se emocionam mais, enfim se deixam levar pelos sentimentos com mais facilidade que os homens. A questão é: isso ajuda?
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Não adianta chorar
Sim, somos choronas! É fato. As mulheres choram mais,
se emocionam mais, enfim se deixam levar pelos sentimentos com mais facilidade que os homens. A questão é: isso ajuda?
se emocionam mais, enfim se deixam levar pelos sentimentos com mais facilidade que os homens. A questão é: isso ajuda?
Não adianta chorar
Sim, somos choronas! É fato. As mulheres choram mais,
se emocionam mais, enfim se deixam levar pelos sentimentos com mais facilidade que os homens. A questão é: isso ajuda?
se emocionam mais, enfim se deixam levar pelos sentimentos com mais facilidade que os homens. A questão é: isso ajuda?
Dilma Roussef e Michelle Bachelet participam de Conferência que reunirá 3 mil mulheres
A presidenta da República Dilma Rousseff e a ex-presidenta do Chile e diretora executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet, confirmaram participação na 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, coordenada pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SEPM) entre os dias 12 e 15 de dezembro, em Brasília. A presidenta Dilma participa da cerimônia de abertura do evento, ao lado da ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as mulheres. Já Michelle Bachelet faz palestra no dia 14 de dezembro.
Cerca de três mil mulheres estarão reunidas no Centro de Convenções Ulysses Guimarães para discutir e elaborar políticas públicas voltadas às mulheres brasileiras. Ao final da conferência, a SEPM espera avaliar e definir prioridades dentro do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, elaborado em 2007.
O Plano é resultado da mobilização realizada na II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres e está organizado em 11 eixos que representam temas prioritários e áreas de preocupação, levantados por representantes da sociedade civil organizada. Para cada eixo há objetivos e metas que se concretizam em 388 ações propostas.
Agora, o governo federal espera estabelecer prioridades dentre as propostas para a gestão do governo de Dilma Rousseff. Depois de enfrentar e alcançar conquistas em relação ao enfrentamento da violência - como a Lei Maria da Penha e a construção do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres - o governo, agora, debruça-se no debate sobre a construção da autonomia econômica e social das mulheres, fundamental para alcançar a igualdade entre os sexos.
A 3ª Conferência Nacional vai consolidar as propostas elaboradas nas conferências municipais e estaduais, que começaram em 1º de julho, e definir a responsabilidade do governo federal frente às demandas apresentadas pelos municípios. Cerca de 200 mil mulheres de todo o País estão envolvidas na mobilização que passou por 2.160 municípios brasileiros.
PROGRAMAÇÃO
3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres
Brasília, 12 a 15 de dezembro de 2011
Estrutura da Programação
Dia 12/12/2011 - Segunda-feira
18h às 21h: Solenidade de Abertura da 3ª CNPM
Dia 13/12/2011 - Terça-feira
8h às 10h30: Plenária de Abertura
Aprovação do Regulamento da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres
11h às 13h: projeto de país com igualdade entre mulheres e homens e sustentável
13h: Rodas de Conversa
Roda 1: Como pensar políticas que dêem conta da pluralidade
Roda 2: História das desigualdades entre homens e mulheres
Roda 3: Orçamento para políticas para as mulheres
Roda 4: Comunicação e mídia não discriminatórias
13h às 14h30: Almoço
14h30 às 17h30: Grupos de Trabalho
desenvolvimento sustentável (Eixo 1 do II PNPM: Autonomia econômica e igualdade no mundo do trabalho com inclusão social; Eixo 6 do II PNPM:
garantia de justiça ambiental, soberania e segurança alimentar e Eixo 7 do II PNPM: Direito à terra, moradia digna e infra-estrutura social nos meios rural e urbano, considerando as comunidades tradicionais ).
Todos os grupos de trabalho incorporam na sua discussão as dimensões de raça, orientação sexual e geracional
(Eixo 9 do II PNPM: Enfrentamento do racismo, sexismo e lesbofobia e Eixo 10 do II PNPM:Enfrentamento das
desigualdades geracionais que atingem as mulheres, com especial atenção às jovens e idosas).
18h às 20h: Painel 2 -
Enfrentamento do racismo e da lesbofobia: articulação necessária para o enfrentamento do sexismo
20h às 21h30: Jantar
22h: Show com Zélia Duncan
Dia 14/12/2011 - Quarta-feira
8h30 às 10h30: Painel 3 - Enfrentamento das desigualdades e a autonomia das mulheres
11h às 13h: Painel 4 - Plano Nacional de Políticas para as Mulheres: perspectivas e prioridades
13h: Rodas de Conversa
Roda 1: Um olhar internacional
Roda 2: Mulheres jovens e idosas - as políticas e as diferenças de geração
Roda 3: Relatos de experiências de gestão pública
Roda 4: Relatos de experiências de gestão pública - formação de gestoras e agentes públicos
13h às 14h30: Almoço
14h30 às 18h30: Grupos de Trabalho
Grupo de Trabalho 2: Autonomia Cultural (Eixos 2 do II PNPM: Educação inclusiva, não-sexista, não-racista e nãohomofóbica
e Eixo 8 do II PNPM: Cultura, comunicação e mídia, igualitárias, democráticas e não discriminatórias)
Grupo de Trabalho 3: Autonomia Pessoal (Eixo 3 do II PNPM: Saúde das mulheres, direitos sexuais e direitos
reprodutivos e Eixo 4 do II PNPM: Enfrentamento de todas as formas de violência contra as mulheres)
Grupo de Trabalho 4: Autonomia política, institucionalização e financiamento de políticas públicas para as mulheres (Eixos 5 do II PNPM: Participação das mulheres nos espaços de poder e decisão e Eixo 11 - gestão e monitoramento do Plano)
Todos os grupos de trabalho incorporam na sua discussão as dimensões de raça, orientação sexual e geracional
(Eixo 9 do II PNPM: Enfrentamento do racismo, sexismo e lesbofobia e Eixo 10 do II PNPM:Enfrentamento das desigualdades geracionais que atingem as mulheres, com especial atenção às jovens e idosas).
19h: Conferência de Michelle Bachelet - Secretária Geral Adjunta da ONU e Diretora Executiva de Onu Mulheres
(Entidade das Nações Unidas para o Empoderamento das Mulheres)
20h às 21h: Jantar
21h às 23h: Atividade cultural
15/12/2011 - Quinta-feira
8h30 às 12h30: Plenária Final
Discussão e deliberação sobre propostas e recomendações dos grupos de trabalho.
12h30 às 14h: Almoço
14h30 às 17h: Plenária Final (continuação)
Discussão e deliberação sobre as propostas e recomendações dos grupos de trabalho. Apresentação e aprovação
de Moções.
17h às 18h: Solenidade de Encerramento da 3ª CNPM
19h: Jantar
ASCOM/SPM
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
As cidades e o mundo
Na Antiguidade e até boa parte da Idade
Média não existiam países, mas cidades-estados, reinos e impérios, que
digladiavam entre si, em busca de matérias-primas, escravos, riquezas,
poder.
Nas guerras, as cidades vencidas eram
saqueadas e queimadas. Reinava a força das armas e do misticismo, a dominação
física e psicológica.
A consolidação das fronteiras geográficas
dos países atuais foi estabelecida pela diplomacia, pela ganância ou pela
violência, sendo que algumas ainda permanecem frágeis, por sua artificialidade,
ou separadas por “terras de ninguém”.
As crises econômicas e suas consequências
usuais – preconceitos, inclusos – transformaram essas fronteiras em perímetros
de tensão, com rígido controle para o acesso de imigrantes: rígido no concreto
dos muros, na ação de polícias e na definição de políticas. Assim, o mundo ainda
vive em meio a barreiras físicas e psicológicas, só que o poder econômico tende
a superar as guerras convencionais, embora elas ainda persistam,
convenientemente, sob forma de velado controle populacional ou descarado lucro
para traficantes de armas.
Mas, se os limites físicos impedem o ir e
vir entre nações, nem tudo acata essas regras territoriais: as alterações
climáticas, por exemplo.
E o que os países fazem para mitigá-las?
Bem, ainda pouco, talvez porque seus dirigentes estejam distantes do povo,
preocupados com macro-questões, se bem que os efeitos das alterações climáticas
também são globais.
Talvez em razão disso, algumas cidades
resolveram encarar a questão de forma direta, criando o C40 Cities Climate
Leadership Group, que congrega várias delas, com mais de 3 milhões de
habitantes ou cujas iniciativas sejam marcantes no âmbito da mitigação dos
efeitos das alterações climáticas. O Brasil é representado por São Paulo e
Curitiba.
Tive a oportunidade de participar do
C40 São Paulo Summit, onde pude conhecer mais a fundo as propostas e
iniciativas desse grupo. Ali, encontrei representantes de vários países, raças e
credos. Roupas e rostos exóticos coloriam as atividades desenvolvidas, que
incluíam apresentações de estudos e experiências no enfrentamento de problemas
que afligem a todos.
Prefeitos, políticos, cientistas,
técnicos, estudantes e público em geral ali estavam para se posicionarem,
consciente do desafio de equilibrar questões econômico-financeiras,
tecnológicas, sociais e ambientais na complexa equação da preservação do planeta
e da humanidade.
O mundo se reuniu sob forma de cidades,
para discutir: energias renováveis, destinação de resíduos, edifícios e cidades
inteligentes, cidades compactas e outras iniciativas ambientalmente
sustentáveis. Também vi sentados à mesma mesa, trocando experiências e
oferecendo auxílio técnico e financeiro, países que até bem pouco tempo se
engalfinhavam em guerras sangrentas. E os olhares eram amistosos, francos,
interessados e proativos!
É claro que existem interesses econômicos
envolvidos, mas as cidades parecem menos preocupadas com o que tem distanciado
países, e mais interessadas em resolver problemas e desafios comuns, em
parceria.
Quem sabe esse exemplo sensibilize os
dirigentes mundiais, para que também busquem diálogo e aproximação mais
objetivos e menos intransigentes, na busca de soluções para as macro-questões,
das quais as ambientais são inadiáveis, sob pena de comprometimento das futuras
gerações. Quem sabe assim, um dia, nossos filhos e netos conheçam um mundo onde
as fronteiras sejam apenas limites administrativos, e não mais barreiras de
intolerância.
Um tesouro mais que maravilhoso
Pedro Coimbra
O francês
GamalielChantal nem bem pisou as terras brasileiras tomou duas atitudes:
descobrir como encontrar uma expedição que o levasse para o Campo dos Goitacás
e marcar com a lâmina o rosto do sujeito que o chamou de “Pintarroxo”.
A segunda
mostrou-se totalmente ineficaz, pois nunca mais se livrou do apelido que
detestava motivado por uma enorme mancha sanguínea no lado direito da face.
Tantas fez
que acabou, depois de muitas andanças,no Planalto de São Paulo onde se engajou
na bandeira de Fernão Dias Paes Leme.
Começou
então a mostrar suas qualidades de fidalgo sempre ao lado dos poderosos,
principalmente os religiosos que acompanhavam a
expedição.
Ficou
conhecido como comprador do ouro e dos diamantes que aos poucos eram
encontrados.
Enquanto os
portugueses e os “brasileiros” aniquilavam os selvagens que encontravam, fez
amizade com eles, o que lhe garantia facilidade de mantimentos em suas
aventuras.
Foi quando
construiu, com toda sua inventividade, sua primeira igreja, na verdade uma
capela, num ermodo Caminho Velho.
Passou então
a ser procurado e transformou-se num grande edificador de templos, cuja fama ia
além da Província.
Mas,
continuava com seus negócios mais ou menos escusos, com aqueles homens que
escavavam o chão a procura da fortuna.
Tudo que
amealhava colocava numa grande caixa de madeira de lei que todos denominavam
como a “Arca” e que ele levava nas suas andanças, sempre debaixo do seu olhar
de coruja, que tudo percebe.
Um belo dia
foi chamado para os Campos do Senhor, apesar de em vida ser um grande herege.
Não se soube
mais de sua “Arca” repleta de riquezas.
Começou
então a lenda do tesouro de Pintarroxo, desaparecido em terras tão estranhas e
pelo qual muitos homens e mulheres entregaram sua vida.
Anos depois,
em Guapé, cidadezinha de Minas Gerais, José Militão, um auxiliar de topógrafo
veio a conhecer a história e apaixonou-se por ela e enfou na cabeça encontrar a
herança do francês GamalielChantal.
Por esse
sonho abandonou posses e a família, tudo o que muitas vezes parecia impossível
e de outras muito real.
Tantas fez o
mineiro rude e xucro que acabou encontrando aIgreja de São José dos Pobres,
última obra do galego.
O lugar já
havia sido escavado e esquadrinhado por todos os cantos por diversos
aventureiros.
Foi então
que Militãoideiou que o tesouro talvez não estivesse guardado numa arca de
madeira, uma grande caixa, mas num pequeno relicário, mais fácil de ser
escondido.
Numa tarde
de uma sexta-feira descobriu o que procurava assentado em dos pilares da
igreja. Ávido por riquezas abriu-o e só encontrou folhas manuscritas.
Nelas o “Pintarroxo” dizia ter
devolvido para as profundezas o ouro e as pedras preciosas, guardando apenas um
tesouro mais que maravilhoso, o seu amor a Deus.
José
Militão, o Zé Doido, como hoje é conhecido, maltrapilho e macerado, pregando as
riquezas do Reino pode ser encontradoperdido pelas cidades e arraias de Minas Gerais...
sábado, 26 de novembro de 2011
Desesperança
Escolhem a frustração do “será que eu teria conseguido?”, por medo, por ilógica proteção, pois acreditam que agindo assim (ou deixando de agir), estão se protegendo de possíveis frustrações, de derrotas, de sofrimentos.
Mas, só para lembrar: optando pela não opção, pela não tentativa, abrimos mão da possibilidade da conquista e corremos um grande risco de sempre termos que nos contentar com um sentimento profundo de frustração! De desesperança! De fracassos contínuos também!!
E a vida tem muito mais para nos oferecer do que só isso!
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
PNE em risco: A educação brasileira não pode esperar!
Posicionamento Público
PNE em risco: A educação brasileira não pode esperar!
Os adiamentos constantes na leitura do relatório substitutivo ao PL 8035/2010 desrespeitam a participação da sociedade civil e inviabilizam a construção dos planos de educação dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
Brasil, 24 de novembro de 2011.
A Campanha Nacional pelo Direito à Educação, rede composta por mais de 200 organizações distribuídas por todo o país, lamenta mais um adiamento na leitura do relatório substitutivo do Deputado Angelo Vanhoni (PT/PR) ao Projeto de Lei 8035/2010, que trata do segundo Plano Nacional de Educação pós-redemocratização do Brasil.
Desde o início de novembro, ontem (23/11) foi a quarta vez seguida em que foi protelada a apresentação do texto. O Plano Nacional de Educação é um instrumento determinado pelo Art. 214 da Carta Magna. Após a Emenda à Constituição 59/2009, a missão do PNE passou a ser "articular o Sistema Nacional de Educação em regime de colaboração e definir diretrizes, objetivos, metas e estratégias de implementação para assegurar a manutenção e o desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis, etapas e modalidades por meio de ações integradas dos poderes públicos das diferentes esferas federativas que conduzam a:
I - erradicação do analfabetismo;
II - universalização do atendimento escolar;
III - melhoria da qualidade do ensino;
IV - formação para o trabalho;
V - promoção humanística, científica e tecnológica do País.
VI - estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto." (Art. 214, Constituição Federal de 1998)
A envergadura da missão constitucional do PNE torna inadmissível que a tramitação do projeto se encontre praticamente paralisada ou distante do debate público.
O trabalho das organizações, redes e movimentos educacionais resultou na apresentação recorde de 2915 emendas ao tímido projeto de PNE elaborado pelo Executivo Federal. Apenas as 101 sugestões originais apresentadas e defendidas pela rede da Campanha Nacional pelo Direito à Educação resultaram em mais de 31% de todas as emendas apresentadas ao PL 8035/2010. Todo o esforço de incidência política da sociedade civil na elaboração do PNE – que se desdobrou em centenas de audiências públicas, seminários e congressos que ocorreram em todos os cantos do país – está sendo ignorado e desrespeitado com os constantes atrasos na leitura do relatório.
Do mesmo modo que a mobilização social é desconsiderada, Estados e Municípios anseiam pela aprovação do PNE no Congresso Nacional para construírem seus respectivos planos municipais e estaduais. Ou seja, além de um problema de respeito ao princípio constitucional da participação democrática, o congelamento da tramitação do Plano Nacional de Educação tem obstruído gravemente o planejamento dos rumos educacionais dos outros entes federados.
A justificativa para a demora na apresentação do substitutivo ao PL 8035/2010, produzido pelo relator Angelo Vanhoni (PT-PR), é a pressão exercida pela área econômica do Governo Federal, que é contrária a qualquer centavo de investimento acima de 7% do PIB em educação. Ao invés de compreender o PNE como um plano de Estado, amparado por uma demanda constitucional, o Governo Dilma prefere entendê-lo como uma ação de governo. Divulgada em agosto de 2011, uma Nota Técnica da Campanha Nacional pelo Direito à Educação mostra que com 7% do PIB de investimento em educação, o Brasil não conseguirá oferecer educação de qualidade aos seus cidadãos e cidadãs. Ou seja, o país permanecerá apenas ampliando o acesso à educação, sem considerar todos os aspectos envolvidos na consagração plena desse direito, o que resultará em agravamento das desigualdades socioeconômicas e civis historicamente verificadas no Brasil.
Desse modo, não basta ser divulgado o relatório. É preciso que ele seja apresentado com a definição de que em 10 anos o Estado brasileiro chegará a um nível de investimento em educação equivalente a 10% do PIB, sendo 7% um patamar inaceitável após tanto debate público. Também é preciso que o relatório do PNE corresponda às demandas da sociedade civil e reveja os mecanismos de avaliação da educação básica, determine meios para uma efetiva valorização dos profissionais da educação e, principalmente, garanta a implementação imediata do CAQi (Custo Aluno-Qualidade Inicial), em um percurso que culmine na efetivação do CAQ (Custo Aluno-Qualidade) em seis anos.
Portanto, tão urgente quanto a apresentação do relatório no plenário da Comissão Especial do PNE – que para ter sua aprovação ainda nesse ano na Câmara dos Deputados precisa ocorrer, já sob risco, até 29 de novembro de 2011 –, é preciso que o texto reflita um PNE pra Valer!
Diante da necessidade de apresentação do relatório substitutivo ao PL 8035/2010, a partir de hoje a Campanha Nacional pelo Direito à Educação empreenderá diversas ações de pressão para garantir a leitura do texto, no máximo, até o dia 30 de novembro de 2011. Nesse momento, é preciso que o Poder Legislativo tenha ousadia para aprovar um PNE pra Valer, um PNE que o Brasil quer e precisa.
Campanha Nacional pelo Direito à Educação
Comitê Diretivo Nacional
Ação Educativa
ActionAid Brasil
CCLF (Centro de Cultura Luiz Freire)
Cedeca-CE (Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará)
CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação)
Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente
Mieib (Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil)
MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)
Uncme (União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação)
Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação)
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