quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

ATIVIDADE DE CRIANÇA: "MÁSCARA DE CARNAVAL OU LEMBRANÇA DE COELHO DA PÁSCOA EM E.V.A"



ESSA DICA É BACANA MESMO!

PODE ESCOLHER CONFECCIONAR UMA MÁSCARA DE CARNAVAL

OU LEMBRANÇA DE COELHO DA PÁSCOA!

UM RECURSO SIMPLES, BARATO E LINDO!



mascaradecarnavaloulemb.jpg





DICAS





LEMBRANÇA DE COELHO DA PÁSCOA em E.V.A

MEDIDA total- 30 cm (O tamanho de uma régua comum).



*O modelo da foto está em E.V.A laranja.

É o coelho suporte para mini ovinho. (cestinha)

Fiz rapidinho para a finalidade de modelo mesmo,

te ajudando a ver que as partes precisam ser iguais,

porque aparece a diferença.



Então você faz o molde do seu contorno do coelho

em 15 cm e corta duplo, tá?



*Faz o seu coelhinho branco, que fica lindo!

*O coelho é fechado com fita no pescoço.







*Na confecção da MÁSCARA DE CARNAVAL,

basta enfeitar com colagens diversas, brilhos, botões espelhados,etc.

Fazer o furo nas laterais e amarrar com elástico.

Lembrando que o local para a abertura do olho,

fica entre os "9 e 13 cm" DA RÉGUA.

Em corte duplo, os dois espaços dos olhos ficam certinho!





*Espero que tenham gostado!






quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Uma velha história

Pedro Coimbra
ppadua@navinet.com.br


Fim de semana modorrento, um calor insano que ventilador ou ar condicionado nenhum consegue amainar, às vésperas de mais um carnaval.
A única solução é beber bastante água de coco e ficar zapeando pela tevê a procura de um assunto interessante.
O que surge na telinha prende minha atenção e me assusta, numa reportagem enorme sobre profecias e algumas vagas informações científicas que dizem que este nosso mundinho de Deus de 2012 não passará.
Demoro a cair na real e fico pensando que quando era menino as pessoas diziam que acabaríamos ora debaixo d´água ou no fogo e que de 2000 não passaríamos.
A matéria fala dos maias, de uma tribo de índios americanos, de indus, de Nostradamus, cientistas pouco conhecidos, choque de um asteróide com o planeta e atividade solar...
Esta salada fantasiosa, com resquícios de veracidade, me faz lembrar meu pai que sempre foi um homem muito pragmático e que sempre dizia que profecias eram desvarios, seus autores eram incapazes de prever seu próprio destino e que tinham mais aceitação na medida em que fossem mais enigmáticas.
A raça humana acabará um dia, como já aconteceu com diversos seres que habitaram a Terra. O planeta também, pois mesmo gigantescas estrelas são engolidas por buracos negros ou vitimadas pela sua força gravitacional.
Afinal de contas, tudo é finito, menos o espírito.
Por conta dessas teorias estapafúrdias fanáticos aglutinam seguidores e o final é sempre de descrença e tragédia...
Mais importante para mim agora na telinha é a história de uma dona de casa bonitinha, com umas gordurinhas a mais, que quer recuperar sua auto-estima no verão e vestir um biquinininho bem sensual.
Acaba nas luzes da mídia, vitimada por magarefes, que por preço aviltado praticam procedimentos cirúrgicos de que só ouviram falar.
E lá vai mais uma mulher engraçadinha vitimada por operação plástica que parecia ser tão baratinha...
Os autores da carnificina nunca serão punidos, como já se tornou...
E as crianças que desaparecem sem nunca mais dar notícias? O que acontece com elas? Tornam-se novos Peter Pan, perdidos na Terra do Nunca?
Por incrível que pareça, as vésperas do mundo acabar, segundo pessoas bem informadas a maioria delas é vitimada por rituais de Magia Negra...
Ainda bem que na alta madrugada sintonizo um canal onde Chico Pinheiro, José Renato, ex- Boca Livre, e Vanderléia, a Ternurinha, batem papo sobre música.
Eu que durante muito tempo tive traumas por ser apaixonado por bossa nova e rock, tudo ao mesmo tempo, vejo com prazer o compositor afirmar que música é principalmente atitude.
E não é a nossa vidinha uma velha história, sempre uma reação ou maneira de ser diante das situações?
Desligo meu eletrodoméstico e penso que um estudioso de Nostradamus bem poderia encontrar uma centúria que indique que tudo vai se acabar bem longe do amor e alegria, de preferência numa Quarta-Feira de Cinzas...

Outros Carnavais

Era o ano de 1965:
Eu tinha cinco anos de idade e morava num bairro simples e tranquilo, onde as crianças podiam brincar na rua, sem sustos.
Só havia casas e as portas podiam ficar destrancadas durante o dia. O único senão era o casarão da esquina, único com muros altos, onde nunca víamos ninguém. Era a nossa casa mal-assombrada!
De noite, nos dias quentes, as pessoas colocavam cadeiras nas ruas e todos conversavam. Havia respeito, confiança e amizade.
Nosso quintal tinha mamoeiro, nespereira, laranjeira e uma horta bem diversificada, com canteiros e cercas. E olhem que o terreno tinha apenas cinco metros de largura! Mas eram as carambolas da Dona “Zalé”, vizinha predileta, o objeto de desejo. O dinheiro era curto, mas a felicidade não tinha preço.
O Carnaval era uma brincadeira inocente. Havia malícia e sensualidade, sem dúvida, mas também havia limites consensuais.
Todos os clubes tinham bailes e sempre estavam cheios, como os campos de futebol de então. Havia bailes públicos nas ruas, desfiles de fantasias e escolas de samba sem a pompa e circunstância de hoje, mas com alegria despretensiosa.
Os grandes artistas ainda compunham marchinhas para a época. Havia batalhas de confete, corsos e encontro de blocos, onde o máximo que acontecia era um jogar farinha e água (água mesmo!) no outro.
Pais e filhos caminhavam de mãos dadas entre foliões fantasiados.
As brincadeiras eram consentidas. Havia quase uma cumplicidade de todos.
Tudo era uma grande e democrática festa!
O clima contagiava todos e as pessoas se olhavam e se relacionavam sem tanto preconceito e formalidade.
Se para as crianças tudo já era uma grande festa e fantasia, o Carnaval era o ponto culminante!
Um dia, um vizinho, dono de um caminhão de aluguel, resolveu convidar todas as crianças da rua para dar um passeio. Os pais nem titubearam: “Podem ir!”.
O caminhão era um Ford da década de 1920, daqueles que a partida era na base da manivela. Ninguém se importou, pois além de quase ninguém ter carro, fazia sucesso na televisão a série “Comedy Caspers”, com vários personagens do cinema mudo, entre eles um grupo de crianças que tinha um parecido.
Subimos todos na carroceria, munidos de confete e serpentina, e iniciamos nossa pequena odisséia pelas ruas da cidade.
Saudávamos e éramos saudados por todos! Outras crianças corriam, tentando pegar nosso véu de serpentinas ou dar-nos um “caldo”. As buzinas faziam coro.
Foi a primeira e última vez que fiz esse passeio, pois no ano seguinte mudamos de bairro, para um apartamento. Pouco depois, soubemos que a Dona “Zalé” falecera.
As fantasias de infância foram desaparecendo, queimadas pelo amadurecimento precoce, e a vida virou, por um longo tempo, uma Quarta-Feira de Cinzas.
A cidade perdeu seu jeito inocente. As pessoas não convivem mais nas ruas, mas em grupos “seletos” e fechados, que vivem de querer tudo para si e nada para os outros. Mas a casa e as lembranças daquele carnaval ainda estão lá!
Curiosamente, lá se vão mais de quarenta anos. Uma quaresma!
Graças a Deus, não precisei de tanto tempo para ressuscitar a crença em dias melhores. Hoje sei que mesmo os dias que parecem ruins, são prenúncios de melhores, pois, mal sabia eu, minha Colombina, que só conheci muitos anos depois, morava a poucos metros daquele apartamento sem glamour nem quintal.
Hoje, fazemos parte do bloco da esperança, que precisa sair para desfilar, jogar seus confetes e serpentinas, e trazer o povo para as ruas, para voltar a se conhecer, conviver e respeitar.
Que tal vir para esse bloco também, “Seja você quem for, seja o que Deus quiser. Seja você quem for, seja o que Deus quiser”?

ATIVIDADE DE JARDIM DE INFÂNCIA

ATIVIDADE JÓIA PARA FAZER NO JARDIM DE INFÂNCIA!

TEM PINTURA, TEM COORDENAÇÃO MOTORA FINA DE PAPEL

PICADO E AMASSADINHO,TEM COLAGEM, TEM LETRA INICIAL

PARA APRENDER "O SOM DA COR"







PARA FAZER O SEU CADERNO DE SOM E COR,

COM O DEDO OU COM PINCEL, PINTE A FOLHA

DE UMA SÓ COR E ESPERE SECAR. DEPOIS,

AMASSE PEDACINHOS DE PAPEL, FAZENDO BOLINHAS

PARA COLAR SOBRE O TRAÇADO DA LETRA QUE A

SUA PROFESSORA DESENHAR.

AMARELO começa com "A"

AZUL começa com "A"

VERMELHO começa com "V"

VERDE começa com "V"

PARABÉNS! A SUA FAMÍLIA IRÁ GOSTAR!

TENHO CERTEZA QUE O SEU TRABALHO

É LINDO QUANDO VOCÊ APRENDE MAIS.



coreseaprendizagem.jpg

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Estádios da Copa de 2014 serão arenas multiuso

 

Campos esportivos promoverão cultura, turismo, esporte e lazer antes, durante e depois dos jogos

 

São Paulo (09/02/10) O que é uma arena de futebol? Há uma diferença conceitual que as singulariza diante dos estádios que hoje o Brasil conhece. Além do uso básico e fundamental, garantir espaço para as partidas das seleções, as arenas viabilizam diversos espectros econômicos que sustentam o fluxo de visitantes durante os jogos de futebol.

 

Um dos setores que serão impulsionados por essas novas estruturas é o turismo, segundo Rodolfo Torres, Gerente do Departamento de Desenvolvimento Urbano e Regional do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Elas constituirão um novo paradigma do futebol mundial: "Sem arenas, não teremos Copa. Elas integrarão o futebol à inserção sócio-esportiva dos visitantes, além da sustentabilidade ambiental. A Copa se espalha pela economia, o que é uma oportunidade que não pode ser desperdiçada", definiu.

 

Para o BNDES, esses equipamentos esportivos são prioridade de financiamento. Por intermédio do ProCOPA Arenas, o banco visa dar suporte à "construção de campos multiuso de tamanho padrão, o que gira em torno de 45 mil lugares, e autossustentáveis do ponto de vista das operações pós-Copa e do custo de manutenção da estrutura", definiu.

 

Ao todo, o BNDES dispõe de R$ 4,8 bilhões para custeio de arenas brasileiras. O teto financiado será de R$ 400 milhões por estádio, com prazo de 15 anos para pagamento e até 3 anos de carência. A instituição financeira estima que com até R$ 530 milhões será possível erguer completamente uma arena com todas as especificações técnicas exigidas pela FIFA.

 

EXPERIÊNCIA SUL-AFRICANA

 

A cidade de Durban, na costa ocidental da África do Sul, segue a tendência de construção das novas arenas de futebol. Conforme Eric Apelgren, coordenador de relações governamentais para a Copa do Mundo 2010, o caráter multifuncional da arena municipal viabiliza a sustentabilidade econômica desse espaço, pós 2010. "Mais que ser uma estrutura moderna, o conceito permite que o estádio seja usado sete dias da semana", explicou.

 

O futebol, portanto, não será a única fonte de renda desse tipo de estádio. "Buscamos um projeto que possa gerar renda extra e que assegure às áreas de recepção o seu uso durante ou depois da Copa, em outras formas de entretenimento". Um exemplo são as áreas vip, as suítes e o teleférico, já instalado e em pleno funcionamento, que já atrai turistas ávidos pela vista completa da obra de engenharia contemporânea. "Esses espaços são comercialmente viáveis, juntamente com outras áreas públicas ali criadas. O projeto inclui um anfiteatro, área aberta, playground, pista de corrida, restaurantes. Queremos uma Copa muito maior que o próprio futebol", observou. (Mtur)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Santos 2 x 1 São Paulo - Artigo: "FUTEBOL MOLEQUE"

 

 FUTEBOL MOLEQUE

 

Sou santista desde que me entendo por gente, nascido na cidade e torcedor do Santos FC.

Quando eu nasci, Pelé já era mais do que mundialmente consagrado - coroado “rei”, apesar de seus poucos 19 anos - e o time da Vila Belmiro, que já estava virando “a vila mais famosa do mundo” encantando até quem não torcia para o alvinegro praiano mas, principalmente, tirando o sono dos adversários mais fanáticos.

Aqueles eram tempos de futebol fácil. A única regra era matemática: ganhava quem marcava mais gols do que sofria! Outras máximas desse futebol ofensivo eram: “A melhor defesa é o ataque!” e “Quem não faz, leva!”. Simples, assim!

Com isso, ir aos estádios era pura diversão!

Pelé só saiu, já aos 34 anos, para jogar no exterior. Antes, recusou inúmeros convites para atuar em clubes famosos. E ele não era exceção: até então, dava para contar nos dedos os brasileiros que partiam para o Velho Mundo.

Por conta disso, o futebol brasileiro era uma grande festa, fervilhando de craques e times maravilhosos.

Aí, lá para o final dos anos de 1970, começou o êxodo de brasileiros para o exterior: Marinho Perez, Luiz Pereira, Leivinha, Jairzinho...

O futebol brasileiro, tricampeão mundial jogando “futebol arte”, de repente achou que tinha que aprender com a retranca européia. O 4-2-4 foi morto e sepultado, os pontas foram banidos e entramos na “fila”.

Com a “porteira aberta”, os europeus continuaram a levar nossos craques, nas décadas de 1980 e 1990: Zico, Careca, Sócrates, Romário... Foi nessa época que comecei a ver crianças ostentando, orgulhosas, uniformes de times estrangeiros.

Para piorar, até alguns técnicos de seleção começaram a exortar os poucos craques que ainda estavam no Brasil a irem para o exterior.

Isso também afetou aquele ótimo time do Santos, de 2002:

Perdemos Diego, Elano, Alex e, finalmente, Robinho, o “Rei das Pedaladas”.

As investidas de europeus, asiáticos e árabes chegaram a tal limite, que jogadores juvenis passaram a ser “contratados” ainda nas fraldas. E o futebol brasileiro voltou a ser burocrático, sem graça, tanto que chegaram a importar “ídolos” argentinos, para suprir a deficiência nacional!

Repatriação? Bem, voltavam só os “rodados”, se bem que Zé Roberto ainda estava tão bem, que o chamaram de volta.

Aí, trouxeram o Ronaldo de volta... E dá-lhe marketing!

Ainda investindo no futuro, o Santos fez estrear Neymar; Paulo Henrique Ganso foi outra grata surpresa; Dorival Júnior começou a “arrumar a casa” e aí, quando ninguém esperava, Robinho voltou, antes dos 30! E dá-lhe marketing, também!

E não é de marketing que vive o negócio futebol? E negócio tem que dar “retorno”!

A estréia dele foi contra o poderoso São Paulo, que também é santo e faz dos seus milagres. Mas o time da Vila, pródigo em duplas históricas, colocou Neymar e Robinho, no segundo tempo.

Bastaram poucos minutos para o futebol moleque, simples e envolvente, ressuscitar, num jogão de bola!

E a estrela voltou a brilhar!

Bem vindo, Rrrrrobinho, com ou sem “letra”! E que outros voltem para que a magia retorne definitivamente aos gramados brasileiros!

 

Adilson Luiz Gonçalves

Mestre em Educação

Escritor, Engenheiro, Professor Universitário e Compositor

E-mails: algbr@ig.com.br e prof_adilson_luiz@yahoo.com.br

 

sábado, 6 de fevereiro de 2010

PROMOTORAS LEGAIS POPULARES

Elas são as líderes da comunidade que orientam, dão conselhos e promovem a função instrumental do direito na vida diária de mulheres que trabalham em benefício dos segmentos populares, com legitimidade e justiça.


O objetivo do trabalho dessas promotoras é criar uma consciência entre as mulheres a respeito dos seus direitos. Pois ignorando tais direitos a mulher acaba por prejudicar a si própria.


Também visa desenvolver na mulher uma consciência crítica a respeito da legislação existente e dos mecanismos disponíveis para aplicá-la de maneira a combater o Sexismo e o Elitismo.


Tem como meta levantar questões onde os educadores não são apenas aqueles que educam, mas também são educados no processo de educação. De que forma? Através de diálogos, troca de informações e outras técnicas que permitam um crescimento interior, contínuo tanto para os alunos como para os professores.


Enfim, é um projeto de cidadania com sexo, raça, etnia, orientação sexual e classe social, que teve origem numa união de forças do Instituto Brasileiro de Advocacia Pública – IBAP, da União de Mulheres de São Paulo e do Movimento do Ministério Público Democrático com a intenção de desenvolver a cidadania e igualdade de direitos.


“O curso me fez aprender que, além dos meus direitos, eu tenho os meus deveres para com a sociedade e acima de tudo com o ser humano.”

(Marcia Francisca de Souza – Promotora Legal Popular, formada em 2001, em São Paulo).


Na cidade de Santos o curso será ministrado sob a coordenação das soroptimistas da cidade, na UNISANTA. Às quartas-feiras, das 18h00 às 20h00. Informações pelo telefone:

3261-5508 (13)


NAIR LÚCIA DE BRITTO

Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano

  Além do Negócio do Ano, conheça os vencedores das 7 categorias da premiação   Desenvolvida pela Infinito Mare, a Caravela Ecológica, uma t...