sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Transição de carreira entra no radar profissional de 60% dos trabalhadores no Brasil

 

O que faz uma pessoa desejar fazer a transição de carreira ou emprego? Segundo dados obtidos pela plataforma social LinkedIn, mudar de área está nos planos de 60% dos 1.300 trabalhadores brasileiros pesquisados. Desse número, 20% afirmaram que já estavam buscando novas oportunidades de trabalho em áreas diferentes.


A chamada transição de carreira é complexa, na maioria dos casos e se desenvolve pelo desânimo na profissão escolhida até motivos pessoais, e quase sempre, insatisfação pessoal com as escolhas profissionais.


“Mudanças radicais exigem muito mais esforço, preparo e cuidado, como fazer cursos direcionados, que podem não ser tão rápidos. Uma nova formação pode levar semanas e até meses para ser concluída, e o mais prudente é ir gradualmente. Abandonar uma carreira já estruturada sem nenhuma preparação ou formação é uma aposta que normalmente não vale a pena e encontra resistência no mercado” explica Karina Pelanda, Gerente de Recrutamento e Seleção da RH NOSSA.


Novos talentos e habilidades

Para a especialista, quem deseja se aventurar em uma área que ainda não domina vai precisar descobrir muitas situações novas, inclusive talentos que nem sabia que possuía:


“Muitas vezes, há uma vocação escondida que pode florescer em um novo desafio. Enquanto você prepara e afina esses talentos, a melhor dica é fazer uma reserva financeira, caso essa mudança de planejamento leve mais tempo do que se esperava. É importante também seguir se atualizando para aprender o máximo.”


A designer Deiniffer Camila sabe bem o que é isso, ainda jovem tinha certeza de que seu futuro estava na área de direito, passou no vestibular e estudou direito até o quarto ano, época em que a maioria dos futuros passava a estagiar, Camila se apaixonou por outra área totalmente distinta:


“Um dia estava pesquisando convites para o meu casamento e nenhum me agradava, então, tentei fazer eu mesma, estudei alguns softwares e a paixão aflorou, fiz a transição de carreira ainda muito jovem e não me arrependo” completa Camila.

Transição de carreira entra no radar profissional de 60% dos trabalhadores no Brasil

 

O que faz uma pessoa desejar fazer a transição de carreira ou emprego? Segundo dados obtidos pela plataforma social LinkedIn, mudar de área está nos planos de 60% dos 1.300 trabalhadores brasileiros pesquisados. Desse número, 20% afirmaram que já estavam buscando novas oportunidades de trabalho em áreas diferentes.


A chamada transição de carreira é complexa, na maioria dos casos e se desenvolve pelo desânimo na profissão escolhida até motivos pessoais, e quase sempre, insatisfação pessoal com as escolhas profissionais.


“Mudanças radicais exigem muito mais esforço, preparo e cuidado, como fazer cursos direcionados, que podem não ser tão rápidos. Uma nova formação pode levar semanas e até meses para ser concluída, e o mais prudente é ir gradualmente. Abandonar uma carreira já estruturada sem nenhuma preparação ou formação é uma aposta que normalmente não vale a pena e encontra resistência no mercado” explica Karina Pelanda, Gerente de Recrutamento e Seleção da RH NOSSA.


Novos talentos e habilidades

Para a especialista, quem deseja se aventurar em uma área que ainda não domina vai precisar descobrir muitas situações novas, inclusive talentos que nem sabia que possuía:


“Muitas vezes, há uma vocação escondida que pode florescer em um novo desafio. Enquanto você prepara e afina esses talentos, a melhor dica é fazer uma reserva financeira, caso essa mudança de planejamento leve mais tempo do que se esperava. É importante também seguir se atualizando para aprender o máximo.”


A designer Deiniffer Camila sabe bem o que é isso, ainda jovem tinha certeza de que seu futuro estava na área de direito, passou no vestibular e estudou direito até o quarto ano, época em que a maioria dos futuros passava a estagiar, Camila se apaixonou por outra área totalmente distinta:


“Um dia estava pesquisando convites para o meu casamento e nenhum me agradava, então, tentei fazer eu mesma, estudei alguns softwares e a paixão aflorou, fiz a transição de carreira ainda muito jovem e não me arrependo” completa Camila.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

2025 sem limites

 


Quantas vezes a gente faz promessas de ano novo e não consegue cumprir? Não porque a gente não queira, mas porque falta direção, ferramentas práticas e até mesmo tempo para colocar nossos planos em ação.  


Pensando nisso, eu criei o curso  2025 Sem Limites , um projeto feito para quem quer  começar o ano de um jeito diferente . E a palavra-chave aqui é  “começar” : pequenos passos podem gerar mudanças incríveis, desde que você saiba onde está pisando.  


Não é um curso que promete milagres ou mudanças profundas da noite para o dia. O que ele entrega é  clareza e ações práticas , com áudios curtos (15 minutos) e exercícios simples que cabem na sua rotina. A ideia é te ajudar a destravar e dar o primeiro passo para as transformações que você deseja.  


🚀  Vamos juntos iniciar esse caminho?   

📲 Me chama aqui pra saber mais ou se 

se inscreva diretamente em:   👉https://2025semlimites.my.canva.site/

2025 sem limites

 


Quantas vezes a gente faz promessas de ano novo e não consegue cumprir? Não porque a gente não queira, mas porque falta direção, ferramentas práticas e até mesmo tempo para colocar nossos planos em ação.  


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Não é um curso que promete milagres ou mudanças profundas da noite para o dia. O que ele entrega é  clareza e ações práticas , com áudios curtos (15 minutos) e exercícios simples que cabem na sua rotina. A ideia é te ajudar a destravar e dar o primeiro passo para as transformações que você deseja.  


🚀  Vamos juntos iniciar esse caminho?   

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Tecnologia como aliada na busca pela igualdade salarial entre gêneros

*Jéssica Ariane, Head of Products Talent Management na Senior Sistemas

Embora a equidade salarial tenha se tornado lei, o cenário corporativo ainda está longe de ser ideal. A agenda ESG, que destaca ações de responsabilidade ambiental, social e boas práticas de governança, tem ganhado espaço como uma estratégia essencial para as organizações. Nesse contexto, o ‘S’ de social merece especial atenção, pois exerce um papel crucial nos processos internos das empresas, com foco na igualdade de gênero e salarial. E, consequentemente, na sociedade.

Os números reforçam a necessidade de mudança: dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que mulheres que desempenham as mesmas funções que homens recebem, em média, 22% menos. A desigualdade é ainda mais alarmante nos cargos de liderança, em que a diferença salarial chega a 34%. Mesmo com essa diferença diminuindo ano após ano, são necessárias posturas cada vez mais efetivas para que o mundo empresarial seja mais equitativo.

Com a entrada em vigor da Lei 14.611/23, que busca combater as disparidades salariais entre homens e mulheres, os empresários ainda enfrentam dúvidas sobre como atender às principais exigências da norma. A legislação determina a equiparação salarial independentemente de gênero, raça, origem ou etnia, e o descumprimento das regras pode resultar em uma multa equivalente a dez vezes o valor do salário da pessoa colaboradora discriminada. 

E o movimento não é passageiro: aderir aos padrões ESG aumenta o interesse de parceiros e investidores, além de representar uma oportunidade para  implementar ações sustentáveis a longo prazo, conquistando mais eficiência e credibilidade nas operações. A nova sanção não só promove uma  reflexão sobre como o mercado de trabalho ainda precisa avançar em igualdade e diversidade, mas também destaca a importância do setor de Recursos Humanos na transformação dos ambientes corporativos em espaços mais justos para todos os talentos. Além disso, a partir de 2025, as empresas deverão apresentar o Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios duas vezes ao ano, detalhando as remunerações vigentes. Essa exigência torna indispensável que os RHs contem com ferramentas automatizadas e seguras para monitorar e garantir a equidade salarial. 

A identificação de discrepâncias salariais entre homens e mulheres em cargos iguais pode ser um processo complexo e suscetível a falhas. No entanto, a tecnologia permite a automação de metodologias que asseguram um gerenciamento de remunerações mais claro, equilibrado e transparente.

As empresas que não se adaptarem à nova lei, além de enfrentarem problemas legais, correm o risco de prejudicar sua reputação, dificultando a atração e retenção de talentos. Normalmente, informações sobre salários ficam restritas aos gestores de departamento e ao RH, limitando a visibilidade da diretoria sobre como a divisão salarial está sendo realizada. Com a implementação da tecnologia, é possível obter uma visão mais ampla da situação organizacional, permitindo identificar se todos os colaboradores plenos estão inseridos na mesma faixa salarial, independentemente de setor ou gênero.

O sistema permite que os líderes identifiquem padrões e tendências nos dados de remuneração, além de oferecer armazenamento centralizado de informações sobre os colaboradores, como histórico de desempenho e qualificações. Com acesso rápido e facilitado a esses dados, os gestores conseguem tomar decisões mais precisas e justas em relação à distribuição salarial. 

Investir em um sistema automatizado vai além de uma análise eficiente na distribuição de salários. Os benefícios incluem retenção de talentos, praticidade e economia de tempo para a equipe de RH, centralização das informações dos colaboradores, equilíbrio interno, competitividade com o mercado e agilidade na exportação de dados quando necessário. As vantagens de integrar a tecnologia ao dia a dia corporativo são incontáveis. Arrisco dizer que ignorar esse movimento é assinar uma sentença de insucesso. 

Head of Products Talent Management na Senior Sistemas, Jéssica Ariane



Tecnologia como aliada na busca pela igualdade salarial entre gêneros

*Jéssica Ariane, Head of Products Talent Management na Senior Sistemas

Embora a equidade salarial tenha se tornado lei, o cenário corporativo ainda está longe de ser ideal. A agenda ESG, que destaca ações de responsabilidade ambiental, social e boas práticas de governança, tem ganhado espaço como uma estratégia essencial para as organizações. Nesse contexto, o ‘S’ de social merece especial atenção, pois exerce um papel crucial nos processos internos das empresas, com foco na igualdade de gênero e salarial. E, consequentemente, na sociedade.

Os números reforçam a necessidade de mudança: dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que mulheres que desempenham as mesmas funções que homens recebem, em média, 22% menos. A desigualdade é ainda mais alarmante nos cargos de liderança, em que a diferença salarial chega a 34%. Mesmo com essa diferença diminuindo ano após ano, são necessárias posturas cada vez mais efetivas para que o mundo empresarial seja mais equitativo.

Com a entrada em vigor da Lei 14.611/23, que busca combater as disparidades salariais entre homens e mulheres, os empresários ainda enfrentam dúvidas sobre como atender às principais exigências da norma. A legislação determina a equiparação salarial independentemente de gênero, raça, origem ou etnia, e o descumprimento das regras pode resultar em uma multa equivalente a dez vezes o valor do salário da pessoa colaboradora discriminada. 

E o movimento não é passageiro: aderir aos padrões ESG aumenta o interesse de parceiros e investidores, além de representar uma oportunidade para  implementar ações sustentáveis a longo prazo, conquistando mais eficiência e credibilidade nas operações. A nova sanção não só promove uma  reflexão sobre como o mercado de trabalho ainda precisa avançar em igualdade e diversidade, mas também destaca a importância do setor de Recursos Humanos na transformação dos ambientes corporativos em espaços mais justos para todos os talentos. Além disso, a partir de 2025, as empresas deverão apresentar o Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios duas vezes ao ano, detalhando as remunerações vigentes. Essa exigência torna indispensável que os RHs contem com ferramentas automatizadas e seguras para monitorar e garantir a equidade salarial. 

A identificação de discrepâncias salariais entre homens e mulheres em cargos iguais pode ser um processo complexo e suscetível a falhas. No entanto, a tecnologia permite a automação de metodologias que asseguram um gerenciamento de remunerações mais claro, equilibrado e transparente.

As empresas que não se adaptarem à nova lei, além de enfrentarem problemas legais, correm o risco de prejudicar sua reputação, dificultando a atração e retenção de talentos. Normalmente, informações sobre salários ficam restritas aos gestores de departamento e ao RH, limitando a visibilidade da diretoria sobre como a divisão salarial está sendo realizada. Com a implementação da tecnologia, é possível obter uma visão mais ampla da situação organizacional, permitindo identificar se todos os colaboradores plenos estão inseridos na mesma faixa salarial, independentemente de setor ou gênero.

O sistema permite que os líderes identifiquem padrões e tendências nos dados de remuneração, além de oferecer armazenamento centralizado de informações sobre os colaboradores, como histórico de desempenho e qualificações. Com acesso rápido e facilitado a esses dados, os gestores conseguem tomar decisões mais precisas e justas em relação à distribuição salarial. 

Investir em um sistema automatizado vai além de uma análise eficiente na distribuição de salários. Os benefícios incluem retenção de talentos, praticidade e economia de tempo para a equipe de RH, centralização das informações dos colaboradores, equilíbrio interno, competitividade com o mercado e agilidade na exportação de dados quando necessário. As vantagens de integrar a tecnologia ao dia a dia corporativo são incontáveis. Arrisco dizer que ignorar esse movimento é assinar uma sentença de insucesso. 

Head of Products Talent Management na Senior Sistemas, Jéssica Ariane



Após dois anos de pesquisa, romance revisita episódio silenciado na história brasileira e expõe violência de Estado contra retirantes

  Baseada na experiência de populações impedidas de se deslocar, narrativa constrói um retrato do confinamento, da fome e das estratégias de...