Elas são as líderes da comunidade que orientam, dão conselhos e promovem a função instrumental do direito na vida diária de mulheres que trabalham em benefício dos segmentos populares, com legitimidade e justiça.
O objetivo do trabalho dessas promotoras é criar uma consciência entre as mulheres a respeito dos seus direitos. Pois ignorando tais direitos a mulher acaba por prejudicar a si própria.
Também visa desenvolver na mulher uma consciência crítica a respeito da legislação existente e dos mecanismos disponíveis para aplicá-la de maneira a combater o Sexismo e o Elitismo.
Tem como meta levantar questões onde os educadores não são apenas aqueles que educam, mas também são educados no processo de educação. De que forma? Através de diálogos, troca de informações e outras técnicas que permitam um crescimento interior, contínuo tanto para os alunos como para os professores.
Enfim, é um projeto de cidadania com sexo, raça, etnia, orientação sexual e classe social, que teve origem numa união de forças do Instituto Brasileiro de Advocacia Pública – IBAP, da União de Mulheres de São Paulo e do Movimento do Ministério Público Democrático com a intenção de desenvolver a cidadania e igualdade de direitos.
“O curso me fez aprender que, além dos meus direitos, eu tenho os meus deveres para com a sociedade e acima de tudo com o ser humano.”
(Marcia Francisca de Souza – Promotora Legal Popular, formada em 2001, em São Paulo).
Na cidade de Santos o curso será ministrado sob a coordenação das soroptimistas da cidade, na UNISANTA. Às quartas-feiras, das 18h00 às 20h00. Informações pelo telefone:
3261-5508 (13)
NAIR LÚCIA DE BRITTO
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