Quero informar a Google o engano em associar meu nome ao site:
www.fotlog.com/fatimacorrea
Respeito muito o trabalho da Fátima Correa, mas nada tem a ver com meu trabalho; e nem a Fotlog está autorizada a se utilizar dos meus poemas; como “Ano Novo”.
Portanto solicito providências para a desvinculação do meu nome ao
referido site.
Grata,
Nair Lúcia de Britto
Poeta, Jornalista e Comentarista de Cinema.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
sábado, 5 de janeiro de 2008
BICHO DE PÉ, UM MAL EMOCIONAL.
BICHO DE PÉ, UM MAL EMOCIONAL.
(Antonio Brás Constante)
“De médico e de louco todos nós temos um pouco”, já dizia uma antiga frase popular. Porém, geralmente preferimos (sabiamente) procurar quem tem bastante conhecimento sobre estas especialidades (loucura e sanidade), ao invés de ficarmos nos tratando sozinhos, amparados em nosso pouquíssimo conhecimento no assunto.
Entre os diversos ramos da medicina, um que se destaca por tentar curar um mal invisível que aparentemente não é encontrado fisicamente em nosso corpo, pois fica enterrado nas sombrias alas de nossas mentes, é a psicologia e seus assemelhados.
A psicologia é algo realmente incrível, pois consegue “entrar” na cabeça de alguém (sem necessariamente ter entrado lá), desvendando seus mistérios, elucidando suas dúvidas, melhorando sua forma de viver. Tudo isto por um preço tabelado e feito em doses temporais chamadas de consultas, algumas vezes por semana.
Estes profissionais conseguem promover verdadeiros milagres em nossas mentes. Poderíamos supor que, caso pudessem se comunicar com um bicho-de-pé, por exemplo, fatalmente acabariam convencendo-o a largar do pé das pessoas, fazendo com que assumisse uma nova postura. Quem sabe até tornando-se vegetariano, trocando o pé humano por um pé-de-couve ou por um pé-de-alface.
Pode parecer bobagem, mas existe uma possibilidade mínima de que no passado o bicho-de-pé fosse apenas um bichinho qualquer, sem maiores vínculos com o ser humano, e que talvez de tanto pisarmos nele (literalmente falando), tenha se estressado e resolvido começar a pegar no nosso pé, passando a morar nele.
Os psicólogos conseguem nos explicar o inexplicável. Valendo-se do silêncio, de perguntas simples, ou de frases vagas. Se quisessem, poderiam ilustrar a origem da vida utilizando uma toalha de crochê como modelo.
Se pensarmos bem, a origem da vida realmente poderia se traduzir em uma toalha de crochê, pois olhamos para ela sem entender como foi feita daquela forma (ao menos eu não entendo), ou pelo simples fato de se criar algo que parece ser extremamente complexo a partir de uma linha e uma pequena agulha que mais parece uma miniatura de arpão.
Talvez se mais e mais pessoas começassem a fazer crochê, conseguiríamos finalmente descobrir porque o mundo é assim, ou ao menos teríamos pessoas mais calmas, já que o crochê também é uma ótima terapia, e com isto acabaríamos causando o desemprego de inúmeros terapeutas (primos dos psicólogos), que se arrependeriam de ter um dia deixado seus parentes tentarem explicar a origem da vida através daquela forma de artesanato.
Eles passariam então a tentar proibir o crochê, insinuando que aquilo seria coisa do demônio (sabendo que as pessoas levam muito a sério estes apelos religiosos), e que poderiam explicar melhor a tal teoria em sessões de terapia pagas (mas com descontos enlouquecedores), ou poderiam eles mesmos começar a fazer crochê e assim ficaria tudo bem.
Enfim o mundo é um lugar estranho, que merece uma analise profunda. Coberto de pessoas estranhas, vivendo vidas estranhas e lendo coisas estranhas. Um lugar ideal para existência desses estranhos e maravilhosos profissionais que exercem a psicologia, psiquiatria, terapia e tantas outras “ias” mais.
E-mail: abrasc@terra.com.br
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc) ou http://abrasc.blogspot.com/
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
(Antonio Brás Constante)
“De médico e de louco todos nós temos um pouco”, já dizia uma antiga frase popular. Porém, geralmente preferimos (sabiamente) procurar quem tem bastante conhecimento sobre estas especialidades (loucura e sanidade), ao invés de ficarmos nos tratando sozinhos, amparados em nosso pouquíssimo conhecimento no assunto.
Entre os diversos ramos da medicina, um que se destaca por tentar curar um mal invisível que aparentemente não é encontrado fisicamente em nosso corpo, pois fica enterrado nas sombrias alas de nossas mentes, é a psicologia e seus assemelhados.
A psicologia é algo realmente incrível, pois consegue “entrar” na cabeça de alguém (sem necessariamente ter entrado lá), desvendando seus mistérios, elucidando suas dúvidas, melhorando sua forma de viver. Tudo isto por um preço tabelado e feito em doses temporais chamadas de consultas, algumas vezes por semana.
Estes profissionais conseguem promover verdadeiros milagres em nossas mentes. Poderíamos supor que, caso pudessem se comunicar com um bicho-de-pé, por exemplo, fatalmente acabariam convencendo-o a largar do pé das pessoas, fazendo com que assumisse uma nova postura. Quem sabe até tornando-se vegetariano, trocando o pé humano por um pé-de-couve ou por um pé-de-alface.
Pode parecer bobagem, mas existe uma possibilidade mínima de que no passado o bicho-de-pé fosse apenas um bichinho qualquer, sem maiores vínculos com o ser humano, e que talvez de tanto pisarmos nele (literalmente falando), tenha se estressado e resolvido começar a pegar no nosso pé, passando a morar nele.
Os psicólogos conseguem nos explicar o inexplicável. Valendo-se do silêncio, de perguntas simples, ou de frases vagas. Se quisessem, poderiam ilustrar a origem da vida utilizando uma toalha de crochê como modelo.
Se pensarmos bem, a origem da vida realmente poderia se traduzir em uma toalha de crochê, pois olhamos para ela sem entender como foi feita daquela forma (ao menos eu não entendo), ou pelo simples fato de se criar algo que parece ser extremamente complexo a partir de uma linha e uma pequena agulha que mais parece uma miniatura de arpão.
Talvez se mais e mais pessoas começassem a fazer crochê, conseguiríamos finalmente descobrir porque o mundo é assim, ou ao menos teríamos pessoas mais calmas, já que o crochê também é uma ótima terapia, e com isto acabaríamos causando o desemprego de inúmeros terapeutas (primos dos psicólogos), que se arrependeriam de ter um dia deixado seus parentes tentarem explicar a origem da vida através daquela forma de artesanato.
Eles passariam então a tentar proibir o crochê, insinuando que aquilo seria coisa do demônio (sabendo que as pessoas levam muito a sério estes apelos religiosos), e que poderiam explicar melhor a tal teoria em sessões de terapia pagas (mas com descontos enlouquecedores), ou poderiam eles mesmos começar a fazer crochê e assim ficaria tudo bem.
Enfim o mundo é um lugar estranho, que merece uma analise profunda. Coberto de pessoas estranhas, vivendo vidas estranhas e lendo coisas estranhas. Um lugar ideal para existência desses estranhos e maravilhosos profissionais que exercem a psicologia, psiquiatria, terapia e tantas outras “ias” mais.
E-mail: abrasc@terra.com.br
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc) ou http://abrasc.blogspot.com/
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
(Autor: Antonio Brás Constante)
Há algum tempo atrás escrevi uma frase que dizia: “ninguém cometeu maior erro do que aquele que errou ao fazer tudo errado”. Frase estranha, com palavras esquisitas, que não soou legal, coisa mesmo de biruta. Nestes últimos dias, porém, a tal frase voltou as minhas lembranças, trazida por minha eterna professora, que certamente também dá aulas para você, sendo conhecida como VIDA.
Dona vida, educadora severa, que puxa as orelhas de quem quiser. Castiga e põe de joelhos, faz até marmanjo chorar. Com ela não tem rebeldia. Se alguém tentar matar aula, morre no mesmo dia. Mas ela, em sua essência, não pode ser taxada com alcunha de malvada, pois antes de reprovar qualquer vivente, ainda lhes dá a chance de fazerem um exame... De consciência (e é exatamente aí que tantos desperdiçam suas oportunidades de acertar aquilo que está errado).
Ela se reflete em ações, frutos de nossas próprias avaliações, onde até mesmo uma frase citada no início do primeiro parágrafo, ganha um sentido mais adequado. Uma frase, renascida talvez de um fato. Algo que em um mundo nada perfeito seria perfeitamente normal, mas que em nosso universo ainda gera decepção. Vou lhes dar como exemplo uma premiação.
Imagine que você possui um dom. Algo que lhe permite transformar tinta através do pincel em desenhos no papel. Agora imagine este seu talento levando-o a participar de um concurso em forma de salão, voltado para este tipo de exposição. Você envia suas obras e é agraciado com a notícia de que um de seus trabalhos foi contemplado, teve menção honrosa, bastando ir ao evento cultural para receber a recompensa por este ato de proeza.
Você então chega ao local da premiação, que ficaria algumas dezenas de quilômetros de sua morada, mas que poderia ser em outro estado, quem sabe outro País. O fato é que você vai até lá prestigiar o evento. Participa da cerimônia de entrega das premiações, recebendo do próprio patrono da imprensa da cidade (onde tudo foi organizado), o seu troféu e um certificado.
O artista, não cabe em si de tão maravilhado, mostra o troféu aos amigos, abre um espaço de honra em sua estante para coloca-lo. Sente-se, sobretudo, valorizado por esta conquista. Então toca o telefone, a voz do outro lado da linha, inicia a conversa se identificando e tecendo elogios ao artista, para enfim informar-lhe que terá de devolver o troféu recebido. Foi tudo um engano. Aceite um pedido de desculpas, por telefone, e assim que puder volte até nossa cidade trazendo aquilo que há poucas noites recebeu, para que possamos entregar a outro artista algo que você achava ser seu. Tudo muito discreto e informal. Por favor, não nos leve a mal, ainda é seu o certificado. Apenas iremos alterar sua foto* em nosso site, para sumir com os vestígios deste erro brutal...
Erros acontecem, e são como dominós em fila que caem. Está é uma das lições que aprendemos nesta vida. Afinal, quem nunca errou, cometendo um erro ainda maior ao fazer tudo errado? (Texto dedicado ao amigo Zé Gadis).
(*) NOTA SOBRE O TEXTO: Para quem ficou na dúvida se este é um texto de ficção baseado em fatos reais, ou um texto real baseado em acontecimentos fictícios, convido a todos para olharem a foto citada no penúltimo parágrafo, disponível no meu blog: http://abrasc.blogspot.com/ ou no site pessoal: www.abrasc.pop.com.br, pretendo também coloca-la no ORKUT.
E-mail: abrasc@terra.com.br
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".
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domingo, 23 de dezembro de 2007
OBJETOS PERDIDOS E BEM ESQUECIDOS - (AUTOR: Antonio Brás Constante)
OBJETOS PERDIDOS E BEM ESQUECIDOS
(AUTOR: Antonio Brás Constante)
Geralmente as coisas perdidas pelas pessoas causam-lhes verdadeiro pânico. Perder um relógio, um anel ou mesmo uma carteira traz transtornos e sofrimentos aos seus donos, que por um azar do destino, ficam sem seus utensílios que, ou eram muito úteis, ou muito importantes ou muito caros.
Existem todos os tipos de acontecimentos que nos levam a perder algo. Um esbarrão, ou mesmo um bolso folgado, um furo na calça ou bolsa. Há quem consiga perder as chaves da casa (dentro de casa), os óculos ou mesmo o endereço anotado com todo cuidado.
Outros chegam ao extremo de esquecerem onde colocaram os lembretes que deveriam informar-lhes exatamente das coisas que não poderiam esquecer. Porém, nem tudo que é perdido se deseja reencontrar, um bom exemplo são as famigeradas balas perdidas, que vivem soltas e voando pelo ar a procura de alguma parede, árvore ou corpo para se alojar (existem até campanhas sobre o assunto, tais como: “adote uma bala perdida em seu coração”, para saber mais acesse www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc).
Essas balas em geral, nunca acham o caminho de volta para comungarem com o “indivíduo” que as disparou, ao contrário, se afastam dele o máximo possível, encontrando idosos e crianças entre outras vítimas inocentes, que acabam se transformando em moradia temporária para elas. Ainda assim, tem gente que insiste em dizer que não quer falar sobre o assunto, para eles esta história de balas perdidas entra por um ouvido e sai pelo outro. Esse é um tipo de atração realmente fatal (e sem a cruzada de pernas da Sharon Stone), para quem por acidente encontra estes minúsculos projéteis perdidos e mortais.
Uma das causas mais freqüentes para a perda de pertences é a bebedeira. Através dela as pessoas perdem a noção do ridículo, o caminho de casa, o casamento, ou algumas vezes o celular. Por exemplo, fulano acorda às onze horas da manhã, com uma bruta dor de cabeça. A última coisa de que se recorda é que pediu o quinto uísque em um bar perto do serviço, não lembrando mais o que lhe motivou a ir beber, mas ao verificar seus pertences descobre que seu celular sumiu. Imediatamente liga para o número de seu telefone:
- Alô? Aqui é o Clovis. Olha este celular aí é meu. Onde posso pegá-lo?
- Sim, claro. Aqui é da boate super alegre “pepino feliz”, realmente estávamos atrás do dono deste aparelho, que entre outras coisas, fez um belíssimo strip-tease em cima do balcão de bebidas, antes de sair acompanhado de dois belos rapazes vestidos de marinheiros. Era o senhor?
- Err... Não... Desculpe, foi engano.
Realmente, existem coisas que devem permanecer perdidas, e as lembranças de uma bebedeira, são um bom exemplo...
E-mail: abrasc@terra.com.br
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
BLOG (me rendi a este tal de blog) : http://abrasc.blogspot.com/
Xxxxxxxxxx
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(AUTOR: Antonio Brás Constante)
Geralmente as coisas perdidas pelas pessoas causam-lhes verdadeiro pânico. Perder um relógio, um anel ou mesmo uma carteira traz transtornos e sofrimentos aos seus donos, que por um azar do destino, ficam sem seus utensílios que, ou eram muito úteis, ou muito importantes ou muito caros.
Existem todos os tipos de acontecimentos que nos levam a perder algo. Um esbarrão, ou mesmo um bolso folgado, um furo na calça ou bolsa. Há quem consiga perder as chaves da casa (dentro de casa), os óculos ou mesmo o endereço anotado com todo cuidado.
Outros chegam ao extremo de esquecerem onde colocaram os lembretes que deveriam informar-lhes exatamente das coisas que não poderiam esquecer. Porém, nem tudo que é perdido se deseja reencontrar, um bom exemplo são as famigeradas balas perdidas, que vivem soltas e voando pelo ar a procura de alguma parede, árvore ou corpo para se alojar (existem até campanhas sobre o assunto, tais como: “adote uma bala perdida em seu coração”, para saber mais acesse www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc).
Essas balas em geral, nunca acham o caminho de volta para comungarem com o “indivíduo” que as disparou, ao contrário, se afastam dele o máximo possível, encontrando idosos e crianças entre outras vítimas inocentes, que acabam se transformando em moradia temporária para elas. Ainda assim, tem gente que insiste em dizer que não quer falar sobre o assunto, para eles esta história de balas perdidas entra por um ouvido e sai pelo outro. Esse é um tipo de atração realmente fatal (e sem a cruzada de pernas da Sharon Stone), para quem por acidente encontra estes minúsculos projéteis perdidos e mortais.
Uma das causas mais freqüentes para a perda de pertences é a bebedeira. Através dela as pessoas perdem a noção do ridículo, o caminho de casa, o casamento, ou algumas vezes o celular. Por exemplo, fulano acorda às onze horas da manhã, com uma bruta dor de cabeça. A última coisa de que se recorda é que pediu o quinto uísque em um bar perto do serviço, não lembrando mais o que lhe motivou a ir beber, mas ao verificar seus pertences descobre que seu celular sumiu. Imediatamente liga para o número de seu telefone:
- Alô? Aqui é o Clovis. Olha este celular aí é meu. Onde posso pegá-lo?
- Sim, claro. Aqui é da boate super alegre “pepino feliz”, realmente estávamos atrás do dono deste aparelho, que entre outras coisas, fez um belíssimo strip-tease em cima do balcão de bebidas, antes de sair acompanhado de dois belos rapazes vestidos de marinheiros. Era o senhor?
- Err... Não... Desculpe, foi engano.
Realmente, existem coisas que devem permanecer perdidas, e as lembranças de uma bebedeira, são um bom exemplo...
E-mail: abrasc@terra.com.br
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
BLOG (me rendi a este tal de blog) : http://abrasc.blogspot.com/
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NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
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domingo, 16 de dezembro de 2007
MANUAL BÁSICO DE INSTRUÇÕES DO SER HUMANO
MANUAL BÁSICO DE INSTRUÇÕES DO SER HUMANO
(Antonio Brás Constante)
Como seria bom se os seres humanos viessem com algum tipo de manual de instruções, ou pelo menos uma etiqueta que pudesse identificar do que são feitos e as precauções para com eles. Mas, provavelmente apareceria na etiqueta a frase: “material 100% inexplicável”. As instruções diriam que a tristeza pode causar-lhes vazamentos pelos olhos e a alegria ocasionar ruídos estranhos através de suas bocas. Haveria informações descrevendo como eles se ofendem com meras palavras, ou mesmo matam por meros trocados. Seria avisado que sofrimentos, decepções, amarguras e ressentimentos, machucariam seus corações e poderiam servir de estopim para desencadear muitos gestos irracionais, irresponsáveis e até fatais.
Logo na primeira página apareceria impressa a palavra “IMPORTANTE”, destacada em vermelho, e seguida de uma mensagem alertando ser expressamente proibido o contato da raça humana com serpentes falantes, maçãs proibidas, fogo, pólvora e, principalmente, PLUTÔNIO. Também diria que não é aconselhável agitá-los em hipótese alguma (no máximo umas palmadas ao nascer), porque quando agitados, entram facilmente em guerra (você não deixou eles perto do plutônio, deixou?), transformando suas ações em algo muito pior do que qualquer lixo radioativo.
Seria descrito que, mesmo acreditando que são os únicos no universo com capacidade criativa, a grande maioria dos humanos duvida de suas próprias aptidões, apegando-se a utópicos ícones, procurando encontrar neles, aquilo que estaria disponível dentro de si mesmos. Nas folhas do manual, estaria escrito que as pessoas possuem algo chamado de “inteligência”, e que esta propriedade altamente desenvolvida, causa-lhes rompantes (muitas vezes permanentes) de burrice, realizando atitudes imbecis contra tudo e contra todos. Falaria dos abusos cometidos contra outros seres vivos, utilizados como meros objetos. Ou daqueles que julgam a sua nação melhor do que as outras, tentando a todo custo subjugar e dominar os demais povos do planeta. Boa parte do texto preveniria sobre a ignorância dos que acham que sua cor de pele, opção sexual ou mesmo que suas crenças são superiores, e que por isso podem escravizar, humilhar, ou assassinar os que se mostram diferentes deles. Tantos seres mergulhados no mais puro egoísmo e estupidez.
Ainda assim, o manual teria páginas repletas de esperança, lembrando que muitos são os que superam suas origens animais e animalescas, tornando-se algo considerado adequado para os novos padrões ISO 2008 de qualidade em prol da vida. Pois, o ser humano também consegue ser humano, dispondo de capacidade para rir das próprias desgraças, superar limites, sorrir e sonhar.
Enfim, a energia que impulsiona a humanidade, provém do pior e do melhor material de toda existência. Algo que nos torna aptos a amar e a odiar. Doar ou roubar. Salvar ou matar. Construir ou destruir. Entre tantas outras coisas que iniciam através de um simples gesto que move nossas vidas: O ato de pensar.
TOCANDO O INALCANÇÁVEL
(Autor: Antonio Brás Constante)
O meu dedo apontou para o horizonte,
mas sua pele nada ali tocou;
Mesmo meus olhos que enxergam tão longe,
fitaram apenas paisagens sem valor;
Tentei com a mente, tão criativa,
mas a coitada me decepcionou;
Somente então tentei com a alma,
que alcançou enfim o que eu buscava
E nunca mais pra mim voltou.
E-mail: abrasc@terra.com.br
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
BLOG (me rendi a este tal de blog) : http://abrasc.blogspot.com/
Xxxxxxxxxx
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NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
(Antonio Brás Constante)
Como seria bom se os seres humanos viessem com algum tipo de manual de instruções, ou pelo menos uma etiqueta que pudesse identificar do que são feitos e as precauções para com eles. Mas, provavelmente apareceria na etiqueta a frase: “material 100% inexplicável”. As instruções diriam que a tristeza pode causar-lhes vazamentos pelos olhos e a alegria ocasionar ruídos estranhos através de suas bocas. Haveria informações descrevendo como eles se ofendem com meras palavras, ou mesmo matam por meros trocados. Seria avisado que sofrimentos, decepções, amarguras e ressentimentos, machucariam seus corações e poderiam servir de estopim para desencadear muitos gestos irracionais, irresponsáveis e até fatais.
Logo na primeira página apareceria impressa a palavra “IMPORTANTE”, destacada em vermelho, e seguida de uma mensagem alertando ser expressamente proibido o contato da raça humana com serpentes falantes, maçãs proibidas, fogo, pólvora e, principalmente, PLUTÔNIO. Também diria que não é aconselhável agitá-los em hipótese alguma (no máximo umas palmadas ao nascer), porque quando agitados, entram facilmente em guerra (você não deixou eles perto do plutônio, deixou?), transformando suas ações em algo muito pior do que qualquer lixo radioativo.
Seria descrito que, mesmo acreditando que são os únicos no universo com capacidade criativa, a grande maioria dos humanos duvida de suas próprias aptidões, apegando-se a utópicos ícones, procurando encontrar neles, aquilo que estaria disponível dentro de si mesmos. Nas folhas do manual, estaria escrito que as pessoas possuem algo chamado de “inteligência”, e que esta propriedade altamente desenvolvida, causa-lhes rompantes (muitas vezes permanentes) de burrice, realizando atitudes imbecis contra tudo e contra todos. Falaria dos abusos cometidos contra outros seres vivos, utilizados como meros objetos. Ou daqueles que julgam a sua nação melhor do que as outras, tentando a todo custo subjugar e dominar os demais povos do planeta. Boa parte do texto preveniria sobre a ignorância dos que acham que sua cor de pele, opção sexual ou mesmo que suas crenças são superiores, e que por isso podem escravizar, humilhar, ou assassinar os que se mostram diferentes deles. Tantos seres mergulhados no mais puro egoísmo e estupidez.
Ainda assim, o manual teria páginas repletas de esperança, lembrando que muitos são os que superam suas origens animais e animalescas, tornando-se algo considerado adequado para os novos padrões ISO 2008 de qualidade em prol da vida. Pois, o ser humano também consegue ser humano, dispondo de capacidade para rir das próprias desgraças, superar limites, sorrir e sonhar.
Enfim, a energia que impulsiona a humanidade, provém do pior e do melhor material de toda existência. Algo que nos torna aptos a amar e a odiar. Doar ou roubar. Salvar ou matar. Construir ou destruir. Entre tantas outras coisas que iniciam através de um simples gesto que move nossas vidas: O ato de pensar.
TOCANDO O INALCANÇÁVEL
(Autor: Antonio Brás Constante)
O meu dedo apontou para o horizonte,
mas sua pele nada ali tocou;
Mesmo meus olhos que enxergam tão longe,
fitaram apenas paisagens sem valor;
Tentei com a mente, tão criativa,
mas a coitada me decepcionou;
Somente então tentei com a alma,
que alcançou enfim o que eu buscava
E nunca mais pra mim voltou.
E-mail: abrasc@terra.com.br
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
BLOG (me rendi a este tal de blog) : http://abrasc.blogspot.com/
Xxxxxxxxxx
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
sábado, 15 de dezembro de 2007
Viva Oscar!
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Haicais em Setembro
Haicais em Setembro
Lançamento
Dia 19/12/2007, às 16:00h, na Biblioteca Municipal Dr. Fritz Müller
Alameda Duque de Caxias, Blumenau SC
Mais uma realização do Projeto Palavras Azuis !
Co-autores
Ana Marina Godoy
Benedita Azevedo
Isnelda Weise
Lorreine Beatrice
Luiz Eduardo Caminha
Maria de Lourdes Scottini Heiden
Tchello d' Barros
Terezinha Manczak
Débora Novaes de Castro
Rosane Zanini
Marlene Hüskes
Clevane Pessoa:Haruko
Lançamento
Dia 19/12/2007, às 16:00h, na Biblioteca Municipal Dr. Fritz Müller
Alameda Duque de Caxias, Blumenau SC
Mais uma realização do Projeto Palavras Azuis !
Co-autores
Ana Marina Godoy
Benedita Azevedo
Isnelda Weise
Lorreine Beatrice
Luiz Eduardo Caminha
Maria de Lourdes Scottini Heiden
Tchello d' Barros
Terezinha Manczak
Débora Novaes de Castro
Rosane Zanini
Marlene Hüskes
Clevane Pessoa:Haruko
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