terça-feira, 10 de janeiro de 2012

"A gente só qué passá!"



O trânsito caótico não é “privilégio” das metrópoles: cidades médias já sofrem com ele!
A maior vítima desse contexto é a mobilidade urbana, com implicações diretas no comportamento das pessoas.
Como alternativa para “fugir” dos congestionamentos, profissionais e empresas recorrem às motocicletas, mais ágeis e baratas, cujas vendas dispararam, transformando-as em meio de vida para muitos, criando até novas funções, como os “motoboys”, hoje, sinônimo de “delivery”, tipo exportação.
Isso é muito bom para os clientes, mas a baixa remuneração por entrega, associada à intempestividade de seus condutores, têm aumentado dramaticamente o índice de acidentes com motociclistas.
O “marketing” da “sensação de liberdade” sem limites, também contribui para esse quadro, pois a publicidade parece ter subido à cabeça de alguns motociclistas, que perderam completamente a noção de perigo.
Faixas exclusivas são criadas, mas desrespeitadas. O trânsito está parado, mas alguns insistem em pilotar sobre as faixas divisórias, em alta velocidade; ultrapassando pela direita, inclusive em cruzamentos, com direito a “fechadas” e “costuradas” monumentais; pilotando na contramão, etc.
A frase do personagem “motoboy”, de Marco Luque, exemplifica perfeitamente a irresponsabilidade quase infantil de alguns deles: “A gente só qué passá!”.
A impunidade também contribui para essa escalada de abusos e acidentes, pois carros e caminhões são objetos de legislações rigorosas sobre trânsito e emissão de poluentes, que ainda não foram estendidas às motos, ou a fiscalização faz “vistas grossas”.
Aliás, porque as placas de motos são menores que as dos demais veículos? Os traseiros dos pilotos, salvo engano, são maiores do que as utilizadas em carros!
Outro dia, presenciei uma cena que demonstra bem essa inconsequência “cultural”:
Estava com meu carro parado, no sinal, quando escutei um ruído na lataria. Olhei e vi que um motociclista havia se enfiado entre o meu e o carro ao lado. Havia três pessoas sobre a moto: o piloto, uma mulher e, entre eles, uma criança. O piloto, após passar, começou a mexer no pé da criança que, espremida entre os dois tinha as pernas mais abertas.
Fora o pé da criança que havia batido no carro! Dependendo da situação e velocidade, ela poderia ter sofrido uma fratura gravíssima!
Para piorar, ela estava sem capacete!
Quando o sinal abriu, o piloto partiu, ziguezagueando, o que me inspirou cuidado ainda maior para ultrapassá-lo.
Alertei e passei a uma distância segura, para constatar que, como se não bastasse, o condutor pilotava com uma mão, enquanto falava ao celular... E continuou assim ao entrar numa rua, sem preferência, cruzando-a sem reduzir velocidade.
Irresponsabilidade análoga também pode ser encontrada em motoristas e ciclistas, e incentivar tipo “A” ou “B” de veículo não significa tolerar indefinidamente atos inseguros ou ilegais.
Para coibi-los, campanhas de orientação são indispensáveis. Mas, é fundamental acabar com essa impunidade festiva e potencialmente mortal.

Dias depois...




Pedro Coimbra


            O genial Albert Einstein dizia que o tempo é pura ilusão. A distinção entre passado, presente e futuro não passa de uma firme e persistente ilusão. Viver o presente, remédio certeiro de Padre Sérgio para a depressão. Algum tempo após o início do Ano Novo esta definição do homem que reinventou a Física me vem a cabeça. Ou seja, esta história da duração dos anos em tantos dias e o início de outros é apenas uma grande balela inventada pelos humanos. Como o artifício que os roteiristas de cinema e tevê utilizam para marcar a passagem do tempo: dias depois. No fundo servem de argumentos para as inúmeras promessas que fazemos e não cumprimos.
      Com esta chuvinha maneira bom seria ler as 2444 páginas que compõem os três volumes que englobam os sete romances de "Em busca do tempo perdido", do escritor francês Marcel Proust, que tem como tema principal a memória e o tempo. Decido, porém, me dedicar a outros dois calhamaços: “O Mago”, de Fernando Morais e “Steve Jobs”, de Walter Isaacson. Duas biografias: a primeira de Paulo Colho, escritor brasileiro que vendeu milhões de exemplares de seus livros e a segunda do gênio da informática, morto, dizem, por pura burrice.
Confesso que não via a produção de Paulo Coelho com bons olhos, mas a idade nos faz repensar diversos temas delicados. Nesta biografia anseio pela descrição de seu relacionamento com Raul Seixas. Deste gênio da música tupiniquim contei para um fã absoluto, que é o Ricado Silva, sobre um show do artista no Parque Lage, no Rio de Janeiro. Convidaram a banda do meu irmão afetivo Francisco Junior para realizar o “esquenta”. Tocaram todo o seu repertório, o possível e o impossível e Raul Seixas não apareceu para sua apresentação. Finalmente, o público perdeu a parciência e quebrou tudo.
Dois outros livros que pretendo ler em 2012 são, “O  X da questão”, de Eike Batista, que me atrai pela maneira como enfrenta a vida profissional e pessoal e “Crônicas de Um Sonho Interrompido”, do meu amigo Paulo Rodarte, que depois de muitas tentativas encontrou finalmente uma editora.
Nas memórias do tempo passado, computo as perdas muito sentidas do meu cunhado Nélson Carvalho, companheiro de vários réveillons, que se foi de mansinho como era seu jeito e a da Tia Ione, que gozava de nossa afeição e que partiu aos 92 anos de idade.
Felizmente, em família, com ajuda de Deus, vencemos muitas enfermidades graves.
Viajando passamos o ano muito preocupados com o octogenário Tio Batista, em sérias dificuldades de saúde. Logo ele que foi um lutador, de operário da ferrovia a ourives.
O Réveillon de 2012 nos encontrou em São Paulo, uma grande metrópole que me assusta até hoje. Sempre me recordo do choque cultural que deve ter sido a mudança do interior de Minas Gerais para cá, dos meus tios Célio, Teda, Tonho, Norma e João, nas décadas de 50 e 60.
Comemoramos o Ano Novo mais precisamente no Hotel Macksoud Plaza, numa grande ceia e muita música. Foi ali, a poucos passos de Henry, dono do hotel, ex-dono da revista Visão, da Hidroservice e de vários outros empreendimentos que senti a materialidade do tempo que passou, capaz de atingir tanto coisas, como pessoas.
Sem contar o prazer de assistir junto com o Rodrigo, Mere e Julia, ao final da São Silvestre, com os quenianos e o etíope Tariku Bekele vencedor passando  a poucos  metros de nós e Marilson em oitavo lugar. Tudo debaixo de um temporal de verão...
No rol das boas notícias do ano que finda e do que nasce, a vinda de Francisco, filho do meu cunhado Reginaldo e de Ana Paula.
Outra notícia alvissareira é que o portal Lavras 24 Horas está consolidado como órgão de informação com mais de um milhão de acessos, fruto da parceria com Flávio Mazzochi, Francisco Buscarolli, Adriano Camilo, Marco Aurélio Bissoli e Ricardo Silva. Além dos colunistas, os parceiros institucionais e os anunciantes.
Espero que se realize em 2012, a divulgação do livro “Ás margens do rio Grande”, um relatório sobre o patrimônio histórico e natural do Aproveitamento do Funil que foi coordenado por mim.
E entremeio das eleições municipais que prometem muita confusão, como sempre, escreverei tranqüilo meu romance “Meus amores, Mariana e Bruna” ou “Dançando no escuro”..., que são títulos provisórios.

Em busca da excelência em sala de aula

Em busca da excelência em sala de aula

Negócios responsáveis



Carlos Augusto Pires*

            Há algum tempo, percebemos que o tema “responsabilidade” tem adquirido dimensão e importância cada vez maiores, relacionando-se a áreas como a social, ambiental, moral, ética... Hoje, tornou-se fator inerente e está na pauta de discussão de qualquer atividade desenvolvida por indivíduos, grupos, instituições, entidades, governos ou corporações. E é justamente a amplitude com que a “responsabilidade” tem sido assumida pelos diferentes agentes da sociedade que vem atingindo patamares inimagináveis, quando a comparamos com referências de um passado não muito distante.
            Um exemplo da evolução dos padrões de responsabilidade – seja por exigência dos consumidores, de governos, de instituições, de princípios sociais, ou, até, por iniciativa das empresas – pode ser percebido no conteúdo de três resoluções firmadas durante o “The Global Summit 2011” (Encontro Global 2011), evento realizado este ano, em Barcelona (Espanha), pelo “The Consumer Goods Forum” (Fórum dos Bens de Consumo), rede mundial de líderes do varejo, indústria de alimentos e bebidas, bens de consumo e prestadores de serviços dedicada a iniciativas relacionadas aos seguintes pilares estratégicos: tendências emergentes; sustentabilidade; saúde e segurança; excelência operacional; troca de conhecimentos e desenvolvimento de pessoas.
            As três resoluções aprovadas, debatidas por um grupo de líderes empresariais eespecialistas e que serão sugeridas como princípios às corporações de todo o mundo, estabelecem os seguintes objetivos: garantir o acesso e a disponibilidade de produtos e serviços que estimulem entre as pessoas a adoção de dietas e estilos de vida mais saudáveis; oferecer informações transparentes que auxiliem o consumidor a tomar decisões embasadas; e desenvolver programas educacionais para ampliar a consciência e estimular a adoção de estilos de vida mais saudáveis.
            É interessante perceber a preocupação dos líderes empresariais em contribuir para a solução de problemas que, em um primeiro momento, poderiam ser qualificados como de saúde pública. Mas, afinal, as empresas têm de ser responsáveis a ponto de estimular hábitos mais saudáveis, mesmo que isso possa aparentemente afetarseus próprios interesses comerciais? A resposta é um definitivo sim.
            Mesmo diante do apelo do livre consumo, o mercado (formado em sua base justamente por consumidores) exige que as empresas ofereçam produtos e serviços saudáveis às pessoas (e até, eventualmente, aos animais), atuem com responsabilidade e demonstrem, de fato, suas preocupações e atitudes nesses sentidos. Para chegar a isso, é imprescindível desenvolver uma comunicação transparente, que agregue informações esclarecedoras para orientar as pessoas no sentido de tomarem as decisões mais oportunas em cada caso. Também é essencial contar com o apoio de dados, informações, pesquisas e apurações científicas que deem suporte adequado à confirmação de que tais produtos e serviços oferecidos são realmente saudáveis como se indica.
            Cuidar para que o consumidor saiba o que é bom para si ou para seus familiares e semelhantes passou a ser uma obrigação das empresas. Ser responsável significa atuar pensando em todos os impactos que as corporações podem provocar, seja no que diz respeito às pessoas, ao meio ambiente ou à sociedade como um todo. É tarefa, portanto, das organizações exercitar de modo transparente e inteligente a adequação de produtos e serviços, seus processos e suas relações com seuspúblicos. Nesse sentido, é preciso investir forte no uso da criatividade, em pesquisa e inovação. A equação é simples: oferecer produtos e serviços confiáveis, somado a uma atuação responsável dedicada a todos as entidades que dão forma à sociedade, resulta em melhor percepção do que as corporações têm a oferecer e de sua própria existência, o que redunda, em geral, em resultados melhores e sustentados.
            Além disso, países como o Brasil, em que os recursos naturais disponíveis têm sido verdadeiros garotos-propaganda do avanço da atividade econômica, precisam ter atenção redobrada em relação à forma como suas empresas, instituições, entidades e governos tratam e lidam com o meio ambiente, especialmente no que diz respeito à exploração e à gestão desses recursos, visando sempre o tão desejado desenvolvimento sustentado.
            Ao final, percebemos que a noção de responsabilidade sobre o bem-estar dos indivíduos, anteriormente considerada uma incumbência do Estado, está hoje sendo dividida por toda a sociedade, inclusive pelas empresas que a compõem. Essa não é apenas uma tendência, mas sim um caminho que vem se consolidando e que exigirá dos empreendedores atenção e determinação para que sigam no rumo acertado e garantam a sustentabilidade do próprio negócio e dos sistemas que o envolvem.

*Carlos Augusto Pires é sócio responsável pelas áreas de Consumer Markets - Brasil e Audit-SP da KPMG no Brasil. 

Negócios responsáveis



Carlos Augusto Pires*

            Há algum tempo, percebemos que o tema “responsabilidade” tem adquirido dimensão e importância cada vez maiores, relacionando-se a áreas como a social, ambiental, moral, ética... Hoje, tornou-se fator inerente e está na pauta de discussão de qualquer atividade desenvolvida por indivíduos, grupos, instituições, entidades, governos ou corporações. E é justamente a amplitude com que a “responsabilidade” tem sido assumida pelos diferentes agentes da sociedade que vem atingindo patamares inimagináveis, quando a comparamos com referências de um passado não muito distante.
            Um exemplo da evolução dos padrões de responsabilidade – seja por exigência dos consumidores, de governos, de instituições, de princípios sociais, ou, até, por iniciativa das empresas – pode ser percebido no conteúdo de três resoluções firmadas durante o “The Global Summit 2011” (Encontro Global 2011), evento realizado este ano, em Barcelona (Espanha), pelo “The Consumer Goods Forum” (Fórum dos Bens de Consumo), rede mundial de líderes do varejo, indústria de alimentos e bebidas, bens de consumo e prestadores de serviços dedicada a iniciativas relacionadas aos seguintes pilares estratégicos: tendências emergentes; sustentabilidade; saúde e segurança; excelência operacional; troca de conhecimentos e desenvolvimento de pessoas.
            As três resoluções aprovadas, debatidas por um grupo de líderes empresariais eespecialistas e que serão sugeridas como princípios às corporações de todo o mundo, estabelecem os seguintes objetivos: garantir o acesso e a disponibilidade de produtos e serviços que estimulem entre as pessoas a adoção de dietas e estilos de vida mais saudáveis; oferecer informações transparentes que auxiliem o consumidor a tomar decisões embasadas; e desenvolver programas educacionais para ampliar a consciência e estimular a adoção de estilos de vida mais saudáveis.
            É interessante perceber a preocupação dos líderes empresariais em contribuir para a solução de problemas que, em um primeiro momento, poderiam ser qualificados como de saúde pública. Mas, afinal, as empresas têm de ser responsáveis a ponto de estimular hábitos mais saudáveis, mesmo que isso possa aparentemente afetarseus próprios interesses comerciais? A resposta é um definitivo sim.
            Mesmo diante do apelo do livre consumo, o mercado (formado em sua base justamente por consumidores) exige que as empresas ofereçam produtos e serviços saudáveis às pessoas (e até, eventualmente, aos animais), atuem com responsabilidade e demonstrem, de fato, suas preocupações e atitudes nesses sentidos. Para chegar a isso, é imprescindível desenvolver uma comunicação transparente, que agregue informações esclarecedoras para orientar as pessoas no sentido de tomarem as decisões mais oportunas em cada caso. Também é essencial contar com o apoio de dados, informações, pesquisas e apurações científicas que deem suporte adequado à confirmação de que tais produtos e serviços oferecidos são realmente saudáveis como se indica.
            Cuidar para que o consumidor saiba o que é bom para si ou para seus familiares e semelhantes passou a ser uma obrigação das empresas. Ser responsável significa atuar pensando em todos os impactos que as corporações podem provocar, seja no que diz respeito às pessoas, ao meio ambiente ou à sociedade como um todo. É tarefa, portanto, das organizações exercitar de modo transparente e inteligente a adequação de produtos e serviços, seus processos e suas relações com seuspúblicos. Nesse sentido, é preciso investir forte no uso da criatividade, em pesquisa e inovação. A equação é simples: oferecer produtos e serviços confiáveis, somado a uma atuação responsável dedicada a todos as entidades que dão forma à sociedade, resulta em melhor percepção do que as corporações têm a oferecer e de sua própria existência, o que redunda, em geral, em resultados melhores e sustentados.
            Além disso, países como o Brasil, em que os recursos naturais disponíveis têm sido verdadeiros garotos-propaganda do avanço da atividade econômica, precisam ter atenção redobrada em relação à forma como suas empresas, instituições, entidades e governos tratam e lidam com o meio ambiente, especialmente no que diz respeito à exploração e à gestão desses recursos, visando sempre o tão desejado desenvolvimento sustentado.
            Ao final, percebemos que a noção de responsabilidade sobre o bem-estar dos indivíduos, anteriormente considerada uma incumbência do Estado, está hoje sendo dividida por toda a sociedade, inclusive pelas empresas que a compõem. Essa não é apenas uma tendência, mas sim um caminho que vem se consolidando e que exigirá dos empreendedores atenção e determinação para que sigam no rumo acertado e garantam a sustentabilidade do próprio negócio e dos sistemas que o envolvem.

*Carlos Augusto Pires é sócio responsável pelas áreas de Consumer Markets - Brasil e Audit-SP da KPMG no Brasil. 

A vida está aí...


Por que será, que algumas pessoas se recusam em ser alegres, e preferem abraçar a tristeza? Por que elas se obrigam a acomodar no incômodo, a se satisfazer com o insatisfatório? Qual a finalidade em manter um longo e próspero caso de amor com uma maneira de viver que causa desconforto? Por que será, que estas pessoas insistem tantas vezes em permanecer em situações que lhes desagradam? Em repetir comportamentos e viver relacionamentos que lhes causam sofrimentos? Reclamam do emprego, do (a) parceiro (a), do lugar onde vivem, das pessoas com as quais se relacionam, da vida que levam... Mas não fazem absolutamente nada para mudar. 

Quantas vezes nos percebemos novamente repetindo situações desagradáveis em nossas vidas, mesmo tendo nos prometido por diversas vezes que nunca mais aceitaríamos passar por aquilo novamente! Temos tanta dificuldade e tanta resistência em pelo menos tentar ser feliz, que nos agarramos de forma desesperada e sofrida em situações e relacionamentos que nos impedem de realmente viver, de ir ao encontro de uma felicidade sonhada. Incrível perceber as inúmeras justificativas que usamos, para permanecer em situações e termos comportamentos que nos prejudicam. 

Insistimos em usar escoras, muitas vezes por comodismo. Ou será por medo de realmente dar certo e ser feliz! Vivemos tantas vezes em estado de quase letargia e de total comodismo diante do que nos incomoda, como se não houvessem outras alternativas, como se fosse impossível viver de outra forma. Nos forçamos tantas vezes a tentar conviver com situações que nos provocam insatisfações. Passamos às vezes uma vida inteira nos forçando a aceitar o inaceitável. Insistimos em querer nos conformar e aprender a conviver com o intolerável, mesmo sabendo a todo instante o mal que isso nos faz. 

Esquecemos tantas vezes que o mundo é dinâmico, que a vida sempre está em movimento. Não adianta se esforçar para não enxergar e insistir em ignorar, pois os caminhos existem e são muitos. E bastante variados também! Mas nos negamos tantas vezes em vê-los! Resistimos tanto em tomarmos decisões, em trilharmos outros caminhos, mesmo quando constatamos ser a melhor solução. De onde será que origina esta dificuldade em se permitir ser feliz? Só para lembrar: por mais que você insista em se manter estático, a vida continua, ela não pára para te esperar! 

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

  Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a  Embrapa  marca presença n...