quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Outros Carnavais
ATIVIDADE DE JARDIM DE INFÂNCIA
TEM PINTURA, TEM COORDENAÇÃO MOTORA FINA DE PAPEL
PICADO E AMASSADINHO,TEM COLAGEM, TEM LETRA INICIAL
PARA APRENDER "O SOM DA COR"

PARA FAZER O SEU CADERNO DE SOM E COR,
COM O DEDO OU COM PINCEL, PINTE A FOLHA
DE UMA SÓ COR E ESPERE SECAR. DEPOIS,
AMASSE PEDACINHOS DE PAPEL, FAZENDO BOLINHAS
PARA COLAR SOBRE O TRAÇADO DA LETRA QUE A
SUA PROFESSORA DESENHAR.
PARABÉNS! A SUA FAMÍLIA IRÁ GOSTAR!
TENHO CERTEZA QUE O SEU TRABALHO
É LINDO QUANDO VOCÊ APRENDE MAIS.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Estádios da Copa de 2014 serão arenas multiuso
Campos esportivos promoverão cultura, turismo, esporte e lazer antes, durante e depois dos jogos
São Paulo (09/02/10) O que é uma arena de futebol? Há uma diferença conceitual que as singulariza diante dos estádios que hoje o Brasil conhece. Além do uso básico e fundamental, garantir espaço para as partidas das seleções, as arenas viabilizam diversos espectros econômicos que sustentam o fluxo de visitantes durante os jogos de futebol.
Um dos setores que serão impulsionados por essas novas estruturas é o turismo, segundo Rodolfo Torres, Gerente do Departamento de Desenvolvimento Urbano e Regional do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Elas constituirão um novo paradigma do futebol mundial: "Sem arenas, não teremos Copa. Elas integrarão o futebol à inserção sócio-esportiva dos visitantes, além da sustentabilidade ambiental. A Copa se espalha pela economia, o que é uma oportunidade que não pode ser desperdiçada", definiu.
Para o BNDES, esses equipamentos esportivos são prioridade de financiamento. Por intermédio do ProCOPA Arenas, o banco visa dar suporte à "construção de campos multiuso de tamanho padrão, o que gira em torno de 45 mil lugares, e autossustentáveis do ponto de vista das operações pós-Copa e do custo de manutenção da estrutura", definiu.
Ao todo, o BNDES dispõe de R$ 4,8 bilhões para custeio de arenas brasileiras. O teto financiado será de R$ 400 milhões por estádio, com prazo de 15 anos para pagamento e até 3 anos de carência. A instituição financeira estima que com até R$ 530 milhões será possível erguer completamente uma arena com todas as especificações técnicas exigidas pela FIFA.
EXPERIÊNCIA SUL-AFRICANA
A cidade de Durban, na costa ocidental da África do Sul, segue a tendência de construção das novas arenas de futebol. Conforme Eric Apelgren, coordenador de relações governamentais para a Copa do Mundo 2010, o caráter multifuncional da arena municipal viabiliza a sustentabilidade econômica desse espaço, pós 2010. "Mais que ser uma estrutura moderna, o conceito permite que o estádio seja usado sete dias da semana", explicou.
O futebol, portanto, não será a única fonte de renda desse tipo de estádio. "Buscamos um projeto que possa gerar renda extra e que assegure às áreas de recepção o seu uso durante ou depois da Copa, em outras formas de entretenimento". Um exemplo são as áreas vip, as suítes e o teleférico, já instalado e em pleno funcionamento, que já atrai turistas ávidos pela vista completa da obra de engenharia contemporânea. "Esses espaços são comercialmente viáveis, juntamente com outras áreas públicas ali criadas. O projeto inclui um anfiteatro, área aberta, playground, pista de corrida, restaurantes. Queremos uma Copa muito maior que o próprio futebol", observou. (Mtur)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Santos 2 x 1 São Paulo - Artigo: "FUTEBOL MOLEQUE"
FUTEBOL MOLEQUE
Sou santista desde que me entendo por gente, nascido na cidade e torcedor do Santos FC.
Quando eu nasci, Pelé já era mais do que mundialmente consagrado - coroado “rei”, apesar de seus poucos 19 anos - e o time da Vila Belmiro, que já estava virando “a vila mais famosa do mundo” encantando até quem não torcia para o alvinegro praiano mas, principalmente, tirando o sono dos adversários mais fanáticos.
Aqueles eram tempos de futebol fácil. A única regra era matemática: ganhava quem marcava mais gols do que sofria! Outras máximas desse futebol ofensivo eram: “A melhor defesa é o ataque!” e “Quem não faz, leva!”. Simples, assim!
Com isso, ir aos estádios era pura diversão!
Pelé só saiu, já aos 34 anos, para jogar no exterior. Antes, recusou inúmeros convites para atuar em clubes famosos. E ele não era exceção: até então, dava para contar nos dedos os brasileiros que partiam para o Velho Mundo.
Por conta disso, o futebol brasileiro era uma grande festa, fervilhando de craques e times maravilhosos.
Aí, lá para o final dos anos de 1970, começou o êxodo de brasileiros para o exterior: Marinho Perez, Luiz Pereira, Leivinha, Jairzinho...
O futebol brasileiro, tricampeão mundial jogando “futebol arte”, de repente achou que tinha que aprender com a retranca européia. O 4-2-4 foi morto e sepultado, os pontas foram banidos e entramos na “fila”.
Com a “porteira aberta”, os europeus continuaram a levar nossos craques, nas décadas de 1980 e 1990: Zico, Careca, Sócrates, Romário... Foi nessa época que comecei a ver crianças ostentando, orgulhosas, uniformes de times estrangeiros.
Para piorar, até alguns técnicos de seleção começaram a exortar os poucos craques que ainda estavam no Brasil a irem para o exterior.
Isso também afetou aquele ótimo time do Santos, de 2002:
Perdemos Diego, Elano, Alex e, finalmente, Robinho, o “Rei das Pedaladas”.
As investidas de europeus, asiáticos e árabes chegaram a tal limite, que jogadores juvenis passaram a ser “contratados” ainda nas fraldas. E o futebol brasileiro voltou a ser burocrático, sem graça, tanto que chegaram a importar “ídolos” argentinos, para suprir a deficiência nacional!
Repatriação? Bem, voltavam só os “rodados”, se bem que Zé Roberto ainda estava tão bem, que o chamaram de volta.
Aí, trouxeram o Ronaldo de volta... E dá-lhe marketing!
Ainda investindo no futuro, o Santos fez estrear Neymar; Paulo Henrique Ganso foi outra grata surpresa; Dorival Júnior começou a “arrumar a casa” e aí, quando ninguém esperava, Robinho voltou, antes dos 30! E dá-lhe marketing, também!
E não é de marketing que vive o negócio futebol? E negócio tem que dar “retorno”!
A estréia dele foi contra o poderoso São Paulo, que também é santo e faz dos seus milagres. Mas o time da Vila, pródigo em duplas históricas, colocou Neymar e Robinho, no segundo tempo.
Bastaram poucos minutos para o futebol moleque, simples e envolvente, ressuscitar, num jogão de bola!
E a estrela voltou a brilhar!
Bem vindo, Rrrrrobinho, com ou sem “letra”! E que outros voltem para que a magia retorne definitivamente aos gramados brasileiros!
Adilson Luiz Gonçalves
Mestre em Educação
Escritor, Engenheiro, Professor Universitário e Compositor
E-mails: algbr@ig.com.br e prof_adilson_luiz@yahoo.com.br
sábado, 6 de fevereiro de 2010
PROMOTORAS LEGAIS POPULARES
O objetivo do trabalho dessas promotoras é criar uma consciência entre as mulheres a respeito dos seus direitos. Pois ignorando tais direitos a mulher acaba por prejudicar a si própria.
Também visa desenvolver na mulher uma consciência crítica a respeito da legislação existente e dos mecanismos disponíveis para aplicá-la de maneira a combater o Sexismo e o Elitismo.
Tem como meta levantar questões onde os educadores não são apenas aqueles que educam, mas também são educados no processo de educação. De que forma? Através de diálogos, troca de informações e outras técnicas que permitam um crescimento interior, contínuo tanto para os alunos como para os professores.
Enfim, é um projeto de cidadania com sexo, raça, etnia, orientação sexual e classe social, que teve origem numa união de forças do Instituto Brasileiro de Advocacia Pública – IBAP, da União de Mulheres de São Paulo e do Movimento do Ministério Público Democrático com a intenção de desenvolver a cidadania e igualdade de direitos.
“O curso me fez aprender que, além dos meus direitos, eu tenho os meus deveres para com a sociedade e acima de tudo com o ser humano.”
(Marcia Francisca de Souza – Promotora Legal Popular, formada em 2001, em São Paulo).
Na cidade de Santos o curso será ministrado sob a coordenação das soroptimistas da cidade, na UNISANTA. Às quartas-feiras, das 18h00 às 20h00. Informações pelo telefone:
3261-5508 (13)
NAIR LÚCIA DE BRITTO
Lindas de Morrer
O fim da trapizonga do Tró-ló-ló
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Faça já sua inscrição no Prêmio SEBRAE e concorra até 25 mil reais
• Para os vencedores das 4 principais categorias (Jornalismo Impresso / Radiojornalismo / Telejornalismo / Webjornalismo) o prêmio é de R$ 12.500,00.
• A mesma premiação (R$ 12.500,00) será concedida ao vencedor do Prêmio Especial do Júri, que premiará a melhor matéria inscrita sobre a pauta empreendedorismo.
• A dotação da Menção Honrosa para Fotojornalismo e Repórter Cinematográfico será de R$ 3.000,00.
• E quem conquistar o Grande Prêmio receberá R$ 25.000,00.
Não perca tempo! Selecione suas melhores matérias/reportagens, veiculadas de 1o de janeiro de 2009 até 28 de fevereiro de 2010, e faça sua inscrição no site. Não há limite de inscrição nem por veículo, nem por jornalista.
Depois é só enviar o seu trabalho via correio ou entregar na própria sede da Revista IMPRENSA, no endereço Rua Rego Freitas, 454 - 6º andar, conj. 61 - Centro - CEP: 01220-010 - São Paulo-SP.
Serviço:
Revista IMPRENSA
Fone - (11) 2117-5300
premiosebrae2@portalimprensa.com.br
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Acesso à cultura, nosso maior desafio
Artigo: Acesso à cultura, nosso maior desafio.
Acesso à cultura, nosso maior desafio.
Por Antoninho Marmo Trevisan*
Economia forte, instituições políticas sólidas e boas perspectivas colocam o Brasil na posição de uma das nações mais promissoras do mundo neste começo de ano. No entanto, o pouco acesso à cultura continua a ser um dos nossos pontos frágeis.
Estas são as constatações que podemos subtrair dos levantamentos feitos pela revista International Living, publicação norte-americana que, desde o começo da década, elabora a medição informal do índice de desenvolvimento humano (IDH) de quase 200 países. Em 2010, os primeiros colocados são, respectivamente, França, Austrália, Suíça, Alemanha, Nova Zelândia, Luxemburgo, Estados Unidos, Bélgica, Canadá e Itália.
O Brasil aparece em 38º -- nada mal, tendo em vista que foram 194 avaliados, mas ainda assim numa posição menos honrosa que a do Uruguai (19º lugar), da Argentina (26º) e do Chile (31º). Nossas melhores pontuações ocorreram nos quesitos de liberdade e segurança (foram analisados riscos de guerra e de ataques terroristas, e não a questão da violência urbana). Nossos piores desempenhos foram em infraestrutura e acesso à cultura.
O que a International Living fez foi tabular aquilo que constatamos na prática. O Brasil é um País que incorporou os valores democráticos e que pratica a tolerância, mas ainda tem muitas lacunas a preencher. Na área de infraestrutura, um dos nossos calcanhares-de-aquiles, estamos investindo fortemente, mas continuamos distantes dos padrões que nos permitiriam suprir nossas demandas por energia, rodovias, ferrovias, hidrovias e fluxo portuário. Em habitação, nosso déficit é de aproximadamente 7 milhões de moradias.
No âmbito da Educação e da Cultura, é sabido que o Brasil superou problemas antigos, como a falta de acesso à escola. Além disso, segundo o IBGE, em 2008, 56 milhões de pessoas de dez anos ou mais de idade acessaram a internet pelo menos uma vez por meio de um computador. Esse número equivale a 34,8% da população nessa faixa etária.
A mesma pesquisa revela que o uso da internet foi maior entre os mais jovens. No grupo de
O uso do celular também está cada vez mais difundido. Cerca de 53,8% da população de dez anos ou mais de idade tinham telefone celular para uso pessoal em 2008, segundo o IBGE.
Tudo isso indica que estamos acompanhando o restante do mundo em seu ganho de velocidade e no encurtamento de distâncias. Mas é triste saber que o interesse pelas novas tecnologias não se faz acompanhar por um embasamento intelectual que, no mínimo, tornariam mais interessantes e enriquecedoras as palavras que atravessam os caminhos de fibra ótica...
Temos que nos empenhar no combate à má qualidade do ensino e favorecer o acesso à cultura. E um bom começo para o enfrentamento desse problema é a expansão do número de bibliotecas públicas pelo País. Hoje, ainda faltam bibliotecas em mais de 300 municípios brasileiros. O desafio de zerar esse déficit deve ser encarado como uma dívida histórica, por todos nós.
Além de disponibilizarem livros variados para todos os tipos de público, as bibliotecas funcionam, principalmente nas cidades de menor porte, como espaços importantes para a aquisição da cultura e o exercício da arte e da criatividade. Salas são aproveitadas para cursos de teatro, música e artesanato, e aquelas que recebem equipamentos para projeção se convertem em pequenos cinemas. Graças ao ambiente aconchegante e convidativo, as bibliotecas são opções excelentes para o convívio de crianças e de jovens que, sem essa alternativa, acabariam ficando horas e horas na rua, expostos a toda sorte de riscos e estímulos negativos.
Infelizmente, porém, ainda nos falta trabalhar o apreço pelo livro com a ênfase que ele mereceria. Talvez porque os livros não sejam promovidos por meio de comerciais na televisão, nem tenham, por trás deles, importantes marcas licenciadas a reforçar seu apelo comercial, eles só são lembrados, em boa parte dos lares brasileiros, quando os pais recebem a lista de material escolar no início do ano. Dessa forma, transformam-se em símbolos da obrigação e da rotina, e deixam de ser identificados com aquilo que eles são de fato: companheiros para todas as horas, principalmente as de lazer.
Transformar os livros em objeto de desejo é uma missão que deve ser encampada por toda a sociedade. Eles são inigualáveis na sua posição de alimentadores de corações e mentes. E é importante trabalhar essa questão com uma ênfase bastante grande junto às crianças e aos adolescentes. Coloco ênfase nos mais jovens porque é justamente nos primeiros momentos da vida que as pessoas despertam para o novo e começam a cultivar os valores e as crenças que irão acompanhá-las pelo resto de suas vidas.
Se as crianças sonharem em ganhar livros com o mesmo ardor com que desejam as pistas de corrida, as bonecas e até as pistolas de brinquedo, estaremos mais próximos da construção de um país melhor. Pois não há riqueza maior do que o conhecimento, e é desse tesouro que o Brasil mais precisa.
* Antoninho Marmo Trevisan é empresário, educador e consultor. Preside a Trevisan Escola de Negócios, a Trevisan Consultoria e Outsourcing e o Conselho Consultivo da BDO, e integra o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Estelionato Educacional
Data: Sábado, 23 de Janeiro de 2010, 21:00
Fizeram uma prova e não conseguiram a média. O critério foi mudado.Contou pontos até os anos que estavam na sala de aula. Estavam na sala de aula e não sabiam a matéria que deveriam ensinar, foi contado como pontos. Nem assim conseguiram.
http://blig.ig.com.br/cremilda/2010/01/23/estelionato-educacional-2/
sábado, 30 de janeiro de 2010
Assine contra os pedágios abusivos
O número de praças de pedágios nas rodovias paulistas cresceu absurdamente nos últimos anos. Mesmo em áreas da Grande S. Paulo, em locais a menos de 35 km do marco zero da capital (Praça da Sé) e que por lei deveriam ser proibidos. Até em rodovias que foram projetadas como rotas alternativas ao caótico trânsito da cidade, caso do Rodoanel, que hoje também é pedagiado.
Mas não é só na Grande S. Paulo que os pedágios trazem transtornos graves à população. Muitas cidades do interior foram cortadas e isoladas com a criação de pedágios que não levaram em conta a realidade local e o impacto na economia dos municípios atingidos.
Enquanto isso as concessionárias obtêm lucros exorbitantes, em dez anos, o lucro líquido auferido pelas concessionárias chegou a 3 bilhões de reais, um aumento de 1.053%. Matéria publicada pelo jornal Folha de S. Paulo de 25/12/2009 revelou que as concessionárias bateram recorde de lucro em 2009. R$ 4,55 bilhões, nível recorde, 17,3% superior ao arrecadado em 2008. Os dados são da Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo).
Convidamos você a manifestar sua indignação, assine o abaixo-assinado eletrônico e expresse sua opinião. Para assinar basta clicar aqui.
Junto com movimentos contra os pedágios que estão atuantes em vários bairros da capital, em cidades da Grande S. Paulo e nas cidades do interior do Estado atingidas pelos pedágios, queremos colher milhares de assinaturas para entregar à Assembléia Legislativa e ao governador do Estado de S. Paulo expressando a indignação na população paulista com os pedágios mais caros do país.
Para assinar é muito simples, basta clicar no link: http://www.apoiopopular.org/ e preencher o formulário (depois o site envia um e-mail automático de confirmação, não deixe de confirmar).
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
DEDOCHE DE SAPINHO

PROJETO DE LEITURA_18 À 24 DE JANEIRO_CARREFOUR PAROLIN



























quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Sindicato dos Jornalistas de São Paulo promove curso de Assessoria de Imprensa e Media Training
O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo realiza a partir de 23 de fevereiro, durante três terças às quintas-feiras, o curso "Assessoria de Imprensa e Media Training", dirigido a jornalistas e estudantes da área. O curso será ministrado pelo jornalista Gilberto Lorenzon, professor da Pós-Graduação da Uninove e Senac e que lecionou na Cásper Líbero.
Segundo o Sindicato, o curso confere vantagens imediatas aos participantes, tanto em empregabilidade, quanto em enriquecimento curricular. Em curto período, os participantes trocam poucas horas de investimentos por um bem permanente, ou seja, o aperfeiçoamento profissional.
Gilberto Lorenzon foi assessor de imprensa da Cia. de Engenharia de Tráfego e da CPTM, do governo do Estado de São Paulo. É, com Alberto Mawakdiye, autor do "Manual de Assessoria de Imprensa", pela Editora Mantiqueira.
Serviço
Assessoria de Imprensa e Media Training
Período: 23, 24, 25 de fevereiro, 02, 03, 04 e 09, 10 e 11de março, terça à quinta-feira, das 19h30 às 22h30.
Local: Ação Educativa - Rua General Jardim, 660 (a 15 minutos do metrô Santa Cecília, próximo ao Mackenzie).
Inscrições: (11) 3217-6299 ramal 6233, das 12h00 às 18h00, com Marlene ou Fábio, ou pelo e-mail cursos@sjsp.org.br
Investimento: R$ 240,00 e R$ 320,00 - condições de pagamento e programa: www.sjsp.org.br
Certificado: Expedido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo
Encontro de teorias tradicionais gera inovação em treinamentos corporativos
(*) Por Daniel Spinelli
Dar sequência ao conhecimento adquirido em treinamentos experienciais, dando a eles objetivo e aplicabilidade no dia a dia. Esse pode ser considerado um dos maiores desafios de um treinamento empresarial. Enquanto algumas organizações estão saturadas pelos treinamentos em sala de aula, outras estão decepcionadas com a falta de resultado prático, risco que correm ao contratar aleatoriamente treinamentos experienciais. Sejam eles compostos por dinâmicas realizadas ao ar livre ou associados a atividades diferenciadas, como o turismo de aventura, é fundamental que uma equipe de facilitadores esteja apta a conduzir os par ticipantes por um processo de aprendizagem efetiva para que este cumpra seu papel e que não reste somente a sensação de se ter passado um ótimo dia fazendo coisas diferentes na companhia de colegas de trabalho.
Para potencializar os resultados de treinamentos comportamentais aplicáveis no ambiente organizacional é que surge a união de dois conceitos consagrados: Analise Transacional e Educação Experiencial. Ao propor um novo ciclo de aprendizagem onde estas duas metodologias possam ser utilizadas conjuntamente, os treinamentos ao ar livre ganham uma nova propulsão, pois há a oportunidade de o participante compreender melhor seu próprio processo de aprendizagem, uma vez que participa dele ativamente e de forma mais consciente. Esta fusão está começando a ser aplicada em treinamentos empresariais, em especial de liderança e fortalecimento de equipes, com um bom nível de sucesso.
A visão de educação corporativa do treinamento que une as teorias Transacional e Experiencial é de que a educação tem como objetivo a formação do caráter, cujo resultado é forjado fora da sala de aula, momento em que as pessoas estão livres da maioria dos sentimentos que as rondam em seu dia a dia e por isso mais abertas a receberem novos conceitos e receptivas a auto-percepção e a sugestões de mudança de comportamento.
Como uma oportunidade de perpetuar antigos objetivos e atender novos ideais de desenvolvimento humano, a fusão das metodologias traz novas perspectivas para a tão necessária área de desenvolvimento de pessoas nas empresas. Os principais benefícios são: maior entendimento do participante em relação ao seu processo de desenvolvimento, melhoria dos instrumentos de auto-percepção e de auto-monitoramento, bem como, mais subsídios para o planejamento dos trabalhos. A longo prazo o que se espera de tudo isso são organizações com seres humanos mais conscientes da importância do seu papel para os resultados de si mesmos, do seu grupo, da empresa em que atua e da sociedade.
(*) Daniel Spinelli é diretor da PS Treinamento Empresarial, empresa pioneira na aplicação conjunta das teorias Experiencial e Transacional. Esta fusão tem sido aplicada pela PS Treinamento há cerca de três anos, oferecendo excelentes resultados práticos. Daniel também é consultor de desenvolvimento humano e vice-presidente da ABETA (Associação Brasileira de Empresas de Turismo de Aventura).
www.pstreinamentoempresarial.com.br; daniel@pstreinamentoempresarial.com.br.
Encontro de teorias tradicionais gera inovação em treinamentos corporativos
(*) Por Daniel Spinelli
Dar sequência ao conhecimento adquirido em treinamentos experienciais, dando a eles objetivo e aplicabilidade no dia a dia. Esse pode ser considerado um dos maiores desafios de um treinamento empresarial. Enquanto algumas organizações estão saturadas pelos treinamentos em sala de aula, outras estão decepcionadas com a falta de resultado prático, risco que correm ao contratar aleatoriamente treinamentos experienciais. Sejam eles compostos por dinâmicas realizadas ao ar livre ou associados a atividades diferenciadas, como o turismo de aventura, é fundamental que uma equipe de facilitadores esteja apta a conduzir os par ticipantes por um processo de aprendizagem efetiva para que este cumpra seu papel e que não reste somente a sensação de se ter passado um ótimo dia fazendo coisas diferentes na companhia de colegas de trabalho.
Para potencializar os resultados de treinamentos comportamentais aplicáveis no ambiente organizacional é que surge a união de dois conceitos consagrados: Analise Transacional e Educação Experiencial. Ao propor um novo ciclo de aprendizagem onde estas duas metodologias possam ser utilizadas conjuntamente, os treinamentos ao ar livre ganham uma nova propulsão, pois há a oportunidade de o participante compreender melhor seu próprio processo de aprendizagem, uma vez que participa dele ativamente e de forma mais consciente. Esta fusão está começando a ser aplicada em treinamentos empresariais, em especial de liderança e fortalecimento de equipes, com um bom nível de sucesso.
A visão de educação corporativa do treinamento que une as teorias Transacional e Experiencial é de que a educação tem como objetivo a formação do caráter, cujo resultado é forjado fora da sala de aula, momento em que as pessoas estão livres da maioria dos sentimentos que as rondam em seu dia a dia e por isso mais abertas a receberem novos conceitos e receptivas a auto-percepção e a sugestões de mudança de comportamento.
Como uma oportunidade de perpetuar antigos objetivos e atender novos ideais de desenvolvimento humano, a fusão das metodologias traz novas perspectivas para a tão necessária área de desenvolvimento de pessoas nas empresas. Os principais benefícios são: maior entendimento do participante em relação ao seu processo de desenvolvimento, melhoria dos instrumentos de auto-percepção e de auto-monitoramento, bem como, mais subsídios para o planejamento dos trabalhos. A longo prazo o que se espera de tudo isso são organizações com seres humanos mais conscientes da importância do seu papel para os resultados de si mesmos, do seu grupo, da empresa em que atua e da sociedade.
(*) Daniel Spinelli é diretor da PS Treinamento Empresarial, empresa pioneira na aplicação conjunta das teorias Experiencial e Transacional. Esta fusão tem sido aplicada pela PS Treinamento há cerca de três anos, oferecendo excelentes resultados práticos. Daniel também é consultor de desenvolvimento humano e vice-presidente da ABETA (Associação Brasileira de Empresas de Turismo de Aventura).
www.pstreinamentoempresarial.com.br; daniel@pstreinamentoempresarial.com.br.
Gestores de projetos indígenas se reúnem com instituições de vários setores ...
| Gestores de projetos indígenas se reúnem com instituições de vários setores em seminário de conclusão de curso na UNIR
Nos próximos dias 21 e 22 de janeiro de 2009, no auditório da UNIR Campus de Cacoal, RO, ocorrerá o Seminário Integrador de conclusão do Curso de Formação de Gestores de Projetos Indígenas de Rondônia, Noroeste de Mato Grosso e Sul do Amazonas. O curso foi uma realização em parceria entre a Associação Fórum das Organizações do Povo Paiter Suruí, o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), a Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé e a Universidade Federal de Rondônia (UNIR), que se iniciou em março de 2008 e se encerra nesta semana com 21 cursistas representando 12 povos indígenas e 21 associações da sua região de abrangência. Apoiado pelo componente de fortalecimento institucional dos Projetos Demonstrativos dos Povos Indígenas do Ministério do Meio Ambiente (PDPI/MMA), o curso é uma atividade de extensão da UNIR e os cursistas receberão certificados desta instituição na solenidade de formatura ao final do Seminário Integrador.
O Seminário Integrador conclui o quinto e último módulo de estudos presenciais, intitulado "Lições Aprendidas, Perspectivas dos Gestores de Projetos e Seminário Integrador". Ele tem como objetivo criar uma oportunidade de articulação e contato direto dos futuros gestores de projetos indígenas com representantes de instituições de vários setores que apóiam projetos indígenas – órgãos de governo, fundos públicos e privados, organizações da sociedade civil e programas da cooperação internacional. Na ocasião, os cursistas terão a oportunidade de apresentar e discutir com estes os seus trabalhos na forma de sessões de painéis no segundo dia do seminário. No seminário também serão abordados outros assuntos relacionados ao contexto das pressões e ameaças aos povos e terras indígenas na região de abrangência do curso e à gestão de projetos sociais e de desenvolvimento social por povos indígenas. O seminário se encerrará com a solenidade de certificação dos participantes que tiverem cumprido com suficiência os requisitos estabelecidos.
O Seminário Integrado é focado nos futuros gestores de projetos indígenas que estão concluindo o curso, mas é uma atividade aberta a toda a comunidade de Cacoal e regiões vizinhas.
Serviço: O que: Seminário Integrador de conclusão do Curso de Formação de Gestores de Projetos Indígenas de Rondônia, Sul do Amazonas e Noroeste de Mato Grosso Quando: 21 e 22 de janeiro de 2009, das 08 às 18h. Onde: Auditório da UNIR Cacoal (RO) Com informações de Hênyo Barreto Coordenador Acadêmico do IEB - 061 8151 6300 Marquinho Mota Assessor de Comunicação - Rede FAOR |
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Primeiro-cavalheiro e ministros do Suriname integram missão em busca de conhecimentos para alimentar seu povo
Comitiva conheceu tecnologias da Embrapa Cerrados que levaram ao desenvolvimento da agricultura tropical. Foto: Alexandre Veloso A visita ...
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Agência Brasil030712 ANT1914 Brasília - O presidente do Senado, José Sarney, recebe o presidente do Santos Futebol Clube, Luis Álvaro de Oli...
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Autor: Dhiogo Caetano Não sei se vivemos ou tentamos sobreviver. Viver é enfrentar as múltiplas diversidades da vida; viver é ser livre me...
