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sábado, 17 de dezembro de 2011
MANHÃ DO DIA 15/12/2011 NA UNIDADE DE SAÚDE 24h.

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As ações do PROJETO DE LEITURA CRIANÇA FELIZ acontecem sempre com o objetivo de alegrar a criança com o gosto pelo livrinho de literatura. Na manhã do dia 15 de dezembro estivemos em uma UNIDADE DE SAÚDE! De acordo com a equipe de funcionárias que nos atendeu, o gesto de levar algo para as crianças que estavam na sala de espera foi visivelmente AMENIZADOR DE SOFRIMENTO!
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As crianças receberam o livrinho de literatura "TIGER, a Tartaruguinha de Estimação", (da autora Claudia Ivanike) e uma tartaruguinha de brinquedo movimentada à corda. Uma GRAÇA! Tudo isso é possível com a permissão de DEUS, com a solidariedade de muitas pessoas! O PROJETO DE LEITURA CRIANÇA FELIZ agradece a participação de todos os amigos e deseja um excelente final de ano! PARTES MIRIM.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
O DIA NASCEU FELIZ!
O Santos FC foi ao Japão com uma tarefa obrigatória e não tão simples, como alguns poderiam crer e o Internacional sentiu na pele: vencer a semifinal!
Essa tarefa tornou-se ainda mais complexa quando seu adversário foi definido: o campeão japonês, que conta com três brasileiros: dois dentro e um fora de campo.
A torcida santista surpreendeu, comparecendo em grande número ao estádio, apesar da maratona que deve ter sido a viagem e do frio.
Um torcedor rival, num programa de rádio, demonstrando uma solene dor de cotovelo, além de sérios problemas de visão e raciocínio, “tirou onda” do Santos, dizendo que, se o Alvinegro da Vila for campeão, talvez consiga mais uns cinco torcedores... A resposta do apresentador foi perfeita: “Se maior torcida fosse garantia de título, a China seria campeã de tudo!”.
Francamente, o que importa é aonde a gente chega por méritos! E o Santos está lá com todos eles, dentro e fora de campo!
E assim foi que, superando o nervosismo da estreia e o fato de jogar contra um time da casa, o Alvinegro conseguiu uma bela vitória coletiva, mostrando que Neymar é muuuuito importante, mas que tem companheiros que também sabem resolver.
É importante destacar que o Kashiwa Reysol não tinha nada de bobo, pois passar pelo Monterrey não era tarefa tão fácil. Nelsinho arrumou bem o time, com destaque para o lateral direito Sakai, autor do gol japonês e pretendido pelo Santos.
Nenhum dos gols do Alvinegro foram frutos da inocência da defesa adversária, mas da competência de Neymar e Borges, em abrir espaços mínimos para o arremate, em meio à forte marcação nipônica; e de Danilo, cobrando falta com perfeição, mostrando uma habilidade que ainda não era destaque em seu currículo.
Tivemos, ainda, bolas na trave e outros lances agudos, embora nossa defesa tenha voltado a inspirar preocupação.
Não dá para esconder que Durval, na lateral esquerda, é uma improvisação; e que Leo, vindo de contusão, talvez não aguente o “tranco” de 90 minutos contra o temível Barcelona. Adriano também faz falta num meio de campo onde Henrique não brilhou, Elano pouco apareceu e Ganso tem lampejos, mas ainda não está em plena forma.
Agora, passada a obrigação inicial - cumprida com méritos! -, o Santos tem pela frente a uma luta tipo Davi e Golias, uma missão quase impossível: vencer o Barça! A menos que o Al-Sadd promova a maior zebra da história do futebol mundial!
Mas, já que estamos falando de Davi e Golias, é bom lembrar que o Qatar fica por perto de onde essa história aconteceu...
Qual o segredo para vencer o Barcelona?
Não tem novidade desde que existe o futebol: marcar mais gols do que leva!
Para isso, no entanto, é preciso ter muita concentração, espírito coletivo, fé e, aproveitando a período pré-natalino, lembrar que só peru morre na véspera ou quando o jogo é na Argentina.
Kashiwa 1 x 3 Santos: o jogo foi na Terra do Sol Nascente, mas, foi aqui que o dia nasceu feliz!
Que venga el Barça! Ou não...
Coaching: O que fazer em 2012?
Por Isaac Pinski*
Imaginemos dois irmãos, solteiros, entre 30 e 35 anos, ambos formados em informática e amantes da música. Um faz dela o seu meio de vida e se torna músico profissional. O outro faz da música um hobby e se torna um profissional de TI de relativo sucesso, trabalhando como funcionário de uma organização que está exaurindo as suas energias, mas que lhe tem proporcionado promoções e crescimento material.
O primeiro preocupa sua família, que vê em sua escolha um comportamento imaturo e irresponsável, convencida de que a música não sustenta ninguém. O segundo atende às expectativas familiares através de uma escolha profissional sólida e segura.
O primeiro dos irmãos busca trabalhos esporádicos em bandas que se apresentam em sua cidade, evitando viagens e mudanças que, ao seu ver, prejudicariam a sua qualidade de vida.
O segundo cogita buscar ainda maior segurança, e se prepara para prestar um concurso público, pois acredita que, como funcionário público, terá uma vida mais tranqüila e garantirá seu futuro. A atividade que esse jovem exercerá, se aprovado, e sua realização com o trabalho público são, de longe, aspectos muito menos relevantes para ele do que a questão da segurança material.
Dois irmãos e duas posturas quase opostas em relação à vida e ao futuro. Um pode ser visto como romântico e irresponsável, o outro como materialista e pragmático. Quem está certo? Quem está errado?
Até que ponto é sensato despender tanto esforço, recursos e sacrifícios para se graduar em um curso superior para jogar pela janela tais conhecimentos sem nunca ter dado oportunidade de descobrir se é possível obter sua realização exercendo tal profissão? Num mundo ávido por resultados imediatos e por jovens geniais e multimilionários será que ainda há espaço para o desenvolvimento de uma carreira tradicional?
A impressão que se tem, observando o comportamento humano com o apoio das técnicas do coaching, é que as pessoas estão ficando sem referências e sem rumo. Desperdiçam seu tempo e seu talento. E pior, tornam-se pessoas infelizes e inseguras. E embora isso aconteça em todas as idades, é mais freqüente entre as pessoas com menos de 40 anos.
Nessas horas e para essas pessoas o coaching conduzido por profissionais éticos e competentes pode ser extremamente útil ao ajudar o indivíduo a definir seu norte e desenvolver formas de atingi-lo, suportando-o durante todo o processo. E o nosso herói decidirá seu caminho pela arte ou pela informática, pelo empreendedorismo ou pelo funcionalismo público, utilizando ou descartando seus conhecimentos adquiridos no curso superior. Mas com a convicção de quem sabe o que quer fazer em 2012.
Isaac Pinski é sócio-diretor da Pinski Consultoria, empresa focada em gestão empresarial. Com mais de 30 anos de experiência em diagnóstico organizacional, análise de processos, planejamento estratégico, logística integrada e comunicação interna. O executivo é Mestre em Administração pela FEA-USP, certificado como Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching e engenheiro aeronáutico formado pelo ITA.
Coaching: O que fazer em 2012?
Por Isaac Pinski*
Imaginemos dois irmãos, solteiros, entre 30 e 35 anos, ambos formados em informática e amantes da música. Um faz dela o seu meio de vida e se torna músico profissional. O outro faz da música um hobby e se torna um profissional de TI de relativo sucesso, trabalhando como funcionário de uma organização que está exaurindo as suas energias, mas que lhe tem proporcionado promoções e crescimento material.
O primeiro preocupa sua família, que vê em sua escolha um comportamento imaturo e irresponsável, convencida de que a música não sustenta ninguém. O segundo atende às expectativas familiares através de uma escolha profissional sólida e segura.
O primeiro dos irmãos busca trabalhos esporádicos em bandas que se apresentam em sua cidade, evitando viagens e mudanças que, ao seu ver, prejudicariam a sua qualidade de vida.
O segundo cogita buscar ainda maior segurança, e se prepara para prestar um concurso público, pois acredita que, como funcionário público, terá uma vida mais tranqüila e garantirá seu futuro. A atividade que esse jovem exercerá, se aprovado, e sua realização com o trabalho público são, de longe, aspectos muito menos relevantes para ele do que a questão da segurança material.
Dois irmãos e duas posturas quase opostas em relação à vida e ao futuro. Um pode ser visto como romântico e irresponsável, o outro como materialista e pragmático. Quem está certo? Quem está errado?
Até que ponto é sensato despender tanto esforço, recursos e sacrifícios para se graduar em um curso superior para jogar pela janela tais conhecimentos sem nunca ter dado oportunidade de descobrir se é possível obter sua realização exercendo tal profissão? Num mundo ávido por resultados imediatos e por jovens geniais e multimilionários será que ainda há espaço para o desenvolvimento de uma carreira tradicional?
A impressão que se tem, observando o comportamento humano com o apoio das técnicas do coaching, é que as pessoas estão ficando sem referências e sem rumo. Desperdiçam seu tempo e seu talento. E pior, tornam-se pessoas infelizes e inseguras. E embora isso aconteça em todas as idades, é mais freqüente entre as pessoas com menos de 40 anos.
Nessas horas e para essas pessoas o coaching conduzido por profissionais éticos e competentes pode ser extremamente útil ao ajudar o indivíduo a definir seu norte e desenvolver formas de atingi-lo, suportando-o durante todo o processo. E o nosso herói decidirá seu caminho pela arte ou pela informática, pelo empreendedorismo ou pelo funcionalismo público, utilizando ou descartando seus conhecimentos adquiridos no curso superior. Mas com a convicção de quem sabe o que quer fazer em 2012.
Isaac Pinski é sócio-diretor da Pinski Consultoria, empresa focada em gestão empresarial. Com mais de 30 anos de experiência em diagnóstico organizacional, análise de processos, planejamento estratégico, logística integrada e comunicação interna. O executivo é Mestre em Administração pela FEA-USP, certificado como Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching e engenheiro aeronáutico formado pelo ITA.
Natal de Curitiba-Galeria de Luz
Fotos 01 e 02 - crédito de Jaelson Lucas
Fotos 03 e 04 - crédito de Pedro Ribas
CURITIBA SE ILUMINA PARA O NATAL
Com o espetáculo da Galeria de Luz, cidade se consolida como Capital do Natal
Tempo de compartilhar amor, esperança, paz e solidariedade. Uma data de confraternização e de reencontros para relembrarmos o nascimento de Jesus Cristo. Uma ocasião para celebrarmos a vida. Afinal, é Natal. E para tornar essa época ainda mais especial, Curitiba recebe um espetáculo inédito em todo o Brasil: a Galeria de Luz.
Composta por uma sequência de arcos e portais luminosos que proporcionam efeitos de perspectiva e profundidade, seguindo um esquema arquitetônico desenhado originalmente por Leonardo Da Vinci, a Galeria é uma obra do designer e artista italiano Valerio Festi, reconhecido por seus trabalhos no exterior, como a homenagem realizada no aniversário do terremoto de Kobe, no Japão, e a arquitetura de luz das Galeries Lafayette, em Paris, na França. As mais de 50 mil lâmpadas utilizadas criam desenhos que se revelam a cada passo do público.
Instalada em uma tradicional via da cidade, a Rua XV de Novembro, entre as ruas Barão do Rio Branco e Marechal Floriano Peixoto, a Galeria faz parte das atrações especiais que a Prefeitura de Curitiba, através do Instituto Municipal de Turismo, preparou para mais uma vez fazer de Curitiba a Capital do Natal. "É um espetáculo maravilhoso, surpreendente e que, com certeza, vai agradar a todos. Além de encantar curitibanos e turistas, esperamos fazer com que os visitantes permaneçam mais tempo na cidade", afirma Juliana Vosnika, presidente do Instituto.
O Desfile da Luz também integra o espetáculo, que tem incentivo da Lei Rouanet e apoio da Companhia Paranaense de Energia (Copel). Bailarinos e malabaristas locais percorrem toda a Galeria em 20 palcos móveis, levando magia e emoção para os espectadores através de um conto natalino inspirado na Itália do século XV que resgata toda a emoção do verdadeiro significado do Natal. São 50 artistas empenhados no show, que conta com a participação de bailarinos da Companhia de Dança Masculina Jair Moraes e coreografia do mâitre do Ballet Teatro Guaíra, Jair Moraes. A história é narrada pelo ator curitibano Luís Melo. "Também procuramos valorizar os artistas locais. 90% dos que participam do espetáculo são do Paraná", diz Juliana.
Além disso, no local também é possível fazer o Natal de alguém mais feliz. Ao lado da Galeria, há um painel de "Pinheiros de Luz", iluminado através de doações do público. A cada contribuição, a pessoa recebe uma lâmpada para instalar no grande painel. Com a ajuda de todos, um lindo mural luminoso será criado, e toda a renda arrecadada entregue a instituições parceiras da Fundação de Ação Social (FAS) e do Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC).
Programação completa
A Galeria de Luz fica em Curitiba até o dia 06 de janeiro. O Desfile da Luz acontece até 23 de dezembro, de terça a quinta-feira às 20h15 e sexta-feira às 21h30. Nos dias em que não há espetáculo, a Galeria também fica acesa e tem sonorização especial.
Além disso, o Instituto Municipal de Turismo preparou um portal exclusivo que reúne informações sobre todas as apresentações, feiras, decorações, exposições, manifestações religiosas, ações solidárias e os presépios que acontecem na cidade. "Dessa forma, fica muito mais fácil, para turistas e moradores de Curitiba, se programar para conferir os espetáculos desejados. Basta acessar www.curitibacapitaldonatal.com.br", explica Juliana.
Serviço:
Galeria de Luz
De 01 de dezembro a 06 de janeiro
Desfile da Luz
De 01 a 23 de dezembro - Terça a quinta-feira às 20h15 e sexta-feira às 21h30
Curitiba Capital do Natal
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Nevou na minha cidade!
Não estou falando de cidades do
Sul do Brasil, onde os flocos de gelo eventualmente dão o ar de sua graça. Falo
da “caliente” Santos, que continua linda e agora próspera, com: projetos de
expansão portuária, exploração do pré-sal e melhoria da infraestrutura
empresarial e turística, de lazer e cultura, a exemplo do que também acontece em
toda Baixada Santista, Costa da Mata Atlântica, sem descuidar do meio
ambiente.
Nevar em Santos?
Bem, é verdade que este ano tem
sido bem mais ameno que os anteriores, com temperaturas e dias bastante
agradáveis. De gelo, por aqui, só raríssimas chuvas de granizo.
Será que isso é efeito das
alterações climáticas? Pode ser, mas daí a nevar por aqui ainda levaria um tempo
razoável, que a gente prefere continuar vendo só em filmes de ficção
científica.
Mas neve faz parte do imaginário
dos povos tropicais, ainda mais em tempos natalinos. A gente pode adorar praia,
mas sonha em, ao menos uma vez na vida tocar esses flocos mágicos, fazer um
boneco de neve ou uma guerrinha de bolas. Confesso que, a primeira vez que vi
uma nevada pareci um menino diante de um brinquedo novo, bonito e inesperado,
embora soubesse que ela estaria lá, nos Alpes de um distante janeiro. Mesmo
assim, quando minha mulher anunciou que um “shopping” da cidade “faria nevar” no
sábado, e que não perderia isso por nada, apaixonada pelo Natal, meu lado
cético, cartesiano, de engenheiro logo conclui, pragmaticamente, que a tal
“neve” seria um jato d’água com detergente biodegradável, politicamente correto,
e que haveria alguns riscos envolvidos, como: escorregadelas, ardor nos olhos e
prejuízos irreparáveis aos penteados volumosos, a custa de litros de laquê, de
algumas senhorinhas.
No horário quase preciso, lá
estávamos nós, mulher filho e eu, diante do “shopping”, com todo aparato
preparado: isolamento viário; policiamento, para evitar ação de “amigos do
alheio”; Papai Noel; aparelhagem de som, entoando músicas de Natal,
etc.
Olhei para a fachada do imponente
edifício e, para minha satisfação científica, constatei vários dispositivos que,
ratificando minha previsão, estavam lá, prontos para produzir suas micro-bolhas
de sabão. Nada de surpreendente, a não ser o rosto iluminado de minha mulher -
que sempre se renova – e brilho adolescente de meu filho, que nunca deixará de
ser um menino aos meus olhos.
Quando o espetáculo mais do que
anunciado começou, no entanto, o ceticismo científico abriu alas e caminho para
o lado pueril, poético:
O céu estava limpo e não havia
vento significativo, pelo quê a “neve” caía com um leve bailado. As pessoas
aplaudiam, exclamavam, tiravam fotos. As crianças corriam para apanhar os
“flocos” no ar. Pessoas se abraçam. Desconhecidos se falavam como não fosse
assim. Os carros reduziam velocidade, os vidros eram abertos, todos com largos e
surpresos sorrisos.
De repente, calçada, rua e cabelos
estavam cobertos de neve. As senhorinhas dos volumosos penteados estavam lá, mas
pouco se importaram com o “estrago” e ainda aproveitaram para ensaiar
coreografias.
Até eu, em meio aqueles minutos de
magia, tomei minha musa nos braços e dancei ao som de antigas
canções.
Inegavelmente, foi uma ótima
iniciativa de “marketing” do “shopping”! Mas, prefiro ser um pouco mais
romântico e acreditar que é preciso sempre fugir da rotina, por mais previsível
que for o evento, para nunca esquecermos que a vida é muito mais do que
trabalho, regras, obrigações e compromissos.
Nevou em minha cidade, sim! E o
calor humano aqueceu todos os corações!
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