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domingo, 23 de setembro de 2012

Bom Dia!

 
Tenho, por hábito, cumprimentar as pessoas quando chego ou saio dos locais de trabalho e outros ambientes, independentemente delas retribuírem ou não.

Confesso que fico um pouco frustrado quando alguns viram o rosto, fazendo de conta que não ouviram nem notaram minha presença; e até me divirto quando alguns se assustam com a saudação. Via de regra, esses últimos passam a cumprimentar regular e cordialmente, daí para frente.

Infelizmente, a prática do cumprimento espontâneo, gratuito, está cada vez mais rara. Em contrapartida, o cumprimento com segundas intenções está cada vez mais comum e caro, no sentido da contrapartida!

Dizem que não há almoço de graça... Pura verdade! Aliás, estão cobrando até pela graça! O que não é nem um pouco engraçado.

Você atende ao telefone, para ouvir um alegre e simpático: "Bom dia fulano, como vai!", com uma intimidade tipo de lista telefônica ou banco de dados, seguida de um falatório que faria qualquer cantor de ópera perder o fôlego, para ao final, oferecer serviços que a gente não quer, ou pedir donativos que a gente não pode, regados a psicologia de segunda - usada até nos fins de semana -, com direito a constrangimentos e questionamentos sobre nossa inteligência ou amor ao próximo.

Não é muito diferente nas ruas:

Volta e meia, um sorridente "Bom dia!", vem acompanhado da tentativa de venda de revistas, jornais e religiões de forma até agressiva, psicologicamente, por parte de alguns "vendedores", também com direito a ameaças nessa e em outras vidas.

Não é à toa que algumas pessoas acabam desviando o rosto ou fingindo que não ouvem o cumprimento. Talvez estejam se protegendo do que vem depois dele!

Não deveria ser assim!

Porque um "Bom dia!", "Boa tarde!" ou "Boa noite!" não podem ser apenas desejos sinceros e gratuitos?

Nós seríamos muito melhores. O mundo seria muito melhor!

quarta-feira, 21 de março de 2012

“cara-crachá”

O bordão humorístico “cara-crachá”, do porteiro interpretado por Paulo Silvino, indica que a função dele é controlar o acesso à empresa.
Talvez esse personagem não tenha a exata noção do poder que lhe é dado, pois ele poderia barrar até o dono, se este não portasse o crachá!
Poderoso ele, hein? E, em alguns casos, pode estar armado e com “licença para atirar”!
No entanto, normalmente ele só pararia o chefe se não o reconhecesse e sequer exigiria que ele pusesse o crachá. No máximo, lembraria educadamente das normas de segurança.
Regra com exceções informais?
Bem, também haveria o caso das senhoras elegantemente trajadas, que consideram o crachá antiestético... E como há marmanjos que se “derretem” facilmente, estes aceitarão sorrisos “identificadores” ou permitirão até que portem o crachá na bolsa...
O crachá é ótimo para identificação, tanto que empresas e eventos o usam. No caso de corporativo, o cartão eletrônico reduz a intervenção desses profissionais.
Já no caso de prédios residenciais, a interação com os porteiros é primordial, pois gera confiança e segurança.
É uma função importante, para a qual a pessoa deve ser preparada, inclusive psicologicamente, para atuar com eficiência e cordialidade.
Como em qualquer área, no entanto, há os que extrapolam, quem sabe para compensar frustrações ou limitações pessoais, descarregando seu ressabio em terceiros, como ocorreu com um amigo:
Seu crachá havia soltado do suporte e ele o portava na mão. Assim o exibindo, ele passou sem problemas por duas portarias. Ao passar pela terceira, de controle de veículos por outra entrada, seu ocupante, ao vê-lo com o identicação na mão, saiu da guarita para exigir que ele a prendesse no cordão. Educadamente, meu amigo informou do problema, mas o funcionário foi grosseiro, insistindo para que ele “desse um jeito”.
Posteriormente, meu amigo precisou pegar a chave de um carro nessa guarita, onde havia dois funcionários, inclusive o mencionado indivíduo.
Meu amigo se dirigiu ao outro, mais próximo, para pedir-lhe a chave, mas foi informado de que ela não estava lá. O “cara-crachá” se intrometeu de forma deselegante, perguntando: “Qui carro qui tu qué?”.
Meu amigo ignorou a intervenção grosseira, mesmo porque o outro já identificara a localização da chave. Agradeceu e seguiu seu caminho...
É lógico que é preciso relevar certas atitudes, para evitar problemas. Afinal, diz o ditado: “Quando um não quer dois não brigam”. Mas não podemos esquecer que a importância ou ascendência de nossas funções, quaisquer que sejam, não nos autoriza a abusar delas.
É fundamental que quem atua em contato com o público seja treinado e orientado para cumprir seu papel de forma adequada!
Caso contrário, a falha não será apenas de quem está lá, mas também – e muito! – de quem o colocou o “cará-crachá” lá...

Curiosidade: em francês, crachat significa “cuspida”. Em outros idiomas, seus termos equivalentes são: badge (inglês e francês), distintivo, insígnia e divisa, entre outros

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