quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
O Pré Calote
institucionalização do Calote;
promiscuidade absoluta, livre, leve e solta...
Institucionalização da cara de pau governamental...
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
As emoções nos descaminham
Nem bem bati um olho numa foto lembrei-me do dia que eu e seu filho Maurício Andrés Ribeiro, resolvemos criar a Frente Estudantil Renovadora (FERA), no Colégio Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para disputar o centro acadêmico.
Maria Helena Andrés que já era uma pintora renomada nos permitiu utilizar o verso de folhas de papel onde fazia os estudos para seus trabalhos a óleo.
Enquanto eu escrevia nossas palavras de ordem ficava olhando para aquelas madonas e naves perdidas num mar imenso, aquele torvelinho de cores, tentando imaginar a mensagem que estava por trás de tudo aquilo.
Ganhamos à eleição e os cartazes desapareceram todos dos corredores onde haviam sido afixados.
Esta deve ter sido a “campanha política” com maior viés cultural que participei, numa época em que o mundo já estava virando de pernas para cima.
No jornal “O Tempo” impresso encontro uma foto de Humberto Pereira, que está lançando “Carlos Prates”, dentro da coleção “BH. A Cidade de Cada Um”.
Se não me falha a memória ele era dominicano e professor de cinema da Universidade Católica de Minas Gerais.
È o produtor desde o começo do “Globo Rural”, da Rede Globo.
Tinha uma voz macia e participava de nossas intermináveis conversas nas mesas de botequins de melhor ou pior qualidade, em assuntos infindáveis sobre o cinema de Godard, Buñuel, Antonioni e Bergman, ao lado de maravilhosas garotas que faziam Psicologia.
Os dominicanos exerceram dois papéis importantes naquela época. Eram especialistas em comunicação de massa, o que era muito importante para Igreja Católica e tiveram uma expressiva participação na luta contra a ditadura militar, principalmente escondendo os perseguidos pelo regime.
Lembro-me dele e me ponho a meditar como são mal utilizadas as tevês educativas no país, sempre tentando imitar o glamour das grandes redes e olvidando seus princípios básicos.
Recebo através do Geraldo Bertolucci, parceiro do Lavras 24 Horas, a indicação para um vídeo caseiro, mas muito bem feito, “Histórias que se entrelaçam”, sobre o Rotary Club de Lavras e o Instituto Gammon.
Nas primeiras cenas já vejo figuras que fizeram parte da minha formação de adolescente..
O primeiro deles o Bi Moreira, que tinha fama de lunático, porque colecionava coisas inúteis que as pessoas não queriam mais no porão de suas casas que se modernizavam na onda do que se chamou Anos JK. Sua outra mania era o desfile do aniversário do Gammon, com quadros ao vivo, o que o fez me transformar num Castro Alves bem convincente...
A seguir a calvície inconfundível de Sinval Silva, filosofo de plantão e um grande educador, de pensamento e língua afiados...
Forma-se então a imagem do meu professor de Geografia, Oswaldo Louzada, que é um dos últimos sobreviventes daquele tempo e que vejo ainda lépido, nonagenário, pelas ruas da cidade.
Depois a figura de Lawrence Calhoun, que foi reitor do Gammon e sempre insistia para meu tio Roberto Coimbra e meu pai Renato Aquino Pádua se filiarem ao Rotary. Apesar do insucesso da empreitada sempre tentou. Um homem muito bom que desfilava pelas ruas de Lavras num imponente Chevrolet Impala verde...
O próximo, Eduard King Carr teve um importância marcante na minha vida. Num dia de festa no Gammon, na Alameda das Magnólias, me pegou de mãos dadas com a Ellen Carmen Paul, catarinense de Timbó e nos espinafrou...
Bom. Mas a história que eu queria contar hoje era outra.
Era a da bonita professora Franceli, sobrinha da Meirinha e da Arlete, da rede municipal de ensino que levava num final de semana quatro alunas ao cinema como prêmio pelo interesse e incentivo à busca pelo conhecimento e foi flagrada pela prefeita Jussara Menicucci e sua câmera. Para mim era um atitude normal, de caráter, pois eu já a conhecia desde o tempo que fui diretor de vôlei no Lavras Tênis Clube.
Não estranhei por que aqui em casa sempre foi assim também e o salário que Eudóxia, minha mulher, recebia era sempre revertido para os alunos.
Afinal, não adianta saber todos os métodos pedagógicos de cor e salteado. É preciso ter amor pela arte de ensinar...
Evidentemente os tempos estão mudados. E por isso mesmo os governantes deveriam se preocupar em remunerar melhor nossas professorinhas...
Para que todos pudessem se lembrar prazerosamente, como eu, da imagem da mulher linda que foi minha primeira mestra e da qual não consigo recordar o nome...
Natal - Fé na humanidade
SUSAN BOYLE
ELA É UMA ARTISTA TALENTOSA E TEM UMA VOZ MARAVILHOSA! ISSO É O QUE TEM VALOR... DEIXEM SUSAN BOYLE USUFRUIR EM PAZ... SEU MOMENTO DE EXPLENDOR! Nair Lúcia de Britto |
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Entrevista
Para começar bem o seu dia...
Oração da Manhã ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Nasce mais um dia. Aos poucos vamos abrindo janelas e portas, Deixando a luz do Sol entrar... Tudo vai ganhando Contorno, dimensão, calor e vida.
Senhor, nós te agradecemos por este dia. Abrimos nossas portas e janelas Para que Tu possas entrar com Tua luz
Queremos que Tu, Senhor, definas... Os contornos dos nossos caminhos, A dimensão dos nossos projetos, O calor de nossos relacionamentos E o rumo de nossas vidas...
Podes entrar, Senhor, em nossas famílias. Precisamos do AR PURO da Tua verdade Precisamos da tua mão libertadora Para abrir compartimentos fechados.
Precisamos de Tua beleza Para amenizar a nossa dureza Precisamos da Tua Paz para nossos conflitos Precisamos do Teu contato para curar feridas Precisamos, sobretudo, Senhor, da Tua presença Para aprendermos a perdoar, partilhar e abençoar!
(Graças a Deus)
Autor desconhecido
Encaminhada por Nair Lúcia de Britto |
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PROJETO DE LEITURA; LANÇAMENTO DO LIVRO INFANTIL "A NUVENZINHA SAPECA"; EVENTO LITERÁRIO ESCOLAR E NA UFPR - LITORAL. Clique nas fotos para ampliar.
Sempre agradecendo as melhores oportunidades oferecidas por DEUS,
.

Dia 02/12/09, na cidade de Matinhos,
litoral do Paraná, tivemos a grande felicidade de prestarmos
as seguintes atividades :)
Lançamento do novo livro "A NUVENZINHA SAPECA"
na ESCOLA MUNICIPAL ELIAS ABRAÃO, com palestra
psicopedagógica/literária e doação de 250 livros para alunos.
referendando a mostra de trabalhos em varalzinho literário e
encontro com professores e alunos.
Destacamos que as Instituições visitadas pela Autora,são escolhidas mediante prévio agendamento
(Convites Institucionais),
pois as doações acontecem quando há lançamento de obra.
Na ocasião, o convite partiu de profissionais da UNIVERSIDADE FEDERAL DO LITORAL,
... e professoras!
Agradecendo ao Jean Carlos Freire da Silva, diretor da Escola Municipal,Rosangela Valachinski Gandin (UFPR) e Liliam Maria Orquiza (UFPR).
na beira do mar,
na CONFRARIA do CHOPP, o restaurante da ÉRIKA.Que delícia! Muito obrigada!
*Foto: Após o almoço estivemos na UFPR - Litoral,na apresentação da "mostra de Projetos".



Em rápida conversa, transmitimos o VALOR daquele momento,a importância de continuar crescendo com a arte, os livros,
os sonhos, o auxílio e incentivo ao próximo,
e o aprimoramento que nos auxilia o VIVER.


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