quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Carreira nos dias de hoje


análise
Carreira nos dias de hoje
*Juliana Quintino de Oliveira
 
O antigo modelo de organização era a grande firma hierárquica, e o modelo da nova competição é o modelo em redes, em que a tecnologia da informação e da comunicação tornou possível uma maior capacidade de inter-relações de empresas dispersas.
Hoje, a carreira dos indivíduos desenvolve-se em espiral, ou seja, mudanças constantes, possibilidades de realizar atividades novas e diferentes, associadas ao modelo tradicional. Os executivos não seguem mais apenas uma carreira, mas sim duas, três, ou até quatro diferentes durante sua vida e, às vezes, até de maneira simultânea. Assim, a trajetória da carreira em redes está muito mais alinhada e em sintonia com as necessidades do nosso tempo, pois possibilita o desenvolvimento de pessoas que têm profundidade e amplitude de habilidades. Esses profissionais apresentam tanto a visão deespecialistas, quanto de generalistas.
O desenvolvimento de carreira no contexto atual, com um formato não linear, passa pela aquisição, evolução e melhoria contínua na utilização de competências e habilidades essenciais ao profissional contemporâneo. Para tal, o indivíduo deve ter foco e objetivos bem definidos, exigindo autoconhecimento. Treinamentos e educação contínua passam a ser fundamental.
 
Juliana é Gestora da Trevisan Editora, mestre em Administração pela PUC, com apresentação da tese "Percepções da educação continuada no formato de MBA pelo executivo em sua carreira".

Carreira nos dias de hoje


análise
Carreira nos dias de hoje
*Juliana Quintino de Oliveira
 
O antigo modelo de organização era a grande firma hierárquica, e o modelo da nova competição é o modelo em redes, em que a tecnologia da informação e da comunicação tornou possível uma maior capacidade de inter-relações de empresas dispersas.
Hoje, a carreira dos indivíduos desenvolve-se em espiral, ou seja, mudanças constantes, possibilidades de realizar atividades novas e diferentes, associadas ao modelo tradicional. Os executivos não seguem mais apenas uma carreira, mas sim duas, três, ou até quatro diferentes durante sua vida e, às vezes, até de maneira simultânea. Assim, a trajetória da carreira em redes está muito mais alinhada e em sintonia com as necessidades do nosso tempo, pois possibilita o desenvolvimento de pessoas que têm profundidade e amplitude de habilidades. Esses profissionais apresentam tanto a visão deespecialistas, quanto de generalistas.
O desenvolvimento de carreira no contexto atual, com um formato não linear, passa pela aquisição, evolução e melhoria contínua na utilização de competências e habilidades essenciais ao profissional contemporâneo. Para tal, o indivíduo deve ter foco e objetivos bem definidos, exigindo autoconhecimento. Treinamentos e educação contínua passam a ser fundamental.
 
Juliana é Gestora da Trevisan Editora, mestre em Administração pela PUC, com apresentação da tese "Percepções da educação continuada no formato de MBA pelo executivo em sua carreira".

Quem tem medo da mamografia?


Dra. Maira Caleffi
Diariamente, me perguntam: por que tantas mulheres nunca fizeram a mamografia, mesmo tendo a indicação para o exame? Bem, são vários fatores, incluindo barreiras psicológicas. Um deles, e que muito aflige as mulheres, independente da faixa etária, é o medo. A mulher tem medo de fazer o exame e encontrar um nódulo, e isso pode significar descobrir a doença, lidar com o medo de perder o cabelo, a mama, a vaidade, a feminilidade... E as casadas temem até perder o marido, pois acham que vão ficar feias e acabar sozinhas. Fora isso, tem a preocupação com a morte. Como ficarão seus filhos e parentes caso isso ocorra?
Aliás, uma pesquisa encomendada pela FEMAMA para o Instituto Datafolha comprova isso. Entre as razões para não realizar a mamografia estava a falta de indicação do médico, o fato de assumir um descuido com a própria saúde e a dificuldade em marcar consultas. Mas entre o rol de pretextos estava também a falta de tempo ou de sintomas. E, claro, o medo de descobrir a doença ou de fazer o exame.





Medo esse que faz com que a mulher adie ou até "esqueça" de si mesma. Afinal, sabemos que 45,3% dos casos de câncer de mama são descobertos quando a doença já está muito avançada. A notícia que o câncer de mama tem até 95% de cura se descoberto cedo parece não ser ouvida. Por isso a mamografia é tão importante por mostrar lesões em fase inicial, medindo milímetros. O exame das mamas com o médico e por imagem deve ser realizado – sem medo e anualmente – por mulheres acima dos 40 anos de idade ou segundo recomendação médica, de acordo com o risco da paciente. Isso é tão importante que está assegurado em lei desde 2009 (Lei Federal 11.664). Então, não perca tempo. Procure seu médico e tire suas dúvidas. Tenha coragem de fazer os seus exames de rotina, por você.

* Presidente da FEMAMA - Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama e do IMAMA - Instituto da Mama do RS

Três dicas para arrasar em 2012, por Lygya Maya


Três dicas para arrasar em 2012
por Lygya Maya*

Sem sombra de dúvida, por causa do término do calendário Maia, 2012 é um ano esperado com muita curiosidade, por milhares de pessoas no mundo inteiro. Uma estranha série de eventos terríveis e colisão de meteoros e planetas com a Terra, são apenas algumas das previsões de especialistas sobre o fim do mundo, além de problemas apontados em relação à conservação do planeta, que parecem estar convergindo para nos falar sobre a destruição da humanidade em 2012.

E o que isso significa para nós? Como podemos manter a cabeça tranquila, com tantas influências nos estressando no dia-a-dia?

Seria sábio dar mais importância ao que ainda está desconhecido dentro de nós ao invés de dar ouvidos a tantas informações diferentes vindas do lado de fora.  Precisamos conhecer mais o nosso mundo interior do que outros planetas ou civilizações.  Simplesmente por que não podemos mudar o que está do lado de fora, porém temos 24 horas com nós mesmos com o poder ilimitado de criar soluções para uma vida mais feliz e saudável. E isso é a realidade. Somos nós que decidimos tudo o que fazemos. Podemos ser nosso melhor amigo ou o pior inimigo. Sabotar nossa felicidade ou vencer desafios incalculáveis.

E, para começar nosso autoconhecimento e desenvolvimento, eu pergunto: você acha que pode ser e ter mais na vida? Caso sua resposta seja sim, sugiro você seguir estes três passos:

  • Ser específico no que o seu coração deseja.
  • Confiar em si mesmo.
  • Aprender com os desafios, agindo em direção ao que se quer alcançar.

Ser específico no que o coração deseja

O que seu coração deseja sentir em relação à vida? Qual é o seu sonho?

Isso parece ser simples para responder sem hesitar, mas já perguntei isso a milhares de pessoas e as respostas tomam volumes de palavras inadequadas, evasivas ou há um silêncio total. Outras respostas são dadas baseadas na mente, na lógica, no racional, e não no coração, como deveria.

Por que será? Falta de foco? Talvez a resposta evasiva venha do fato de acreditar que seu desejo seja impossível ou até ridículo?

O que você gosta de fazer, de coração? O que te faz ter alegria e realização? Pergunte-se e responda sem hesitar. Quando você responde sem rodeios, vai direto ao ponto que te excita e te motiva sem limites.

Sabendo o que o seu coração quer, aí então vem o próximo passo.


Confiar em si mesmo


Confiar em si mesmo não deveria ser difícil para ninguém, porém milhares de pessoas vivem sem a menor confiança para realizar seus desejos, sonhos e fantasias. Por quê?

Por causa da maneira como foram criadas.  Há pessoas que crescem sendo abusadas emocionalmente pelos pais e nunca conseguem amar a si ou confiar em si mesmas devido à crença que lhes foi incutida na infância de que não eram capazes de muitas conquistas.

Quem quiser obter realização pessoal tem o dever de se conhecer e confiar em si com toda a força possível.

Como fazer isso? Desenvolvendo um diálogo interno positivo.

Por exemplo: Eu sou uma pessoa realizada e feliz.

Repita essa frase o maior número de vezes possível, diariamente.

Uma vez que mudamos as crenças que nos limitam, poderemos dar vazão ao que queremos na vida de uma maneira poderosa e decisiva.


Aprender com os desafios, agindo em direção ao que se quer alcançar

Temos a escolha e a vantagem de aprender com os desafios. Aquele que dramatiza uma experiência difícil de lidar, sentindo pena de si mesmo, acaba se estressando e não progredindo ou evoluindo.

Posso contar várias histórias de superação humana como a de Gandhi, Martin Luther King e muitos outros heróis, ainda assim a maioria das pessoas escolhe ser vítima de sua própria história.

Quer melhorar sua vida? Comece agora mesmo, seguindo o mapa aqui indicado. Se precisar de ajuda, peça, só não vale a pena estagnar.

Somente nós, autores de nossa história, é que podemos escrevê-la como um drama ou uma comédia. E de uma coisa estou certa: o sucesso será bem mais agradável que o fracasso em 2012.


* Lygya Maya é coach, escritora e palestrante. Desenvolveu sua carreira nos Estados Unidos, onde atuou na Companhia do mestre em motivação Anthony Robbins. É autora do e-book Ame as Emoções que Você Odeia (2008), disponível em www.lygyamaya.com.br.
 
Informações para a imprensa:
Ello Comunicação
Gisele Almeida
(11) 3803-9473
ellocomunic@gmail.com


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Três dicas para arrasar em 2012, por Lygya Maya


Três dicas para arrasar em 2012
por Lygya Maya*

Sem sombra de dúvida, por causa do término do calendário Maia, 2012 é um ano esperado com muita curiosidade, por milhares de pessoas no mundo inteiro. Uma estranha série de eventos terríveis e colisão de meteoros e planetas com a Terra, são apenas algumas das previsões de especialistas sobre o fim do mundo, além de problemas apontados em relação à conservação do planeta, que parecem estar convergindo para nos falar sobre a destruição da humanidade em 2012.

E o que isso significa para nós? Como podemos manter a cabeça tranquila, com tantas influências nos estressando no dia-a-dia?

Seria sábio dar mais importância ao que ainda está desconhecido dentro de nós ao invés de dar ouvidos a tantas informações diferentes vindas do lado de fora.  Precisamos conhecer mais o nosso mundo interior do que outros planetas ou civilizações.  Simplesmente por que não podemos mudar o que está do lado de fora, porém temos 24 horas com nós mesmos com o poder ilimitado de criar soluções para uma vida mais feliz e saudável. E isso é a realidade. Somos nós que decidimos tudo o que fazemos. Podemos ser nosso melhor amigo ou o pior inimigo. Sabotar nossa felicidade ou vencer desafios incalculáveis.

E, para começar nosso autoconhecimento e desenvolvimento, eu pergunto: você acha que pode ser e ter mais na vida? Caso sua resposta seja sim, sugiro você seguir estes três passos:

  • Ser específico no que o seu coração deseja.
  • Confiar em si mesmo.
  • Aprender com os desafios, agindo em direção ao que se quer alcançar.

Ser específico no que o coração deseja

O que seu coração deseja sentir em relação à vida? Qual é o seu sonho?

Isso parece ser simples para responder sem hesitar, mas já perguntei isso a milhares de pessoas e as respostas tomam volumes de palavras inadequadas, evasivas ou há um silêncio total. Outras respostas são dadas baseadas na mente, na lógica, no racional, e não no coração, como deveria.

Por que será? Falta de foco? Talvez a resposta evasiva venha do fato de acreditar que seu desejo seja impossível ou até ridículo?

O que você gosta de fazer, de coração? O que te faz ter alegria e realização? Pergunte-se e responda sem hesitar. Quando você responde sem rodeios, vai direto ao ponto que te excita e te motiva sem limites.

Sabendo o que o seu coração quer, aí então vem o próximo passo.


Confiar em si mesmo


Confiar em si mesmo não deveria ser difícil para ninguém, porém milhares de pessoas vivem sem a menor confiança para realizar seus desejos, sonhos e fantasias. Por quê?

Por causa da maneira como foram criadas.  Há pessoas que crescem sendo abusadas emocionalmente pelos pais e nunca conseguem amar a si ou confiar em si mesmas devido à crença que lhes foi incutida na infância de que não eram capazes de muitas conquistas.

Quem quiser obter realização pessoal tem o dever de se conhecer e confiar em si com toda a força possível.

Como fazer isso? Desenvolvendo um diálogo interno positivo.

Por exemplo: Eu sou uma pessoa realizada e feliz.

Repita essa frase o maior número de vezes possível, diariamente.

Uma vez que mudamos as crenças que nos limitam, poderemos dar vazão ao que queremos na vida de uma maneira poderosa e decisiva.


Aprender com os desafios, agindo em direção ao que se quer alcançar

Temos a escolha e a vantagem de aprender com os desafios. Aquele que dramatiza uma experiência difícil de lidar, sentindo pena de si mesmo, acaba se estressando e não progredindo ou evoluindo.

Posso contar várias histórias de superação humana como a de Gandhi, Martin Luther King e muitos outros heróis, ainda assim a maioria das pessoas escolhe ser vítima de sua própria história.

Quer melhorar sua vida? Comece agora mesmo, seguindo o mapa aqui indicado. Se precisar de ajuda, peça, só não vale a pena estagnar.

Somente nós, autores de nossa história, é que podemos escrevê-la como um drama ou uma comédia. E de uma coisa estou certa: o sucesso será bem mais agradável que o fracasso em 2012.


* Lygya Maya é coach, escritora e palestrante. Desenvolveu sua carreira nos Estados Unidos, onde atuou na Companhia do mestre em motivação Anthony Robbins. É autora do e-book Ame as Emoções que Você Odeia (2008), disponível em www.lygyamaya.com.br.
 
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Gisele Almeida
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Especialista contesta decisão do Estado de estender o limite de idade para aluno se matricular no 1º ano


O Conselho Nacional de Educação estabeleceu nos últimos dias que a partir de 2012 só poderão ser matriculadas no primeiro ano do Ensino Fundamental as crianças que completarem seis anos até o dia 31 de março. Em São Paulo, as matrículas para alunos da rede pública já se encerraram. Por essa razão, o Conselho Estadual de Educação decidiu estender a data para 30 de junho. Contrário à decisão do Estado, João Cardoso Palma, professor da Unesp de São Paulo e membro do Conselho Estadual de Educação aponta os possíveis problemas com crianças menores de seis anos matriculadas na primeira série do Ensino Fundamental. 
Ouça o Podcast Unesp:



 
Assessoria de Comunicação e Imprensa da Unesp

Artigo / Por que não se vai mais a museus?

 

Marcos Hiller *

 

Atualmente, o cidadão contemporâneo se vê diante de uma variedade de ofertas de entretenimento, produtos e serviços jamais vista. Paralelo a isso, os meios tradicionais de comunicação carregam uma inédita descrença por parte desse consumidor. E como pano de fundo disso, percebe-se na contemporaneidade, um cidadão com um nível de exigência visivelmente atípico, e com uma vasta possibilidade de formas de entretenimento e consumo de cultura em geral. E é justamente nesse contexto em que cidadãos, consumidores de entretenimento, tendem a se conectar a experiências mais relevantes e que estejam alinhadas com seu estilo de vida e, mais que isso, que não o transformem em mais uma pessoa sucumbida à massa. As pessoas hoje definem determinadas experiências de consumo como representantes de algo mais do que experiências aparentemente comuns de consumo.

E por que não se vai a museus? Essa pergunta transita nas cabeças dos principais curadores de arte e diretores culturais do país. E uma série de hipóteses pode ser listada no sentido de compreender e elucidar esse problema. Museu é cansativo e na primeira saída o visitante vai embora, ou então perde muito tempo tentando entender a obra e esquece de se entreter. Dentro dessa hipótese, vale destacar o que cidades como Bilbao, na Espanha, fizeram. Algumas agências de turismo, no momento de desenhar rotas de passeio para turistas estrangeiros, colocaram a visita ao Museu Guggenheim justamente nos momentos de descanso.

O fato é que hoje se evidencia uma crise no consumo de museus. Em uma rápida comparação com outras formas de consumo cultural, no teatro e no cinema, por exemplo, o espectador fica sentado e também absorve e consome cultura com um nível menor de esforço. Outro indício forte é que, por conta de avanços tecnológicos, outras formas de entretenimento, como a Internet e o uso de redes sociais, ganham uma envergadura bastante latente. Até mesmo a tradicional indústria do cinema, ainda assim, apresenta performances bastante satisfatórias, financeira e midiaticamente falando.

O que falta fazer para que o consumo de arte, de cultura, de museus ganhe mais visibilidade? O que esse texto se propõe fazer, ou seja, trazer essa discussão para o debate, já é um começo importante. Outra hipótese evidente é que arquitetos, curadores de exposições e profissionais de arte possuem conhecimentos de marketing relativamente incipientes. Aqui vale desdobrar outro questionamento: essa incumbência pertence a esses profissionais?

Por exemplo, o arquiteto que, durante a idealização do projeto, decide colocar uma escada na entrada do museu, tem conhecimento que estudos hoje mostram que cada degrau na frente de uma loja representa 5% a menos de visitação? Ou então: um diretor de um museu que contrata e treina funcionários de linha frente, sabe que 70% dos fatores que fazem clientes não comprarem novamente de uma empresa são relacionados a problemas de atendimento?

O que é possível identificar no processo de marketing de experiência é a busca pelo momento único de consumo, por um processo de encantamento exclusivo, sofisticado e que vise diferenciações máximas. E no segmento de museus, fundamentalmente em exemplos brasileiros, percebe-se uma completa despreocupação nesse sentido. O design sofisticado da arquitetura dos prédios busca sim um impacto visual, mas a forma como de divulgação das exposições, o treinamento de funcionários e a preocupação com a marca do museu evidencia uma lacuna nesse campo e, consequentemente, um convite para pesquisadores se concentrarem nesse tema.

 

*Marcos Hiller é Coordenador do MBA em Gestão de Marcas (Branding) da Trevisan Escola de Negócios (@marcoshiller).


Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

  Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a  Embrapa  marca presença n...