segunda-feira, 28 de março de 2011

sábado, 26 de março de 2011

Nota de pesar da ministra Ana de Hollanda

Nota de pesar da ministra Ana de Hollanda

Sinto profundamente a partida de Thomas Farkas. É uma perda imensa para nós: por toda sua contribuição à cultura brasileira, sua paixão à fotografia em todas as suas facetas, do exercício com as lentes, como um dos pioneiros da nossa fotografia contemporânea, ao fotojornalismo e ao ensino na USP, sem esquecer ainda outras frentes, como a de produtor de documentários.

Aos familiares, amigos e a todos a quem ele inspirou, os meus sentimentos.


Ana de Hollanda
Ministra de Estado da Cultura

 

sexta-feira, 18 de março de 2011

Econotas: Oração pela sustentabilidade

Econotas: Oração pela sustentabilidade: "Senhor,Fazei de mim, não apenas um eco-chato, mas dê-me a força para fazer algo de bom para o planeta. Que o equilíbrio medeie nossas açõ..."

quinta-feira, 17 de março de 2011

Shakira se encontra com Dilma em Brasília e doa violão autografado






©Valter Campanato/ABr


Brasilia - A presidenta Dilma Rousseff recebe a visita da cantora pop Shakira, que faz uma turnê pelo Brasil


Luciana Lima
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A cantora colombiana Shakira disse hoje (17) que quer ser parceira da presidenta da República, Dilma Rousseff, em ações para  erradicar a pobreza na América Latina, principalmente as voltadas para o bem-estar das crianças. Shakira se reuniu com a presidenta no Palácio do Planalto e, no encontro, presenteou Dilma com um violão autografado. O instrumento será leiloado e o dinheiro arrecadado reforçará o caixa dos programas de erradicação da miséria, prioridade do governo de Dilma Rousseff.
"A gente falou durante o encontro sobre a possibilidade de trabalhar juntas, para divulgar o que é preciso fazer para as crianças na América Latina", disse a cantora pop. "O Brasil é um país líder na região, um país que tem uma importância na região e no mundo. Agora temos um desafio para fazer com que todas as crianças até seis anos tenham oportunidade de ir à escola e receber nutrição".
Shakira disse também que é "uma benção" para o Brasil ter uma mulher como presidenta. “É uma bênção que o Brasil tenha uma mulher encarregada. Ninguém como uma mulher para entender a necessidade das crianças”, disse a cantora, que fará hoje à noite um show no estacionamento do Estádio Mané Garrincha, que está fechado para reformas. O estádio sediará jogos da Copa do Mundo de 2014.
Além de conversar com Dilma sobre erradicação da miséria, Shakira convidou a presidenta para ir ao show. No entanto, a cantora disse que o convite pode não ser aceito. "Ela [Dilma] está muito ocupada, não pode ter distrações".
Na Colômbia, Shakira é uma das idealizadoras da Fundação América Latina em Ação Solidária (Alas), fundada em 2006, voltada para a educação infantil. Também fazem parte da Alas artistas e personalidades latino-americanos. Entre os fundadores da Alas estão o jornalista e escritor Gabriel García Márquez, os cantores Miguel Bosé, Alejandro Sanz, Ricky Martin, DaddyPublicar postagem
 Yankee e a cantora e atriz Jennifer López.
Edição: Vinicius Doria

A guerra nossa de cada dia


                                      Sérgio Ernesto Alves Conforto*


         Na acirrada competitividade da economia contemporânea, empresas e gestores enfrentam batalhas diárias pela conquista de posições no mercado e na disputa com os concorrentes. A guerra do universo corporativo no mundo globalizado é travada nos terrenos inóspitos das crises financeiras como a de 2008/2009, da burocracia, do protecionismo e dos mais inusitados obstáculos.
        A analogia não é meramente retórica ou semântica. Há numerosas congruências entre a gestão de uma empresa e a administração das complexas engrenagens relativas aos conflitos bélicos. Para entender melhor a questão, comecemos fazendo rápida análise do termo “Estratégia”. Derivado da antiga língua grega, significava “A Arte do General”, e por “General” devemos entender o chefe maior de todas as forças, capaz de liderar grandes efetivos em missões arriscadas.

Com o tempo, e coerente com o pensamento de Sun-Tzu (general chinês que viveu no século IV AC, precursor da “Estratégia” e autor de “A arte da Guerra”), associou-se o termo à capacidade de se convencer o adversário a desistir do combate (“o mérito supremo consiste em quebrar a resistência do inimigo sem lutar...”), ou, então, a iludi-lo, colocando-o em posição desvantajosa, de modo a lhe apressar a derrota com mínimo desgaste para o lado vitorioso. Para o sucesso nessas metas é preciso planejamento, bom uso de experiência e sabedoria, capacidade de liderança e análise de riscos, além de invulnerabilidade aos artifícios do adversário.

Não há fenômeno de maior complexidade e tão frequente na história da humanidade do que a guerra. Para o preparo das ações nesses conflitos, os conhecimentos podem ser aplicáveis em qualquer outro tipo de empreendimento. No mundo corporativo mercadológico, o termo “guerra” deve ser entendido como o duelo entre vontades, a luta pelo alcance de metas, em presença de antagonismos e pressões de toda ordem. Porém, é claro, sem o desencadeamento de ações de violência.

Os conhecimentos e aplicação de conceitos e estratégias militares podem ser extremamente proveitosos na relação entre pessoas, empresas ou nações, ainda que em tempos de paz. É o sobe-e-desce das bolsas, aquele excelente executivo contratado pela concorrente, um novo diferencial tecnológico, ou aquela grande ideia de marketing que eleva as vendas. Acontecimentos estes que podem ser previstos por meio da informação e contrainformação. Um estrategista lê o noticiário com outros olhos, reconhece as mensagens ocultas em filmes, pronunciamentos políticos, propagandas de toda ordem, com afinada percepção do emprego diário dos instrumentos de dominação.

Nesta guerra, o campo de batalha é o mercado; os soldados são os cientistas, os diplomatas, os jornalistas, os profissionais da propaganda, os psicólogos, os professores e economistas. O cotidiano de uma economia altamente competitiva exige muita estratégia por parte das empresas e gestores que buscam sempre a vitória.


*O General de Exército Sérgio Ernesto Alves Conforto, coordenador do Curso de Estratégia Militar para Gestão de Negócios da FAAP e ex-ministro do Superior Tribunal Militar.

A guerra nossa de cada dia


                                      Sérgio Ernesto Alves Conforto*


         Na acirrada competitividade da economia contemporânea, empresas e gestores enfrentam batalhas diárias pela conquista de posições no mercado e na disputa com os concorrentes. A guerra do universo corporativo no mundo globalizado é travada nos terrenos inóspitos das crises financeiras como a de 2008/2009, da burocracia, do protecionismo e dos mais inusitados obstáculos.
        A analogia não é meramente retórica ou semântica. Há numerosas congruências entre a gestão de uma empresa e a administração das complexas engrenagens relativas aos conflitos bélicos. Para entender melhor a questão, comecemos fazendo rápida análise do termo “Estratégia”. Derivado da antiga língua grega, significava “A Arte do General”, e por “General” devemos entender o chefe maior de todas as forças, capaz de liderar grandes efetivos em missões arriscadas.

Com o tempo, e coerente com o pensamento de Sun-Tzu (general chinês que viveu no século IV AC, precursor da “Estratégia” e autor de “A arte da Guerra”), associou-se o termo à capacidade de se convencer o adversário a desistir do combate (“o mérito supremo consiste em quebrar a resistência do inimigo sem lutar...”), ou, então, a iludi-lo, colocando-o em posição desvantajosa, de modo a lhe apressar a derrota com mínimo desgaste para o lado vitorioso. Para o sucesso nessas metas é preciso planejamento, bom uso de experiência e sabedoria, capacidade de liderança e análise de riscos, além de invulnerabilidade aos artifícios do adversário.

Não há fenômeno de maior complexidade e tão frequente na história da humanidade do que a guerra. Para o preparo das ações nesses conflitos, os conhecimentos podem ser aplicáveis em qualquer outro tipo de empreendimento. No mundo corporativo mercadológico, o termo “guerra” deve ser entendido como o duelo entre vontades, a luta pelo alcance de metas, em presença de antagonismos e pressões de toda ordem. Porém, é claro, sem o desencadeamento de ações de violência.

Os conhecimentos e aplicação de conceitos e estratégias militares podem ser extremamente proveitosos na relação entre pessoas, empresas ou nações, ainda que em tempos de paz. É o sobe-e-desce das bolsas, aquele excelente executivo contratado pela concorrente, um novo diferencial tecnológico, ou aquela grande ideia de marketing que eleva as vendas. Acontecimentos estes que podem ser previstos por meio da informação e contrainformação. Um estrategista lê o noticiário com outros olhos, reconhece as mensagens ocultas em filmes, pronunciamentos políticos, propagandas de toda ordem, com afinada percepção do emprego diário dos instrumentos de dominação.

Nesta guerra, o campo de batalha é o mercado; os soldados são os cientistas, os diplomatas, os jornalistas, os profissionais da propaganda, os psicólogos, os professores e economistas. O cotidiano de uma economia altamente competitiva exige muita estratégia por parte das empresas e gestores que buscam sempre a vitória.


*O General de Exército Sérgio Ernesto Alves Conforto, coordenador do Curso de Estratégia Militar para Gestão de Negócios da FAAP e ex-ministro do Superior Tribunal Militar.

PROMOTORES DA DESGRAÇA

GILBERTO NOGUEIRA DE OLIVEIRA
Nazaré, Bahia

O torturador insano,
Provoca a dor,
Sorri friamente
Para a vítima indefesa.
Tem seu nome protegido.
Então começa a cumprir
Sua nefasta missão.
Defender o Brasil
Contra a ameaça comunista.
Porque ele tem tanto medo dos comunistas?
São apenas a ínfima minoria.

No ambiente mofado
Sente-se um cheiro de maconha.
Sente-se que tudo está podre e baixo.

Colocam o cientista, brutalmente
Submisso num pau-de-arara,
E introduz em seu ânus
Algo que a vítima não vê.

De repente o ar é cortado
Com um grito de loucura,
Seguido de uma gargalhada
Cínica e estridente.

Seria o torturador um ser humano,
Ou o ser humano, um torturador?

Onde se escondem esses trastes,
Frios capachos do poder
Militarista e imperialista?
Serão os futuros milionários?
Talvez, se não ficarem loucos... também.
Pelo fato de não terem alma,
É que atingem com violência
A alma do ser humano.

São paus mandados do poder,
Que não ouvem os apelos
Dos pobres desgraçados,
E lhes atingem a alma
Para sempre.
Sempre.

Logo larga o cientista
E vai atender uma mulher.
Ela, profissional de saúde.
O torturador, também.
Ele, em sua sanha sanguinária;
Ela, em sua fúria desgraçada;
Ele obedece uma ordem ignóbil;
Ela reclama uma ordem lógica.
Ela é tudo,
Ele é nada.
Sem ligar para seus pensamentos
Ele se pôs a trabalhar.
Deu-lhe um forte bofetão, incisivo,
Sem saber com ódio de que?
E lhe quebrou os molares.
Chamou-lhe de puta e vagabunda,
Comunista e subversiva.
E mordeu-lhe os lábios,
E se deliciou com o sangue,
E zombou do sofrimento.
Ela, gritando;
Ele, conduzindo.
Ele mandava no mundo. Era amigo dos caras.
De repente ela gritou:
Eu não falo!
Você falou!
E ela disse:
Não o que você quer!
Ele disse:
Eu quero o seu sangue!
Ela disse:
Acendam o lampião
Que eu nada enxergo.
Puta enxerga de longe!
Disse ele na sua demência.
É a escoria da sociedade.
Logo acendeu o lampião
E depois ateou fogo
À pobre infeliz,
Que gritava sem parar,
Até que parou e morreu feliz
Por conseguir não falar.
Quando terminou de trabalhar a mercadoria
Morta e toda queimada,
O homem do governo
Foi atender um velho
Com seus oitenta anos.
Como o velho não aceitou
Denunciar o próprio filho,
Foi parar no pau-de-arara,
Do qual jamais sairia vivo.

Logo foi atender outra mulher
Que cuspiu-lhe o rosto.
Por isso foi torturada
Com choques elétricos,
Diante do próprio filho,

Apenas uma criança
De apenas dez anos.
Ao primeiro grito de horror,
Seu pequeno filho
Avançou para o torturador.
Logo recebeu um chute
Na altura do ouvido
E caiu tremulo, silencioso.
Não satisfeito, o torturador
Pegou uma barra de ferro,
E com um golpe raivoso
Acabou matando a criança,
Que babava sangue,
Enquanto ele espumava de raiva.
Então a mãe em prantos, pediu:
Me mate também!
E o torturador respondeu:
Não! Você vai falar!
Vai ficar viva até falar!
Depois eu lhe mato
E lhe arranco o coração!
Logo o torturador
Aplicou-lhe um choque elétrico.
Sua intensidade foi tanta
Que sua alma se arremessou,
E ela morreu sufocada.
E parou de sofrer.
Depois o torturador
Disse a todos os presentes,
Que iria para outro lugar
Dar aulas de torturas,
Por ordem direta de Médici.
Lá chegando, os outros irracionais
O olharam com orgulho.
Logo começou a sessão:
No pau-de-arara, uma adolescente
Com apenas quinze anos,
Completamente despida.
Um aluno levantou-se,
E queria participar de perto
Da macabra sessão.
O profissional de saúde
Elogiou sua iniciativa.
Quando o torturador
Deu o primeiro choque na moça,
O aluno disse:
Deixe que eu a estupre antes,
Essa puta comunista.
É toda sua.
Se acertar fazer as coisas
Vai ser promovido, imediatamente.
O aluno violentou a moça
Que gritava sem parar.
Ao terminar o estupro,
Pegou um bastão elétrico
E enfiou em sua vagina,
Com grande violência.
Ele descobriu que o torturador
Era impotente sexual.
Todos o aplaudiram,
E o rapaz foi promovido.
E o torturador disse:
O Brasil está orgulhoso de você.

Sempre haverá tortura
Sempre haverá desgraça.
Sempre haverá império.

Romário no Turismo

 

 

 

Vice-presidente da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara, ex-jogador
participa de audiência com o ministro Pedro Novais


O ministro do Turismo, Pedro Novais, recebeu nesta quarta-feira (16) representantes da Comissão de Turismo e Desporto (CTD) da Câmara dos Deputados. Jonas Donizette (PSB/SP) e Romário (PSB/RJ), presidente e vice-presidente da comissão, respectivamente, elogiaram o empenho do Ministério para a organização da Copa do Mundo de 2014 no país.

“Estamos dando continuidade a um trabalho de aproximação do Congresso Nacional com os ministérios. O papel do turismo é imprescindível para alavancar a economia nacional e ajudar o país nesta tarefa de organizar a Copa”, afirmou Romário.

Segundo o ministro, a relação com a Comissão de Turismo e Desporto será importante para que os principais projetos nas cidades-sede da Copa do Mundo sejam acelerados . “Há desafios a serem vencidos, mas estou certo de que estaremos preparados para realizar uma grande competição, com a qualidade que todos os turistas desejam”.

 

Escolas devem se adaptar à Educação Financeira


No fim deste ano o Governo Federal instituiu a ENEF (Estratégia Nacional de Educação Financeira), no final de dezembro de 2010 pelo Governo Federal. Esta ação vem confirmar a necessidade da inserção imediata desta temática nas grades curriculares no país, combatendo um grande mal que prejudica a vida das pessoas, que é o analfabetismo financeiro.

Neste primeiro momento, a ENEF prevê a implantação de aulas de educação financeira no ensino básico e inclui também, mais adiante, a criação de cursos voltados para os adultos. Isto vai de encontro com o trabalho que o Instituto DSOP de Educação Financeira já desenvolve o trabalho de educação financeira em diversas escolas de todo país, com metodologia própria.

A coleção DSOP de Educação Financeira, por exemplo, será lançada para alunos de 3 a 17 anos e atende todos os ciclos educacionais (educação infantil, ensino fundamental e ensino médio). Em 2011, aproximadamente 100 escolas distribuídas por todo o Brasil já estão utilizando nossos materiais em suas aulas.

A idéia é que, a partir de material direcionado para cada fase do processo educacional (são 15 livros que contemplam a coleção) se passe os  quatro pilares da Metodologia DSOP de Educação Financeiro: Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar. Para facilitar a ação dos professores, esse trabalho é realizado com base em cinco eixos temáticos: Família, Diversidade, Sustentabilidade, Empreendedorismo e Autonomia.

Outro grande diferencial trabalhado pelo Instituto é a capacitação de professores e a habilitação das escolas. O sucesso de um programa de educação financeira voltado para o ensino básico ocorre quando  o professor aplica em sua própria vida o conceito e domina o conteúdo, antes de trabalhar com os alunos.

Para atender também a essa missão de disseminar a educação financeira no Brasil e no mundo, a qual o governo se atentou neste momento, o Instituto DSOP também oferece em sua grade cursos de formação de educadores financeiros. Isso promove a oportunidade da pessoa conquistar uma nova profissão. E ainda, no ano passado lançou um curso de pós-graduação em educação financeira, com duração de 360 horas. Para 2011, as matrículas reabrem com grande procura e adesão.

É certo de que a educação financeira vem para ficar. Combatendo o ciclo de pessoas e famílias endividadas e inadimplentes financeiramente para criar e desenvolver uma nova geração sustentável financeiramente.
Reinaldo Domingos, Educador e Terapeuta Financeiro, autor dos  livros Terapia Financeira e O Menino do Dinheiro e da primeira Coleção didática de Educação Financeira para o ensino básico,  Presidente do Instituto DSOP de Educação Financeira,  www.dsop.com.br   

sábado, 12 de março de 2011

POEMA



Poema


A poesia é rima,
palavra e esgrima?
A poesia é artifício,
metro e vício?
A poesia é construção,
arquitetura sem paixão?
A poesia é luxo acadêmico,
que evita da pele o endêmico?
A poesia é esqueleto, carne, corpo
ou idéia, mente que sustenta o dorso?

HIDERALDO MONTENEGRO

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quinta-feira, 10 de março de 2011

Trabalhadores participarão de Conselhos de Administração de empresas públicas

 

Brasília, 10/03/2011 - As empresas públicas, sociedades de economia mista e suas subsidiárias deverão prever a participação de representantes de empregados em seus Conselhos de Administração, a partir de agora. A portaria n° 026, que detalha a Lei nº 12.353, de 28 de dezembro de 2010, vale para as instituições com mais de 200 empregados, nas quais a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto. O processo de eleição do representante dos empregados deverá ser organizado por uma comissão paritária, composta por representantes da empresa e das entidades sindicais.

 

A portaria será assinada nesta sexta-feira (11), em cerimônia do Palácio do Planalto, com a participação da Presidenta Dilma Roussef e dos ministros do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior; da Secretaria-Geral, Gilberto Carvalho; do Trabalho, Carlos Lupi; e de Minas e Energia, Edson Lobão. Também estarão presentes presidentes de empresas estatais, associações de empregados dessas empresas e representantes de centrais sindicais.

 

A medida deverá abranger cerca de 59 empresas públicas, sociedades de economia mista e suas subsidiárias e respectivos conselhos de administração, no âmbito do Governo Federal.

 

Encontro com as centrais sindicais - Após o evento a presidenta receberá lideranças das seis centrais sindicais - Central Única dos Trabalhadores (CUT); Força Sindical; Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB); Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB); União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST).

 

segunda-feira, 7 de março de 2011

poesia

 

 

 

Em homenagem ao dia internacional da mulher.

 

MULHER

 

Tu és divina ó ser maravilhoso,

Entre a criação tu és a preferida!

Tem o dom de ser mãe e de ser amada pelo homem,

E por Deus de ser reconhecida.

 

Tens no coração a ternura dos santos,

E na alma o amor, nasceste para amar...

Mesmo quando não amada.

Ainda que dos teus olhos escorra uma lágrima,

Mesmo assim estás pronta para socorrer, e acalmar a dor.

 

És tu que no ventre trás o herói ou a santa!

És tu que no simples olhar nos dás a esperança,

Querendo com isso nos dizer,

 Que somos fortes, pois és valente!

Já não temes a morte.

Vivaldo Terres


 

sábado, 5 de março de 2011

Museu do Futebol - Dia Internacional da Mulher

No Dia Internacional da Mulher, o Museu do Futebol também presta a sua homenagem e propõe um passeio temático aos visitantes. Das arquibancadas ao campo, quais personagens femininas brasileiras fizeram e fazem parte dessa história? As visitas ocorrem no dia 8/3 das às 11h e às 14h. O Museu do Futebol está localizado no Estádio do Pacaembu - Pça. Charles Miller, s/nº, Pacaembu, região central, 3663-3848. Ter. a dom. 10h às 18h (bilheteria até as 17h). Livre. Ingr.: R$ 6 (com meia entrada para estudantes e idosos). Consulte o horário em dias de jogos. www.museudofutebol.org.br

 

 Museu do Futebol tem horário diferenciado nos dias de folia. No sábado de Carnaval, excepcionalmente, a bilheteria fechará às 15h30 (permanência permitida até às 16h30). Não funciona no dia 7 de março. Localizado embaixo das arquibancadas do estádio do Pacaembu, o Museu apresenta a história do futebol entrelaçada com a própria história do país. Estádio do Pacaembu - Pça. Charles Miller, s/nº, Pacaembu, região central, 3663-3848. Ter. a dom. 10h às 18h (bilheteria até as 17h). Livre. Ingr.: R$ 6 (com meia entrada para estudantes e idosos). Consulte o horário em dias de jogos através do site: www.museudofutebol.org.br

 

sexta-feira, 4 de março de 2011

Revista Partes - Colunistas - Antonio Brás Constante: Impressão digital não causou boa impressão

Revista Partes - Colunistas - Antonio Brás Constante: Impressão digital não causou boa impressão: "Conforme pesquisas científicas baseadas em cálculos matemáticos (ou talvez tenham sido cálculos matemáticos baseados em pesquisas cientifi..."

Revista Partes - Colunistas: Excelência em Gestão!

Revista Partes - Colunistas: Excelência em Gestão!: "“Se você ainda quer que as coisas permaneçam como estão, já está na hora de você mudar de opinião!”. (Giuseppe di Lampedusa) A empresa que..."

Revista Partes - Colunistas - Pedro Coimbra: Sua última chance

Revista Partes - Colunistas - Pedro Coimbra: Sua última chance: "Pedro Coimbrappadua@navinet.com.br Lidinho, um presepeiro de marca maior e grande frasista era quem melhor definia o Distrito de Pau de Fe..."

Revista Partes - Colunistas - Adilson L. Gonçalves: O Brasil das urgências

Revista Partes - Colunistas - Adilson L. Gonçalves: O Brasil das urgências: "Em termos de gestão, há um jargão que afirma: “Quando tudo é urgente, nada é urgente!”.Mas o que é uma situação de urgência? Geralmente ..."

Sua última chance


Pedro Coimbra


Lidinho, um presepeiro de marca maior e grande frasista era quem melhor definia o Distrito de Pau de Ferro, “um lugar maravilhoso, localizado no final da linha do trem, sempre coberto por uma nuvem de um pó vermelho que gruda nas coisas e na gente e não sai nunca mais”.
Ninguém sabia explicar por que os libaneses que vieram para trabalhar nas lavouras de café começaram a mascatear, ganharam dinheiro e construíram pequenos sobrados na rua principal do lugarejo, sendo chamados de forma geral como turcos.
“O Líbano tem uma arquitetura linda e aqui eles construíram estes caixotinhos”, dizia Lidinho enquanto saboreava uma cerveja.
Pau de Ferro tinha coisas e pessoas bem estranhas, todos nós concordávamos. Um deles era Cori, com sua barba espessa, tronco avantajado e sempre uma enxada nos ombros. “Parece um troglodita”, afirmava Lidinho e aproveitava a deixa para explicar para a turminha o que isso significava. Ele morava num sobradinho abandonado no Alto da Quaresmeira e num local em que todos se conheciam ninguém podia dizer qual era sua família.
“Cori sempre viveu jogado no mundo e nem mesmo sabe onde nasceu e como veio parar aqui”, dizia Lidinho.
Falava muito pouco, quase nada, mas era reconhecido como homem trabalhador. Grande capinador de hortas, excelente para limpar uma caixa de gordura e todos esses serviços que a maior parte das pessoas não aceitavam fazer.
Final do dia marchava para a Serra do Capote onde cuidava com todo o capricho de uma grande plantação de arnica, consumida em toda a região, como um grande e santo remédio para todos os males.
Sua rotina só era quebrada no Domingo de Carnaval quando cobria o rosto com uma pesada maquiagem e colocava um vestido de chita, onde sobressaiam grandes peitões. Era o dia dos homens da cidade se travestirem e sair pelas ruas cantando no “Bloco das Domésticas do Prazer”. “Esta mulher/ Há muito tempo me provoca/ Dá nela! Dá nela!/É perigosa/Fala mais que pata choca/Dá nela! Dá nela! “
Na Quarta-Feira de Cinzas, Cori, era o primeiro a puxar a fila diante do Padre. “Era homem mesmo. Tinha um montão de filhos na região”, assegurava Lidinho. E a vida voltava ao normal naquele final de mundo…
Mas, no Carnaval de 54 um fato escabroso abalou toda a população. Lucinha, uma garota loura de 13 anos apareceu morta e violentada justo na cultura de arnica da Serra do Capote. A notícia chegou célere até a capital graças ao radiotelegrafista Dario.
A Secretaria de Segurança Pública enviou o Delegado Romão e dois investigadores, cada um com seu interesse particular, bem diferente do elucidamento  do crime.
“Em pouco tempo descobriram que os suspeitos eram filhos de ricos fazendeiros da região, o que era uma verdade incômoda”, contava Lidinho.
Delegado Romão mandou prender o suspeito ideal, Cori, e pessoalmente resolveu interrogá-lo com muita pancadaria.
“Mas o homem não confessava o crime. Foi quando Delegado Romão colocou um trezoitão na boca de Cori e lhe disse que era sua última chance”, dramatizava Lidinho.
Se todos nós temos nossa hora aquela não era a de Cori, pois no instante que o gatilho ia ser puxado, o Delegado Romão caiu morto, vitimado por um fulminante ataque de coração.
“Cori saiu da cela sozinho, o corpo do Delegado Romão foi transportado para a Capital num vagão especial, os filhos dos fazendeiros nunca mais foram vistos nas redondezas  e o crime perdeu-se na memória dos habitantes”, diz Lidinho.
Cori voltou ao seu cotidiano e continuou desfilando no “Bloco das Domésticas do Prazer” até que com o tempo a brincadeira de momo acabou no Distrito de Pau de Ferro, como em muitos outros lugares…

O Brasil das urgências


Em termos de gestão, há um jargão que afirma: “Quando tudo é urgente, nada é urgente!”.
Mas o que é uma situação de urgência? Geralmente é aquilo que não foi priorizado no tempo devido, por falta de planejamento ou desconhecimento técnico, aí incluídos: assessoramento inadequado ou decisões “políticas”, tomadas por critérios nem sempre racionais. Também pode ser simples decorrência da falta de dinheiro. O caso do Brasil é um pouco de tudo isso.
Mas, o que normalmente fazemos quando falta dinheiro? Teoricamente, elegemos prioridades em áreas que, uma vez solucionadas, favorecerão a solução de outras, não menos importantes, mas não tão dramáticas.
A Coréia do Sul, nos anos de 1970, partindo dessa lógica, adotou medidas econômicas e na área de educação que a transformaram num “tigre asiático”.
Sabem em quem eles se basearam para adotar tais procedimentos? No Brasil de então!
E nós, os “pais da matéria”? Bem, não dá para comparar a Coréia do Sul com o Brasil, nem territorial, nem politicamente. Nossas dificuldades são significativamente maiores e até a falta de tensões externas, indutoras de competitividade, favoreciam certa lentidão na tomada de iniciativas e inércia perante os fatos.
Foi assim que perdemos duas décadas com planos econômicos tão emergenciais quanto inconsequentes; reservas de mercado que levaram à obsolescência e perda de competitividade da indústria nacional e a ampliação de problemas sociais. Isso até que Collor resolveu liberar as importações e o Plano Real injetou adrenalina, aplicou desfibrilador e ressuscitou a economia brasileira.
Mas, o que dizer dos apagões energéticos? Da deterioração e deficiências dos meios de transporte? Do caos nos aeroportos e nos acessos aos portos? Da falta de profissionais especializados, em qualidade e quantidade, em várias áreas vitais para o desenvolvimento científico e tecnológico nacional?
O Brasil passou bem - e com méritos – pela recente crise econômica mundial. Atraiu investidores internacionais e alcançou taxas de crescimento do PIB interessantes. Há menos pobres no Brasil e o SUS, com todos os problemas que um sistema desse porte tende a apresentar, até que funciona razoavelmente bem, em parte porque a classe média o desafoga, buscando assistência médica particular.
Mas as urgências continuam a existir, e não são poucas. Para resolvê-las, a cobrança que se faz dos governos, desde sempre, é aplicar bem os recursos públicos. Esse foco é nas despesas!
E quanto à receita?
Vai muito bem, obrigado! Com sucessivos recordes de arrecadação e fiscalização rigorosa contra a sonegação, além de medidas que pretendem incrementar a economia formal.
A receita aumenta e, como diz um ditado: “Dinheiro chama dinheiro!”. Mas, como isso funciona ou, melhor, deveria funcionar?
Bem, qualquer empresa que queira crescer precisa investir basicamente em duas coisas: qualificação profissional e infraestrutura. Para isso, ela deve estabelecer não apenas horizontes de crescimento, mas focos mais precisos, urgências que, uma vez equacionadas, garantam condições para outros saltos de qualidade.
Quais seriam, então, as urgências principais, virtuais emergências, do Brasil?
As mesmas: qualificação profissional (e humana) e infraestrutura! E não há a menor dúvida de que por meio delas nosso país conseguirá superar todas as suas demais demandas e necessidades, urgentes ou não.
Para tanto, é preciso investir fortemente na educação básica e continuada, melhorando os meios de ensino e valorizando a formação e prática docente. Também é preciso intensificar investimentos em geração e distribuição de energia; ampliação, diversificação e racionalização dos meios de transporte, incluindo portos e aeroportos. E isso não apenas em função da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.
O Brasil tem imenso potencial de desenvolvimento em todas as áreas, mas precisa urgentemente solucionar gargalos logísticos, que prejudicam o crescimento e o escoamento da produção agropecuária e industrial.
Isso é uma questão de Estado! E por assim ser, exige a superação de interesses e vaidades políticas, em nome não apenas de um bem maior: o Brasil, mas da conclusão pragmática de que a solução desses problemas implicará em crescimento econômico, com incremento da arrecadação de tributos e da qualidade de vida, sem descuidar dos aspectos ambientais.
Educação e infraestrutura: essas são as prioridades, as urgências de curto prazo do Brasil! O que não implica descuidar de outras, não menos importantes. É preciso ter em mente, no entanto, que priorizar investimentos internos e externos nessas duas áreas garantirá condições ideais para o aprimoramento e desenvolvimento sistêmicos.
Repito: é uma questão de Estado! E nunca é demais lembrar que o Estado somos todos nós.

quarta-feira, 2 de março de 2011

SIM! "LIVRO E DANÇA" !!!!! "BLOCO DOS MELHORES LIVROS DE LITERATURA INFANTIL"


A nossa postagem é em homenagem aos livros de literatura infantil
que tiveram destaque para as escolas, professoras, alunos e familiares, após o trabalho de divulgação com o PROJETO DE LEITURA CRIANÇA FELIZ!
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Cada um dos volumes é rico na elaboração psicopedagogicamente desenvolvida
para despertar a aprendizagem, teatrinhos, dinâmicas diversas em sala de aula, além de ser um presente bem especial quando se trata de literatura para a criança!
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Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

  Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a  Embrapa  marca presença n...