudar na véspera só serve para aumentar o estresse. O ideal é relaxar, descansar e fazer atividades leves que ajudem a distrair a mente”, sugere. Ele explica que o cérebro precisa de descanso para funcionar bem durante a prova, por isso, o melhor é evitar novas revisões de conteúdo na última hora.
- Otimizar o tempo durante a prova
O Enem é conhecido por ser uma prova extensa, por isso, Murdoch aconselha os alunos a terem uma estratégia para otimizar o tempo. “Não se prenda por muito tempo em uma questão. Responda primeiro as perguntas mais fáceis e volte para as mais difíceis depois”, orienta. Dessa forma, o estudante garante que conseguirá responder todas as questões, sem correr o risco de deixar algo em branco por falta de tempo.
- Técnicas de relaxamento
Camila também indica o uso de técnicas de relaxamento para lidar com a ansiedade nos dias que antecedem a prova. “Exercícios de respiração profunda ajudam a manter o foco e a calma. Pratique alguns minutos antes de começar a prova, isso pode fazer toda a diferença”, sugere.
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