segunda-feira, 14 de junho de 2010

Aula de Campo

Professores da PUC-Campinas fazem um balanço ambiental de cinco anos de atividades em Cananéia

 

Uma vez por ano, os alunos da Faculdade de Ciências Biológicas da PUC-Campinas, trocam a sala de aula pela cidade de Cananéia, no litoral sul, em São Paulo. A atividade, chamada "Aula de Campo", tem como objetivo colocar em prática tudo o que os alunos estudam dentro de sala e nos laboratórios. O local visitado apresenta um ambiente rico em biodiversidade, ou seja, fauna e flora que oferecem amplos estudos num só local. 

 

Neste semestre, a "Aula de Campo" foi realizada no mês de maio e todos os alunos do 3º ano foram convidados. Bruna Aparecida Strazza não perdeu a oportunidade e embarcou com a turma. "Achei superinteressante. Na Faculdade temos todos os organismos para estudo, mas mortos. Lá pude vê-los vivos e em seus habitats naturais. Além disso, houve mais integração entre os professores e alunos", contou a estudante. A aluna Danielle Sousa Pereira disse que a atividade superou suas expectativas. "Vivenciar o que estudo, me fez entender melhor a profissão que escolhi", disse.

 

Antes e depois

 

A "Aula de Campo" é realizada pelo quinto ano consecutivo, em Cananéia, e tem despertado preocupação com o gerenciamento costeiro, haja vista as mudanças identificadas pelos professores que acompanham a atividade. O professor Jodir Pereira da Silva visita o local, desde 1992, e conta que há uma especulação imobiliária na região. "Naquela época, existiam apenas duas pousadas e um hotel. Hoje, são mais de vinte instalados, além da concentração de condomínios e residências", comentou.

 

Com o aumento na quantidade de visitantes, também cresce a interferência que eles provocam no ambiente, a começar pela quantidade de lixo espalhado na água e no solo. Segundo a professora Luciane Kern Junqueira, o plástico é o material mais encontrado, principalmente em garrafas. "Essa falta de cuidado com o mangue pode fazer com que os caranguejos, por exemplo, desapareçam e provoquem um desequilíbrio, já que eles estão na base da cadeia alimentar", alertou a professora.

 

O excesso de turistas também tem provocado o desaparecimento de algumas plantas nativas, como os xaxins e as baunilhas naturais. Elas têm dado lugar à plantas "invasoras", levadas pelos próprios visitantes. "Durante as atividades encontramos grama no lugar de samambaias, que ocupavam a área anos anteriores. Essa substituição de espécies quebra a hegemonia de sucessões ecológicas", revelou a professora Gislei Cristina Gonçalves. Ela também conta que os fungos bioindicadores apontam para uma forte poluição no local. "A cor natural deles é vermelha, mas estão marrons e verdes. Isso significa, por exemplo, o excesso de gás carbônico no ambiente e uma das maneiras de ser emitido é por meio dos veículos que vão até lá", acrescentou a professora. 

 

Apesar da urbanização e de suas consequências, Cananéia reserva grandes espetáculos naturais. O professor Jodir relata que, desde a primeira visita, encontra uma população de golfinhos e nessa última, ainda foi surpreendido. "Pela primeira vez encontramos guarás – aves de coloração rosa. Os moradores locais me contaram que eram apenas duas ou três aves e, agora, já são pelo menos vinte", relatou. Esses atrativos naturais seduzem ainda mais os turistas. "Essa região não tem tratamento de esgoto e se o turismo continuar crescendo, o ecossistema poderá sofrer danos irreparáveis. É preciso gestão pública, imediatamente, antes que um problema se instale", advertiu o professor.

 

Ainda assim, todas as transformações, mudanças e adaptações da biodiversidade de Cananéia contribuem para a formação dos alunos da Faculdade de Ciências Biológicas. A região é considerada pelos professores ideal para estudos multidisciplinares, pois apresenta diferentes tipos de ecossistemas terrestres e aquáticos e deve continuar recebendo os estudantes pelos próximos anos, como uma forma de aproximá-los de uma vivência prática da profissão.  "Naquela época (1992), existiam apenas duas pousadas e um hotel. Hoje, são mais de vinte instalados, além da concentração de condomínios e residências", explicou o professor.
Assesoria de comunicação da PUC

Praça da Cachaça reúne principais produtores artesanais na Feira em Brasília

 

14/06/2010 16:52

Por Lucio Pereira Mello/Assessoria de Comunicação Social MDA/Incra



Engasga-gato, pinga, marvada, água que passarinho não bebe. Os nomes da cachaça mudam em cada região, mas a essência é a mesma: uma bebida bem brasileira que ganha mercado no Brasil e no exterior pela qualidade. Acompanhando esta valorização, a VII Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária - Brasiul Rural Contemporâneo vai oferecer, pela primeira vez em Brasília(DF), a Praça da Cachaça, um espaço exclusivo para amadores, degustadores, representantes e fornecedores que, de acordo com especialistas, é essencialmente artesanal.

Sucesso desde que passou a fazer parte da feira, a Praça da Cachaça reúne os sabores e as variedades da aguardente brasileira, oferecendo um espaço especial aos amadores, degustadores, representantes e fornecedores. Com mais de 15 produtores de todo o Brasil os estandes do espaço com 100m² conta com uma decoração especial para os amigos se reunirem e "prosearem" enquanto "molham a palavra". Para se ter uma ideia da diversidade, estarão representadas as cachaças de estados como o Rio Grande do Sul, Goiás, São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e, obviamente, Minas Gerais.

Além da diversidade regional, os diferentes tipos de cachaças de produção tradicional prometem atender a todos os gostos. Além de "purinhas", das envelhecidas em tonéis de carvalho, de emburana e outras madeiras brasileiras, uma das novidades deste ano são as cachaças com sabor de frutas tropicais. A Praça da Cachaça é o local perfeito para todos os apreciadores da bebida autenticamente brasileira e está ganhando um grupo de apreciadores cada vez mais exigentes

Se beber...

Sempre respeitando a máxima: se beber não dirija; se dirigir, não beba, a organização do Brasil Rural Contemporâneo recomenda moderação. Para os apreciadores que "se empolgarem" ou "passarem um pouquinho do ponto" é recomendável o uso da carona solidária, o transporte público, táxi, ou serviço de transporte gratuito do evento. A cada 15 minutos uma van liga o Terminal Rodoviário do Plano Piloto com a Concha Acústica, inclusive nos horários dos shows. Beba com moderação.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

II Encontro Catarinense de Escritores

A Academia de Letras do Brasil/SC

 e a Academia de Letras e Artes de Alfredo Wagner

 convidam V. Sª para o II Encontro Catarinense de Escritores de Alfredo Wagner a ser realizado no dia 30 e 31 de julho de 2010. Na ocasião serão empossados os acadêmicos da Academia de Letras e Artes de Alfredo Wagner e diplomados diversos Escritores. Sendo ainda conferido o diploma de \"Amigo da Cultura\" a personalidades municipais, estaduais e nacionais. Contamos com a presença e o decidido apoio de V. Sª. Pedimos entrar em contato com

 Mauro Demarchi (48) 32761211 Prefeitura Municipal de Alfredo Wagner/ SC

 ou pelo site:
www.familia.demarchi.nom.br/encontrodeescritores.htm

Livro de Poemas Memórias dum Hiperbóreo, de Oleg Almeida


Pequena Resenha Crítica

A Portentosa Poética Neohedônica-Tropical de Oleg Almeida, no Diferenciado Livro de Poemas “Memórias dum Hiperbóreo”


“... A ironia é o meu último refugio... ”

Gregório Bacic, in, Olhares Plausíveis




Por todos os Deuses! A poesia de Oleg Almeida tem uma vertente neohedônica-tropical que arrebata. A lira-delirante de um viajoso-peregrino, por terras do além-longe, onde ele se impregna-clarifica de um lirismo-neohedônico que capitula telúrico em terras afro-tupí-davidicas. Será o impossível? Pois é! Hiperbóreo, do título, vem de como os gregos denominavam um povo que segundo eles moravam acima do vento norte. Pois um bielo-russo, o autor, Oleg Almeida comprou o mote e empreendeu viagens feito uma espécie assim muito bem agregada de gregonauta em terras brasilis gerais, tabuleiro-mosaico em que se cantando tudo há.

Memórias-derramas? Devaneios-fugas? Exercícios de libertações? A arte como fuga-tronco? O Parnaso é o lugar que somos-estamos-permanecemos? Que vento varre as hélices da alma quando nos defrontados num descaminho do longe, se não sabemos que lar nos habita e que propriamente lar somos e estamos? Devaneios de sensibilidade. Alimentamo-nos de nossas neuras e as transformamos em versos e pólos rítmicos de versações?

Que Estação Nada é um porto-lei? Remos em ventos: poemas. As aventuras ins/piram versos... Holderlin, o mágico de Hypérion no vestíbulo da prisão em que foi posto e condenado, acusado de loucura, quando exibia o mais alto grau de lucidez: “E no entanto tu brilhas, Sol! Terra sagrada, não cessas de reverdecer, o fluxo das torrentes escorre ainda para o mar, e no calor do meio dia a sombra das folhagens murmura ainda!”. Mares nunca dantes navegados? Por que mares, lares, bares e ares, segue a fluidez louca de Oleg Almeida?. É difícil ancorar um navio no espaço, disse a poeta-suicida Ana Cristina César. Qual é a filosofia vivencial de Oleg Almeida? Aí tem poesia. Ai de tida vida errante!

Poemas-crônicas, poemas-romances, retratos raros, poemas-historiais, poemas quadros cênicos, poemas e a paleta do olhar do criador trans/figurado. Que viagem é dar esqueleto estético a versos que ganham molduras em vidas, cores, tintas e panos, sentidos e consistências, a poética-texto que proseia o mar lusco-fusco entre a poesia propriamente dita e as memórias nem sempre tão doces, mas vertentes verdejantes de um ser como que, enclausurado numa dor lancinante, quando se purga a escrever o derredor delas, antes, depois, e, pior, dentro delas: eis o livro. Para Holderlin, como para os gregos, um Píndaro, por exemplo, a arte é artesania. É o chamado mechané dos poetas antigos que Oleg faz macadames de idéias-poemas, de situações-conflitos-poesia, de narrações-poéticas que criam fundos, ermos, variações, dimensões que a leitura mergulha, bebe, rende harmonia. A poesia é exigência, diz Saint-John Perse. Pois no caso de Oleg Almeida é exigência de contar, narrar, descrever, arrancar, criar-se ainda assim da memória, verter-se, dar o que pensar em seio, berço, eio; e pinturas com magnífico nuance novidadeiro de punho e cunho clássico.

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“Olhai, Senhor, para mim
Com vosso sorriso bondoso e complacente.
Dai-me um pouco de luz olímpica;
Perdoai a vontade insana
De ler o final da historia, antes que seja escrito
DE quebrar, com alarde, a casca de noz sagrada
E comer o miolo
De penetrar o impenetrável”

(in, pg 10, Poema Numeral UM)

Essa é a poética de Oleg Almeida talvez neohedonista. Delirante. Delirante?. Melhor: assustadoramente poética, viajosa, fora do normal – se é que normal quer dizer alguma coisa – sem títulos; numeradas, como páginas de rostos, capítulos de uma mesma epopéia a criar diários, registros, delações, visões, com/figurações. O molusco tirado da concha em bólides e desafios faz-se homem no escreViver... Hiperbóreo...

E trabalha o verso que uni-(verso), o longe, o perto (o dentro), mais, a chaga do tempo, como se quisesse estar onde não está, e quisesse ser o que não pode ser, ou se quisesse escrever-se para refazer-se e incluir naquilo que lhe foi tirado, talvez o vento-tempo: “O tempo nos mata – Não a pauladas(...) mas à sorrelfa/Com rugas, doenças e cartas de despedidas/Pouco a pouco.” O tempo e suas cartas náuticas-poéticas. Navegar/Escrever é preciso, existir não é preciso?

“O azul foi a cor da infância
Do lépido céu que servia de teto(...)
Dos olhos de minha vó
Das histórias por ela contadas(...)
Foi o azul do menino(...)

(pg 21, in Verso V)

Assim é Oleg Almeida. Narrador-contador(cantador) que veste a roupa do que pensa, inventa, sente, e isso dói. Escrever é derrubar paredes? O Poema IX é lindo! Fragmento: “Do dia em que morreste, meu velho(...)/De capa branca, imaculada, e de sandálias pretas/Que nunca usarás em vida/Tu foste embora/Seguindo o caminho que todos os homens igualaria nos seus direitos/O da eternidade.” (pg. 39). Alexandre Dumas, em suas Memórias, dizia que era um menino entendiado, entendiado até as lágrimas. Quando sua mãe o encontrava assim, chorando de tédio, perguntava-lhe: -E por que é que Dumas está chorando? Então o menino de seis anos respondia: -Dumas está chorando porque tem lágrimas.

Os poemas hiperbóreos são as lágrimas hedônicas-tropicais de Oleg Almeida em peregrinação pelo mundo que re-descobre a cada ver-se? Ei-lo exatamente nu e lacrimal in versus: “Cheguei e, no meio do desespero/Vi todas as coisas, que conhecia desde o berço, ilesas/As flores a recamarem o teu sepulcro eram bonitas/O vinho tomado para coibir os prantos, gostoso/A lua recém-nascida, amarela/Mas tu não vivias/Ou tinhas entrado, talvez, nessas coisas/E nelas te radicarás/Virarás crepúsculos, raios e sons/Integrarás a natureza/Em cujas feições delicadas, daí para a frente/As tuas se encarnariam.” Bravo! Quadro cênico de pura poesia, a mortalha cênica de um olhar sensível-dor. As perdas (as ausências) alimentam sensibilidades lírico-meditativas que soçobram entre rumos, remos, resmas, iras e criações desta ordem. Que pátria é a infância? Que poesia é nossa cara-pátria? As caras e as coragens (e as fugas-devaneios) do mundo:

“O mundo de hoje não se parece com nada(...)
Aliás, eu também nada tenho de grego
Tirante meu hedonismo mal-sucedido
E as questões
Quem sou eu? Donde venho? Aonde vou?!
(pg. 67 Verso XV)
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Ítalo Calvino dizia: “Entre os valores que gostaria que fossem transferidos para o próximo milênio está principalmente este: o de uma literatura que tome para si o gosto da ordem intelectual e da exatidão, a inteligência da poesia juntamente com a da ciência e da filosofia(...).” Oleg Almeida é um caótico itinerante? Já o dramaturgo e poeta Antonio Miranda diz que toda poesia é impura (...) e instaura-se no caos do qual não pretende se libertar... E sobre o escritor Oleg Almeida, o literato Antonio Miranda se manifesta verdadeiramente profético-poético: “Surpreendente o domínio da língua portuguesa por um poeta eslavo! Degusta as palavras e os sentidos em poesia que lida com a prosa, de forma direta, confessional, sutil mas, ao mesmo tempo, incisiva. Aposto no talento dele.”

Feito um Homero querendo voltar para casa, Oleg Almeida procura o que se pode chamar de seu – entre sangue, suor e criação - de casa (o que se pode chamar de lar?); lar, lugar, estar, ser, origem, raiz, talvez despertencimento - ele mesmo a sua própria casa-lugar/ser, o próprio caminhar (fazer a casa), assim luz e lágrima – e verso. Zeus ajuda quem cedo se aventura? O tempo o que é? Tempo-palhaço (até no circo das idéias poéticas), ladrão de mulher, ladrão de nós mesmos, acima dos ventos, das peregrinações ilusórias, dos ícaros, quando o próprio farol de Alexandria pode ser apenas um ponto de exclamação acima das nuvens-ventos, indicando idas e vidas como lugares nenhuns, o ser feito vinagre na peregrinação como alma-andaluz. O lar divino é aquele em que nos deixamos; lastro e rastro, estrelas e trilhas, ilhas e edições de. Vinho, chocolate, recordação, prazer, status paradisíaco de ser-estar-permanecer-continuar!. Carpe Diem. E Poesia, claro, porque Oleg Almeida, filosófico e lingüístico, feito um novo Odisseu pós-moderno (e pós tudo?) faz a sua própria diferença: aventurar-se. Eis o repertório no verbo VIVER se encantando no umbral de novas ilíadas vivenciais e parnasos boêmios consagrados a Orfeu. Colocando poemas-viagens no poetar as buscas de si mesmo, hiperbóreo. Escrever é compor a solidão de poesia/Para ter companhia? Ah a dura viagem de existir! Não somos todos Ulisses?

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Silas Correa Leite – Escritor, Membro da UBE-União Brasileira de Escritores, Teórico da Educação, Jornalista Comunitário, Conselheiro em Direitos Humanos

Autor de Porta-Lapsos, Poemas, e Campo de Trigo Com Corvos, Contos, a venda no site
www.livrariacultura.com.br

E-mail:
poesilas@terra.com.br

Blogue:
www.portas-lapsos.zip.net




quinta-feira, 10 de junho de 2010

Bate Papo com Silas Corrêa Leite

Lágrimas de Luz, Poema de Silas Correa Leite




Lágrimas de LuzSerá que você se lembrará de mimDo meu rostoQuando me encontrar numa outra vida?Será que você saberá que me amouQuando me verNo outro lado da luz no paraíso?Você caminhará sobre as nuvensE encontrará vários anjos entre líriosSerá que você me reconheceráE arrastará as suas asas pro meu lado?Será que você saberá que sou euAquele que partiuE que estará lhe esperando do outro lado do céu?Eu estarei nalgum lugar do altoEsperando por vocêNuvens de luzes muito além de tantas lágrimas...

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Silas Correa Leite

domingo, 6 de junho de 2010

reflexões

Quantas vezes deixamos de dizer palavras afetuosas para as pessoas que amamos. Para não nos sentirmos " por baixo", para não fortalecer o "inimigo" e como conseqüência, quantas demonstrações de verdadeiro afeto deixamos de receber!
E como nos sentimos mais fracos e frágeis pela ausência de carinho, de nos sentirmos amados! Quanta dificuldade temos, em expressar os sentimentos bons que trazemos dentro de nós! Como, muitas vezes, é bem mais fácil sermos ríspidos e agressivos com as pessoas com as quais convivemos. Para reforçar a carência, o sentimento de baixa auto-estima dos "adversários", e assim me fazer ter a falsa impressão de que "estou por cima", na frente, "dando as cartas", detendo o poder! E nós ficamos querendo e tendo tanto amor guardado, nos sentindo tão carentes, tão necessitados de afeto e respeito.
E com toda certeza, quem está do nosso lado também! 
Maria Aparecida Francisquini

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

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