sábado, 25 de janeiro de 2020

Entrevista com a OAB Ipiranga e Itaquera

A Vitrine do Giba entrevista hoje dois advogados. Dr. Paulo Roberto Nogueira Machado, da subseção OAB Ipiranga e o Dr.Daniel Ramos, da subseção da OAB Itaquera. O Dr. Dr. Paulo Roberto Nogueira Machado. Foi no triênio 2013/2015 Presidente da Comissão de Assistência Judiciária; Presidente da Comissão de Estudos dos Juizados Especiais Cíveis Federais e Estaduais; Presidente da Comissão de Mediação e Arbitragem; Membro da Comissão de Liberdade Religiosa e Membro da Comissão do Jovem Advogado (triênio 2013/2015). No Triênio 2016/2018 foi Membro da Comissão do Advogado Motociclista; Membro da Comissão Especial OAB VAI A ESCOLA r Assessor do Tribunal de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil, 6ª Turma Disciplinar. O Dr. Paulo é Advogado há 30 anos e Sócio do escritório Machado e Mikahil Sociedade de Advogados. É o atual Presidente da OAB Ipiranga, 100a subseção. O jovem Dr. Daniel Ramos é advogado, ex-assistente jurídico do Programa Cidade Legal do governo do estado de São Paulo; ex assessor de assuntos fundiários de São Bernardo do campo. Dr. Daniel é pós graduando em Diretor Imobiliário pela PUC e presidente da Comissão de Direito imobiliário da OAB – Itaquera – 104 subseção

https://youtu.be/j5sHCvoVy4I

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

2020 - o ano do empreendedorismo

 

 

 

 

 

ábio Mestriner*

 

Os antigos chineses, em sua milenar sabedoria, tomavam nota de suas observações e as compartilhavam com as gerações sucessivas, num processo que valorizava a observação e o bom senso. Tais ensinamentos vinham de grandes filósofos, como Confúcio e Lao Tsé.

Graças à escrita, que foi desenvolvida na China a partir de 1.800 A.C, eles puderam anotar os acontecimentos e suas observações ganharam relevância histórica, pois a escrita chinesa manteve suas características desde seu surgimento e os textos antigos podem ser lidos até hoje.

Os chineses ainda utilizam basicamente os mesmos caracteres, ao contrário da escrita cuneiforme e dos hieróglifos do antigo Egito, que deixaram de ser utilizados milhares de anos atrás.

Além da escrita, os chineses também foram hábeis em criar uma forma alegórica de representar a passagem dos anos lunares, adotando a imagem e as características de diversos animais para dar um caráter simbólico e menos abstrato à passagem do tempo.

O calendário chinês, com suas alegorias no lugar dos números sequenciais utilizados pelos ocidentais, privilegia a ideia de ciclo, que faz com que cada ano tenha uma personalidade própria a ser observada a partir de referências simbólicas, com características marcantes e memoráveis.

Faço alusão à chegada do ano de 2020 que, para nós ocidentais, dá início a uma nova década e para o calendário chinês coincide com o fechamento de mais um ciclo de 12 anos.

Como todo final de ciclo, entramos num período propício à análise de nossas conquistas. Diante de uma observação sincera daquilo pelo que passamos, podemos realizar as devidas correções e melhorias, sempre visando progredir e prosperar. É nesse sentido que podemos pensar em um final de ciclo e início de um novo tempo.

Os empreendedores orientais, que seguem o calendário lunar, estão otimistas com o ano do rato, animal que inicia e termina um ciclo fechado de 12 anos. Trata-se de um período que chega ao fim, consolidando aprendizados, para dar lugar a um novo início, com todas as promessas e perspectivas a abrirem-se para o futuro.

Conforme pude me informar sobre o assunto em questão, o ano do rato, cujos acontecimento foram "observados e anotados" durante milênios, representa um tempo de abundância, que trará novas oportunidades, especialmente para os negócios, ganhos, investimentos e conquistas. A prosperidade, por assim dizer, será evidente em 2020 e, nos fará um convite a nos prepararmos para os bons momentos que estão por vir.

Há décadas atuo em um segmento efervescente, o de design de embalagens, com lançamentos de produtos e planos de marketing de muitas empresas, grandes e pequenas. E percebo que, graças às características peculiares de nossa economia, os empresários estão sempre se organizando para enfrentar dificuldades e momentos difíceis. Raramente preparam-se para os bons momentos que surgem alternadamente, pois sabemos "não existir mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe".

Muitas empresas perdem oportunidades quando nossa economia se organiza e o cenário de negócios melhora, justamente por não estarem preparadas para os bons momentos.

Portanto, agora é hora de acreditar e se organizar para as boas oportunidades que virão, pois, segundo a sabedoria chinesa, elas já aconteceram milhares de vezes e foram devidamente "anotadas e registradas" para a posteridade.

Não se trata aqui de apoiar um otimismo baseado em especulações metafísicas, e sim de perceber que existe um padrão em que podemos confiar – especialmente agora, quando temos a menor inflação e a menor taxa de juros da nossa história.

E para aqueles empresários que não acreditam em nada e estão sempre se preparando para o pior, aqui vai uma dica: o pior que pode acontecer é perder novas oportunidades de bons negócios.

Acreditar que "nada nunca vai melhorar" é uma atitude que serve apenas àqueles que estão felizes com seu sucesso e pretendem permanecer surfando na mesma onda. Para os demais, especialmente os que desejam progredir, é melhor se preparar para os bons ventos que virão por aí.

Para a milenar sabedoria ancestral, 2020 é o ano do empreendedorismo, ano de aproveitar o momento para iniciar novos projetos e investir em seus produtos. Ano de corrigir aquilo que precisa ser melhorado, de avaliar o período anterior, planejar e aproveitar melhor as boas perspectivas para o cenário de negócios.

Mesmo que você não acredite em prognósticos como este para o ano do rato, acredite apenas que um novo ciclo está começando, como acontece todos os anos.

Esse novo ciclo pode ser bem melhor se nos prepararmos para empreender e fizermos mais e melhor em todos os nossos planos de negócios, por nós mesmos e pela comunidade em que vivemos.

Você não acha?

 *Fábio Mestriner é consultor da Ibema Papelcartão. Designer, professor do curso de pós-graduação em Engenharia de Embalagem do IMT Mauá e autor dos livros Design de Embalagem – Curso Avançado, Gestão Estratégica de Embalagem e Inovação na Embalagem – Método Prático.

 

 

 

2020 - o ano do empreendedorismo

 

 

 

 

 

ábio Mestriner*

 

Os antigos chineses, em sua milenar sabedoria, tomavam nota de suas observações e as compartilhavam com as gerações sucessivas, num processo que valorizava a observação e o bom senso. Tais ensinamentos vinham de grandes filósofos, como Confúcio e Lao Tsé.

Graças à escrita, que foi desenvolvida na China a partir de 1.800 A.C, eles puderam anotar os acontecimentos e suas observações ganharam relevância histórica, pois a escrita chinesa manteve suas características desde seu surgimento e os textos antigos podem ser lidos até hoje.

Os chineses ainda utilizam basicamente os mesmos caracteres, ao contrário da escrita cuneiforme e dos hieróglifos do antigo Egito, que deixaram de ser utilizados milhares de anos atrás.

Além da escrita, os chineses também foram hábeis em criar uma forma alegórica de representar a passagem dos anos lunares, adotando a imagem e as características de diversos animais para dar um caráter simbólico e menos abstrato à passagem do tempo.

O calendário chinês, com suas alegorias no lugar dos números sequenciais utilizados pelos ocidentais, privilegia a ideia de ciclo, que faz com que cada ano tenha uma personalidade própria a ser observada a partir de referências simbólicas, com características marcantes e memoráveis.

Faço alusão à chegada do ano de 2020 que, para nós ocidentais, dá início a uma nova década e para o calendário chinês coincide com o fechamento de mais um ciclo de 12 anos.

Como todo final de ciclo, entramos num período propício à análise de nossas conquistas. Diante de uma observação sincera daquilo pelo que passamos, podemos realizar as devidas correções e melhorias, sempre visando progredir e prosperar. É nesse sentido que podemos pensar em um final de ciclo e início de um novo tempo.

Os empreendedores orientais, que seguem o calendário lunar, estão otimistas com o ano do rato, animal que inicia e termina um ciclo fechado de 12 anos. Trata-se de um período que chega ao fim, consolidando aprendizados, para dar lugar a um novo início, com todas as promessas e perspectivas a abrirem-se para o futuro.

Conforme pude me informar sobre o assunto em questão, o ano do rato, cujos acontecimento foram "observados e anotados" durante milênios, representa um tempo de abundância, que trará novas oportunidades, especialmente para os negócios, ganhos, investimentos e conquistas. A prosperidade, por assim dizer, será evidente em 2020 e, nos fará um convite a nos prepararmos para os bons momentos que estão por vir.

Há décadas atuo em um segmento efervescente, o de design de embalagens, com lançamentos de produtos e planos de marketing de muitas empresas, grandes e pequenas. E percebo que, graças às características peculiares de nossa economia, os empresários estão sempre se organizando para enfrentar dificuldades e momentos difíceis. Raramente preparam-se para os bons momentos que surgem alternadamente, pois sabemos "não existir mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe".

Muitas empresas perdem oportunidades quando nossa economia se organiza e o cenário de negócios melhora, justamente por não estarem preparadas para os bons momentos.

Portanto, agora é hora de acreditar e se organizar para as boas oportunidades que virão, pois, segundo a sabedoria chinesa, elas já aconteceram milhares de vezes e foram devidamente "anotadas e registradas" para a posteridade.

Não se trata aqui de apoiar um otimismo baseado em especulações metafísicas, e sim de perceber que existe um padrão em que podemos confiar – especialmente agora, quando temos a menor inflação e a menor taxa de juros da nossa história.

E para aqueles empresários que não acreditam em nada e estão sempre se preparando para o pior, aqui vai uma dica: o pior que pode acontecer é perder novas oportunidades de bons negócios.

Acreditar que "nada nunca vai melhorar" é uma atitude que serve apenas àqueles que estão felizes com seu sucesso e pretendem permanecer surfando na mesma onda. Para os demais, especialmente os que desejam progredir, é melhor se preparar para os bons ventos que virão por aí.

Para a milenar sabedoria ancestral, 2020 é o ano do empreendedorismo, ano de aproveitar o momento para iniciar novos projetos e investir em seus produtos. Ano de corrigir aquilo que precisa ser melhorado, de avaliar o período anterior, planejar e aproveitar melhor as boas perspectivas para o cenário de negócios.

Mesmo que você não acredite em prognósticos como este para o ano do rato, acredite apenas que um novo ciclo está começando, como acontece todos os anos.

Esse novo ciclo pode ser bem melhor se nos prepararmos para empreender e fizermos mais e melhor em todos os nossos planos de negócios, por nós mesmos e pela comunidade em que vivemos.

Você não acha?

 *Fábio Mestriner é consultor da Ibema Papelcartão. Designer, professor do curso de pós-graduação em Engenharia de Embalagem do IMT Mauá e autor dos livros Design de Embalagem – Curso Avançado, Gestão Estratégica de Embalagem e Inovação na Embalagem – Método Prático.

 

 

 

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

O PAPEL SOCIAL DO ESTÁGIO

A atividade proporciona experiência, confiança e responsabilidade ao jovem
26/12/2019

De acordo com o Inep/MEC, no Brasil existem 9.394.117 alunos de ensino médio e técnico, mas apenas 260 mil estagiam. Já no nível superior, dos 8.286.663 estudantes, somente 740 mil realizam a atividade. Entretanto, o estágio é a melhor maneira de inserir tais grupos no mercado, apresentando diversos benefícios para empresas e educandos. 

Diante do número alarmante de desempregados com idade entre 18 e 24 anos, registrado em 25,7% pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, a modalidade desempenha um relevante papel social. Afinal, ele proporciona experiência, desenvolvimento e senso de responsabilidade ao jovem. Esses fatores serão decisivos para lidar com as nuances do mundo do trabalho.
 
Outro ponto positivo é a possibilidade de efetivação na própria corporação onde estagiou. Assim, o participante aumenta suas chances de concluir o curso já empregado. Além disso, aprende a ter mais confiança, pois terá novas incumbências e descobrirá seu potencial. 
 
Socialmente, o ato escolar educativo também melhora a qualidade de vida, afasta o jovem de desvios de trajetória e patrocina os estudos por meio da bolsa-auxílio, recesso remunerado, auxílio-transporte e demais benefícios. Em contrapartida, o empreendimento adquire um novo talento já adaptado à cultura organizacional.

Não perca tempo e invista no estágio! A prática impacta positivamente o contexto do país, o mundo dos negócios e a vida de milhões de universitários e secundaristas em busca de seu espaço no meio corporativo.

Seme Arone Junior é presidente da Abres - Associação Brasileira de Estágios.

O PAPEL SOCIAL DO ESTÁGIO

A atividade proporciona experiência, confiança e responsabilidade ao jovem
26/12/2019

De acordo com o Inep/MEC, no Brasil existem 9.394.117 alunos de ensino médio e técnico, mas apenas 260 mil estagiam. Já no nível superior, dos 8.286.663 estudantes, somente 740 mil realizam a atividade. Entretanto, o estágio é a melhor maneira de inserir tais grupos no mercado, apresentando diversos benefícios para empresas e educandos. 

Diante do número alarmante de desempregados com idade entre 18 e 24 anos, registrado em 25,7% pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, a modalidade desempenha um relevante papel social. Afinal, ele proporciona experiência, desenvolvimento e senso de responsabilidade ao jovem. Esses fatores serão decisivos para lidar com as nuances do mundo do trabalho.
 
Outro ponto positivo é a possibilidade de efetivação na própria corporação onde estagiou. Assim, o participante aumenta suas chances de concluir o curso já empregado. Além disso, aprende a ter mais confiança, pois terá novas incumbências e descobrirá seu potencial. 
 
Socialmente, o ato escolar educativo também melhora a qualidade de vida, afasta o jovem de desvios de trajetória e patrocina os estudos por meio da bolsa-auxílio, recesso remunerado, auxílio-transporte e demais benefícios. Em contrapartida, o empreendimento adquire um novo talento já adaptado à cultura organizacional.

Não perca tempo e invista no estágio! A prática impacta positivamente o contexto do país, o mundo dos negócios e a vida de milhões de universitários e secundaristas em busca de seu espaço no meio corporativo.

Seme Arone Junior é presidente da Abres - Associação Brasileira de Estágios.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Revista Partes – A sua revista virtual – ISSN 1678-8419 P@rtes (São Paulo)

Revista Partes – A sua revista virtual – ISSN 1678-8419 P@rtes (São Paulo)

O ensino de Ciências e Biologia para alunos surdos: perspectivas, desafios e possibilidades

Bruna Dias Rios* Leidiane Dias** Cláudia Maria Soares Rossi***
Resumo: O presente estudo tem o objetivo de entender a atual realidade
da Educação Inclusiva do aluno surdo na escola de ensino regular,
identificando as perspectivas, desafios e possibilidades no ensino de
ciências e biologia para alunos surdos. Desta forma, a pesquisa foi
baseada em […]

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Revista Partes – A sua revista virtual – ISSN 1678-8419 P@rtes (São Paulo)

 Inclusão de alunos com necessidades especiais no ensino regular: reflexão

Núbia
Luiz de Paula Oliveira[1] Dandara Lorrayne do Nascimento[2]    RESUMO O
objetivo deste estudo é entender e discutir questões sobre a oferta da
educação para alunos com necessidades especiais em escolas regulares.
Considera-se a importância de uma análise detalhada, principalmente
sobre as ações que envolvem o processo educacional de crianças e adultos
que necessitam […]
Revista Partes – A sua revista virtual – ISSN 1678-8419 P@rtes (São Paulo)

Governo Federal apresenta resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica

  Indicadores de 2025 crescem nos anos iniciais e finais do ensino fundamental e no ensino médio Os dados do Índice de Desenvolvimento da Ed...