quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Pesquisas do Prêmio CAPES de Tese premiadas no Sudeste vão do câncer de pulmão à robótica

 



Região reúne 25 teses premiadas e 56 menções honrosas, com estudos sobre diagnóstico molecular, aprendizado de robôs e reparação de desastres da mineração

 

 

Uma alteração no material genético de um tumor pode ajudar a explicar como o câncer de pulmão se comporta e responde ao tratamento. Para o biólogo Rodrigo de Oliveira Cavagna, investigar essas diferenças levou a um resultado concreto. A pesquisa contribuiu para a implantação de um novo painel de análise molecular e para mudanças na rotina de diagnóstico do Hospital de Amor, em Barretos (SP).


O trabalho está entre as 25 teses de instituições do Sudeste reconhecidas na premiação principal do Prêmio CAPES de Tese 2026. Realizada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior vinculada ao Ministério da Educação (CAPES/MEC), a iniciativa também premiou pesquisas sobre o aprendizado de robôs e os desafios da reparação de desastres da mineração.

São Paulo reúne 15 trabalhos vencedores, seguido por Minas Gerais, com seis, e Rio de Janeiro, com quatro.

Na categoria Menção Honrosa, outras 56 teses foram reconhecidas em instituições dos quatro Estados da região, incluindo o Espírito Santo. Ao todo, são 81 trabalhos contemplados nas duas categorias.


Das diferenças entre tumores ao diagnóstico

Rodrigo Cavagna desenvolveu o mestrado e o doutorado em oncologia molecular no Hospital de Amor. O interesse pelo câncer de pulmão surgiu da diversidade de alterações moleculares associadas à doença e da participação ainda limitada da população brasileira nos grandes estudos sobre o tema.


A pesquisa, premiada na área de Medicina I, investigou alterações genéticas em cerca de mil pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas. O estudo relacionou o perfil molecular dos tumores a características como histórico de tabagismo e ancestralidade genética, para compreender melhor a doença nos pacientes estudados.
 

“Assim, nós buscamos entender melhor quais alterações moleculares estão presentes nos pacientes brasileiros e qual o impacto clínico dessas alterações”, explica Cavagna.
 

O pesquisador também investigou o perfil molecular de pacientes sem histórico de tabagismo e a relação entre determinadas mutações e as respostas aos tratamentos. Segundo Rodrigo Cavagna, os resultados contribuíram para a adoção de um novo painel voltado à detecção de fusões gênicas, alterações que envolvem a união de partes de genes.

 

Desenvolvida sob orientação de Rui Manuel Vieira Reis e coorientação de Letícia Ferro Leal, a tese aproximou a investigação científica das necessidades do diagnóstico na instituição.
 

Para o biólogo, o reconhecimento recebido também aponta para a continuidade desse percurso. “Para mim também representa mais motivação e confiança para seguir na pesquisa e contribuir para o cuidado dos pacientes”, afirma Cavagna.


As vozes na reparação dos desastres

Em Minas Gerais, os rompimentos de barragens em Mariana e Brumadinho deram origem a processos de reparação que mobilizam comunidades, empresas, instituições públicas e organizações sociais. Compreender o que acontece depois de desastres dessa dimensão orientou a pesquisa de Gustavo Schiavinatto Vitti, desenvolvida na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


Ao acompanhar esses processos, o pesquisador percebeu que as disputas envolviam a reparação dos danos, as formas de interpretar os acontecimentos e o espaço para a crítica. Essa observação deu origem à tese A política da lama: estratégias empresariais de gestão da crítica em contexto de desastres de mineração em Minas Gerais, vencedora na área de Planejamento Urbano e Regional/Demografia.


O estudo mostra como decisões sobre a reparação também envolvem tensões sobre quais perspectivas serão consideradas na construção das respostas aos desastres. Para Gustavo, tornar essas relações visíveis ajuda a compreender os desafios enfrentados pelas populações atingidas.


“Ao tornar essas tensões e as estratégias empresariais mais visíveis, a pesquisa busca contribuir para uma melhor compreensão dos desafios enfrentados pelas populações atingidas”, observa Vitti.
 

A tese teve orientação de Henri Acselrad e coorientação de Pierre Gautreau. O resultado reúne anos de investigação sobre conflitos relacionados à mineração e de diálogo com pessoas e organizações que acompanham os territórios atingidos.


“Para mim, esse prêmio também abre novas possibilidades para continuar pesquisando e contribuindo para esse campo”, avalia Gustavo Vitti.


Robôs que aprendem com o mundo

Observar como as pessoas aprendem também pode abrir caminhos para desenvolver máquinas. Na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Letícia Mara Berto encontrou no desenvolvimento humano, especialmente no dos bebês, uma inspiração para investigar o aprendizado de robôs.


A curiosidade sobre os aspectos cognitivos do comportamento a acompanhava desde a graduação em Ciência da Computação. Ao conhecer a robótica cognitiva e do desenvolvimento, a pesquisadora reuniu esse interesse à paixão pelos robôs e passou a estudar como eles poderiam ampliar suas capacidades por meio da interação com o ambiente e com outros agentes.


“Decidi, então, dedicar minha pesquisa a criar robôs cognitivos capazes de aprender e evoluir de forma incremental, por meio da interação com o mundo e com outros agentes”, conta.


Premiada na área de Computação, a tese propõe um modelo baseado em motivação intrínseca, inspirado na curiosidade e no interesse que orientam parte do aprendizado humano. A proposta permite que agentes artificiais aprendam a agir e ajustem suas estratégias conforme o ambiente e o contexto.


Segundo Letícia, esse caminho é especialmente relevante para a robótica social, dedicada à interação entre pessoas e robôs. A pesquisa também permite testar teorias sobre cognição em agentes artificiais e ampliar a compreensão de processos de aprendizagem.


O trabalho foi desenvolvido sob orientação de Esther Luna Colombini e coorientação de Ricardo Ribeiro Gudwin. Para a pesquisadora, receber o prêmio reconhece essa trajetória e amplia a visibilidade da participação feminina na produção científica.


“Fico feliz em representar as mulheres nas áreas da ciência, tecnologia, engenharia e matemática”, afirma. “Acredito que o prêmio será importante para minha carreira acadêmica, ao reconhecer a excelência do trabalho realizado e fortalecer minha trajetória na pesquisa.”


Os 25 representantes vinculados a instituições do Sudeste na categoria principal:*

Frederico Pereira Tenchini da Silva — Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio);

Anna Carolina Raposo de Mello — Universidade de São Paulo (USP);

Gustavo Roberto Fonseca de Oliveira — Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Botucatu;

Silvia Sayuri Mandai — Universidade de São Paulo (USP);

Mariana de Oliveira Barcoto — Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rio Claro;

Letícia Mara Berto — Universidade Estadual de Campinas (Unicamp);

Camilla Cavalcante de Souza Machuy — Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), Rio de Janeiro;

Fernando Barotti dos Santos — Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG);

Luan Michel Soares Pereira — Universidade de São Paulo (USP);

Rafael Resende Assis Silva — Universidade Federal de São Carlos (UFSCar);

Thales Augusto Fagundes — Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos;

Carolina Higuita Ramirez — Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rio Claro;

César Augusto Roque Borda — Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Araraquara;

Gabriel Chiarotti Sardi — Universidade de São Paulo (USP);

Lucas Arantes Lemos Oliveira — Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG);

Wesley Quaresma Cota — Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG);

Rodrigo José da Silva — Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ);

Rodrigo de Oliveira Cavagna — Hospital de Amor, Barretos (SP);

Marina Vidal dos Santos — Universidade de São Paulo (USP);

Henrique Lopes Costa — Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG);

Rodrigo Stein Pizani — Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), campus de Limeira;

Gustavo Schiavinatto Vitti — Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);

Yuri Gontijo Rosa — Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG);

Marcelo Ryngelblum — Universidade de São Paulo (USP);

Luíza Antunes Dantas de Oliveira — Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).

Os 56 representantes vinculados a instituições do Sudeste na categoria Menção Honrosa:

João Lucas Hana Frade — Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto;

Guilherme Alessandro Lemos da Silva Moreira — Universidade Federal de São Carlos (UFSCar);

Lorena Maia Resende — Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);

Amanda Beatriz Palma de Carvalho — Universidade de São Paulo (USP);

Caio Vaz Pereira de Brito — Universidade Federal Fluminense (UFF);

Marco Antonio Chiminazzo — Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Botucatu;

Wilfredo Rondan Huaman — Universidade Federal do ABC (UFABC);

Daiane Bortolote Ferreira — Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de São José do Rio Preto;

Ticiana de Oliveira Alvares — Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);

Hugo Machado Rodrigues — Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ);

Jaqueline Aparecida de Oliveira — Universidade Federal de Viçosa (UFV);

Ana Carolina Mendes dos Santos — Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG);

Antonio Carlos Farrapo Junior — Universidade Federal de São Carlos (UFSCar);

Fernando Silva Ribeiro — Universidade de São Paulo (USP);

Lays Cordeiro Guimarães — Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG);

Eliene dos Santos Lopes — Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);

Herbert Guimarães de Sousa Silva — Universidade Federal de São Paulo (Unifesp);

Adelaide de Faria Pimenta — Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas);

Guilherme Camargo de Oliveira — Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de São José do Rio Preto;

Vanessa Coutinho Martins — Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF);

Maria Julia Alencastro Veiga — Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), São Paulo;

Felipe Moraes Cornelio — Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);

Pedro Picchetti — Insper Instituto de Ensino e Pesquisa;

Franceila Auer — Universidade Federal do Espírito Santo (UFES);

Paula da Cruz Peniche — Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG);

Marina Pegoraro Baroni — Universidade Cidade de São Paulo (Unicid);

Karina Sichieri — Universidade de São Paulo (USP);

Fernando Arrais Romero Dias Lima — Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);

Gabriel Silva Dias — Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe);

Erico de Souza Prado Lopes — Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio);

Ezequias Adolfo Domingas Cassela — Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP);

Lucas Victor Pereira de Freitas — Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto;

Fernanda Goncalves Proenca Susemihl — Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG);

Stella Pires de Moraes Santos Ribeiro Godoy — Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe);

João Victor Rossetti Brancato — Universidade Estadual de Campinas (Unicamp);

Julimar del Carmen Mora Silva — Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio);

Luana Fontel Souza — Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);

Claudemir Alcantara dos Santos Junior — Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio);

Carlos Roberto Takaessu Junior — Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos;

Marielena Vogel Saivish — Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp);

Maura Lima Pereira Bueno — Universidade Estadual de Campinas (Unicamp);

Bassam Bachour Junior — Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto;

Scarleth Silva Costa — Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG);

Danielle Cristina Honorio Franca — Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Botucatu;

Kaiana Recchia — Universidade de São Paulo (USP);

Francine Rafaela Fernandes da Silva — Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG);

Matheus Lotto de Almeida Souza — Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Odontologia de Bauru;

Marcia Frias Pinto Marinho — Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);

Patrícia de Cassia Carvalho Campos — Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG);

Lucas Leão Nascimento — Universidade Federal de Uberlândia (UFU);

Julia Adorno Barbosa — Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos;

Camila Reboucas Fernandes — Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rio de Janeiro;

Aline Elisa Maretto Lang — Universidade Federal do Espírito Santo (UFES);

Leonardo Dias Alves — Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);

Eduarda Lorena de Almeida — Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG);

Robson Mateus Freitas Silveira — Universidade de São Paulo (USP), Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq).

MEC divulga resultado da seleção de projetos de extensão da Rede Federal

 


Chamada pública destinará recursos para apoiar acesso, permanência e êxito de estudantes nos institutos federais, no Colégio Pedro II e em demais instituições que integram a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica
 

Foto: Divulgação/Ifma

 

O Ministério da Educação publicou, nesta terça-feira, 3 de novembro, o resultado do Edital nº 5/2026, que trata da seleção de propostas de projetos de extensão voltados ao acesso, à permanência e ao êxito dos estudantes no âmbito da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. A chamada pública selecionou iniciativas nas áreas temáticas de Inclusão e Diversidade, Ciência e Tecnologia, Sustentabilidade, Cultura, Arte, Esporte e Cooperativismo.
 

O secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, destacou a abrangência do projeto e as temáticas contempladas. "Este investimento em acesso, permanência e êxito dos estudantes é resultado do compromisso do governo federal com esta pauta. A iniciativa é a extensão na prática, uma vez que também atende à comunidade externa dos institutos federais, o território onde os campi estão inseridos", afirmou Bregagnoli.

 

Simpósio em São Paulo destaca a história das tranças afro durante o Novembro Negro



Simpósio em São Paulo destaca a história das tranças afro durante o Novembro Negro


Encontro gratuito promovido pelo projeto Trançando Arte acontece no CEU Parque Novo Mundo, e vai reunir escolas e comunidade para conversar sobre ancestralidade, identidade negra e geração de renda


Projeto Trançando Arte celebra o mês da Consciência Negra com Simpósio sobre as tranças afro


No dia 13 de novembro de 2026 (sexta-feira), das 10h às 12h, com entrada gratuita, o projeto Trançando Arte (@trancandovidas_) promove o Simpósio Novembro Negro 2026 – Tranças: Resgate e Afeto Ancestral, no Teatro do CEU Parque Novo Mundo, na Zona Norte de São Paulo.


O projeto convida estudantes, professores, equipes escolares e a comunidade para palestras e debates sobre a importância das tranças na cultura africana e afro-brasileira. Entre os temas abordados estão autoestima, identidade negra, protagonismo feminino, empreendedorismo e geração de renda por meio da arte de trançar. 


Realizado durante o mês da Consciência Negra, o Simpósio tem como objetivo valorizar a história das tranças afro, uma tradição que passa de geração em geração e representa muito mais do que beleza. As tranças carregam a cultura, a identidade e a ancestralidade do povo negro. A iniciativa também quer aproximar os estudantes da história e da cultura da população negra, contribuindo para o debate sobre educação antirracista e respeito à diversidade dentro e fora das escolas.


O evento faz parte das ações do Projeto Trançando Arte, que oferece formação profissional para mulheres da periferia por meio das técnicas de tranças afro. Além de aprender a trançar, as participantes têm contato com conteúdos de empreendedorismo, marketing digital e desenvolvimento pessoal, ampliando suas possibilidades de trabalho e geração de renda. Até hoje cerca de 95 mulheres já se formaram ou estão em processo de capacitação como trancistas. 


Recentemente, o projeto inaugurou um Salão Comunitário no Parque Novo Mundo, criado para aproximar ainda mais a iniciativa dos moradores da região. No espaço, as mulheres que participam da formação podem praticar as técnicas aprendidas e ganhar experiência profissional, enquanto a comunidade tem acesso a atendimentos gratuitos, realizados mediante agendamento.


“Queremos que crianças e jovens conheçam a história das tranças afro e entendam que, além da beleza, elas guardam histórias, fortalecem nossa identidade e mantêm viva a conexão com nossos ancestrais. Um conhecimento que valoriza nossas raízes e faz com que essa história continue passando de geração em geração”, afirma Juliana Belmiro, fundadora do Projeto Trançando Arte.


O Projeto Trançando Arte é viabilizado pelo ProAC ICMS, com patrocínio da Viação Cometa e parceria estratégica do Instituto JCA.




Serviço: Simpósio Novembro Negro 2026 – Tranças: Resgate e Afeto Ancestral

Realização: Projeto Trançando Arte - Instagram: @trancandovidas_

Data: 13 de novembro de 2026, sexta-feira - Horário: das 10h às 12h

Local: Teatro do CEU Parque Novo Mundo, São Paulo (SP) - Av. Ernesto Augusto Lopes, 100 - Parque Vila Maria, São Paulo - SP, 02169-030 

Grátis. Para participar do simpósio basta se inscrever através do número de contato 11 97187-5054.

Pesquisas do Prêmio CAPES de Tese premiadas no Sudeste vão do câncer de pulmão à robótica

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