quarta-feira, 28 de abril de 2010
Cronica
NÃO OU SIM
Não sei se vivemos ou tentamos sobreviver. Viver é enfrentar as múltiplas diversidades da vida, viver é ser livre mesmo quando todo mundo quer cuidar de nós.
É ficar quieto e permanece calado perante a sociedade que construí normas e padrões de vida.
Muitos têm interesse em saber da nossa história. Dizem que estamos muito desligados e que mesmo assim eles sempre iram nós socorrer e até pedem para que tenhamos muito cuidado, pois viver neste mundo é muito perigoso e não devemos sair de casa.
Mas nós não devemos temer as construções sociais e as falsas realidades construídas pelas as grandes instituições de nosso planeta.
Viver é um hábito de cada um, não importa se eles querem que sejamos de uma forma, pois nós queremos é sair deste mundo de corrupção e de desigualdade entre os homens que na constituição tem direito igual.
Meu Deus cadê a nação? O Brasil lindo!
Aqui não têm responsáveis, não tem igualdade, não tem um verdadeiro representante do povo. Mas em contra ponto temos pessoas responsáveis pela corrupção, pelo abuso de poder e pelo autoritarismo que tornou algo natural na sociedade atual.
Somos quem podemos ser? Pra ser sincero é visível que não somos seres humanos, hoje nós somos números, cartões, dinheiro e rótulos.
Todos querem cuidar de nós mais nós queremos caí e assim poder ver com clareza a verdade disfarçada em meio à ideias pragmáticas que foram construídas ao longo dos séculos da história da humanidade.
Muito vão dizer que estamos errado e que viver é muito perigo, eles vão perguntar se levamos muitas pancadas e sempre terá um no poder que construirá um teatro para ouvir nossos problemas e assim promovendo uma falsa ajuda.
Porém, tais poderosos devem ficar ciente que nós não estamos tristes e sim revoltados com a mídia, com os governantes e queremos deixar claro que temos a nossa própria vontade.
CONTRASENSO
Conforme noticiários, a Baixada Santista, que pertence ao Estado de São Paulo, está muito ofendida porque os EUA estão alertando os norte-americanosque estão aqui no Brasil a evitarem as cidades do litoral santista por causa do índice de violência.
O mais inusitado é que justamente o país que mais cultua a violência através da arte cinematográfica, é quem faz o alerta sobre cidades brasileiras.
E os brasileiros, por sua vez, não páram de favorecer a economia americana assistindo esses filmes de violência, os quais os próprios psiquiatras alertam sobre as consequências nocivas para a sociedade tanto quanto à saúde mental quanto para o aumento do índice de violência.
E, ainda por cima, a televisão imita os seriados americanos onde só tem tiroteio e nos quais se mata gente como moscas; e o mais trágico é que isso está acontecendo na vida real...
Que eu saiba, nenhum país realmente evoluído, como a França, por exemplo, aprova filmes de violência.
Mas entre os brasileiros, são muitos os que se deleitam. Tanto é que quando vou procurar um filme realmente bom numa video-locadora nunca tem. E, quando olho os cartazes, é só filme de violência.
"Duro de Matar"?, não. É duro de aguentar!
Nair Lúcia de Britto. |
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Banca Examinadora seleciona os artigos acadêmicos para publicação do MTur
Os profissionais responsáveis pela seleção desses artigos estão reunidos durante os dias 15 e 16 de abril para escolherem os artigos que serão publicados. Os materiais enviados deviam tratar de assuntos referentes à segmentação do turismo.
Foram enviados artigos de 24 das 27 unidades da federação. O estado de São Paulo teve o maior número de participações, com 39 trabalhos, seguido do Rio Grande do Sul, Ceará, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Santa Catarina.
Dos segmentos abordados, o Turismo Cultural obteve o maior número de obras, tendo sido tema de 31 artigos. Ecoturismo foi o segundo segmento mais debatido, aparecendo em 19 trabalhos. Turismo Social, de Sol e Praia, Rural e de negócios e Eventos também foram amplamente citados.
Serão considerados na classificação dos artigos, critérios como originalidade e relevância prática, além do alinhamento com a Política Nacional de Turismo, o enquadramento formal, a sequência lógica do texto e o embasamento teórico.
Os resultados desta seleção estarão disponíveis para consulta na próxima semana, no Portal do Ministério do Turismo (www.turismo.gov.br) e do Salão do Turismo – Roteiros do Brasil (www.salao.turismo.gov.br).
Que Jogo!
Prêmio de Expressões Afro-brasileiras
Os vencedores do 1° Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras, no valor de R$ 1,1 milhão, já foram selecionados. O edital do Ministério da Cultura (MinC) selecionou 20 trabalhos, nas cinco regiões do país, nas áreas de teatro, dança e artes visuais.
O edital teve mil inscritos, dos quais cerca de 600 não estavam aptos a participar. Dos 412 projetos, 181 de artes visuais, 120 de dança e 111 de teatro. Os estados que tiveram maior número de inscritos foram São Paulo (143), Rio de Janeiro (133) e Bahia (84).
O 1° Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras é uma iniciativa da Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, e do Centro de Apoio ao Desenvolvimento (Cadon), com patrocínio da Petrobras. A ideia surgiu após o II Fórum Nacional de Performance Negra, realizado em Salvador, em 2006. Na ocasião os próprios artistas pediram ao MinC um edital público ou linha de financiamento específico, pois não havia alternativas que contemplassem expressões culturais afro-brasileiras.
Conheça os 20 projetos aprovados:
Dança
- Acorda Raça - Resgate e Preservação da Cultura Negra como Instrumento de Conscientização e de Auto-estima (PR);
- Bata-Kotô (DF);
- Dança Afro-Brasileira nas Escolas (AL);
- Elegbará - O Guardião da Vida (PA); e
- 40 + 20 - Rubens Barbot (RJ).
Teatro
- Emi - A Concepção Yorubana do Universo (PA);
- Mãe Coragem (RS);
- No Muro - Ópera Hip Hop (DF);
- Oficina Comuns (RJ); e
- Ogum - O deus e o Homem (BA).
Artes Visuais
- Arte Resgatando o Quilombo (SC);
- Essas Mulheres (RO);
- Memórias de Sombras (SP);
- Mestre do Coco Pernambucano (PE);
- Negro por Inteiro (MT);
- Animais de Concreto (SP);
- E o Silêncio Nagô Calou em Mim (DF);
- Invernada dos Negros (RS);
- Lagoa da Pedra e a Roda de São Gonçalo (TO); e
- Zeladores de Voduns de Benim ao Maranhão (MA).
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Sobre o artigo do secretário sobre salários do magistério
artigo publicado pela Folha em 22/04. Não sobre o que disse, mas sobre o que
não foi dito. Inicialmente, é preciso enfatizar que o Bônus não é pago a
todos os profissionais. 30% deles, anualmente, não o recebem, às vezes,
injustamente, em função do mau desempenho da unidade. Ainda que 20% dos
vários segmentos do magistério, que passaram pela prova meritocrática,
tivessem recebido 25% sobre o salário-base - reajuste que irá variar,
realmente, entre 19 e 13% de acordo com o tempo de serviço de cada um, e não
25% sobre o salário total -, 80% do pessoal terá que esperar 3 anos para,
possivelmente, receber o benefício, se estiver entre os 20%, nos próximos 3
anos. Mas, o mais grave foi o silêncio do secretário sobre os aposentados
que, nos 4 anos de governo Serra, receberam, tão somente, a incorporação de
uma gratificação de R$ 80,00 e um reajuste de 5%. O que poderia suavizar a
situação financeira dos apose ntados, a incorporação da Gratificação por
Atividade do Magistério - GAM, de uma só vez, se a postergou por 3 anos. Os
aposentados que não entraram com ação judicial ou não a estão recebendo
judicialmente, farão jus, em 2010, tão somente, a 4.55% de incorporação.
Luiz Gonzaga de Oliveira Pinto
Presidente da Udemo - Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério
Oficial do Estado de São Paulo
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