terça-feira, 6 de agosto de 2013

Tecnologias aplicadas a Educação: a formação continuada dos docentes atuantes no município de Ji-Paraná/RO

Tecnologias aplicadas a Educação: a formação continuada dos docentes atuantes no município de Ji-Paraná/RO
Este artigo apresenta um estudo realizado em Ji-Paraná/RO, com o intuito de descrever os programas/projetos desenvolvidos pela Secretaria de Educação, especificamente no Ensino Fundamental, em parceria com a Representação de Ensino do Estado de Rondônia e o MEC. Propomos um esquema metodológico subdivido em três níveis, sendo, revisão bibliográfica, entrevista de cunho descritivo e análise dos dados. Observa-se que a Secretaria de Educação propõe as escolas, programas utilizando as TIC’s como método de ensino na formação dos estudantes inseridos neste processo.



Palavras-Chave: Tecnologias. Formação Docente. Educação. Projetos Educacionais.



Resumen: En este artículo se presenta un estudio en Ji-Paraná/RO, con la intención de describir los programas/proyectos desarrollados por el Departamento de Educación, específicamente en la escuela primaria, en colaboración con la Representación de la Enseñanza Rondônia y el MEC. Se propone un esquema metodológico dividido en tres niveles, siendo, revisión de literatura, entrevistas y un análisis descriptivo de los datos. Se observa que el Departamento de Educación propone las escuelas, los programas que utilizan las TIC como medio de enseñanza en la formación de los estudiantes incluidos en este proceso.



Palabras clave: Tecnología. Formación del Profesorado. Educación. Proyectos Educativos.



segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Produção de petróleo e gás da Petrobras no Brasil cresceu 4,8% em junho

Produção de petróleo e gás da Petrobras no Brasil cresceu 4,8% em junho
A produção total (petróleo e gás natural) da Petrobras no Brasil, em junho, atingiu a média de 2 milhões 378 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/d), volume 4,8% acima do produzido em maio.

sábado, 3 de agosto de 2013

Entrevista com Viviane Packer

Entrevista com Viviane Packer
Em entrevista, cientista de alimentos destaca a importância do profissional manter-se atualizado na área da qualidade e segurança do mercado alimentício      

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

De pai para filho

De pai para filho
Homem simples e humilde, com semblante sereno, nutria uma certa vergonha de cobrar quando via os pacientes chegando com torções, causadoras de terríveis dores; ainda tranquilizava o bolso daqueles que não dispunham de boa condição financeira. Além do atendimento, sempre reservava uma palavra amiga para os clientes ao final da consulta. Na verdade, não eram considerados clientes, mas pessoas próximas. Fez fama, atraiu muita gente, com incômodas lesões, para o bairro distante do centro da cidade

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Encruzilhadas

Encruzilhadas

E quando me refiro a encruzilhadas, estou falando daqueles momentos de grandes decisões, nos quais temos de escolher, por exemplo, entre ficar ou partir. Momentos de transformação e até de reinvenção que podem nos fazer mergulhar em um mar de tristeza ou em um oceano de alegria

quinta-feira, 25 de julho de 2013

NEVE EM CURITIBA 23 DE JULHO DE 2013


DIA 23 DE JULHO DE 2013 NEVOU EM CURITIBA!


O Instituto Tecnológico Simepar confirmou que pequenos flocos de neve caíram sobre alguns bairros de Curitiba, e que o episódio não acontecia desde 1975. 


Acompanhe a reportagem pelo link abaixo:

 http://www.bandab.com.br/jornalismo/meteorologista-do-simepar-afirma-quem-viu-viu-quem-nao-viu-nao-vera-mais/


No youtube vimos alguns vídeos bem interessantes também! Vale conferir!



(Fonte de pesquisa com acesso público: internet:)
"AGORA VAMOS CONVERSAR"


           No ano de 1975,  a minha família: papai, mamãe, eu e a minha irmã, morávamos na cidade de Curitiba, ao lado da casa dos meus avós maternos. Eu estava com seis anos de idade e a minha irmã com três. Talvez nesse período eu não tenha sido uma boa irmã, pois facilmente trocava as brincadeiras em casa: com bonecas e tico tico (a motoquinha da época), por brincadeiras com os primos maiores, ao ar livre, na subida na árvore, e  aventuras com a minha primeira bicicleta Caloi vermelha e branca.  Com a chegada do frio trazido pelo inverno, as brincadeiras retomavam a rotina caseira juntamente com a minha irmã mais nova e com todo o cuidado e atenção com que fomos criadas.
          Certa manhã, vovó tocou a campainha chamando para irmos ver a neve. Neve? Isso mesmo! Era a primeira vez que estávamos vendo a neve e queríamos brincar na neve, com a neve! Foi uma alegria olhar toda aquela camada de gelo bem branquinho acumulado sobre o gramado... na rua... no telhado  da casa em frente! Uma cena linda que repousa retratada na memória e será contada ainda diante de oportunidades vindouras.
           A neve branquinha parecia assoviar nos chamando: "venham brincar crianças!"
           Nós insistimos, mas a mamãe não deixou! Estávamos recuperando de resfriado ou tosse, (não recordo... mas era algo assim bem comum em crianças da nossa idade).
           Dizem que vovó tem mania de adular os netos... que vó é mãe com açúcar... pois é, eu e a minha irmã concordamos unanimemente! Vovó com a sabedoria de mãe experiente, levou para dentro da nossa casa um balde cheio de neve. Nossa... que bacana! Eu e a minha irmã que estávamos super agasalhadas, logo fizemos as luvinhas "voarem" para um canto qualquer e começamos a brincar com a maior novidade das nossas vidas, até então. Brincamos só um pouquinho, sentimos os dedos congelarem e aquele ardido do frio ia se apagando lentamente quando mergulhávamos nossas mãos na bacia com água quentinha trazida pela mamãe, com um amor tão grande que expresso sem medida assim como era pra ser aquela brincadeira naquele dia... porque o amor de mãe é assim: não quer que os bons momentos acabem.
          Enfim, a realidade: brincamos o quanto foi possível e a neve se foi...

         Hoje, fazendo um paralelo entre a neve de 1975 com a neve de 23 de julho de 2013, a qual uma de minhas filhas nem chegou a ver, o meu sentimento também é materno, mas no sentido amplo enquanto responsabilidade biosocial: reflito sobre a importante questão do aquecimento global, sobre a camada de ozônio, sobre o degradamento ambiental, quanto à diferença que estamos presenciando em nosso tempo dentre as maiores construções e menos campo, com menos peixes e mais lixos nas águas, cuja resposta certeira é o desgaste da nossa maior riqueza: a natureza.

          O texto acima nasceu por impulso de lembrança, talvez para aproveitamento didático, talvez para comparações ou críticas... mas hoje está aqui com o propósito de que o leitor reflita sobre a maravilha que é a neve, a natureza em si, e como seria bom se as futuras crianças, (nossos netos? bisnetos?) tivessem a honra de vivenciar fenômenos inesquecíveis como a neve!

          EU VI NEVE EM CURITIBA. E VOCÊ?

                                                        

CEDECA RJ lança cartilha de educação política para adolescentes com participação do cientista político Jairo Nicolau

  Publicação “Quem cuida… da minha cidade? do meu estado? do meu país?” explica, em linguagem acessível, o funcionamento dos cargos político...