terça-feira, 3 de maio de 2011

A CAMPEÃ É... VOCÊ MÃE!

A CAMPEÃ É... VOCÊ MÃE!

A cantora Simone, interpreta uma bela composição de Paulo Debétio e Paulinho Rezende, chamada "Uma Nova Mulher".  O sentimento de conquista e o de amor fraternal de uma mulher, não pode ser interpretado como algo isolado, mas um processo que requer reconhecimento por meio da coerência em ser uma verdadeira campeã. Perceba nos itens a seguir, que uma mãe, além dos inúmeros sentimentos, dispõe no íntimo do seu coração algo realmente mágico, chamado amor.

Você é uma vilã ou heroína? - O medo pode ser uma força destrutiva na vida de um ser humano. Mas o que é o medo? A raiz da palavra medo vem do termo em Latim MÉTUS, que significa angústia, ansiedade, covardia, inquietação e temor. É isso que o medo causa na vida de uma mãe, quando ela permite que essa força destrutiva seja maior que o brilho do seu talento. A mulher que permite ser vilã da própria vida usa o medo como uma justificativa. Que tal reverter hoje essa situação? Fortaleça sua autoestima, acredite mais em você, nas suas habilidades e, jamais esqueça, que a mãe pensa com o coração, age pela emoção e vence pelo amor.

Com quem você joga bola? - Durante a apresentação de uma palestra para um auditório com inúmeras participantes do Conselho da Mulher Empreendedora, disse: "Jogue bola com pessoas ruins e você será uma perdedora. Jogue bola com pessoas vitoriosas e você levantará o troféu com elas". Perceba que, se você desejar ser fraca, basta andar com pessoas medíocres, desmotivadas e que somente falam de gente. Em outra perspectiva, se você quer ser uma mulher vitoriosa e uma mãe prestativa, busque continuamente andar com pessoas atuantes, determinadas e empreendedoras. Com quem você está andando?

A letra da música "Uma Nova Mulher" diz em uma das estrofes: "quero ser assim, senhora das minhas vontades e dona de mim". Tudo o que você ama atualmente, um dia era algo desconhecido, estranho ou distante. Você concorda? Seja senhora das suas vontades e não tenha medo de experimentar algo novo. Somente reconhece a sensibilidade do amor, a mãe que olha seu filho no berço e percebe a cada novo dia a descoberta de uma emoção. Seja a cada novo amanhecer, uma pessoa ainda mais valente para sentir que além de heroína, determinada e valente, você mãe, já é uma campeã.


Dalmir Sant’Anna – Palestrante comportamental, Mestrando em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Pessoas, Bacharel em Comunicação Social e Mágico profissional. Autor dos livros "Menos pode ser Mais", "Oportunidades" e do DVD com o tema "Comprometimento como fator de Diferenciação". Visite o site:www.dalmir.com.br

A CAMPEÃ É... VOCÊ MÃE!

A CAMPEÃ É... VOCÊ MÃE!

A cantora Simone, interpreta uma bela composição de Paulo Debétio e Paulinho Rezende, chamada "Uma Nova Mulher".  O sentimento de conquista e o de amor fraternal de uma mulher, não pode ser interpretado como algo isolado, mas um processo que requer reconhecimento por meio da coerência em ser uma verdadeira campeã. Perceba nos itens a seguir, que uma mãe, além dos inúmeros sentimentos, dispõe no íntimo do seu coração algo realmente mágico, chamado amor.

Você é uma vilã ou heroína? - O medo pode ser uma força destrutiva na vida de um ser humano. Mas o que é o medo? A raiz da palavra medo vem do termo em Latim MÉTUS, que significa angústia, ansiedade, covardia, inquietação e temor. É isso que o medo causa na vida de uma mãe, quando ela permite que essa força destrutiva seja maior que o brilho do seu talento. A mulher que permite ser vilã da própria vida usa o medo como uma justificativa. Que tal reverter hoje essa situação? Fortaleça sua autoestima, acredite mais em você, nas suas habilidades e, jamais esqueça, que a mãe pensa com o coração, age pela emoção e vence pelo amor.

Com quem você joga bola? - Durante a apresentação de uma palestra para um auditório com inúmeras participantes do Conselho da Mulher Empreendedora, disse: "Jogue bola com pessoas ruins e você será uma perdedora. Jogue bola com pessoas vitoriosas e você levantará o troféu com elas". Perceba que, se você desejar ser fraca, basta andar com pessoas medíocres, desmotivadas e que somente falam de gente. Em outra perspectiva, se você quer ser uma mulher vitoriosa e uma mãe prestativa, busque continuamente andar com pessoas atuantes, determinadas e empreendedoras. Com quem você está andando?

A letra da música "Uma Nova Mulher" diz em uma das estrofes: "quero ser assim, senhora das minhas vontades e dona de mim". Tudo o que você ama atualmente, um dia era algo desconhecido, estranho ou distante. Você concorda? Seja senhora das suas vontades e não tenha medo de experimentar algo novo. Somente reconhece a sensibilidade do amor, a mãe que olha seu filho no berço e percebe a cada novo dia a descoberta de uma emoção. Seja a cada novo amanhecer, uma pessoa ainda mais valente para sentir que além de heroína, determinada e valente, você mãe, já é uma campeã.


Dalmir Sant’Anna – Palestrante comportamental, Mestrando em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Pessoas, Bacharel em Comunicação Social e Mágico profissional. Autor dos livros "Menos pode ser Mais", "Oportunidades" e do DVD com o tema "Comprometimento como fator de Diferenciação". Visite o site:www.dalmir.com.br

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Busca incessante

 

Por que a vida dispersa meus sonhos...
...tirando-me do coração a doce esperança!
Apesar de homem também sou criança.
 
A vida para mim tem sido uma busca incessante!
Para achar meio para os meus sonhos realizar...
Mas muitas das vezes esses meios não aparecem
Estão é a vez de sofre e chorar.
 
A vida nos trás algumas alegrias...
E com a mesma nos consegue enganar!
 Pesando que seriamos felizes para sempre.
Mas ai vem à dor para nos fazer sofrer
Para nos fazer chorar
Vivaldo Terres

Nota de Pesar


 

Nota de Pesar

  

A Representação Regional do Ministério da Cultura no Estado de São Paulo divulga com pesar o falecimento do ator e diretor Renato José Pécora, Zé Renato, (1926-2011).

Falecido aos 85 anos, vítima de um infarto que o acometeu na madrugada desta segunda-feira, 2 de maio, Pécora foi fundador e idealizador do Teatro de Arena, no ano de 1953.

Em 1958, dirige a peça Eles não usam black-tie, de Gianfrancesco Guarnieri, que contou no elenco com o próprio Gianfrancesco Guarnieri, Eugênio Kusnet, Milton Gonçalves, Francisco de Assis, entre outros, revelando a atriz Lélia Abramo. 

Estão entre suas principais direções, ainda no Arena, Revolução na América  do Sul, de Augusto Boal, em 1960; e Os Fuzis da Sra. Carrar, de Bertold Brecht, em 1962.

Após carreira de sucesso como diretor, Zé Renato estava vivendo um momento de intensa atividade no teatro, encenando a peça 12 Homens e uma Sentença, dirigida por Eduardo Tolentino.

 Zé Renato Pécora foi diretor, dramaturgo, criador de expressivo valor artístico e humano. Protagonizou momentos históricos no teatro a partir da inovação estética com a experimentação do formato arena e da introdução do tema da classe operária no palco.

 O velório ocorrerá nesta segunda-feira, 2 de maio, no Teatro de Arena Eugênio Kusnet (Rua Doutor Teodoro Baima, 94), a partir da 17h. Amanhã, 3 de maio, o féretro sairá às 10h para o Cemitério Gethsêmani do Morumbi (Praça da Ressurreição, 1).

 

Tadeu Di Pietro

Representante Regional do Ministério da Cultura no Estado de São Paulo

 


QUE PAÍS É ESTE?


Autor: Dhiogo Caetano

Não sei se vivemos ou tentamos sobreviver. Viver é enfrentar as múltiplas diversidades da vida; viver é ser livre mesmo quando todo mundo quer cuidar de nós.
É ficar quieto e permanecer calado perante a sociedade que construí normas e padrões de vida.
Muitos têm interesse em saber da nossa história. Dizem que estamos desligados e que mesmo assim eles sempre iram nós socorrer e até pedem para que tenhamos muito cuidado, pois viver neste mundo é muito perigoso e não devemos sair de casa.
Mas nós não devemos temer as construções sociais e as falsas realidades construídas pelas as grandes instituições de nosso planeta. Onde está o povo deste país?
Viver é um hábito de cada um, não importa se eles querem que sejamos de uma forma, pois nós queremos é sair deste mundo de corrupção e de desigualdade entre os homens que na constituição tem direitos iguais.
Meu Deus cadê a nação? Que país é este?
Aqui não têm responsáveis, não tem igualdade, não tem um verdadeiro representante do povo. Mas em contra ponto temos pessoas responsáveis pela corrupção, pelo abuso de poder e pelo autoritarismo que tornou algo natural na sociedade atual.
Somos quem podemos ser? Pra ser sincero é visível que não somos seres humanos; hoje nós somos números, cartões, dinheiro e rótulos.
Todos querem cuidar de nós, mais nós queremos caí e assim poder ver com clareza a verdade disfarçada em meio à ideias pragmáticas que foram construídas ao longo dos séculos e da história da humanidade.
Muitos vão dizer que estamos errados e que viver é muito perigo, eles vão perguntar se levamos muitas pancadas e sempre terá um no poder que construirá um teatro para ouvir nossos problemas e assim promovendo uma falsa ajuda.
Porém, tais poderosos devem ficar ciente que nós não estamos tristes e sim revoltados com a mídia, com os governantes e queremos deixar claro que temos a nossa própria vontade, pois vivemos em um país que se diz democrata.

Acreditar é romper com os limites, possibilitando a construção de novos horizontes.                                                                                                    
                                                                                                                   Dhiogo Caetano

Chegou a hora da Língua Portuguesa

*Por Daniel Zipman
 
 
O Brasil nos últimos anos ganhou posição de destaque no âmbito internacional, ocasionada principalmente por seu desenvolvimento econômico em ritmo acelerado. O país virou alvo dos interesses estrangeiros atraindo grandes investimentos e eventos internacionais, como a Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas (2016).
 
O número de turistas estrangeiros no Brasil cresceu 8% em 2010, em que parte dos visitantes veio para terras nacionais a negócios ou movidos por interesses comerciais. Muitos deles também se estabelecem aqui.
 
O crescimento da popularidade do país no exterior gerou interesses em seguimentos culturais até então pouco explorados, como a língua portuguesa. Segundo pesquisas, só nos Estados Unidos o número de estudantes inscritos em cursos de português cresceu cerca de 11% em relação há três anos.
 
O idioma antes não se constituía como uma língua de valor internacional, mas ao longo da última década, a procura vem crescendo intensamente pelo ensino para estrangeiros e também para brasileiros que reconhecem a importância de dominar a língua materna.
Desta forma, os cursos de português para estrangeiros estão se tornando uma prática cada vez mais necessária e procurada no Brasil. As escolas de idiomas estão inclusive desenvolvendo técnicas para facilitar o aprendizado. Como não é uma língua fácil de ser absorvida, pois diferentemente do inglês, por exemplo, possui muitas variações em suas formas, o ensino tem que ser diferenciado, mais focado e eficaz. Aulas particulares ou em pequenos grupos são uma boa ideia para o aluno assimilar melhor o conteúdo.
Além disso, a procura pela aprendizagem do idioma também é grande entre os próprios brasileiros, já que com a reforma ortográfica, instituída pela Academia Brasileira de Letras com objetivo de padronizar a língua, muitos estudantes precisam de auxílio para aprender as novas regras do português. Muitas mães também procuram as aulas de reforço para melhorar o rendimento escolar de seus filhos.
Isso é uma solução porque, nessas aulas, é possível explorar as principais dificuldades do aluno, assim como enfatizar as novas normas, para aqueles que precisam reaprender a língua.
 
Seja pela procura por jovens brasileiros, por empresas internacionais que necessitam de traduções ou por estrangeiros com negócios no país, o idioma ganha visibilidade e acompanha o lugar de destaque do Brasil no plano internacional.
 
*Daniel Zipman – Diretor do Centro Latino de Línguas (www.cll.com.br)

Maiores são os poderes do povo



Pedro Coimbra
            A primeira constatação é que o ser humano é um animal que não consegue sobreviver por si só. Somos dependentes dos outros desde sempre. Assim estes recém nascidos que são abandonados por todos os lados, segundo a mídia, geralmente estão fadados a terem perdidas suas possibilidades de sobrevivência.
            Vencida, porém esta etapa inicial num  país de miseráveis, somos levados a crer naquela definição do filósofo e escritor francês Jean-Paul Sartre, criador do existencialismo: “Ser homem é tender a ser Deus; ou, se preferirmos, o homem é fundamentalmente o desejo de ser Deus”. Ou seja, ser livre na Natureza, como deve ser a divindade.
            Como necessitamos nos organizar em sociedade procuramos regimes mais próximos da sonho da liberdade. E ocorre que pretendemos viver na democracia, originária da palavra grega “demos” que significa povo. Nas democracias, é o povo quem detém o poder soberano sobre o poder legislativo e o executivo. Todo o poder para o povo e pelo povo...
            Na Páscoa, estava zapeando na televisão e dei de cara com os momentos finais de “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, filme do baiano Glauber Rocha e que sempre me fascinou.
            Glauber Rocha teria hoje seus 72 anos e era o mais autêntico intelectual brasileiro. Com seu sotaque dizia-se marxista, mas tinha todas as características de um verdadeiro anarquista, apesar da formação protestante.
            Apaixonado pelo cinema e pela possibilidade de fazê-lo num país subdesenvolvido como o Brasil em 1957 filma O Pátio, seu primeiro curta-metragem influenciado pelo concretismo. Em 1959 filma o curta-metragem  inacabado Cruz na Praça. Em 1960 assume a direção de Barravento,  seu primeiro longa-metragem, premiado em Karlovy Vary.
Em 1963, em Lavras, tomo contato com suas idéias através do livro Revisão Crítica do Cinema Brasileiro e surge o Cinema Novo que ganha visibilidade internacional.
Em 1964 acontece o Golpe Militar no Brasil, durante viagem de Glauber Rocha ao Festival de Cannes para exibir Deus e o Diabo na Terra do Sol , seu filme-revelação. Em 1965 lança o manifesto A Estética da Fome  com as bases estéticas e políticas do Cinema Novo, sendo preso num protesto contra o regime militar no Rio de Janeiro, no Hotel Glória. Filma o curta-metragem Amazonas  Em 1966 assume uma de suas posições estranhas e filma o curta Maranhão 66, que documenta a vitória de José Sarney para governador. Realiza em 1967 o longa-metragem Terra em Transe, apresentado no Festival de Cannes. O filme é proibido no Brasil e se torna o manifesto de uma geração. Escreve os textos: A Revolução é uma Eztetyka; Teoria e Prática do Cinema Latino-Americano; Revolução Cinematográfica e Tricontinental.
Em 1969 viaja à Europa para exibir O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro  no Festival de Cannes 69 que lhe daria o prêmio de melhor diretor e que é fotografado pelo meu amigo Afonso Beato.
Viaja para a Catalunha em 1970 onde filma Cabezas Cortadas. Monta o curta Câncer, filmado em 68  Em 1974 polemiza ao declarar que o general Golbery do Couto e Silva, militar nacionalista,  é um dos "gênios da raça". Em Roma, conclui História do Brasil. Ali, em 1975, filma Claro, com Juliet Berto. Filma em 1976 o velório do pintor Di Cavalcanti, premiado em Cannes, sob protesto da família. O filme está proibido até hoje.
Em 1978 filma A Idade da Terra em Salvador, Brasília e Rio de Janeiro. Escreve para vários jornais, provocando polêmicas e reações. Inicia o programa Abertura, na TV Tupi, em que faz entrevistas com grande repercussão e inventa uma linguagem própria. Participa em 1980 do Festival de Veneza com Idade da Terra . O filme, um dos mais radicais como linguagem, gera polêmicas em Veneza e é mal recebido no Brasil. Morre no dia 22 de agosto e é velado no Parque Lage, cenário de Terra em Transe, em meio a grande comoção e exaltação.
            Em “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, o personagem Corisco (Othon Bastos) já crivado de balas por Antônio da Mortes (Maurício do Vale) grita quase morrendo: “Maiores são os poderes do povo”.
            Acreditei e sonhei com esta idéia do desgrenhado Glauber Rocha por muito tempo, até que vieram as Diretas-Já e a redemocratização do Brasil continuou nas mãos da classe dominante.
            Por isso o baiano com suas idéias estranhas faz muita falta hoje em dia, onde a política parece um insípido sanduíche fast-food...

CEDECA RJ lança cartilha de educação política para adolescentes com participação do cientista político Jairo Nicolau

  Publicação “Quem cuida… da minha cidade? do meu estado? do meu país?” explica, em linguagem acessível, o funcionamento dos cargos político...