domingo, 7 de outubro de 2012

Minha Carochinha querida, por Marli Gonçalves

 
Sempre, e olha que eu nasci faz muito tempo, pensei na Carochinha como uma pessoa que inventava histórias infantis; pensava em uma velhinha bondosa de voz doce. Mas também sempre a associei a quando tentam me enrolar, mentindo, fantasiando, gaguejando.Tadinhas das crianças que ainda somos.



É a proximidade da data da qual sempre gostei muito, porque sempre ganhei ou mesmo me dei algum presente bobo, que está trazendo à tona memórias do tempo do onça. Pronto. Desenterrei mais um termo. Quanta coisa em um só dia, 12. Dia da Criança. O feriado é por causa de Nossa Senhora Aparecida, padroeira desta pátria, embora pouca gente lembre porque é que não vai trabalhar e vai emendar este ano, com sexta e tudo. Também descobriram a América num dia desses, Dia Nacional da Leitura, entre outros tantos comemorativos que se instituem, todos os dias, principalmente para passar o tempo, nos parlamentos.

Somei tudo e lá veio a Carochinha, de quem recordei bastante esta semana enquanto ouvia o voto do revisor, ministro Lewandowsky, no STF. Engraçado. Não por ele ter absolvido o José Dirceu, que isso era esperado, mas porque ele passou horas dando uma volta, fazendo rodeios, esticando a conversa, a história, os personagens.Era uma história para boi dormir. Parecia uma criança quando não diz a verdade, desviando os olhos, algo trêmulo, algo tenso. Parecia estar fazendo birra, batendo pé: "Nem te ligo!" "Bem feito, seu nariz tá com defeito!"

Com todo o respeito, que ninguém chega lá em cima, na corte máxima, por acaso: até seus amigos de classe zoaram com ele, como fazíamos na escola com aqueles que puxavam o saco dos professores ou do diretor. Terá ele querido chorar? Terá lido alguns comentários que pipocaram na internet? Visto os desenhos e montagens que fizeram com sua cara? Terá conseguido sorrir, ao menos?

Mas voltando à Dona Carochinha que se existisse estaria boba de ver como é que as histórias vêm sendo contadas para os brasileirinhos e brasileirinhas, vejo que mesmo adultos continuamos sendo tão tutelados que parece que somos incapazes de perceber a realidade. O governo dá ordens, a presidente ralha, o ex faz "fusquinha". A imprensa quer orientar nossos pensamentos e ideais, seja para um lado, para outro, ou melhor ainda, para nenhum, apenas para uma idiotia, se é que isso existe. Querem separar o que lemos, o que vemos. Até legenda repete a imagem.

Nada melhor do que dar boas gargalhadas disso tudo. Para aguentar o tranco até o fim de nossos dias temos de buscar nossa criança interior, ou se você já a abandonou tente as memórias - certamente, por pior que tenha sido sua infância, as tem. Lembrará do primeiro amor, aquele que meio inconsciente nos deixava tontos. Do primeiro dodói? Da primeira perda? Daquele brinquedo velho e sujo que, um dia, quando voltou da escola ele tinha sumido e nunca ninguém lhe deu satisfação? Dos medos? Dos que tinha e dos que não tinha. Mas agora tem.

Você, acaso, fazia um diário? Sabe onde está? Na minha época as meninas faziam um álbum, bonito, que passavam para as amigas de classe, que nele escreviam algo para a eternidade, como numa cápsula do tempo, invariavelmente pintadinho com lápis coloridos, lápis de cor. Poeminhas, nada que não fizesse hoje muito sucesso no Facebook como pensamento pueril. Outro dia achei o meu: era verde, com capa de madrepérola. Dentro dele achei também um hábito idiota, de adolescente: algumas guimbas de cigarro, acreditem, que certamente haviam sido fumados escondidos por amores de época, mas que não estavam identificadas. Meu livrinho não tinha cadeado, como o da maioria, por medo da famosa invasão de privacidade, a devassa que todos os pais faziam nas nossas coisas, sempre com o famoso aviso: "Não aceite nada de ninguém, nem bombom". Mas nunca ninguém me ofereceu nem bala. Havia uma lenda que dentro dos doces "eles" entuchavam uma droga. Hoje é a droga que é chamada de bala. Ironia.

Infância, infância, não tive muita, sempre criada no meio e no centro de São Paulo, e no tempo que a dita cuja ditadura comandava as avenidas e as informações. Sem muita saúde, brincava quietinha, sozinha, criando histórias com pequenas bonequinhas que fazia com Bombril, assistindo Cidinha Campos, pimpampum, desenhos com uma bolinha branca que pulava cantando em cima da letra de alguma música. Estudava e era boa aluna.

Interessante também é lembrar de quando perdemos essa infância. Para mim não foi no primeiro soutien, coisa que até hoje odeio, nem mesmo na primeira menstruação. Foi a vida: o suicídio de um amigo que tinha tudo, o que me fez pensar em porquês; foi a separação social - ricos não andavam com pobres; foi a separação religiosa: judeus, para muitos pais, não andavam com goys (não-judeus), e um dia minhas amigas não puderam mais falar comigo. Foi também uma tentativa de abuso sexual feita por um eletricista horroroso me puxando para o seu colo. Foi me dar conta da maldade humana.

Foi quando eu percebi que não acreditava mais nas histórias da Carochinha. Que não havia faz-de-conta.

São Paulo, onde é difícil ser criança, 2012




Marli Gonçalves é jornalista- Escrevendo este artigo lembrei de uma palavra que era uma obrigação, meio que uso aqui, porque talvez até hoje esteja no meu inconsciente: o cabeçalho. Tinha de estar lá em cima da página de tudo o que fazíamos. O meu seria assim, há quase 50 anos: Externato Luiz Magnanini, dia 12 de outubro de 1966, escrito com letra bem bonita. Tudo era mesmo muito rígido.

sábado, 29 de setembro de 2012

Mágoa...rancor....ironia...



Cada um vive e convive da maneira que dá conta. Cada um age e reage da maneira que acredita ser a melhor. Somos o que aprendemos ao longo da vida, com as situações e vivências pelas quais passamos.

Somos seres diferenciados, repletos de características únicas, mas por outro lado, existem grupos de pessoas que apesar de não serem completamente iguais, apresentam muitas características em comum.

Existem pessoas que apresentam uma enorme capacidade de superação, de não se deixarem abater facilmente. Passam muitas vezes por situações de vida desagradáveis, são tantas vezes injustiçadas e desrespeitadas, mas não perdem o otimismo, não desistem de acreditar. Geralmente são pessoas agradáveis, simpáticas, de bem com a vida

Outras desenvolvem um sentimento nocivo de vingança. Se tornam desagradáveis.

Os amargos e rancorosos, por exemplo. Amargura é um sentimento horrível de se carregar. Ele corrói a pessoa, causa imenso desconforto a quem insiste em cultivá-lo, e quase sempre atinge todos aqueles que convivem com o amargurado.

Algumas pessoas insistem em viver amargas, em cultivarem o rancor, em não conseguirem resolver os próprios problemas, em se recusarem a superar situações desagradáveis que viveram. Estas pessoas sempre demonstram uma necessidade imensa de espalharem pela vida afora todo o veneno que carregam, por serem rancorosas, por terem algum dia, passado por situações nas quais se sentiram agredidas.

E por se colocarem como incapacitadas de superação, se comportam de maneira até mesmo infantil, tamanha necessidade que demonstram ter em criar polêmicas, em causar desconforto, em horrorizar!

Muitas vezes assumem a postura de sempre serem sarcásticas, irônicas, debochadas. Desenvolvem muitas vezes, um apurado e sempre crítico senso de humor. Não aquele senso de humor saudável, agradável, e tantas vezes necessário nas mais variadas situações. Mas um senso de humor negro, carregado de premeditada maldade, direcionado sempre para atacar e ferir alguém.

Outras vezes, se tornam vingativas. Não conseguem superar o mal que sentiram um dia, diante de determinada situação. Não perdoam quem as fez se sentir humilhada, e o que é pior, passam a acreditar que todos são culpados pelo sofrimento que passou, e disparam agressões, em quem quer que seja, de variadas maneiras, sempre que conseguem uma oportunidade.

E quando não existe a oportunidade, insistem em criá-la. Só para satisfazerem a necessidade mórbida que sentem, em descontar, em propagar a frustração e o rancor que cultivam com muito cuidado e zelo.

Estas pessoas, muitas vezes chegam a ser inconvenientes, a criarem situações que surpreendem aos envolvidos, tamanha a aparente falta de lógica e de motivo para tanta agressividade e veneno que desprendem.

São movidas unicamente pelo desejo de vingança. Agem muitas vezes de forma maldosa, não por serem más, mas pela necessidade de se protegerem, de não deixarem transparecer exteriormente a imensa vergonha que sentem interiormente. Precisam aparentar que são inatingíveis, fortes e superiores, porque se sentem imensamente frágeis e inferiores.

Morrem de medo de serem descobertas!

Mágoa...rancor....ironia...



Cada um vive e convive da maneira que dá conta. Cada um age e reage da maneira que acredita ser a melhor. Somos o que aprendemos ao longo da vida, com as situações e vivências pelas quais passamos.

Somos seres diferenciados, repletos de características únicas, mas por outro lado, existem grupos de pessoas que apesar de não serem completamente iguais, apresentam muitas características em comum.

Existem pessoas que apresentam uma enorme capacidade de superação, de não se deixarem abater facilmente. Passam muitas vezes por situações de vida desagradáveis, são tantas vezes injustiçadas e desrespeitadas, mas não perdem o otimismo, não desistem de acreditar. Geralmente são pessoas agradáveis, simpáticas, de bem com a vida

Outras desenvolvem um sentimento nocivo de vingança. Se tornam desagradáveis.

Os amargos e rancorosos, por exemplo. Amargura é um sentimento horrível de se carregar. Ele corrói a pessoa, causa imenso desconforto a quem insiste em cultivá-lo, e quase sempre atinge todos aqueles que convivem com o amargurado.

Algumas pessoas insistem em viver amargas, em cultivarem o rancor, em não conseguirem resolver os próprios problemas, em se recusarem a superar situações desagradáveis que viveram. Estas pessoas sempre demonstram uma necessidade imensa de espalharem pela vida afora todo o veneno que carregam, por serem rancorosas, por terem algum dia, passado por situações nas quais se sentiram agredidas.

E por se colocarem como incapacitadas de superação, se comportam de maneira até mesmo infantil, tamanha necessidade que demonstram ter em criar polêmicas, em causar desconforto, em horrorizar!

Muitas vezes assumem a postura de sempre serem sarcásticas, irônicas, debochadas. Desenvolvem muitas vezes, um apurado e sempre crítico senso de humor. Não aquele senso de humor saudável, agradável, e tantas vezes necessário nas mais variadas situações. Mas um senso de humor negro, carregado de premeditada maldade, direcionado sempre para atacar e ferir alguém.

Outras vezes, se tornam vingativas. Não conseguem superar o mal que sentiram um dia, diante de determinada situação. Não perdoam quem as fez se sentir humilhada, e o que é pior, passam a acreditar que todos são culpados pelo sofrimento que passou, e disparam agressões, em quem quer que seja, de variadas maneiras, sempre que conseguem uma oportunidade.

E quando não existe a oportunidade, insistem em criá-la. Só para satisfazerem a necessidade mórbida que sentem, em descontar, em propagar a frustração e o rancor que cultivam com muito cuidado e zelo.

Estas pessoas, muitas vezes chegam a ser inconvenientes, a criarem situações que surpreendem aos envolvidos, tamanha a aparente falta de lógica e de motivo para tanta agressividade e veneno que desprendem.

São movidas unicamente pelo desejo de vingança. Agem muitas vezes de forma maldosa, não por serem más, mas pela necessidade de se protegerem, de não deixarem transparecer exteriormente a imensa vergonha que sentem interiormente. Precisam aparentar que são inatingíveis, fortes e superiores, porque se sentem imensamente frágeis e inferiores.

Morrem de medo de serem descobertas!

Inove... Renove...



Perdemos às vezes tantas oportunidades excelentes de crescermos, de nos tornarmos melhores enquanto pessoas, devido a nossa rigidez, a nossa total inflexibilidade diante de opiniões diferentes da nossa.

Temos um hábito tão forte de nos agarrarmos ao que conhecemos (ou achamos que conhecemos), que resistimos em abrir mão, em nos desfazermos de tantas coisas que nos prendem, que nos sobrecarregam, que nos impedem de ir em frente, de conhecer novos lugares, novas pessoas.

De viver uma nova vida, uma vida realmente vivida. De realmente nos tornarmos pessoas melhores, mais leves, mais felizes.

Quantas vezes, por total pretensão de onipotência e prepotência (ou será por extrema insegurança?), simplesmente ignoramos, preferimos fazer de conta que não percebemos possibilidades que nos são oferecidas, ideias que nos são dadas por pessoas próximas?

Adotamos condutas intransigentes, prepotentes e insistimos tantas vezes em nos agarrar em ideias preconceituosas, muitas delas até mesmo ultrapassadas, nos fechando a qualquer possibilidade de renovação.

A nossa covardia nos paralisa, nos deixa acomodados. Não temos coragem de ousar, de inovar, de fazer diferente, mesmo quando experimentamos inúmeros fracassos e insatisfações diante da nossa insistência na repetição.

Nos fazemos de surdos, por pura conveniência, diante de qualquer nova ideia, principalmente quando ela é dada por alguém que tememos, alguém que sabemos ser capaz, e que nos amedronta, que nos faz sentirmos ameaçados com a sua inteligência, com a sua capacidade de inovação.

Optamos tantas vezes em permanecer agarrados nas nossas ultrapassadas convicções, simplesmente por comodismo.

Deixamos muitas vezes passar a oportunidade de resolver tantas situações incômodas, por preferir deixar como está, por acreditar que assim é mais fácil, dá menos trabalho.

Será?

Preferimos desviar o olhar, ou simplesmente tentar ignorar a beleza do novo, e as possibilidades que tantas vezes se abrem, muitas vezes por medo, outras por preguiça. E outras ainda, por total incapacidade de assimilar novas formas de viver, de fazer diferente, de fugir do habitual, mesmo que este habitual não nos satisfaça mais, há muito tempo.

Preferimos o antigo, muitas vezes comprovadamente insatisfatório e completamente incômodo.

Nos apegamos tantas vezes ao que já conhecemos, mesmo que por experiência própria sabemos ser péssimo. É péssimo, mais já sei como é, estou acostumada! E na maioria das vezes resisto em desacostumar!

Me obrigo a continuar me acomodando ao incômodo. Me recusando em perceber que, nem sempre, o mais fácil e o mais cômodo é necessariamente o melhor, o mais satisfatório!

Inove... Renove...



Perdemos às vezes tantas oportunidades excelentes de crescermos, de nos tornarmos melhores enquanto pessoas, devido a nossa rigidez, a nossa total inflexibilidade diante de opiniões diferentes da nossa.

Temos um hábito tão forte de nos agarrarmos ao que conhecemos (ou achamos que conhecemos), que resistimos em abrir mão, em nos desfazermos de tantas coisas que nos prendem, que nos sobrecarregam, que nos impedem de ir em frente, de conhecer novos lugares, novas pessoas.

De viver uma nova vida, uma vida realmente vivida. De realmente nos tornarmos pessoas melhores, mais leves, mais felizes.

Quantas vezes, por total pretensão de onipotência e prepotência (ou será por extrema insegurança?), simplesmente ignoramos, preferimos fazer de conta que não percebemos possibilidades que nos são oferecidas, ideias que nos são dadas por pessoas próximas?

Adotamos condutas intransigentes, prepotentes e insistimos tantas vezes em nos agarrar em ideias preconceituosas, muitas delas até mesmo ultrapassadas, nos fechando a qualquer possibilidade de renovação.

A nossa covardia nos paralisa, nos deixa acomodados. Não temos coragem de ousar, de inovar, de fazer diferente, mesmo quando experimentamos inúmeros fracassos e insatisfações diante da nossa insistência na repetição.

Nos fazemos de surdos, por pura conveniência, diante de qualquer nova ideia, principalmente quando ela é dada por alguém que tememos, alguém que sabemos ser capaz, e que nos amedronta, que nos faz sentirmos ameaçados com a sua inteligência, com a sua capacidade de inovação.

Optamos tantas vezes em permanecer agarrados nas nossas ultrapassadas convicções, simplesmente por comodismo.

Deixamos muitas vezes passar a oportunidade de resolver tantas situações incômodas, por preferir deixar como está, por acreditar que assim é mais fácil, dá menos trabalho.

Será?

Preferimos desviar o olhar, ou simplesmente tentar ignorar a beleza do novo, e as possibilidades que tantas vezes se abrem, muitas vezes por medo, outras por preguiça. E outras ainda, por total incapacidade de assimilar novas formas de viver, de fazer diferente, de fugir do habitual, mesmo que este habitual não nos satisfaça mais, há muito tempo.

Preferimos o antigo, muitas vezes comprovadamente insatisfatório e completamente incômodo.

Nos apegamos tantas vezes ao que já conhecemos, mesmo que por experiência própria sabemos ser péssimo. É péssimo, mais já sei como é, estou acostumada! E na maioria das vezes resisto em desacostumar!

Me obrigo a continuar me acomodando ao incômodo. Me recusando em perceber que, nem sempre, o mais fácil e o mais cômodo é necessariamente o melhor, o mais satisfatório!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

I Festa Literária de Guaratuba – ISEPE 2012 - de 16 a 27 de outubro.

Festa Literária de Guaratuba – ISEPE 2012 Evento multi cultural reunirá escritores, artistas e afins de quatro estados brasileiros (PR, SC, RS e SP), com lançamento de aproximadamente 100 títulos. Será realizado em Guaratuba (PR), nas dependências do ISEPE ( Instituto Superior de Baía de Guaratuba em Guaratuba. Contemplando a Baia (Photo credit: Wikipedia) Ensino, Pesquisa e Extensão) a I Festa Literária de Guaratuba – ISEPE – 2012, de 15 a 27 de outubro de 2012. O evento terá como foco a Literatura, em todas as suas manifestações e tendências, e contemplará também as Artes Visuais, Folclore, Música, Artes Cênicas, Vídeo e Mídia Impressa, Radiofônica, Televisiva e Eletrônica. Acontecerão palestras, oficinas, conversas com escritores, jornalistas, artistas e músicos, apresentações musicais, teatrais e folclóricas e há previsão de lançamento de proximadamente 100 títulos por editoras, academias, associações, fundações, prefeituras e escritores independentes. Está previsto encontros de Associações, Academias de Letras, Teatro, Artes e Música, entre outras. A festa recebe o incentivo da Academia de Letras do Brasil e Associação Internacional Poetas Del Mundo. Informações poderão ser obtidas pelo correio eletrônico secdirecao@isepeguaratuba.com.br ou pelo número de telefone (41) 3442-8500, de segunda a sexta-feira das 14hs às 18hs. Serviço: I Festa Literária de Guaratuba – ISEPE 2012 Onde: Guaratuba PR Local: Faculdade do Litoral Paranaense – ISEPE Guaratuba Abertura: 15 de outubro de 2012, ás 18hs no Auditório da Faculdade ISEPE – Guaratuba Período: de 16 a 27 de outubro de 2012, das 09 horas às 22 horas Informações: secdirecao@isepeguaratuba.com.br (41) 3442-8500 FONTE: http://encontrodeescritores.com.br/2012/09/09/festa-literaria-de-guaratuba-isepe-2012/ Nosso PROJETO DE LEITURA agradece a possibilidade da participação em tão especial evento. Agradecemos também ao SR. PAULO, ADRIANA E JEANPAOLO; EDY malhas e uniformes (Curitiba-Paraná) pelo apoio que auxilia e incentiva nosso trabalho com a oferta e entrega dos livros aos pequeninos das nossas PALESTRAS!!! ***Cada vez mais pertinho do dia do nosso encontro, já estamos cuidando dos preparativos para recebermos o carinho infantil! MUITO OBRIGADA!

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Embrapa Pecuária Sul terá novo chefe-geral a partir de setembro

  Foto: Gabriel Aquere O pesquisador Gustavo Martins da Silva será empossado como novo Chefe-geral da Embrapa Pecuária Sul nesta terça-feira...