quinta-feira, 10 de agosto de 2017

A escada rolante

Antonio Lazarini

 Antonio Lazarini é palestrante e consultor
Site www.antoniolazarini.adm.br
 
Que o mundo gira, todos já sabem. Mas que o mundo é uma escada rolante, isto parece ser novo, até porque escada rolante não é coisa tão velha quanto o mundo. Porém, ainda há um detalhe a mais. O mundo é uma escada rolante que desce. Que desce, nunca para e que, além de não parar, aumenta cada vez mais sua velocidade para baixo. E o mais importante disto tudo é que estamos nesta escada. Assim, se nada fizermos, em pouco tempo estaremos no piso debaixo. Em seguida no de mais abaixo ainda, e assim sucessivamente, até que cheguemos sabe-se lá onde.

No entanto, se não quisermos que isto aconteça, devemos andar na escada rolante na direção contrária ao seu movimento (coisa que não se recomenda no mundo real). Mas, se apenas andarmos na direção contrária, na mesma velocidade da escada, isto evitará que desçamos, o que ainda não será suficiente para que caminhemos para cima. Se quisermos subir, temos que andar no sentido contrário ao da escada, porém, com velocidade superior à dela.

Trazendo esta parábola para o mundo em que vivemos, podemos perceber que ela muito se parece com que nos cerca. Senão, vejamos: muitas pessoas têm um emprego e, ao invés de buscarem seu desenvolvimento - aprendendo novas habilidades, competências - de forma que a empresa onde trabalham, sinta-se muito satisfeita com o resultado do seu trabalho, preferem reivindicar, buscar a justiça e outros artifícios para se manterem em seus empregos. Não que reivindicar ou recorrer à justiça seja algo reprovável; apenas são atitudes que devem ser tomadas em última instância. Seria o mesmo que desejar parar a escada rolante a fim de que ela não nos leve ao piso debaixo. Há muitas alternativas que podem e devem ser adotadas antes. Não vamos falar de ir à escola como a única, isto porque ela pode não estar ao alcance de muitos, embora sempre seja um caso a ser considerado.

Uma alternativa simples e barata são os livros. Eles estão por aí nas inúmeras bibliotecas públicas. O único trabalho é passar por lá, apanhá-los, lê-los e depois devolvê-los (esta última etapa é indispensável para que outras pessoas possam fazer o mesmo). Eles podem ser lidos no transporte público, nas horas vagas e até no trabalho (as empresas inteligentes já sabem que isto é bom, permitem e até incentivam esta prática). Claro que há livros mais fáceis e agradáveis de serem lidos e outros que nem tanto. O fato é que depois que se acostuma a lê-los, não se consegue mais parar (ah se todos os vícios fossem tão bons quanto este!).


Desta forma, a leitura se transforma em uma diversão que nos leva ao mundo dos fatos, das ideias e dos conceitos, sejam eles antigos ou novos. Forma-se um redemoinho em que cada vez mais informações chegam à nossa mente e, quando nos damos conta, já mudamos nossos conceitos, valores e entendimento de tudo aquilo que nos cerca. Esta tomada de consciência, sem dúvida alguma, levar-nos-á a adotar uma postura de avanço, de contribuição para as empresas e para o mundo; fará das pessoas empregados desejados, empreendedores de sucesso, pais conscientes, amigos de verdade e, por fim, cidadãos completos que farão deste mundo um lugar digno de se viver e de se compartilhar a vida.


publicado em 30/05/2007 originalmente em partes como: www.partes.com.br/emrhede/antoniolazarini/escadarolante.asp

A escada rolante

Antonio Lazarini

 Antonio Lazarini é palestrante e consultor
Site www.antoniolazarini.adm.br
 
Que o mundo gira, todos já sabem. Mas que o mundo é uma escada rolante, isto parece ser novo, até porque escada rolante não é coisa tão velha quanto o mundo. Porém, ainda há um detalhe a mais. O mundo é uma escada rolante que desce. Que desce, nunca para e que, além de não parar, aumenta cada vez mais sua velocidade para baixo. E o mais importante disto tudo é que estamos nesta escada. Assim, se nada fizermos, em pouco tempo estaremos no piso debaixo. Em seguida no de mais abaixo ainda, e assim sucessivamente, até que cheguemos sabe-se lá onde.

No entanto, se não quisermos que isto aconteça, devemos andar na escada rolante na direção contrária ao seu movimento (coisa que não se recomenda no mundo real). Mas, se apenas andarmos na direção contrária, na mesma velocidade da escada, isto evitará que desçamos, o que ainda não será suficiente para que caminhemos para cima. Se quisermos subir, temos que andar no sentido contrário ao da escada, porém, com velocidade superior à dela.

Trazendo esta parábola para o mundo em que vivemos, podemos perceber que ela muito se parece com que nos cerca. Senão, vejamos: muitas pessoas têm um emprego e, ao invés de buscarem seu desenvolvimento - aprendendo novas habilidades, competências - de forma que a empresa onde trabalham, sinta-se muito satisfeita com o resultado do seu trabalho, preferem reivindicar, buscar a justiça e outros artifícios para se manterem em seus empregos. Não que reivindicar ou recorrer à justiça seja algo reprovável; apenas são atitudes que devem ser tomadas em última instância. Seria o mesmo que desejar parar a escada rolante a fim de que ela não nos leve ao piso debaixo. Há muitas alternativas que podem e devem ser adotadas antes. Não vamos falar de ir à escola como a única, isto porque ela pode não estar ao alcance de muitos, embora sempre seja um caso a ser considerado.

Uma alternativa simples e barata são os livros. Eles estão por aí nas inúmeras bibliotecas públicas. O único trabalho é passar por lá, apanhá-los, lê-los e depois devolvê-los (esta última etapa é indispensável para que outras pessoas possam fazer o mesmo). Eles podem ser lidos no transporte público, nas horas vagas e até no trabalho (as empresas inteligentes já sabem que isto é bom, permitem e até incentivam esta prática). Claro que há livros mais fáceis e agradáveis de serem lidos e outros que nem tanto. O fato é que depois que se acostuma a lê-los, não se consegue mais parar (ah se todos os vícios fossem tão bons quanto este!).


Desta forma, a leitura se transforma em uma diversão que nos leva ao mundo dos fatos, das ideias e dos conceitos, sejam eles antigos ou novos. Forma-se um redemoinho em que cada vez mais informações chegam à nossa mente e, quando nos damos conta, já mudamos nossos conceitos, valores e entendimento de tudo aquilo que nos cerca. Esta tomada de consciência, sem dúvida alguma, levar-nos-á a adotar uma postura de avanço, de contribuição para as empresas e para o mundo; fará das pessoas empregados desejados, empreendedores de sucesso, pais conscientes, amigos de verdade e, por fim, cidadãos completos que farão deste mundo um lugar digno de se viver e de se compartilhar a vida.


publicado em 30/05/2007 originalmente em partes como: www.partes.com.br/emrhede/antoniolazarini/escadarolante.asp

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Demarcação Já - Dia Internacional dos Povos Indígenas

Demarcação Já - Dia Internacional dos Povos Indígenas

Intimidade com vendas!

Sérgio Dal Sasso

A competitividade faz com que o fator de convencimento para a troca de bens e serviços pese cada vez mais para a dependência do conhecimento e habilidade do gestor de negócios, muitas vezes mais do que a própria marca representada.
A conquista de uma única venda até pode ser por impulso. Mas para gerar garantia de permanência ativa nos relacionamentos de negócios deve-se antecipar a visão do que acreditamos ser bom para o amanhã, fazendo hoje a surpresa responsável pela sua visibilidade e aceitação.
Para continuar despertando interesse, os detalhes de um observador atento pesarão como diferencial as soluções de avanço do negócio representado. Todas as percepções de mudanças comportamentais do mercado devem ser incorporadas ao perfil do gestor de vendas, que terá que superar suas atenções e empenhos relacionados com conquistas de metas, adicionando ambição e crescimento para a produção de ações que garantam qualidade e projeções necessárias a sua própria evolução.
Vender está muito mais para geração adicional de suporte e assistência, do que a própria e correta entrega dos itens previamente contratados. É desta forma que oferecemos motivos reais para transformar presença em uma bem quista e indispensável necessidade.

 

Intimidade com vendas!

Sérgio Dal Sasso

A competitividade faz com que o fator de convencimento para a troca de bens e serviços pese cada vez mais para a dependência do conhecimento e habilidade do gestor de negócios, muitas vezes mais do que a própria marca representada.
A conquista de uma única venda até pode ser por impulso. Mas para gerar garantia de permanência ativa nos relacionamentos de negócios deve-se antecipar a visão do que acreditamos ser bom para o amanhã, fazendo hoje a surpresa responsável pela sua visibilidade e aceitação.
Para continuar despertando interesse, os detalhes de um observador atento pesarão como diferencial as soluções de avanço do negócio representado. Todas as percepções de mudanças comportamentais do mercado devem ser incorporadas ao perfil do gestor de vendas, que terá que superar suas atenções e empenhos relacionados com conquistas de metas, adicionando ambição e crescimento para a produção de ações que garantam qualidade e projeções necessárias a sua própria evolução.
Vender está muito mais para geração adicional de suporte e assistência, do que a própria e correta entrega dos itens previamente contratados. É desta forma que oferecemos motivos reais para transformar presença em uma bem quista e indispensável necessidade.

 

terça-feira, 8 de agosto de 2017

60 minutos - raizes para um sonho executável

Sérgio Dal Sasso


Um brinde as raízes e preservações culturais manifestadas em formas e gêneros que fazem desse
Sérgio Dal Sasso, educador em gestão de negócios.
País algo tão diferente e especial. No carnaval, alimentado na base de um vinho do sul, uma cerveja ou uma Cajuína do nordeste podemos sentir o pulsar uniforme, aonde cada origem e tradição conquista e produz seus momentos em uma fotografia única de demonstração da felicidade.
Nesse momento de festas aonde a receita se integra pelo turismo da alegria, não se mede os valores necessários, já que cada um faz a sua alegria da forma como pode, e o que vale disso tudo é a união pelo coração diante da magnitude do que representa a criação, execução e resultados do que chamamos carnaval nacional.
Nessa revelação anual de criatividade e técnica conseguimos sempre demonstrar que uma grande resposta tem que ser recheada de amor, de superação e que tudo que deve ser produzido ou servido tem que ter um coração executor que trabalha em paralelo com conceito de “manter o feliz acima de tudo”.  
É no ritmo precioso das baterias, no conjunto enriquecido de gente, harmonia e imagens aonde demonstramos que um tema proposto é resultado da pratica contínua para se chegar ao início, garantir a evolução no meio e conquistar a finalização pretendida ao final e sempre dentro das regras pré-definidas.
Que possamos avançar pela reflexão de que a verdadeira e justa política pode ser ricamente desenvolvida quando se oferece a oportunidade real aos seus executores, que por sinal nesse caso é o povo “sem gravata”, que sempre nos oferta com a lição de quem consegue comandar esse País por quatro dias, mostrando o como deveriam ser os 360 restantes quando se permite que o criativo não fique retido por falta de incentivo.
Entre tantas emoções os amores revelam seus cenários pelas paixões. Que isso tudo não tenha o fim nas cinzas das quartas feiras.

publicado em 16/03/2009 como www.partes.com.br//emrhede/dalsasso/60minutos.asp

Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano

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