- Realize uma autoanálise, avaliando sem preconceitos os próprios sentimentos;
- Olhe-se com mais compaixão, procurando aceitar que você não está imune ao sentimento de inveja, o qual é inerente ao ser humano;
- Não reprima sua inveja; antes, procure entender o que significa esse sentimento dentro de você e use-o como elemento propulsor para a criatividade;
- Reconheça que a inveja pode ser fator de crescimento quando é propulsora de ações para a conquista de desejos;
- Procure objetivar o processo de autoavaliação respondendo a questões como: O que invejo é possível de ser conquistado? Que conhecimentos preciso obter? Quais habilidades precisam ser desenvolvidas?
- Não sofra pelo sucesso alheio; otimize seu tempo e sua energia traçando metas para atingir seus objetivos;
- Não tenha vergonha de perguntar para as pessoas que você considera ter qualidades invejáveis qual é o segredo do sucesso delas;
- Conscientize-se de suas habilidades a serem exploradas e valorizadas;
- Direcione seus talentos e habilidades em seu próprio benefício;
- Tenha coragem para admitir e corrigir suas falhas;
- Avalie constantemente os resultados alcançados;
- Se sentir necessidade, procure ajuda terapêutica.
Inveja = defeito
- Só o outro possui características positivas a serem admiradas;
- Sou eterno espectador do sucesso alheio;
- Dedico-me a destruir quem tem aquilo que ambiciono;
- Desperdiço tempo, deixando de viver plenamente quem sou e mantendo meus próprios talentos ocultos;
- Tenho desejos, mas não faço nada para conquistá-los;
- Não concretizo meus sonhos e até saboto as possíveis oportunidades.
Inveja = virtude
- Esse encontro comigo mesmo estimula meu crescimento pessoal;
- Não sinto dor pelo sucesso do outro; isso funciona como elemento propulsor para minha mudança;
- Equilibro minhas relações interpessoais e realizo movimentos de empatia;
- Aproximo-me mais das pessoas a quem admiro;
- Luto para conseguir aquilo que quero.
Em nossa vida não precisamos ficar como eternos voyeurs rancorosos do sucesso alheio nem nos colocarmos na posição de vítimas abandonadas pelo destino. É possível fazer da inveja uma alavanca que nos conduza a um maior comprometimento com a autorrealização e com um jeito mais produtivo de viver.
Você não é o último ser humano da Terra por sentir inveja, mas pode estar entre os primeiros a transformá-la em fonte de inúmeras vitórias!
Eunice Mendes é atriz, pedagoga e especialista em Comunicação Empresarial há mais de 30 anos com 03 livros já publicados.
www.eunicemendes.com.br.




