segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Natal!



Época em que, muitas pessoas naturalmente, outras automaticamente (levadas pela magia do espírito natalino, ou talvez pelos apelos das propagandas), deixam aflorar sentimentos, que no decorrer do ano ficaram esquecidos ou mesmo reprimidos.

A solidariedade, a fraternidade, o comportamento gentil, muitas vezes aparecem em pessoas que, em outra época do ano, são constantemente egoístas, individualistas e arrogantes.

Que bom, se ao longo do ano, mais pessoas se comportassem como nesta época! Que maravilha, se estas pessoas perdessem o medo e a vergonha de serem boas, honestas, fraternas, solidárias e gentis. Que mundo realmente melhor, poderíamos ajudar a construir..

Se os pais, que apesar de todos os compromissos, fizessem como fazem nesta época, quando arrumam um tempinho para comprar o presente do filho, e ao longo do ano, arrumassem também um tempinho para darem atenção para estes filhos!

Se os casais que trocam presentes, trocassem ao longo do ano, gestos e palavras carinhosas!

Se a alegria com que tantas famílias preparam e comemoram a festa do Natal, se incorporasse à rotina, e em todas os dias do ano, as pessoas se abraçassem mais, distribuíssem mais sorrisos, fossem afetuosas naturalmente!

Se as confraternizações em locais de trabalho, não se restringissem meramente a uma comemoração de final de ano, mas fossem extensivas a todos os dias! 

Não desisto de desejar, que este espírito de generosidade que aflora em boa parte da humanidade nesta época do ano crie raízes profundas e se torne uma árvore frondosa e frutífera durante o ano inteiro, e em todos os anos...

domingo, 18 de dezembro de 2011

Terceira história



A primeira história do Santos FC começou a ser contada em 1935, quando o Alvinegro conquistou seu primeiro Campeonato Paulista!
Ele já vinha incomodando os “grandes” da capital desde sua fundação e tinha uma característica diferenciada: não era time formado por colônia.
Sua segunda história, a mais brilhante até agora, começo a ser escrita em 1955, “carimbando” a faixa do campeão do IV Centenário, ganhando seu segundo título paulista e iniciando uma fase tão maravilhosa, que pode se dizer que só não ganhou todos os títulos que disputou porque preferiu correr o mundo, divulgando o futebol-arte!
Aliás, foi nessa fase que o futebol brasileiro perdeu o “complexo de vira-lata”, expressão cunhada por Nelson Rodrigues.
O time que começava com Gilmar, no gol, e terminada com o ataque mais temido da história do futebol: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe encantou o mundo, sendo o primeiro time que não era de capital a conquistar títulos importantes, tendo como ápice as Libertadores da América e Mundiais de 1962 e 63.
Será que as pessoas têm real noção do que isso significou e significa para o futebol brasileiro!
Obviamente, futebol - ainda mais para os brasileiros! - é pura paixão! Assim, as torcidas adversárias nunca darão o merecido valor às conquistas dos adversários, mesmo que esses tenham tantos diferenciais como é o caso do Santos FC.
Prova disso é que um antigo e anacrônico comentarista esportivo dos anos de 1970 - que entendia tanto de futebol que teve que passar “máquina zero” na cabeça, ao vivo, na TV, por ter perdido aposta em que afirmara que Mirandinha, do São Paulo, não marcaria gol no Palmeiras -, logo após Pelé parar sentenciou: “O Santos acabou!”.
De fato, o Alvinegro “pisou no freio” por algum tempo. Mesmo assim, conquistou alguns títulos de expressão em 1978, 84, 97 e 98.
E a terceira história?
Bem, esta começou a ser escrita em 2002, com o fantástico título brasileiro, que teve Diego e Robinho como protagonistas.
E para acabar de vez com o discurso batido dos adversários, de que “o Santos vivia de passado”, vieram mais um brasileiro, 2004; dois bicampeonatos paulistas: 2006/07 e 2010/11; a Copa do Brasil de 2010 e, enfim, a terceira Libertadores da América, ápice, até o momento, da geração de Neymar e Ganso.
É verdade que tomamos um “vareio” do Barcelona, para alegria dos adversários do Alvinegro. O Santos jogou com medo! Neymar, Ganso e Borges foram uma pálida imagem do que normalmente fazem, enquanto Messi & Cia. fizeram a apoteose do futebol, fazendo jus a tudo que se fala do fantástico time catalão.
Eu esperava muito mais do Alvinegro, não nego. No entanto, quem poderá negar os méritos que levaram o Santos à final do Campeonato Mundial Interclubes? Ou que o Alvinegro é um dos maiores times da história do futebol brasileiro?
Futebol é paixão e não dá para esperar racionalidade do torcedor apaixonado. Mas, a história não é escrita pela paixão...
Parabéns, Barcelona! Mas, em qualquer tempo, Santos, sempre Santos!

sábado, 17 de dezembro de 2011

NOSSO LIVRO COM EMBALAGEM PARA PRESENTE!




MANHÃ DO DIA 15/12/2011 NA UNIDADE DE SAÚDE 24h.






UNIDADE DE SAÚDE 24 HORAS DO BOA VISTA_MANHÃ DE 15/12/2011. MUITO OBRIGADA!

*


As ações do PROJETO DE LEITURA CRIANÇA FELIZ acontecem sempre com o objetivo de alegrar a criança com o gosto pelo livrinho de literatura. Na manhã do dia 15 de dezembro estivemos em uma UNIDADE DE SAÚDE! De acordo com a equipe de funcionárias que nos atendeu, o gesto de levar algo para as crianças que estavam na sala de espera foi visivelmente AMENIZADOR DE SOFRIMENTO!

*


As crianças receberam o livrinho de literatura "TIGER, a Tartaruguinha de Estimação", (da autora Claudia Ivanike) e uma tartaruguinha de brinquedo movimentada à corda. Uma GRAÇA! Tudo isso é possível com a permissão de DEUS, com a solidariedade de muitas pessoas! O PROJETO DE LEITURA CRIANÇA FELIZ agradece a participação de todos os amigos e deseja um excelente final de ano! PARTES MIRIM.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O DIA NASCEU FELIZ!



O Santos FC foi ao Japão com uma tarefa obrigatória e não tão simples, como alguns poderiam crer e o Internacional sentiu na pele: vencer a semifinal!
Essa tarefa tornou-se ainda mais complexa quando seu adversário foi definido: o campeão japonês, que conta com três brasileiros: dois dentro e um fora de campo.
A torcida santista surpreendeu, comparecendo em grande número ao estádio, apesar da maratona que deve ter sido a viagem e do frio.
Um torcedor rival, num programa de rádio, demonstrando uma solene dor de cotovelo, além de sérios problemas de visão e raciocínio, “tirou onda” do Santos, dizendo que, se o Alvinegro da Vila for campeão, talvez consiga mais uns cinco torcedores... A resposta do apresentador foi perfeita: “Se maior torcida fosse garantia de título, a China seria campeã de tudo!”.
Francamente, o que importa é aonde a gente chega por méritos! E o Santos está lá com todos eles, dentro e fora de campo!
E assim foi que, superando o nervosismo da estreia e o fato de jogar contra um time da casa, o Alvinegro conseguiu uma bela vitória coletiva, mostrando que Neymar é muuuuito importante, mas que tem companheiros que também sabem resolver.
É importante destacar que o Kashiwa Reysol não tinha nada de bobo, pois passar pelo Monterrey não era tarefa tão fácil. Nelsinho arrumou bem o time, com destaque para o lateral direito Sakai, autor do gol japonês e pretendido pelo Santos.
Nenhum dos gols do Alvinegro foram frutos da inocência da defesa adversária, mas da competência de Neymar e Borges, em abrir espaços mínimos para o arremate, em meio à forte marcação nipônica; e de Danilo, cobrando falta com perfeição, mostrando uma habilidade que ainda não era destaque em seu currículo.
Tivemos, ainda, bolas na trave e outros lances agudos, embora nossa defesa tenha voltado a inspirar preocupação.
Não dá para esconder que Durval, na lateral esquerda, é uma improvisação; e que Leo, vindo de contusão, talvez não aguente o “tranco” de 90 minutos contra o temível Barcelona. Adriano também faz falta num meio de campo onde Henrique não brilhou, Elano pouco apareceu e Ganso tem lampejos, mas ainda não está em plena forma.
Agora, passada a obrigação inicial - cumprida com méritos! -, o Santos tem pela frente a uma luta tipo Davi e Golias, uma missão quase impossível: vencer o Barça! A menos que o Al-Sadd promova a maior zebra da história do futebol mundial!
Mas, já que estamos falando de Davi e Golias, é bom lembrar que o Qatar fica por perto de onde essa história aconteceu...
Qual o segredo para vencer o Barcelona?
Não tem novidade desde que existe o futebol: marcar mais gols do que leva!
Para isso, no entanto, é preciso ter muita concentração, espírito coletivo, fé e, aproveitando a período pré-natalino, lembrar que só peru morre na véspera ou quando o jogo é na Argentina.
Kashiwa 1 x 3 Santos: o jogo foi na Terra do Sol Nascente, mas, foi aqui que o dia nasceu feliz!
Que venga el Barça! Ou não...

Coaching: O que fazer em 2012?


Por Isaac Pinski*

Imaginemos dois irmãos, solteiros, entre 30 e 35 anos, ambos formados em informática e amantes da música. Um faz dela o seu meio de vida e se torna músico profissional. O outro faz da música um hobby e se torna um profissional de TI de relativo sucesso, trabalhando como funcionário de uma organização que está exaurindo as suas energias, mas que lhe tem proporcionado promoções e crescimento material.

O primeiro preocupa sua família, que vê em sua escolha um comportamento imaturo e irresponsável, convencida de que a música não sustenta ninguém. O segundo atende às expectativas familiares através de uma escolha profissional sólida e segura.

O primeiro dos irmãos busca trabalhos esporádicos em bandas que se apresentam em sua cidade, evitando viagens e mudanças que, ao seu ver, prejudicariam a sua qualidade de vida.

O segundo cogita buscar ainda maior segurança, e se prepara para prestar um concurso público, pois acredita que, como funcionário público, terá uma vida mais tranqüila e garantirá seu futuro. A atividade que esse jovem exercerá, se aprovado, e sua realização com o trabalho público são, de longe, aspectos muito menos relevantes para ele do que a questão da segurança material.

Dois irmãos e duas posturas quase opostas em relação à vida e ao futuro. Um pode ser visto como romântico e irresponsável, o outro como materialista e pragmático. Quem está certo? Quem está errado?

Até que ponto é sensato despender tanto esforço, recursos e sacrifícios para se graduar em um curso superior para jogar pela janela tais conhecimentos sem nunca ter dado oportunidade de descobrir se é possível obter sua realização exercendo tal profissão? Num mundo ávido por resultados imediatos e por jovens geniais e multimilionários será que ainda há espaço para o desenvolvimento de uma carreira tradicional?

A impressão que se tem, observando o comportamento humano com o apoio das técnicas do coaching, é que as pessoas estão ficando sem referências e sem rumo. Desperdiçam seu tempo e seu talento. E pior, tornam-se pessoas infelizes e inseguras. E embora isso aconteça em todas as idades, é mais freqüente entre as pessoas com menos de 40 anos.

Nessas horas e para essas pessoas o coaching conduzido por profissionais éticos e competentes pode ser extremamente útil ao ajudar o indivíduo a definir seu norte e desenvolver formas de atingi-lo, suportando-o durante todo o processo. E o nosso herói decidirá seu caminho pela arte ou pela informática, pelo empreendedorismo ou pelo funcionalismo público, utilizando ou descartando seus conhecimentos adquiridos no curso superior. Mas com a convicção de quem sabe o que quer fazer em 2012.

Isaac Pinski é sócio-diretor da Pinski Consultoria, empresa focada em gestão empresarial. Com mais de 30 anos de experiência em diagnóstico organizacional, análise de processos, planejamento estratégico, logística integrada e comunicação interna. O executivo é Mestre em Administração pela FEA-USP, certificado como Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching e engenheiro aeronáutico formado pelo ITA.

Coaching: O que fazer em 2012?


Por Isaac Pinski*

Imaginemos dois irmãos, solteiros, entre 30 e 35 anos, ambos formados em informática e amantes da música. Um faz dela o seu meio de vida e se torna músico profissional. O outro faz da música um hobby e se torna um profissional de TI de relativo sucesso, trabalhando como funcionário de uma organização que está exaurindo as suas energias, mas que lhe tem proporcionado promoções e crescimento material.

O primeiro preocupa sua família, que vê em sua escolha um comportamento imaturo e irresponsável, convencida de que a música não sustenta ninguém. O segundo atende às expectativas familiares através de uma escolha profissional sólida e segura.

O primeiro dos irmãos busca trabalhos esporádicos em bandas que se apresentam em sua cidade, evitando viagens e mudanças que, ao seu ver, prejudicariam a sua qualidade de vida.

O segundo cogita buscar ainda maior segurança, e se prepara para prestar um concurso público, pois acredita que, como funcionário público, terá uma vida mais tranqüila e garantirá seu futuro. A atividade que esse jovem exercerá, se aprovado, e sua realização com o trabalho público são, de longe, aspectos muito menos relevantes para ele do que a questão da segurança material.

Dois irmãos e duas posturas quase opostas em relação à vida e ao futuro. Um pode ser visto como romântico e irresponsável, o outro como materialista e pragmático. Quem está certo? Quem está errado?

Até que ponto é sensato despender tanto esforço, recursos e sacrifícios para se graduar em um curso superior para jogar pela janela tais conhecimentos sem nunca ter dado oportunidade de descobrir se é possível obter sua realização exercendo tal profissão? Num mundo ávido por resultados imediatos e por jovens geniais e multimilionários será que ainda há espaço para o desenvolvimento de uma carreira tradicional?

A impressão que se tem, observando o comportamento humano com o apoio das técnicas do coaching, é que as pessoas estão ficando sem referências e sem rumo. Desperdiçam seu tempo e seu talento. E pior, tornam-se pessoas infelizes e inseguras. E embora isso aconteça em todas as idades, é mais freqüente entre as pessoas com menos de 40 anos.

Nessas horas e para essas pessoas o coaching conduzido por profissionais éticos e competentes pode ser extremamente útil ao ajudar o indivíduo a definir seu norte e desenvolver formas de atingi-lo, suportando-o durante todo o processo. E o nosso herói decidirá seu caminho pela arte ou pela informática, pelo empreendedorismo ou pelo funcionalismo público, utilizando ou descartando seus conhecimentos adquiridos no curso superior. Mas com a convicção de quem sabe o que quer fazer em 2012.

Isaac Pinski é sócio-diretor da Pinski Consultoria, empresa focada em gestão empresarial. Com mais de 30 anos de experiência em diagnóstico organizacional, análise de processos, planejamento estratégico, logística integrada e comunicação interna. O executivo é Mestre em Administração pela FEA-USP, certificado como Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching e engenheiro aeronáutico formado pelo ITA.

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

  Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a  Embrapa  marca presença n...