segunda-feira, 28 de novembro de 2011

As cidades e o mundo



Na Antiguidade e até boa parte da Idade Média não existiam países, mas cidades-estados, reinos e impérios, que digladiavam entre si, em busca de matérias-primas, escravos, riquezas, poder.
Nas guerras, as cidades vencidas eram saqueadas e queimadas. Reinava a força das armas e do misticismo, a dominação física e psicológica.
A consolidação das fronteiras geográficas dos países atuais foi estabelecida pela diplomacia, pela ganância ou pela violência, sendo que algumas ainda permanecem frágeis, por sua artificialidade, ou separadas por “terras de ninguém”.

As crises econômicas e suas consequências usuais – preconceitos, inclusos – transformaram essas fronteiras em perímetros de tensão, com rígido controle para o acesso de imigrantes: rígido no concreto dos muros, na ação de polícias e na definição de políticas. Assim, o mundo ainda vive em meio a barreiras físicas e psicológicas, só que o poder econômico tende a superar as guerras convencionais, embora elas ainda persistam, convenientemente, sob forma de velado controle populacional ou descarado lucro para traficantes de armas.

Mas, se os limites físicos impedem o ir e vir entre nações, nem tudo acata essas regras territoriais: as alterações climáticas, por exemplo.
E o que os países fazem para mitigá-las? Bem, ainda pouco, talvez porque seus dirigentes estejam distantes do povo, preocupados com macro-questões, se bem que os efeitos das alterações climáticas também são globais.
Talvez em razão disso, algumas cidades resolveram encarar a questão de forma direta, criando o C40 Cities Climate Leadership Group, que congrega várias delas, com mais de 3 milhões de habitantes ou cujas iniciativas sejam marcantes no âmbito da mitigação dos efeitos das alterações climáticas. O Brasil é representado por São Paulo e Curitiba.

Tive a oportunidade de participar do C40 São Paulo Summit, onde pude conhecer mais a fundo as propostas e iniciativas desse grupo. Ali, encontrei representantes de vários países, raças e credos. Roupas e rostos exóticos coloriam as atividades desenvolvidas, que incluíam apresentações de estudos e experiências no enfrentamento de problemas que afligem a todos.
Prefeitos, políticos, cientistas, técnicos, estudantes e público em geral ali estavam para se posicionarem, consciente do desafio de equilibrar questões econômico-financeiras, tecnológicas, sociais e ambientais na complexa equação da preservação do planeta e da humanidade.

O mundo se reuniu sob forma de cidades, para discutir: energias renováveis, destinação de resíduos, edifícios e cidades inteligentes, cidades compactas e outras iniciativas ambientalmente sustentáveis. Também vi sentados à mesma mesa, trocando experiências e oferecendo auxílio técnico e financeiro, países que até bem pouco tempo se engalfinhavam em guerras sangrentas. E os olhares eram amistosos, francos, interessados e proativos!

É claro que existem interesses econômicos envolvidos, mas as cidades parecem menos preocupadas com o que tem distanciado países, e mais interessadas em resolver problemas e desafios comuns, em parceria.
Quem sabe esse exemplo sensibilize os dirigentes mundiais, para que também busquem diálogo e aproximação mais objetivos e menos intransigentes, na busca de soluções para as macro-questões, das quais as ambientais são inadiáveis, sob pena de comprometimento das futuras gerações. Quem sabe assim, um dia, nossos filhos e netos conheçam um mundo onde as fronteiras sejam apenas limites administrativos, e não mais barreiras de intolerância.

Um tesouro mais que maravilhoso



Pedro Coimbra

            O francês GamalielChantal nem bem pisou as terras brasileiras tomou duas atitudes: descobrir como encontrar uma expedição que o levasse para o Campo dos Goitacás e marcar com a lâmina o rosto do sujeito que o chamou de “Pintarroxo”.
            A segunda mostrou-se totalmente ineficaz, pois nunca mais se livrou do apelido que detestava motivado por uma enorme mancha sanguínea no lado direito da face.
            Tantas fez que acabou, depois de muitas andanças,no Planalto de São Paulo onde se engajou na bandeira de Fernão Dias Paes Leme.
            Começou então a mostrar suas qualidades de fidalgo sempre ao lado dos poderosos, principalmente os religiosos que acompanhavam a expedição.
            Ficou conhecido como comprador do ouro e dos diamantes que aos poucos eram encontrados.
            Enquanto os portugueses e os “brasileiros” aniquilavam os selvagens que encontravam, fez amizade com eles, o que lhe garantia facilidade de mantimentos em suas aventuras.
            Foi quando construiu, com toda sua inventividade, sua primeira igreja, na verdade uma capela, num ermodo Caminho Velho.
            Passou então a ser procurado e transformou-se num grande edificador de templos, cuja fama ia além da Província.
            Mas, continuava com seus negócios mais ou menos escusos, com aqueles homens que escavavam o chão a procura da fortuna.
            Tudo que amealhava colocava numa grande caixa de madeira de lei que todos denominavam como a “Arca” e que ele levava nas suas andanças, sempre debaixo do seu olhar de coruja, que tudo percebe.
            Um belo dia foi chamado para os Campos do Senhor, apesar de em vida ser um grande herege.
            Não se soube mais de sua “Arca” repleta de riquezas.
            Começou então a lenda do tesouro de Pintarroxo, desaparecido em terras tão estranhas e pelo qual muitos homens e mulheres entregaram sua vida.
            Anos depois, em Guapé, cidadezinha de Minas Gerais, José Militão, um auxiliar de topógrafo veio a conhecer a história e apaixonou-se por ela e enfou na cabeça encontrar a herança do francês GamalielChantal.
            Por esse sonho abandonou posses e a família, tudo o que muitas vezes parecia impossível e de outras muito real.
            Tantas fez o mineiro rude e xucro que acabou encontrando aIgreja de São José dos Pobres, última obra do galego.
            O lugar já havia sido escavado e esquadrinhado por todos os cantos por diversos aventureiros.
            Foi então que Militãoideiou que o tesouro talvez não estivesse guardado numa arca de madeira, uma grande caixa, mas num pequeno relicário, mais fácil de ser escondido.
            Numa tarde de uma sexta-feira descobriu o que procurava assentado em dos pilares da igreja. Ávido por riquezas abriu-o e só encontrou folhas manuscritas.
Nelas o “Pintarroxo” dizia ter devolvido para as profundezas o ouro e as pedras preciosas, guardando apenas um tesouro mais que maravilhoso, o seu amor a Deus.
            José Militão, o Zé Doido, como hoje é conhecido, maltrapilho e macerado, pregando as riquezas do Reino pode ser encontradoperdido pelas cidades e arraias de  Minas Gerais...

sábado, 26 de novembro de 2011

Desesperança

Muitas pessoas, por medo do fracasso, desistem de tentar. Se acovardam diante da vida, se encolhem diante dos desafios e não os enfrentam. Preferem abrir mão das possibilidades. Passam a vida simplesmente vendo a vida passar. Menosprezam a capacidade que têm, ignoram as possibilidades de sucesso.


Escolhem a frustração do “será que eu teria conseguido?”, por medo, por ilógica proteção, pois acreditam que agindo assim (ou deixando de agir), estão se protegendo de possíveis frustrações, de derrotas, de sofrimentos.


Mas, só para lembrar: optando pela não opção, pela não tentativa, abrimos mão da possibilidade da conquista e corremos um grande risco de sempre termos que nos contentar com um sentimento profundo de frustração! De desesperança! De fracassos contínuos também!!


E a vida tem muito mais para nos oferecer do que só isso!


Desesperança

Muitas pessoas, por medo do fracasso, desistem de tentar. Se acovardam diante da vida, se encolhem diante dos desafios e não os enfrentam. Preferem abrir mão das possibilidades. Passam a vida simplesmente vendo a vida passar. Menosprezam a capacidade que têm, ignoram as possibilidades de sucesso.


Escolhem a frustração do “será que eu teria conseguido?”, por medo, por ilógica proteção, pois acreditam que agindo assim (ou deixando de agir), estão se protegendo de possíveis frustrações, de derrotas, de sofrimentos.


Mas, só para lembrar: optando pela não opção, pela não tentativa, abrimos mão da possibilidade da conquista e corremos um grande risco de sempre termos que nos contentar com um sentimento profundo de frustração! De desesperança! De fracassos contínuos também!!


E a vida tem muito mais para nos oferecer do que só isso!


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

PNE em risco: A educação brasileira não pode esperar!












Posicionamento Público

PNE em risco: A educação brasileira não pode esperar!


Os adiamentos constantes na leitura do relatório substitutivo ao PL 8035/2010 desrespeitam a participação da sociedade civil e inviabilizam a construção dos planos de educação dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios




Brasil, 24 de novembro de 2011.


A Campanha Nacional pelo Direito à Educação, rede composta por mais de 200 organizações distribuídas por todo o país, lamenta mais um adiamento na leitura do relatório substitutivo do Deputado Angelo Vanhoni (PT/PR) ao Projeto de Lei 8035/2010, que trata do segundo Plano Nacional de Educação pós-redemocratização do Brasil.


Desde o início de novembro, ontem (23/11) foi a quarta vez seguida em que foi protelada a apresentação do texto. O Plano Nacional de Educação é um instrumento determinado pelo Art. 214 da Carta Magna. Após a Emenda à Constituição 59/2009, a missão do PNE passou a ser "articular o Sistema Nacional de Educação em regime de colaboração e definir diretrizes, objetivos, metas e estratégias de implementação para assegurar a manutenção e o desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis, etapas e modalidades por meio de ações integradas dos poderes públicos das diferentes esferas federativas que conduzam a:


I - erradicação do analfabetismo;
II - universalização do atendimento escolar;
III - melhoria da qualidade do ensino;
IV - formação para o trabalho;
V - promoção humanística, científica e tecnológica do País.
VI - estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto." (Art. 214, Constituição Federal de 1998)


A envergadura da missão constitucional do PNE torna inadmissível que a tramitação do projeto se encontre praticamente paralisada ou distante do debate público.


O trabalho das organizações, redes e movimentos educacionais resultou na apresentação recorde de 2915 emendas ao tímido projeto de PNE elaborado pelo Executivo Federal. Apenas as 101 sugestões originais apresentadas e defendidas pela rede da Campanha Nacional pelo Direito à Educação resultaram em mais de 31% de todas as emendas apresentadas ao PL 8035/2010. Todo o esforço de incidência política da sociedade civil na elaboração do PNE – que se desdobrou em centenas de audiências públicas, seminários e congressos que ocorreram em todos os cantos do país – está sendo ignorado e desrespeitado com os constantes atrasos na leitura do relatório. 


Do mesmo modo que a mobilização social é desconsiderada, Estados e Municípios anseiam pela aprovação do PNE no Congresso Nacional para construírem seus respectivos planos municipais e estaduais. Ou seja, além de um problema de respeito ao princípio constitucional da participação democrática, o congelamento da tramitação do Plano Nacional de Educação tem obstruído gravemente o planejamento dos rumos educacionais dos outros entes federados.


A justificativa para a demora na apresentação do substitutivo ao PL 8035/2010, produzido pelo relator Angelo Vanhoni (PT-PR), é a pressão exercida pela área econômica do Governo Federal, que é contrária a qualquer centavo de investimento acima de 7% do PIB em educação. Ao invés de compreender o PNE como um plano de Estado, amparado por uma demanda constitucional, o Governo Dilma prefere entendê-lo como uma ação de governo. Divulgada em agosto de 2011, uma Nota Técnica da Campanha Nacional pelo Direito à Educação mostra que com 7% do PIB de investimento em educação, o Brasil não conseguirá oferecer educação de qualidade aos seus cidadãos e cidadãs. Ou seja, o país permanecerá apenas ampliando o acesso à educação, sem considerar todos os aspectos envolvidos na consagração plena desse direito, o que resultará em agravamento das desigualdades socioeconômicas e civis historicamente verificadas no Brasil.


Desse modo, não basta ser divulgado o relatório. É preciso que ele seja apresentado com a definição de que em 10 anos o Estado brasileiro chegará a um nível de investimento em educação equivalente a 10% do PIB, sendo 7% um patamar inaceitável após tanto debate público. Também é preciso que o relatório do PNE corresponda às demandas da sociedade civil e reveja os mecanismos de avaliação da educação básica, determine meios para uma efetiva valorização dos profissionais da educação e, principalmente, garanta a implementação imediata do CAQi (Custo Aluno-Qualidade Inicial), em um percurso que culmine na efetivação do CAQ (Custo Aluno-Qualidade) em seis anos.


Portanto, tão urgente quanto a apresentação do relatório no plenário da Comissão Especial do PNE – que para ter sua aprovação ainda nesse ano na Câmara dos Deputados precisa ocorrer, já sob risco, até 29 de novembro de 2011 –, é preciso que o texto reflita um PNE pra Valer!


Diante da necessidade de apresentação do relatório substitutivo ao PL 8035/2010, a partir de hoje a Campanha Nacional pelo Direito à Educação empreenderá diversas ações de pressão para garantir a leitura do texto, no máximo, até o dia 30 de novembro de 2011. Nesse momento, é preciso que o Poder Legislativo tenha ousadia para aprovar um PNE pra Valer, um PNE que o Brasil quer e precisa.


Campanha Nacional pelo Direito à Educação


Comitê Diretivo Nacional 
Ação Educativa 
ActionAid Brasil
CCLF (Centro de Cultura Luiz Freire)
Cedeca-CE (Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará)
CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação)
Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente
Mieib (Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil)
MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)
Uncme (União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação)
Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação)

TRÊS PILARES DE SUCESSO NAS VENDAS NATALINAS


TRÊS PILARES DE SUCESSO NAS VENDAS NATALINAS

Recentemente um empresário relatou: "Dalmir, fiz um investimento significativo na fachada da minha loja. Agora vou arrasar nas vendas natalinas". Pensei nessa afirmação e fiz inúmeras reflexões sobre esse fato. Será que somente decoração natalina é suficiente para aumentar as vendas? Acredito que é preciso aproveitar o clima de natal para estimular os negócios, entretanto é relevante considerar também, o grau de satisfação da equipe de trabalho. Com a aplicabilidade dos três pilares abaixo, coloque mais energia positiva no atendimento e conquiste excelentes resultados nas vendas natalinas.

Primeiro pilar – A rotatividade de funcionários no período natalino, em inúmeras situações, pode estar relacionada com a ausência de benefícios oferecidos e por longas jornadas diárias de afazeres. Nesse sentido, o primeiro pilar destaca a coerência dos benefícios oferecidos pela empresa, com as necessidades dos funcionários. Disponibilizar uma área de lazer infantil, com uma monitora profissional, passa ser uma enorme diferença para mães e pais que precisam trabalhar além do expediente normal e, não têm com quem deixar o filho. Você pensou na tranquilidade e comodidade que sua empresa pode oferecer, disponibilizando esse benefício?

Segundo pilar – Crie programas de incentivo para estimular a autoestima da sua equipe no período natalino. Como especialista em gestão de pessoas, asseguro que, os tempos em que as vantagens de uma organização estavam resumidas a um único plano de saúde, ficaram para trás. Seja mais flexível com sua equipe, ouvindo as necessidades de seus funcionários. Um exemplo verídico é a de um empresário lojista que conheço que estará disponibilizando, sem custos, transporte para levar os funcionários que trabalham até mais tarde em suas residências. Pode parecer simples, mas será uma enorme comodidade de tempo e segurança para sua equipe. O que você está fazendo para ouvir as necessidades dos seus funcionários?

Terceiro pilar – De nada adianta investir em uma vitrine, colocar uma imensa árvore natalina, se o atendimento oferecido ao cliente é ineficaz. Considere em suas ações comerciais, o desgaste físico e os aspectos emocionais gerados por longas jornadas de trabalho. Que tal estruturar uma sala com música ambiente e “pufes” confortáveis para repouso? Pode ser um pequeno período de descanso após o almoço, jantar ou lanche, mas terá um alcance surpreendente nos resultados. Não permita que sua equipe demonstre uma aparência de esgotamento físico ao atender seus clientes. Você não imagina um Papai Noel reclamando, desmotivado e bocejando, certo?

É preciso encontrar disposição e entusiasmo para atuar com um maior grau de atenção aos clientes, bem como fortalecer a capacidade de gostar de lidar com pessoas. Sou favorável a uma excelente decoração natalina, desde que, ocorra uma coerente interação com seus clientes, como também a valorização da equipe interna de trabalho. Coloque em prática o exercício de oferecer o que há de melhor com simpatia e cordialidade explorando ao máximo os três pilares acima. Agora responda: Como está o nível de satisfação de sua equipe de trabalho comparada com a decoração natalina?



Dalmir Sant’Anna – Palestrante comportamental, mestrando em Administração de Empresas, autor dos livros "Oportunidades"; "Menos pode ser Mais" e do DVD com o tema "Comprometimento como fator de Diferenciação". Visite o site: www.dalmir.com.br

TRÊS PILARES DE SUCESSO NAS VENDAS NATALINAS


TRÊS PILARES DE SUCESSO NAS VENDAS NATALINAS

Recentemente um empresário relatou: "Dalmir, fiz um investimento significativo na fachada da minha loja. Agora vou arrasar nas vendas natalinas". Pensei nessa afirmação e fiz inúmeras reflexões sobre esse fato. Será que somente decoração natalina é suficiente para aumentar as vendas? Acredito que é preciso aproveitar o clima de natal para estimular os negócios, entretanto é relevante considerar também, o grau de satisfação da equipe de trabalho. Com a aplicabilidade dos três pilares abaixo, coloque mais energia positiva no atendimento e conquiste excelentes resultados nas vendas natalinas.

Primeiro pilar – A rotatividade de funcionários no período natalino, em inúmeras situações, pode estar relacionada com a ausência de benefícios oferecidos e por longas jornadas diárias de afazeres. Nesse sentido, o primeiro pilar destaca a coerência dos benefícios oferecidos pela empresa, com as necessidades dos funcionários. Disponibilizar uma área de lazer infantil, com uma monitora profissional, passa ser uma enorme diferença para mães e pais que precisam trabalhar além do expediente normal e, não têm com quem deixar o filho. Você pensou na tranquilidade e comodidade que sua empresa pode oferecer, disponibilizando esse benefício?

Segundo pilar – Crie programas de incentivo para estimular a autoestima da sua equipe no período natalino. Como especialista em gestão de pessoas, asseguro que, os tempos em que as vantagens de uma organização estavam resumidas a um único plano de saúde, ficaram para trás. Seja mais flexível com sua equipe, ouvindo as necessidades de seus funcionários. Um exemplo verídico é a de um empresário lojista que conheço que estará disponibilizando, sem custos, transporte para levar os funcionários que trabalham até mais tarde em suas residências. Pode parecer simples, mas será uma enorme comodidade de tempo e segurança para sua equipe. O que você está fazendo para ouvir as necessidades dos seus funcionários?

Terceiro pilar – De nada adianta investir em uma vitrine, colocar uma imensa árvore natalina, se o atendimento oferecido ao cliente é ineficaz. Considere em suas ações comerciais, o desgaste físico e os aspectos emocionais gerados por longas jornadas de trabalho. Que tal estruturar uma sala com música ambiente e “pufes” confortáveis para repouso? Pode ser um pequeno período de descanso após o almoço, jantar ou lanche, mas terá um alcance surpreendente nos resultados. Não permita que sua equipe demonstre uma aparência de esgotamento físico ao atender seus clientes. Você não imagina um Papai Noel reclamando, desmotivado e bocejando, certo?

É preciso encontrar disposição e entusiasmo para atuar com um maior grau de atenção aos clientes, bem como fortalecer a capacidade de gostar de lidar com pessoas. Sou favorável a uma excelente decoração natalina, desde que, ocorra uma coerente interação com seus clientes, como também a valorização da equipe interna de trabalho. Coloque em prática o exercício de oferecer o que há de melhor com simpatia e cordialidade explorando ao máximo os três pilares acima. Agora responda: Como está o nível de satisfação de sua equipe de trabalho comparada com a decoração natalina?



Dalmir Sant’Anna – Palestrante comportamental, mestrando em Administração de Empresas, autor dos livros "Oportunidades"; "Menos pode ser Mais" e do DVD com o tema "Comprometimento como fator de Diferenciação". Visite o site: www.dalmir.com.br

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Carreira nos dias de hoje


análise
Carreira nos dias de hoje
*Juliana Quintino de Oliveira
 
O antigo modelo de organização era a grande firma hierárquica, e o modelo da nova competição é o modelo em redes, em que a tecnologia da informação e da comunicação tornou possível uma maior capacidade de inter-relações de empresas dispersas.
Hoje, a carreira dos indivíduos desenvolve-se em espiral, ou seja, mudanças constantes, possibilidades de realizar atividades novas e diferentes, associadas ao modelo tradicional. Os executivos não seguem mais apenas uma carreira, mas sim duas, três, ou até quatro diferentes durante sua vida e, às vezes, até de maneira simultânea. Assim, a trajetória da carreira em redes está muito mais alinhada e em sintonia com as necessidades do nosso tempo, pois possibilita o desenvolvimento de pessoas que têm profundidade e amplitude de habilidades. Esses profissionais apresentam tanto a visão deespecialistas, quanto de generalistas.
O desenvolvimento de carreira no contexto atual, com um formato não linear, passa pela aquisição, evolução e melhoria contínua na utilização de competências e habilidades essenciais ao profissional contemporâneo. Para tal, o indivíduo deve ter foco e objetivos bem definidos, exigindo autoconhecimento. Treinamentos e educação contínua passam a ser fundamental.
 
Juliana é Gestora da Trevisan Editora, mestre em Administração pela PUC, com apresentação da tese "Percepções da educação continuada no formato de MBA pelo executivo em sua carreira".

Carreira nos dias de hoje


análise
Carreira nos dias de hoje
*Juliana Quintino de Oliveira
 
O antigo modelo de organização era a grande firma hierárquica, e o modelo da nova competição é o modelo em redes, em que a tecnologia da informação e da comunicação tornou possível uma maior capacidade de inter-relações de empresas dispersas.
Hoje, a carreira dos indivíduos desenvolve-se em espiral, ou seja, mudanças constantes, possibilidades de realizar atividades novas e diferentes, associadas ao modelo tradicional. Os executivos não seguem mais apenas uma carreira, mas sim duas, três, ou até quatro diferentes durante sua vida e, às vezes, até de maneira simultânea. Assim, a trajetória da carreira em redes está muito mais alinhada e em sintonia com as necessidades do nosso tempo, pois possibilita o desenvolvimento de pessoas que têm profundidade e amplitude de habilidades. Esses profissionais apresentam tanto a visão deespecialistas, quanto de generalistas.
O desenvolvimento de carreira no contexto atual, com um formato não linear, passa pela aquisição, evolução e melhoria contínua na utilização de competências e habilidades essenciais ao profissional contemporâneo. Para tal, o indivíduo deve ter foco e objetivos bem definidos, exigindo autoconhecimento. Treinamentos e educação contínua passam a ser fundamental.
 
Juliana é Gestora da Trevisan Editora, mestre em Administração pela PUC, com apresentação da tese "Percepções da educação continuada no formato de MBA pelo executivo em sua carreira".

PRÉ-Conceito!


Por Adm. Marizete Furbino


“Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. (Albert Einstein)


Podemos chamar de “pré-conceito”, um conceito pré-concebido de algo, conceito este advindo somente de uma idéia gerada do desconhecido e que, na maioria das vezes, leva à injustiça, à marginalização, à discriminação, podendo causar outros danos, uma vez que o mesmo é baseado principalmente na aparência e na falta de empatia.

Fazer uso de um conceito prévio na maioria das vezes é extremamente perigoso, uma vez que pode-se provocar danos muitas vezes irreparáveis. Devido a um conceito antecipado de alguém, a empresa pode deixar de admitir um profissional que seria uma potência no que tange à sua profissão, podendo então perder um profissional que poderia ser um grande colaborador, devido a um mal-entendido. Até mesmo pode deixar de fechar um ótimo contrato por não perceber e valorizar tal profissional como deveria. Enfim, quando se faz um pré-conceito ou um pré-julgamento a empresa só tem a perder.

Com efeito, a prévia conceituação do profissional, sem conhecer o seu caráter, o seu conhecimento, a sua experiência em relação ao cargo que deveria ocupar, baseando-se somente na estrutura física do mesmo ou nas atitudes presentes em determinadas situações, é prática arriscada. Caso a empresa eventualmente admita ou faça tal prática, pode comprometer todo um trabalho, caso isso venha à tona, com inevitáveis arranhões em sua imagem que a duras penas foi construída ao longo de anos.

De qualquer maneira, apesar de negarem o preconceito, muitas empresas “pecam” quando do momento da contratação, fazendo talvez até de forma inconsciente a discriminação, se esmerando em demasia nas características físicas e não no talento, no conhecimento e nas habilidades, menosprezando grandes profissionais; por conseguinte, constatamos que esses estereótipos acabam por limitar o potencial da empresa justamente por esse descrédito. A empresa, por sua vez, sai perdendo em meio a um mercado altamente exigente e que não permite falhas e/ou perdas.

Neste raciocínio, é importante perceber que mesmo em um mercado altamente exigente, preconceitos latentes e ocultos poderão existir; assim, ser meticuloso é preciso. Nesse sentido, torna-se de grande valia uma monitorização contínua e que evitaria transtornos e danos futuros causados pelos conceitos antecipados.

Neste aspecto o preconceito na empresa lembra a imagem de um “trator”, que por onde passa causa uma “varredura” geral. Desta forma, vai “demolindo” o profissional, pois, além de gerar a discriminação entre os componentes, acarreta danos drásticos como depressão, revolta, repúdio, indignação, baixa auto-estima, desvios comportamentais, dentre outros. Como conseqüência a empresa terá baixa produtividade, uma vez que o profissional perde o entusiasmo, perde a alegria de trabalhar e de viver, perdendo também o prazer e o gosto pelo trabalho, deixando muito a desejar no que tange ao desempenho de sua função, alcançando deste modo, resultados muito aquém do esperado.

Se observado com atenção, o preconceito faz com que a empresa tenha uma visão “tosca”, “obscura” e equivocada do profissional, tornando-a desta maneira, intolerante, imprecisa e radical em sua tomada de decisão. Tais posturas podem colocar a empresa em uma situação frágil e vulnerável no mercado.

Neste raciocínio, partindo da idéia de que a empresa é resultado das ações do maior bem patrimonial que nela existe, ou seja, das pessoas, é de suma importância que ela, a empresa, se preocupe não somente com a saúde física, mas também com a saúde mental de seus colaboradores. Deve de forma constante patrulhar eventuais ocorrências de preconceitos, cuidando sempre de bani-los, jamais deixando que tal prática prolifere na empresa.

Diante do exposto, implementar projetos que corroborem com a inclusão, integração e união de todos os colaboradores da empresa é mais do que preciso – é necessário. A partir dessa estratégia os colaboradores se sentirão sensibilizados a se integrarem e a somarem, exercendo de fato o seu papel de “vitrine” da empresa na qual estão inseridos, dispostos a contribuírem para que haja mudança e melhoria de fato, se entregando ao exercício de sua função sem quaisquer preconceitos, zelando pela solidez da empresa. No entanto, há uma única exceção aceitável no momento da contratação de RH. Pessoas que destoam da maioria em sua aparência, tais como usuários de piercings grotescos na face e tatuagens e implantes estranhos em locais visíveis do corpo, eventualmente podem ser rejeitadas para determinadas funções, sobretudo naquelas que estão em contato com público e clientela. Mesmo assim, se o candidato tem talento, poderá ser alocado em um setor onde possa produzir bem, mas sem “chocar” a clientela. Naturalmente, se ele tem bom caráter e entrosa bem com as pessoas, com o tempo será naturalmente aceito pelos demais funcionários.

Posto isto, conclui-se que para exterminar o preconceito na empresa é preciso que haja mudança de percepção, de comportamento e de atitude diante das pessoas e fatos. Isto dependerá e muito do interesse da empresa no que tange à implantação e implementação de projetos para sensibilizarem os profissionais quanto ao tema em questão; entretanto, o sucesso desses dependerá de todos os profissionais que compõem a empresa.

É cediço que ambos, empresa e colaboradores deverão perceber vantagens em todo o processo e manifestarem suas vontades em querer de fato mudar; somente assim este mal poderá ser extinto.

Quem tem medo da mamografia?


Dra. Maira Caleffi
Diariamente, me perguntam: por que tantas mulheres nunca fizeram a mamografia, mesmo tendo a indicação para o exame? Bem, são vários fatores, incluindo barreiras psicológicas. Um deles, e que muito aflige as mulheres, independente da faixa etária, é o medo. A mulher tem medo de fazer o exame e encontrar um nódulo, e isso pode significar descobrir a doença, lidar com o medo de perder o cabelo, a mama, a vaidade, a feminilidade... E as casadas temem até perder o marido, pois acham que vão ficar feias e acabar sozinhas. Fora isso, tem a preocupação com a morte. Como ficarão seus filhos e parentes caso isso ocorra?
Aliás, uma pesquisa encomendada pela FEMAMA para o Instituto Datafolha comprova isso. Entre as razões para não realizar a mamografia estava a falta de indicação do médico, o fato de assumir um descuido com a própria saúde e a dificuldade em marcar consultas. Mas entre o rol de pretextos estava também a falta de tempo ou de sintomas. E, claro, o medo de descobrir a doença ou de fazer o exame.





Medo esse que faz com que a mulher adie ou até "esqueça" de si mesma. Afinal, sabemos que 45,3% dos casos de câncer de mama são descobertos quando a doença já está muito avançada. A notícia que o câncer de mama tem até 95% de cura se descoberto cedo parece não ser ouvida. Por isso a mamografia é tão importante por mostrar lesões em fase inicial, medindo milímetros. O exame das mamas com o médico e por imagem deve ser realizado – sem medo e anualmente – por mulheres acima dos 40 anos de idade ou segundo recomendação médica, de acordo com o risco da paciente. Isso é tão importante que está assegurado em lei desde 2009 (Lei Federal 11.664). Então, não perca tempo. Procure seu médico e tire suas dúvidas. Tenha coragem de fazer os seus exames de rotina, por você.

* Presidente da FEMAMA - Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama e do IMAMA - Instituto da Mama do RS

Três dicas para arrasar em 2012, por Lygya Maya


Três dicas para arrasar em 2012
por Lygya Maya*

Sem sombra de dúvida, por causa do término do calendário Maia, 2012 é um ano esperado com muita curiosidade, por milhares de pessoas no mundo inteiro. Uma estranha série de eventos terríveis e colisão de meteoros e planetas com a Terra, são apenas algumas das previsões de especialistas sobre o fim do mundo, além de problemas apontados em relação à conservação do planeta, que parecem estar convergindo para nos falar sobre a destruição da humanidade em 2012.

E o que isso significa para nós? Como podemos manter a cabeça tranquila, com tantas influências nos estressando no dia-a-dia?

Seria sábio dar mais importância ao que ainda está desconhecido dentro de nós ao invés de dar ouvidos a tantas informações diferentes vindas do lado de fora.  Precisamos conhecer mais o nosso mundo interior do que outros planetas ou civilizações.  Simplesmente por que não podemos mudar o que está do lado de fora, porém temos 24 horas com nós mesmos com o poder ilimitado de criar soluções para uma vida mais feliz e saudável. E isso é a realidade. Somos nós que decidimos tudo o que fazemos. Podemos ser nosso melhor amigo ou o pior inimigo. Sabotar nossa felicidade ou vencer desafios incalculáveis.

E, para começar nosso autoconhecimento e desenvolvimento, eu pergunto: você acha que pode ser e ter mais na vida? Caso sua resposta seja sim, sugiro você seguir estes três passos:

  • Ser específico no que o seu coração deseja.
  • Confiar em si mesmo.
  • Aprender com os desafios, agindo em direção ao que se quer alcançar.

Ser específico no que o coração deseja

O que seu coração deseja sentir em relação à vida? Qual é o seu sonho?

Isso parece ser simples para responder sem hesitar, mas já perguntei isso a milhares de pessoas e as respostas tomam volumes de palavras inadequadas, evasivas ou há um silêncio total. Outras respostas são dadas baseadas na mente, na lógica, no racional, e não no coração, como deveria.

Por que será? Falta de foco? Talvez a resposta evasiva venha do fato de acreditar que seu desejo seja impossível ou até ridículo?

O que você gosta de fazer, de coração? O que te faz ter alegria e realização? Pergunte-se e responda sem hesitar. Quando você responde sem rodeios, vai direto ao ponto que te excita e te motiva sem limites.

Sabendo o que o seu coração quer, aí então vem o próximo passo.


Confiar em si mesmo


Confiar em si mesmo não deveria ser difícil para ninguém, porém milhares de pessoas vivem sem a menor confiança para realizar seus desejos, sonhos e fantasias. Por quê?

Por causa da maneira como foram criadas.  Há pessoas que crescem sendo abusadas emocionalmente pelos pais e nunca conseguem amar a si ou confiar em si mesmas devido à crença que lhes foi incutida na infância de que não eram capazes de muitas conquistas.

Quem quiser obter realização pessoal tem o dever de se conhecer e confiar em si com toda a força possível.

Como fazer isso? Desenvolvendo um diálogo interno positivo.

Por exemplo: Eu sou uma pessoa realizada e feliz.

Repita essa frase o maior número de vezes possível, diariamente.

Uma vez que mudamos as crenças que nos limitam, poderemos dar vazão ao que queremos na vida de uma maneira poderosa e decisiva.


Aprender com os desafios, agindo em direção ao que se quer alcançar

Temos a escolha e a vantagem de aprender com os desafios. Aquele que dramatiza uma experiência difícil de lidar, sentindo pena de si mesmo, acaba se estressando e não progredindo ou evoluindo.

Posso contar várias histórias de superação humana como a de Gandhi, Martin Luther King e muitos outros heróis, ainda assim a maioria das pessoas escolhe ser vítima de sua própria história.

Quer melhorar sua vida? Comece agora mesmo, seguindo o mapa aqui indicado. Se precisar de ajuda, peça, só não vale a pena estagnar.

Somente nós, autores de nossa história, é que podemos escrevê-la como um drama ou uma comédia. E de uma coisa estou certa: o sucesso será bem mais agradável que o fracasso em 2012.


* Lygya Maya é coach, escritora e palestrante. Desenvolveu sua carreira nos Estados Unidos, onde atuou na Companhia do mestre em motivação Anthony Robbins. É autora do e-book Ame as Emoções que Você Odeia (2008), disponível em www.lygyamaya.com.br.
 
Informações para a imprensa:
Ello Comunicação
Gisele Almeida
(11) 3803-9473
ellocomunic@gmail.com


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Três dicas para arrasar em 2012, por Lygya Maya


Três dicas para arrasar em 2012
por Lygya Maya*

Sem sombra de dúvida, por causa do término do calendário Maia, 2012 é um ano esperado com muita curiosidade, por milhares de pessoas no mundo inteiro. Uma estranha série de eventos terríveis e colisão de meteoros e planetas com a Terra, são apenas algumas das previsões de especialistas sobre o fim do mundo, além de problemas apontados em relação à conservação do planeta, que parecem estar convergindo para nos falar sobre a destruição da humanidade em 2012.

E o que isso significa para nós? Como podemos manter a cabeça tranquila, com tantas influências nos estressando no dia-a-dia?

Seria sábio dar mais importância ao que ainda está desconhecido dentro de nós ao invés de dar ouvidos a tantas informações diferentes vindas do lado de fora.  Precisamos conhecer mais o nosso mundo interior do que outros planetas ou civilizações.  Simplesmente por que não podemos mudar o que está do lado de fora, porém temos 24 horas com nós mesmos com o poder ilimitado de criar soluções para uma vida mais feliz e saudável. E isso é a realidade. Somos nós que decidimos tudo o que fazemos. Podemos ser nosso melhor amigo ou o pior inimigo. Sabotar nossa felicidade ou vencer desafios incalculáveis.

E, para começar nosso autoconhecimento e desenvolvimento, eu pergunto: você acha que pode ser e ter mais na vida? Caso sua resposta seja sim, sugiro você seguir estes três passos:

  • Ser específico no que o seu coração deseja.
  • Confiar em si mesmo.
  • Aprender com os desafios, agindo em direção ao que se quer alcançar.

Ser específico no que o coração deseja

O que seu coração deseja sentir em relação à vida? Qual é o seu sonho?

Isso parece ser simples para responder sem hesitar, mas já perguntei isso a milhares de pessoas e as respostas tomam volumes de palavras inadequadas, evasivas ou há um silêncio total. Outras respostas são dadas baseadas na mente, na lógica, no racional, e não no coração, como deveria.

Por que será? Falta de foco? Talvez a resposta evasiva venha do fato de acreditar que seu desejo seja impossível ou até ridículo?

O que você gosta de fazer, de coração? O que te faz ter alegria e realização? Pergunte-se e responda sem hesitar. Quando você responde sem rodeios, vai direto ao ponto que te excita e te motiva sem limites.

Sabendo o que o seu coração quer, aí então vem o próximo passo.


Confiar em si mesmo


Confiar em si mesmo não deveria ser difícil para ninguém, porém milhares de pessoas vivem sem a menor confiança para realizar seus desejos, sonhos e fantasias. Por quê?

Por causa da maneira como foram criadas.  Há pessoas que crescem sendo abusadas emocionalmente pelos pais e nunca conseguem amar a si ou confiar em si mesmas devido à crença que lhes foi incutida na infância de que não eram capazes de muitas conquistas.

Quem quiser obter realização pessoal tem o dever de se conhecer e confiar em si com toda a força possível.

Como fazer isso? Desenvolvendo um diálogo interno positivo.

Por exemplo: Eu sou uma pessoa realizada e feliz.

Repita essa frase o maior número de vezes possível, diariamente.

Uma vez que mudamos as crenças que nos limitam, poderemos dar vazão ao que queremos na vida de uma maneira poderosa e decisiva.


Aprender com os desafios, agindo em direção ao que se quer alcançar

Temos a escolha e a vantagem de aprender com os desafios. Aquele que dramatiza uma experiência difícil de lidar, sentindo pena de si mesmo, acaba se estressando e não progredindo ou evoluindo.

Posso contar várias histórias de superação humana como a de Gandhi, Martin Luther King e muitos outros heróis, ainda assim a maioria das pessoas escolhe ser vítima de sua própria história.

Quer melhorar sua vida? Comece agora mesmo, seguindo o mapa aqui indicado. Se precisar de ajuda, peça, só não vale a pena estagnar.

Somente nós, autores de nossa história, é que podemos escrevê-la como um drama ou uma comédia. E de uma coisa estou certa: o sucesso será bem mais agradável que o fracasso em 2012.


* Lygya Maya é coach, escritora e palestrante. Desenvolveu sua carreira nos Estados Unidos, onde atuou na Companhia do mestre em motivação Anthony Robbins. É autora do e-book Ame as Emoções que Você Odeia (2008), disponível em www.lygyamaya.com.br.
 
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Especialista contesta decisão do Estado de estender o limite de idade para aluno se matricular no 1º ano


O Conselho Nacional de Educação estabeleceu nos últimos dias que a partir de 2012 só poderão ser matriculadas no primeiro ano do Ensino Fundamental as crianças que completarem seis anos até o dia 31 de março. Em São Paulo, as matrículas para alunos da rede pública já se encerraram. Por essa razão, o Conselho Estadual de Educação decidiu estender a data para 30 de junho. Contrário à decisão do Estado, João Cardoso Palma, professor da Unesp de São Paulo e membro do Conselho Estadual de Educação aponta os possíveis problemas com crianças menores de seis anos matriculadas na primeira série do Ensino Fundamental. 
Ouça o Podcast Unesp:



 
Assessoria de Comunicação e Imprensa da Unesp

Artigo / Por que não se vai mais a museus?

 

Marcos Hiller *

 

Atualmente, o cidadão contemporâneo se vê diante de uma variedade de ofertas de entretenimento, produtos e serviços jamais vista. Paralelo a isso, os meios tradicionais de comunicação carregam uma inédita descrença por parte desse consumidor. E como pano de fundo disso, percebe-se na contemporaneidade, um cidadão com um nível de exigência visivelmente atípico, e com uma vasta possibilidade de formas de entretenimento e consumo de cultura em geral. E é justamente nesse contexto em que cidadãos, consumidores de entretenimento, tendem a se conectar a experiências mais relevantes e que estejam alinhadas com seu estilo de vida e, mais que isso, que não o transformem em mais uma pessoa sucumbida à massa. As pessoas hoje definem determinadas experiências de consumo como representantes de algo mais do que experiências aparentemente comuns de consumo.

E por que não se vai a museus? Essa pergunta transita nas cabeças dos principais curadores de arte e diretores culturais do país. E uma série de hipóteses pode ser listada no sentido de compreender e elucidar esse problema. Museu é cansativo e na primeira saída o visitante vai embora, ou então perde muito tempo tentando entender a obra e esquece de se entreter. Dentro dessa hipótese, vale destacar o que cidades como Bilbao, na Espanha, fizeram. Algumas agências de turismo, no momento de desenhar rotas de passeio para turistas estrangeiros, colocaram a visita ao Museu Guggenheim justamente nos momentos de descanso.

O fato é que hoje se evidencia uma crise no consumo de museus. Em uma rápida comparação com outras formas de consumo cultural, no teatro e no cinema, por exemplo, o espectador fica sentado e também absorve e consome cultura com um nível menor de esforço. Outro indício forte é que, por conta de avanços tecnológicos, outras formas de entretenimento, como a Internet e o uso de redes sociais, ganham uma envergadura bastante latente. Até mesmo a tradicional indústria do cinema, ainda assim, apresenta performances bastante satisfatórias, financeira e midiaticamente falando.

O que falta fazer para que o consumo de arte, de cultura, de museus ganhe mais visibilidade? O que esse texto se propõe fazer, ou seja, trazer essa discussão para o debate, já é um começo importante. Outra hipótese evidente é que arquitetos, curadores de exposições e profissionais de arte possuem conhecimentos de marketing relativamente incipientes. Aqui vale desdobrar outro questionamento: essa incumbência pertence a esses profissionais?

Por exemplo, o arquiteto que, durante a idealização do projeto, decide colocar uma escada na entrada do museu, tem conhecimento que estudos hoje mostram que cada degrau na frente de uma loja representa 5% a menos de visitação? Ou então: um diretor de um museu que contrata e treina funcionários de linha frente, sabe que 70% dos fatores que fazem clientes não comprarem novamente de uma empresa são relacionados a problemas de atendimento?

O que é possível identificar no processo de marketing de experiência é a busca pelo momento único de consumo, por um processo de encantamento exclusivo, sofisticado e que vise diferenciações máximas. E no segmento de museus, fundamentalmente em exemplos brasileiros, percebe-se uma completa despreocupação nesse sentido. O design sofisticado da arquitetura dos prédios busca sim um impacto visual, mas a forma como de divulgação das exposições, o treinamento de funcionários e a preocupação com a marca do museu evidencia uma lacuna nesse campo e, consequentemente, um convite para pesquisadores se concentrarem nesse tema.

 

*Marcos Hiller é Coordenador do MBA em Gestão de Marcas (Branding) da Trevisan Escola de Negócios (@marcoshiller).


Universidades federais ofertam cursos de idiomas à população

Vinculadas ao MEC, as universidades federais oferecem aulas de inglês, espanhol, Libras e outras línguas para a comunidade. Saiba como acess...