quinta-feira, 8 de julho de 2010

O DEMôNIO DE CADA UM DE NÓS



O DEMÔNIO EXISTE REALMENTE?

Nada é o que parece ser. Pra começar, com o conteúdo deste livro. Isto confirma que podemos facilmente nos enganar e sermos enganados.
Somos tentados ou repudiamos as coisas por pura ilusão. As pessoas constroem interpretações antecipadas e isto é a origem dos preconceitos.
Como é dito na Bíblia: “Conhecerás a verdade e a verdade vos libertará”. Para nos libertarmos dos demônios que nos atormentam precisamos eliminar a ignorância que nos assombra.
Se existe um demônio que nos amedronta este é o medo e o medo, neste campo, é fruto da ignorância. Assim, se existe uma fórmula para exorcizarmos algum demônio, então, esta está no conhecimento.
Só a verdade pode libertar o ser humano de todos os seus demônios.

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segunda-feira, 5 de julho de 2010

SAMPARAGUAI - Regurgitando Roberto Piva - Silas Correa Leite





Samparaguai, Regurgitando o Escárnio


E para que ser poeta em tempos de penúria?

Roberto Piva

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A grande metrópole de Sampa entregue a tantos demônios
De máfias e quadrilhas do crime organizado paraestatal
(Inclusive o miolo formal das privatarias, privatizações-roubos)
Pela falsa lei de oferta e procura com subornos no entorno
O mercado-cadela parindo monturos de rejeitos sociais
O narcocontrabando informal e os new-richs da terceirização
Prostitutas, travestis, e os excluídos sociais entre favelados
E marginais baratos rendidos ao jogo de aparências e ao crack
Na cidade grande o núcleo do charco iluminado pra consumo
Entre estátuas e cofres e restos de seres entre tantas vendas
A consciência-formiga querendo o açúcar das noites efêmeras
Entre a tecnologia cabritada e a sensibilidade hollywoodiana
Numa augusta sampa que cria modelitos para o resto do Brazyl
Embrutecida urbe de escarros e dejetos entre abraços de palhas

Totens, bancos, catedrais - e parasitas de todos os estilos
Personagens bizarros, decrépitos; revistarias de novidades sórdidas
O álcool-íris das cirroses letrais como furos de labirintos e panelas
Arames-fariseus, lamúrias com discórdias consentidas
E jugos superiores no status-quo a preço de vidas descartáveis
E a cidade grande feito Samparaguai sitiada entre guaritas
Pelo cinturão verde da muamba chinesa entre parasitas
E o dólar neoliberal do neoescravismo inconsequente

Tabletes de felicidade química em pó marmóreo sulatino
Ah Geração Teflon que esquenta mas não quer aderência
Cérebros-barrinhas-de-cereais com esquisitices exóticas
O bordel excelência da Avenida Paulista de liberais escrotos
As máfias da expropriação et caterva por atacado
Os cérebros nanicos de aluguéis gerando lucro com a fome
As proust-trutas de uma peregrinação miserável para a sobrevida
O câncer social via Pinóquio de Chuchu e outros leprosários
Tudo um gigante Carandiru a céu aberto com bandeiras do Brasil

Os beco-hambúrgueres ardis, estacionamentos-cidades hostis
Os guetos-tubainas, cortiços e a sofrida periferia S/A
As oxige-nadas da alta sociedade num podre pop-star
A tevê que esconde a senzala mas se mostra cloaca
O governo paralelo do crime organizado nutre e viça
As propinas estatais pró-partidárias de tucanos insanos
Professores ganhando salário de mendigos na exclusão proposital
Quadrilhas em praças de pedágios entre brucutus fantasmas
E o cogumelo do self; a sopa de egos-bandeirantes, assaz sina
Tudo putrefetado em modus operandi ordem e progresso
A nova mpb que não é nova não é popular e não é brasileira
A cultura pindorama miojo-nojo de almanaque de ocasião
A sazonal oposição caça-níquel à república de Brasília

Os operários da web com barrrigas de tanquinho e links dúbios
Na esquina da Ipiranga com a São João a máfia dos transportes
E Samparaguai prevaricando improbidades públicas
O minimo estado cínico corrupto e inumano e amoral
O patê de víboras na sala vip das autoridades histéricas
O som jeca com grife, na orgia pagã-pirata, a elite branca
O cadafalso do rodo-anel que foi um tremendo roubo-anel
O cassino estaiado superfaturado para agradar a gregos e baianos
Sociedade hipócrita de sampa e seus universos paralelos, primatas
A midia-nódoa, o crime de obras inúteis sem castigos sonhados

O lucro fóssil, o poder camarão, os caras de pau
Marginais engabelando capos de surubas com erário público
As tecnologias de cipós entre regimes de exceção e arbítrio
O turismo lepra, pedofilias e tráfico de influências sistemizadas
Ongs de araque em campus minados de consciências com glosas
O centro velho entre velhacos de porões e arranha-céus decadentes
Nas periferias mutantes com machadinhas de raps mandorovás
As tetas do capitalhordismo americanalhado e circo e pão e brioches
Descarregos-pivôs entre o boi-bumbá e os migrantes com ódio-ópio
E os orientais chegando... chegando... para o futuro chino-brasilis
Depois do afrobrasilis-tupídavidico e suas orgias natividades...


Os nóias filhinhos de papai em clãs falsos como notas de três reais
Os seres-reses em situação de rua - não constam em estatísticas
O morumbi (se gritar pega ladrão não fica um na geografia-beronha)
As importações insensíveis e o medo de mudanças que mudem mesmo
A mágica do dezelo público impune re-elegendo quem rouba e diz que faz
Discórdias sindicalizadas com pelegos no flanco querendo levar vantagem
Caras pintadas subjugados com medo da cota dos negros aos brancos
Condomínios sitiados por favelas, enchentes e ladrões de faróis
A Máfia do Lixo em contratos que cheiram mal e se consumam

(Trombadinha é a fome)

A bela prostituição generalizada de grosso calibre
As pegações-ping-pong dos estábulos entre jecas e rodeios criminosos
A manada de parangolés embrutecidos pela cidade desmiolada
Futebol-marionete entregue ao deus-dará da lavagem de dinheiro
A antimateria, a antipoesia, a marginália querendo gangrenar miolos
Tecnologias efêmeras, assédios de consumos em amebas com grana
Uma espécie de sub-rota para uma fuga em massa pra Miami-Esgoto
Alckmin, CPIs abortadas, bem parecendo um genérico de Collor-cover
O ladrão municipal e o ladrão estadual no mesmo antro cordial
Criticando uma Brasília federal com seus asnos e seus sonhadores
A justiça caolha e canalha de uma elite sem pudor em falsos credos
A imprensa marrom de um caostólico que cheira a formol
O padre-circo, o pastor-bunker, o espírita flanelinha num bat-macumba
E os jumentos da espécie entre universiotários e o sertãonojo
De brasis gerais em sépias de gruas entre o cimento armado

Os demônios do lucro amoral, riquezas injustas, propriedades-roubos
Lucros impunes - e os emo – ai de ti paulicéia desvairada
O rei rói a roupa do rato do maracatu atônito
Alguma brega parada suspeita, ou balada ou rave
O luxo-fusco: compram e gastam para saciar rebeldias inócuas
Lexotam: tomam coke zero e arrotam poses com flatulências sonoras
As tetas da vaca sampa suga sangue suor e a alma
De crianças e jovens, entre grades e aparelhos no dente como gps

E somos todos engabelados pelo corvo do consumo vil, na volúpia
Um Samparaguai sujo pela marginália de tantos num cardume
Entre fracassos-drops e casagrandes de oprimidos

Não conduzimos: somos conduzidos

Basta ver

No poder

De terno, gravata, túnica, toga, farda

E colarinhos brancos, os bandidos!


-0-


Silas Correa Leite
E-mail: poesilas@terra.com.br
www.portas-lapsos.zip.net

quinta-feira, 1 de julho de 2010

ANJOS E DEMÔNIOS


Não, este texto nada tem a ver com o livro de Dan Brown! Mas tem muito com o cotidiano, com a vida que tentamos construir e levar, como os sonhos e pesadelos que sonhamos ou nos fazem sonhar, dormindo ou acordados.
Todo dia saímos à rua, para buscar o futuro, esquecer o passado – corrigir seus erros, se possível – ou, simplesmente, viver o presente. É a uma etapa em nossa jornada que, sabemos, tem começo, meio e fim, e na qual tentamos contribuir com alguma coisa, e não ser apenas espectadores passivos ou massa de manobra dos desejos alheios.
Não é fácil viver, por mais que nos esforcemos para tanto. Queremos apenas plantar e colher o fruto de nosso trabalho, regado com nossa esperança. Estudamos, aprendemos e nos aplicamos para isso, acreditando que crer é suficiente, mesmo sabendo que nossos esforços nem sempre bastam para enfrentar as forças adversas, muitas delas invisíveis, que se apresentam no caminho.
Qual seria o sentido da vida se não acreditássemos nisso? O que nos restaria de humano e divino se simplesmente aceitássemos seguir sem ter nenhum controle sobre o rumo?
Com tantas interferências, nossa caminhada pode estar cheia de perigos e ameaças, nem sempre identificáveis, e que às vezes vêm de onde menos ou nunca se espera!
Como as incertezas podem ser bem maiores do que as certezas, pedimos, rezamos e oramos por proteção divina, para que sejamos livres de todos os males. E mesmo quem não pede esse tipo de proteção já deve ter sentido que teve algum tipo de proteção, ou que sofreu algum mal cujo motivo era inexplicável.
Crendo ou não, há muito mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia, já dizia Shakespeare. Isso vale para a Dinamarca, como para qualquer ambiente: escola, trabalho, grupo social, etc.
De onde vem o divino bem que nos protege do mal que não vemos? De Deus, sem dúvida! Mas Ele tem seus anjos, alguns dos quais conhecidos como anjos da guarda. Muitas vezes eles são de carne e osso e exercem o bem ao evitarem que um mal seja perpetrado contra inocentes, sem que eles saibam quem o articulara. Sua bondade é tão grande que também alivia o ônus moral e espiritual do maldoso, embora a maioria destes seja imoral e alguns até se usem o nome de Deus para legitimarem suas maldades físicas ou psicológicas.
Esses últimos são os demônios de plantão, em grande parte também humanos, ao menos na forma orgânica. Eles não precisam possuir corpos para lhes fazerem mal: basta terem poder externo sobre suas vidas. E o poder nas mãos erradas, sejam elas: incompetentes, temerárias, orgulhosas, desmioladas ou sádicas pode gerar muito mal, às vezes travestido de boas intenções, daquelas de que o inferno está cheio, junto com os bem-intencionados que as tiveram.
Esses anjos da guarda e demônios de plantão estão em toda parte, travando uma luta diária por nossas almas: os primeiros sem nada pedir, os últimos tirando tudo o que podem, mesmo que não precisem. Uns zelando por nosso bem, outros perseguindo e destruindo, por estupidez ou prazer, transferindo suas culpas, erros e baixeza para o objeto de sua maldade e ainda alardeando que estão pensando num bem maior.
Hitler e Stálin provavelmente pensavam assim...
A nós, pobres mortais, resta continuar acreditando que podemos, com fé em Deus, remover os obstáculos que os demônios de plantão, infelizmente cada vez mais poderosos, motivados, dissimulados e bem organizados nos impõem; e agradecer a doce atenção e perseverança obstinada dos anjos da guarda que, contra todas as tendências e facilidades oferecidas pelo mal, persistem em nos proteger.
Que Deus os abençoe! E a nós também.

Aprendendo a torcer

Pedro Coimbra

Na sala, meus netos, João Gabriel, Laura e Júlia fazem muito barulho num primeiro contato com novos brinquedos. São jogos eletrônicos, bonecas e afins, sofisticados e caros.
Quando menino eu Governador Valadares, e eu era um menininho sempre muito limpinho, organizadinho, graças a minha mãe Maria e com poucos amigos, apesar da nossa casa ser nos fundos do Instituto Tiradentes, mantido por meus pais.
Nossos brinquedos eram todos improvisados, todos muito simples. Era um tempo em que pouco dinheiro circulava e ninguém pensava na tal sociedade de consumo. Os que nos davam mais prazer eram os carrinhos de rolimã, com os quais despencávamos pelo Morro do Carapina.
As bolas eram de meia ou de uma borracha vermelha resistente e algumas vezes aparecia uma bola de capotão muito pesada ou qualquer objeto de formato mais ou menos arredondado que pudesse ser chutado
Eu era péssimo nas peladas de rua, um legítimo perna de pau e por isso detestava o futebol.
Mas, no dia no dia 8 de junho de 1958 minha vida mudou, assentado ao lado do meu pai Renato, próximo a eletrola Telefunken, acompanhando a estréia da Seleção Brasileira de Futebol na Copa do Mundo da Suécia. Na narração de Waldir Amaral decorei os nomes de Gilmar, De Sordi, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Didi e Dino Sani; Joel, Mazola,  Dida e Zagalo.
Da minha primeira Copa do Mundo guardei a lembrança do técnico Vicente Feola, que papai dizia dormir durante a partida e de Mazola, que desconfio fosse uma figurinha fácil no álbum que ele comprara. E do jogo final contra a Suécia quando permitiram que soltasse um foguete que quase estourou meu tímpano. De Pelé, nem tomei conhecimento…
Em 1962 já usava óculos o que comprovou a teoria de que poderia ter tido um desempenho melhor nos esportes se não fosse a minha violenta miopia. Assisti o final da Copa do Mundo defronte  a carroceria de um caminhão estacionado ao lado do Casarão do Capitão Evaristo em Lavras, ouvindo a narração esportiva por auto falantes: Brasil 3 xTchecoslováquia 1. E nas comemorações meus óculos foram despedaçados...
Na Copa do Mundo seguinte, a da Inglaterra, ouvia os colegas de classe dizerem que 66 jogadores brasileiros haviam sido convocados e que tudo estava uma zona. Assistimos Brasil 3 X1 Portugal sentados no estádio do Gammon, na esperança de que o mineiro Tostão jogasse. Tudo acabou quando entendemos que aquela que deveria ser a Copa de Pelé na verdade foi do português Euzébio...
No Ano da Graça de 1970 o Brasil vivia um ufanismo sem precedentes capitaneado pelo ditador de plantão, General Emílio Garrastazu Médici, que ouvia jogo no radinho de pilha no Maracanã enquanto a repressão política atuava por todo o país. João Saldanha, que era um dos desses rebeldes sem causa que surgem para melhorar o mundo, classificou  o Brasil e foi demitido de suas funções. Saíram as feras de Saldanha e entraram as formiguinhas de Zagalo. Mas, parece que estava escrito que o Brasil seria campeão do Mundo e vibramos todos com aquele hino idiota do Miguel Gustavo que era o “Prá frente, Brasil”: Noventa milhões em ação/Pra frente Brasil/Do meu coração/Todos juntos vamos/Pra frente Brasil/Salve a Seleção/De repente é aquela corrente pra frente/Parece que todo o Brasil deu a mão/Todos ligados na mesma emoção/Tudo é um só coração!/Todos juntos vamos/
Pra frente Brasil, Brasil/Salve a Seleção...Argh!!!
A décima edição da Copa do Mundo FIFA de Futebol, ocorreu de 13 de junho até 7 de julho de 1974 e me pegou trabalhando muito em Brasília. Assisti um jogo com operários que trabalhavam na montagem de uma forma num reservatório elevado de água. Havia um timaço em campo, o da Holanda, que acabou perdendo para a Alemanha, na final. Não fiquei muito abatido pois meu primeiro filho, o Rodrigo, nasceria em agosto.
A 11ª Copa do Mundo, em 1978, disputada na Argentina, me encontrou de novo trabalhando muito e morando em Cachoeira Paulista que nem mesmo tinha a Canção Nova... Era o tempo do técnico Claúdio Coutinho e a Seleção era horrorosa! Um time inseguro, apático e sem imaginação apesar de ter Zico no elenco...Acabou em terceiro lugar e considerado “campeão moral” pelo Capitão Cláudio Coutinho...
Veio 1982 e no mês da disputa da Copa do Mundo, na Espanha, eu estava em Belo Horizonte. É lembrada pelo futebol ofensivo e criativo da Seleção Brasileira comandada por Telê Santana. Mas quem ficou com o título, e eliminou os brasileiros, foi a Itália. Brasil e Itália se encontraram no segundo jogo da segunda fase. Uma derrota mais triste do que a de 50 no Maracanã, esta do Sarriá...Também marcou pela morte do meu cunhado Rogério num acidente de carro.
A Copa do Mundo de 1986 no México foi a que o Brasil foi novamente dirigido por Telê Santana. Assisti os jogos no Lavras Tênis Clube e veio a eliminação nos pênaltis para os franceses, que foram eliminados pelos alemães nas semifinais. Foi um dia muito triste para o esporte brasileiro...
Deste tempo em diante resolvi desistir de torcer, o que foi uma grande besteira, pois jogar, torcer, ganhar e perder fazem parte da nossa existência humana.
Na verdade dei um golpe contra mim mesmo. Não me exponho publicamente ao lado da torcida fanática. Gosto de sentar diante de um aparelho de televisão, desligar o som, sintonizar o rádio na transmissão esportiva que penso ser mais emocionante.
Este ano de Copa na África poderia ser flagrado em dois atos falhos. No carro da família duas bandeirinhas do Brasil. E pelo correio enviei uma para meu neto João Gabriel porque afinal de contas é preciso aprender a torcer no campo esportivo para enfrentar o jogo da vida....E ter sempre na língua a eterna desculpa do Capitão Claúdio Coutiho: “Isso não deu certo mas dei o melhor de mim. Portanto sou “campeão moral da vida”...

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Sindicato dos Jornalistas promove curso de Assessoria de Imprensa com dois docentes

O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo promove em julho o curso de
"Assessoria de Imprensa", que pela primeira vez será ministrado por dois
docentes, Gilberto Lorenzon e Walmir de Medeiros Lima.
Segundo o Sindicato, o período de 12 a 17 de julho, no formato
intensivo, foi escolhido para facilitar a participação de estudantes e
profissionais em férias, em especial os residentes de fora de São Paulo.


Gilberto Lorenzon foi assessor de imprensa da Cia. de Engenharia de
Tráfego e da CPTM, do governo do Estado de São Paulo. É, com Alberto
Mawakdiye, autor do "Manual de Assessoria de Imprensa", pela Editora
Mantiqueira.

Walmir Medeiros é jornalista formado pela Universidade Metodista de SP,
trabalhou em jornais, revistas e rádio, cobrindo variedades e cultura.
Migrou para a área de Comunicação Empresarial, na qual se especializou,
atuando em agências de comunicação e em diferentes segmentos e portes.

Serviço

Assessoria de Imprensa

Período: 12, 13, 14, 15, 16, 17 de julho, das 9h00 às 14h00.
Local: Ação Educativa - Rua General Jardim, 660 (a 15 minutos do metrô
Santa Cecília, próximo ao Mackenzie).
Inscrições: (11) 3217-6299 ramal 6233, das 12h00 às 18h00, com Marlene
ou Fábio, ou pelo e-mail cursos@sjsp.org.br
Investimento: R$ 250,00 e R$ 340,00 - condições de pagamento e programa:
www.sjsp.org.br
Certificado: Expedido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no
Estado de São Paulo

sábado, 26 de junho de 2010

COMEMORAÇÃO DOS GOLS DO BRASIL NA COPA DO MUNDO

Toda vez que o Brasil faz um gol é costume "milenar"  de se comemorar
o feliz evento com rojões e apitos ensurdecedores...
O programa Hoje em Dia da TV Record fez uma matéria de como os animais
sofrem nessas ocasiões...
 
Além de punir seus ouvidos frágeis, os coitadinhos ficam apavorados
porque não entendem nada de futebol, e pensam que o mundo está acabando...
A médica veterinária entrevistada aconselhou os donos de animais e mães de bebês
recem-nascidos a colocarem algodão nos ouvidos... Haja algodão!!!!
 
Mas não só os cães e gatos as vítimas... são os passarinhos, os idosos e todas as pessoas de ouvido mais delicado que não têm a menor pretensão de ficarem surdas... 
 
Reparei que os espanhóis comemoram com música e danças típicas de seu país...
Que tal seguir esse exemplo? Inteligente, respeitoso, racional e o que é
melhor: agradável.
 
VENCE BRASIL! 
Mas principalmente MUDA BRASIL!
 
Muda para um jeito melhor de ser!
Nada de barulho, de pancadaria, bebedeira, malhação de judas, de serragem... e outros absurdos que se tornaram a força do hábito e ninguém
se lembra de mudar.
 
Bem, vai aí minha sugestão:
 
Brasil, troca tudo isso por flores, música, cantoria, dança, muita dança;
abraços fraternais, festa, alegria, banhos de mar, solidariedade
para com as instituições de caridade...  assim, em vez de tapar os ouvidos,
todo mundo vai sorrir!
 
 
                                                         NAIR LÚCIA DE BRITTO 

 

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

  Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a  Embrapa  marca presença n...