terça-feira, 22 de novembro de 2016

Dica de Leitura - Jornalismo em Trânsito

Técnico da seleção brasileira de boxe fará palestra sábado em Curitiba

As inscrições se encerram na quinta-feira, dia 24 de novembro
O projeto A Magia do Boxe da academia Pugilattus, coordenado pelo campeão brasileiro de boxe, José Luiz Rodrigues, o Snoopy Rodrigues, promove no sábado (26) um bate-papo com o técnico da seleção brasileira olímpica de boxe, Claudio Aires. Medalha de ouro nos Jogos Olímpicos Rio 2016, com o atleta Robson Conceição, Claudio Aires fará uma palestra e talk-show em evento da programação paralela do Sport Exposhow, feira de negócios de esportes que vai acontecer no Expo Renault, no Parque Barigui. O evento contará também com palestra do professor Gildasio dos Santos, profissional de Educação Física e Neuropsicopedagogia.

O projeto A Magia do Boxe acontece na sede do Clube de Mães União Vila das Torres, parceira do projeto Vila Torres Digital da Rede Cidade Digital. As aulas de boxe são gratuitas, abertas para crianças residentes na Vila das Torres com idade entre 9 e 16 anos. Os encontros acontecem de segunda a sexta-feira, com exceção da quinta-feira, das 18h30 às 19h30. Cerca de 30 alunos  participam das aulas.

Os interessados em participar da palestra com Claudio Aires devem se inscrever com antecedência. Até quinta-feira, 24 de novembro, o valor da inscrição é de R$ 100,00. Estudantes pagam meia.

Mais informações pelo e-mail: pugilattusboxing@gmail.com ou pelo tel.: 99866-3438, Snoopy Rodrigues.

Programação:
Palestra e seminário com Claudio Aires
Sábado 26-11-16 das 10h às 19h.
Expo Renault – Parque Barigui
Inscrição até 24-11 R$ 100,00
10 às 12h -Palestra com professor Gildasio dos Santos – profissional de Educação Física e Neuropsicopedagogo 14h às 16h – Palestra e Talk Show com Claudio Aires
16h30 às 18h – Aulas práticas
18h30 às 19h – entrega dos certificado

mensagem de fim de ano


No exagero das minhas imperfeições


sábado, 12 de novembro de 2016

UFSCar e MinC lançam Rede Pontos de Cultura no dia 19

 

Programa contemplará, com R$ 60 mil, seis entidades atuantes de São Carlos

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em parceria com o Ministério da Cultura (MinC), lança a “Rede Pontos de Cultura – UFSCar São Carlos”. O evento será no dia 19 de novembro, sábado, a partir das 9 horas no Anfiteatro da Escola Estadual Dr. Álvaro Guião, localizado na Avenida São Carlos.
A rede de Pontos de Cultura faz parte do Programa Cultura Viva, criado pelo MinC em 2004 com o objetivo de incentivar as comunidades de todo o País ligadas à cultura a formar uma rede de criação e gestão cultural. “Em São Carlos, serão contempladas seis entidades culturais, que serão os Pontos de Cultura”, explica Wilson Alves-Bezerra, docente do Departamento de Letras (DL) e coordenador do projeto junto à Fundação de Apoio (FAI) da UFSCar, responsável pela gestão administrativa e financeira do projeto. Cada entidade contemplada receberá até R$ 60 mil em três parcelas para desenvolver ações culturais nos segmentos que atuam. Ao longo da execução do projeto serão mapeadas outras ações culturais da cidade e realizadas oficinas de formação.
As inscrições serão abertas a partir de 21 de novembro de 2016. Para concorrer, as entidades precisam estar constituídas e exercendo atividades e ações culturais há pelo menos 3 anos no município de São Carlos (SP). “O intuito deste projeto é fortalecer as entidades já existentes”, detalha Bezerra. Segundo o coordenador, no lançamento da Rede no dia 19 será feita uma apresentação do edital à comunidade cultural da cidade e, a partir das 14 horas, será oferecida uma Oficina de Elaboração de Projetos Culturais.
Entidades culturais ligadas à dança, teatro, música, artesanato, manifestações culturais LGBT, afro-brasileira, indígena, circenses, entre outras vertentes, podem participar. “Esperamos que a Rede de Pontos de Cultura – UFSCar São Carlos contribua ainda mais para fortalecer as entidades locais”, frisa Bezerra. Outras informações pelo site www.pontosdecultura.ufscar.br.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Ser um franqueado é ser um empreendedor?


Por Diego Simioni

Antes de responder essa pergunta, te faço outra: para você, o que é empreender? Para o pai da administração moderna, Peter Drucker, empreender é criar algo totalmente novo. Já para mim, empreender é assumir riscos em uma atividade produtiva que gere prosperidade. Se você concorda com esse pensamento, posso te afirmar que sim, ser um franqueado é ser um empreendedor.

Agora, se você concorda com o Drucker, sinto lhe dizer, mas os tempos mudaram. Quando esse conceito foi criado, lá na década de 80, as coisas eram bem diferentes. Hoje, os negócios estão mais arriscados e, até mesmo, ser funcionário está mais arriscado! É extremamente difícil saber quando algo realmente novo é inventado. E mais, conceitos se misturam e criam novas ideias de negócio o tempo todo, tornado ainda mais difícil definir quem é ou não empreendedor de acordo com esse conceito.

Por isso mesmo, nesse artigo te apresento quais são minhas razões para considerar que ser franqueado é também ser empreendedor. Confira!

#1) É preciso gerenciar a incerteza minimizando os riscos: Isso mesmo! Por mais que muita gente pense que não há liberdade para agir depois de escolher uma franquia para investir, em vários momentos você deverá fazer escolhas importantes para o sucesso do seu negócio. A determinação do seu ponto comercial, por exemplo, é uma delas. Muitas vezes, justamente por estar investindo seu dinheiro em uma franquia, você terá que pesquisar quais as melhores opções de ponto disponível para instalar a sua loja. É claro que o franqueador vai te ajudar, até mesmo para não te deixar entrar em uma fria, caso aconteça, mas você terá que efetivamente colocar a mão na massa e participar desta decisão. E, até onde eu sei, isso é empreender.

#2) As crises continuarão existindo: mesmo se tratando de um investimento mais seguro do que outras opções no mercado, as franquias também podem passar por dificuldades. Segundo a Associação Brasileira do Franchising (ABF), só no ano passado, 4,4% do total de franquias em operação fecharam suas portas. Independente do tamanho da rede, seja ela pequena, média ou grande, o relato dos franqueadores é sempre o mesmo, suas melhores unidades são as dos franqueados mais empreendedores, os que se mostraram dispostos a aprender gerenciar o fluxo de caixa, liderar equipes, negociar com fornecedores e, em muitos casos, até mesmo abrir mais de uma franquia. Ao se envolverem com a gestão do negócio tornam-se mais aptos e ágeis para enfrentar possíveis adversidades importas pelo cenário econômico.

#3) Você poderá propor inovações para a rede: a história que franqueado não pode fazer nada já existe há algum tempo, mas não é bem assim. É claro que existem limites, inclusive são esses limites que fazem da franquia um negócio mais seguro do que empreender sozinho. Mas, apesar de ser função e obrigação do franqueador desenvolver continuamente o negócio, por você estar frente à operação, em contato direto com os clientes, entendendo suas necessidades e demandas, poderá utilizar sua veia empreendedora para contribuir com a evolução da rede. Não faltam bons cases por aí. Quer um exemplo famoso? Um dos primeiros franqueados da rede McDonalds, Jim Delligatti, inventou nada mais nada, nada menos do que o Big Mac!

Cabe ressaltar que não são todos os franqueados que desejam empreender, assim como nem todas as redes apreciam esse perfil de investidor. Por isso, é extremamente importante que, da mesma forma que você saiba claramente qual é o seu perfil, você também analise o posicionamento da franquia que você pretende investir. Só assim poderá encontrar algo que combine mais com você. Empreender não é para todo mundo mas, se for para você, não deixe passar essa oportunidade. É uma experiência extremamente gratificante.

Se você gostou desse artigo não deixe de conferir meu blog no FranquiAZ! Lá você irá encontrar tudo o que precisa saber para investir no mercado de franquias e muito mais. Não perca!

Diego Simioni é administrador de empresas e fundador do FranquiAZ consultoria especializada no segmento de franquias.





Ser um franqueado é ser um empreendedor?


Por Diego Simioni

Antes de responder essa pergunta, te faço outra: para você, o que é empreender? Para o pai da administração moderna, Peter Drucker, empreender é criar algo totalmente novo. Já para mim, empreender é assumir riscos em uma atividade produtiva que gere prosperidade. Se você concorda com esse pensamento, posso te afirmar que sim, ser um franqueado é ser um empreendedor.

Agora, se você concorda com o Drucker, sinto lhe dizer, mas os tempos mudaram. Quando esse conceito foi criado, lá na década de 80, as coisas eram bem diferentes. Hoje, os negócios estão mais arriscados e, até mesmo, ser funcionário está mais arriscado! É extremamente difícil saber quando algo realmente novo é inventado. E mais, conceitos se misturam e criam novas ideias de negócio o tempo todo, tornado ainda mais difícil definir quem é ou não empreendedor de acordo com esse conceito.

Por isso mesmo, nesse artigo te apresento quais são minhas razões para considerar que ser franqueado é também ser empreendedor. Confira!

#1) É preciso gerenciar a incerteza minimizando os riscos: Isso mesmo! Por mais que muita gente pense que não há liberdade para agir depois de escolher uma franquia para investir, em vários momentos você deverá fazer escolhas importantes para o sucesso do seu negócio. A determinação do seu ponto comercial, por exemplo, é uma delas. Muitas vezes, justamente por estar investindo seu dinheiro em uma franquia, você terá que pesquisar quais as melhores opções de ponto disponível para instalar a sua loja. É claro que o franqueador vai te ajudar, até mesmo para não te deixar entrar em uma fria, caso aconteça, mas você terá que efetivamente colocar a mão na massa e participar desta decisão. E, até onde eu sei, isso é empreender.

#2) As crises continuarão existindo: mesmo se tratando de um investimento mais seguro do que outras opções no mercado, as franquias também podem passar por dificuldades. Segundo a Associação Brasileira do Franchising (ABF), só no ano passado, 4,4% do total de franquias em operação fecharam suas portas. Independente do tamanho da rede, seja ela pequena, média ou grande, o relato dos franqueadores é sempre o mesmo, suas melhores unidades são as dos franqueados mais empreendedores, os que se mostraram dispostos a aprender gerenciar o fluxo de caixa, liderar equipes, negociar com fornecedores e, em muitos casos, até mesmo abrir mais de uma franquia. Ao se envolverem com a gestão do negócio tornam-se mais aptos e ágeis para enfrentar possíveis adversidades importas pelo cenário econômico.

#3) Você poderá propor inovações para a rede: a história que franqueado não pode fazer nada já existe há algum tempo, mas não é bem assim. É claro que existem limites, inclusive são esses limites que fazem da franquia um negócio mais seguro do que empreender sozinho. Mas, apesar de ser função e obrigação do franqueador desenvolver continuamente o negócio, por você estar frente à operação, em contato direto com os clientes, entendendo suas necessidades e demandas, poderá utilizar sua veia empreendedora para contribuir com a evolução da rede. Não faltam bons cases por aí. Quer um exemplo famoso? Um dos primeiros franqueados da rede McDonalds, Jim Delligatti, inventou nada mais nada, nada menos do que o Big Mac!

Cabe ressaltar que não são todos os franqueados que desejam empreender, assim como nem todas as redes apreciam esse perfil de investidor. Por isso, é extremamente importante que, da mesma forma que você saiba claramente qual é o seu perfil, você também analise o posicionamento da franquia que você pretende investir. Só assim poderá encontrar algo que combine mais com você. Empreender não é para todo mundo mas, se for para você, não deixe passar essa oportunidade. É uma experiência extremamente gratificante.

Se você gostou desse artigo não deixe de conferir meu blog no FranquiAZ! Lá você irá encontrar tudo o que precisa saber para investir no mercado de franquias e muito mais. Não perca!

Diego Simioni é administrador de empresas e fundador do FranquiAZ consultoria especializada no segmento de franquias.





terça-feira, 8 de novembro de 2016

Cocriação é tema de novo episódio da série “Design Hoje!: Cidade-se”


Filme apresenta realizações no mundo e no Brasil impulsionadas por iniciativas baseadas na inteligência coletiva

 

"Na era da colaboração e da cocriação, a maior rede social são as cidades." Essa é uma das declarações de Gil Giardelli, professor de pós-graduação e MBA da ESPM, apresentadas no filme "A Era dos Makers", novo episódio da série "Design Hoje!: Cidade-se", exibido nas salas de cinema premium de São Paulo e do Rio de Janeiro. Os "makers", na linguagem popular, os realizadores, são tema do vídeo que aborda assuntos relacionados à cultura colaborativa e à cocriação contemporânea no Brasil e no mundo.

 

Mas, afinal, o que é cocriação? É muito mais que um conceito de marketing. Na prática, é quando cidadãos e corporações participam de um processo criativo que agrega valor à construção de algo, seja negócio ou produto, que pode beneficiar a comunidade em que estão inseridos. "Ter o conhecimento e não realizar é a mesma coisa que não saber. Trabalhando coletivamente, as pessoas podem prototipar, construir, consertar, modificar, fabricar distribuir e vender os mais diversos tipos de objetos e projetos", explica Giardelli.

 

O filme, uma realização da Gafisa, cita a feira mundial "Make Faire" e sua contribuição para a disseminação do conceito de cultura colaborativa no mundo. Outro tema abordado é o antigo centro de imprensa dos Jogos Olímpicos de Londres, que se tornou um espaço que abriga universidades, empresas de tecnologia e startups na capital da Inglaterra.

 

Além disso, Gil Giardelli reforça o poder da China como um país promissor para pessoas com ideias, "espaços hackers, aceleradores de softwares e startups, uma nova geração que gosta de correr riscos, com alto grau de estudo e extremamente criativa". Nos Estados Unidos, o governo criou  o manifesto "Uma Nação de Fazedores".  A iniciativa considera a "Revolução dos Makers" um caminho para a criação de novos empregos e indústrias nas próximas décadas.

 

Já no âmbito nacional, um fato relevante nesse cenário da cocriação mostrado na série teve início no litoral do estado de São Paulo. "Como ensinar matemática em uma escola pública onde a repetência é altíssima e os alunos estão desinteressados?". Esse foi o questionamento de um professor da cidade de Ubatuba que, com uma coloboração da NASA, encabeçou uma jornada da primeira escola da América Latina a colocar um nanosatélite em volta da Terra.

 

Na cidade de São Paulo, um empreendimento foi cocriado por meio de mensagens no Facebook. A Gafisa lançou nas redes sociais, em 2011, uma campanha em que as pessoas poderiam compartilhar opiniões sobre o que gostariam de ter em seu prédio. Os motes foram tecnologia, sustentabildade e lazer. As ideias selecionadas originaram o "Follow the Eureka Building", primeiro empreendimento construído a partir de contribuições de internautas, entregue esse ano.

 

Todos esses exemplos são realizações baseadas na inteligência coletiva, que vem ganhando cada vez mais espaço no debate contemporâneo. "Nossa cidade é um organismo vivo, que depende da sua ajuda para funcionar. E você é o fator principal", conclui Giardelli.

 

Por meio da série "Design Hoje!", que está na segunda temporada, "Cidade-se", a Gafisa segue acompanhando as tendências do mercado e os hábitos do consumidor. "A construtora sempre se preocupou em gerar conteúdo e tem buscado cada vez mais interagir com o seu público, embasada e preocupada com o futuro das cidades", reforça André Chagas, Gerente de Marketing Institucional da companhia.

 

O filme "A Era dos Makers" será veiculado até o dia 23 de novembro nos cinemas e também pode ser visualizado no canal do YouTube da Gafisa.

 

Para conferir, acesse:

https://www.youtube.com/watch?v=PCYLjWgzZNU

https://youtu.be/GRtHKPg6n_E








And the winner is...


.AND THE WINNER IS....Margarete Hülsendeger..O homem pode encontrar significado na vida, curta e perigosa como é, somente através de seu devotamento à sociedade..Albert Einstein..Todo o ano a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anu...

terça-feira, 1 de novembro de 2016

FINADOS

FINADOS4
FINADOS
Nair Lúcia de Britto
Não tenho o costume de frequentar cemitérios. Eu não gosto, tenho trauma e acho até que não deveriam existir.
Quando eu era pequena, mamãe não tinha com quem me deixar, por isso me levava em todos os lugares que ela ia. Era comum ela ir ao cemitério do Paquetá, em Santos, visitar a campa dos meus queridos avós e de uma tia muito especial para mim ( irmã dela); que para minha grande tristeza nos deixou aos dezesseis ou dezessete anos de idade.
Mas eu não me sentia bem ali, no meio de todas aquelas campas, imaginando aquelas pessoas queridas presas sob uma construção de tijolos e sofrendo os danos causados pela passagem do tempo, depois da partida.
FINADOS5O que mais me constrangia era, quando chegava alguém para ser enterrado, mamãe se juntava à família, para rezar, numa sala onde os parentes se despediam.
A única coisa que me consolava é que à saída do cemitério, mamãe comprava-me um doce, um puxa-puxa com gergelim, de um vendedor ambulante que fazia ponto ali. Nunca gostei de doces, mas aquele eu achava uma maravilha!
Certa vez, chegou ao cemitério uma mulher falecida, com uma expressão assustadora, dessas que só se vê em filmes de terror (que eu também não assisto).
Ao descobrirem seu rosto, a boca estava escancarada e os olhos esbugalhados; saltados e arregalados. Lembro-me como se fosse hoje que eu gritei, aterrorizada, suplicando que mamãe me levasse embora dali.
Foram muitas noites de pesadelo, de insônia, de medo de escuro.
E, assim, até hoje não vou a cemitérios e nem mesmo na minha partida eu pretendo ir.
Prefiro lembrar das pessoas com vida, alegres, brincando, sorrindo… E por todos que eu amo, mas já se foram, eu rezo todos os dias; ou coloco num retrato uma flor.
Nair Lúcia de Britto é poeta e jornalista
Nair Lúcia de Britto é poeta e jornalista

Após dois anos de pesquisa, romance revisita episódio silenciado na história brasileira e expõe violência de Estado contra retirantes

  Baseada na experiência de populações impedidas de se deslocar, narrativa constrói um retrato do confinamento, da fome e das estratégias de...