quarta-feira, 31 de março de 2010

Uma empresa como um time vencedor - Por que não?

Por Adm. Marizete Furbino


"Para que haja um vencedor, o time deve ter um sentimento de unidade; cada jogador deve colocar o time acima da glória pessoal.” (Paul Bear Bryant)

Com globalização e a competitividade cada vez mais acirrada, para que a organização permaneça no mercado, torna-se necessário somar forças através de um trabalho que deverá ser realizado em equipe, onde todos os membros irão trabalhar juntos, fisicamente ou não, mas, de preferência, que esta seja constituída de multiprofissionais dotados de competências necessárias ao desenvolvimento de todo trabalho proposto, pois, assim, além de alcançar o resultado esperado, criará vantagem competitiva, fazendo o diferencial no mercado.

Trabalhar em equipe não é fácil. Para que as organizações obtenham eficiência e eficácia em um trabalho em equipe, é preciso que todos os envolvidos saibam trabalhar em equipe, portanto, mais do que compartilhar idéias, é preciso que haja interação entre todos os membros, bem como o reconhecimento da interdependência dos mesmos em prol dos resultados. É preciso também, que todos os envolvidos saibam lidar com as cobranças e a respeitar um ao outro, sejam responsáveis, tenham paciência, tolerância e humildade, saibam ouvir, sejam participativos e solidários, saibam colaborar, cooperar e se doar, saibam se relacionar e estejam abertos ao diálogo, tenham iniciativa, capacidade de aceitação quanto às diferenças individuais, capacidade para lidar com as diversidades, capacidade de negociação e de argumentação.

É imprescindível o envolvimento e o comprometimento de todos para com o trabalho proposto, pois, só assim alcançará o rebento denominado sucesso.

A partir da confiança e do conhecimento de cada talento que compõem a equipe, torna-se necessário descentralizar ações, bem como, respectivas responsabilidades, assim, todos irão contribuir agregando valor ao trabalho proposto, visualizando sempre os resultados.

Constitui um grande desafio para o líder transformar os membros em verdadeiros aliados incentivando-os sempre, para obter parceiros motivados e assim,  obter os resultados.

Seria interessante e de demasiada importância se a organização proporcionasse uma capacitação para seus colaboradores de como trabalhar em equipe, isto iria facilitar e muito todo o trabalho da organização, pois, nem todos sabem ou estão preparados para trabalhar em equipe.

O sucesso advém de uma equipe, que através de sua maneira de pensar, e quando alinhada, se transforma em um “time”, que sob o comando de uma liderança compartilhada, escolhida pela própria equipe, faz com que todos permaneçam motivados, envolvidos e comprometidos em prol de ideais comuns.

Podemos considerar como ferramenta valiosa de gestão, o planejamento estratégico, e este deve ser elaborado por toda a equipe, levando em consideração a missão da organização, análise do ambiente interno e externo, formulação dos objetivos e das estratégias para o alcance dos resultados. Lembrando que, são de suma importância a clareza e compreensão dos objetivos a serem perseguidos, bem como o período a ser realizado o devido trabalho e o prazo a ser cumprido. A partir do foco no resultado, bem como da implementação do planejamento estratégico deve-se ter toda cautela ao fazer o monitoramento sistêmico, obtendo feedback e procurando em tempo hábil e através de uma comunicação eficaz, realizar as devidas correções e fazer a avaliação de todo o trabalho executado.

É importante salientar que todo trabalho realizado em equipe demanda a necessidade de reuniões periódicas, cujo objetivo será o de discutir diretrizes a ser seguidas, “arestas” a serem aparadas e/ou distorções a ser sanada em tempo hábil, assim toda a equipe estará ciente do caminho a percorrer e de como caminhar para obter eficiência e eficácia em suas ações.

Na era em que vivemos, as reuniões realizadas em equipe poderão acontecer também de forma virtual, assim, as pessoas irão trabalharem juntas, porém, em locais diversos e distantes, mas atuando de forma integrada e coesa, perseguindo os mesmos objetivos, em busca de vantagem competitiva e em prol dos resultados a serem alcançados.

É de suma importância também, repensar, analisar e reavaliar o desempenho de toda equipe, inclusive do líder, de forma transparente, consultando todos os envolvidos no trabalho e realizando trocas de membros se por ventura necessitar.

O reconhecimento pela organização quanto aos objetivos e metas alcançados, enfim quanto ao trabalho realizado, é de grande importância, uma vez que além de satisfazer necessidades pessoais e profissionais, estimula toda a equipe para os próximos desafios.

Os benefícios advindos do trabalho em equipe são inúmeros, além de proporcionar maior aprendizado entre todos os membros, melhoria contínua e realizações nos negócios, proporciona também, melhoria no clima organizacional, aumento da sinergia e o alcance da satisfação do cliente interno e externo, portanto, todos tende a ganhar.

A mala misteriosa

Pedro Coimbra
ppadua@navinet.com.br


O entardecer já se aproximava quando a comitiva se aproximou da Igreja Matriz. A frente, Coronel Olegário, seguido de quatro capangas, com cartucheiras nas mãos.
O animais resfolegavam e por onde passavam as pessoas tratavam de se esconder por trás das janelas tal a fama do homem que usava uma longa capa Ideal, jogada sobre o lombo e pitava sem cessar um cigarro de palha.
Aproximaram-se da Casa Bancária Agrícola do Vale e os homens empurraram a porta, abrindo-a de sopetão.
Dois outros retiraram do lombo de um cavalo uma grande e pesada mala preta.
Seu Hilário, traquejado gerente correu a atender a ilustre figura.
- Coronel Olegário! Que honra ter o senhor no nosso humilde estabelecimento – disse.
Antônio João, contador da Casa Bancária Agrícola do Vale, levantou-se de sua mesa e estendeu a mão para cumprimentar o Coronel Olegário que não respondeu ao seu gesto amistoso.
Numa mesa no fundo da sala, Erasmo, um escriturário, olhava tudo por cima dos óculos.
- Preciso falar com o senhor – disse o Coronel Olegário e dirigiu-se com intimidade para a sala da gerência.
Conversaram poucos minutos e o Coronel Olegário saiu do recinto ordenando que seus homens trouxessem a mala e a colocassem dentro do cofre forte.
Seu Hilário fez um recibo e entregou-o ao Coronel Olegário que saiu de pronto para a rua e junto aos seus homens montaram nos cavalos.
Quinze dias depois voltaram a Casa Bancária e segundo notícia que correu logo pelo lugarejo retiraram do cofre forte uma mala vazia.
Possesso o Coronel Olegário agarrou o gerente, o contador e o escriturário, amarrou-os e os levou para o Vale das Flores.
Os habitantes da cidade diziam baixinho que muito dinheiro desaparecera da mala.
Os dois soldados que faziam parte do destacamento fugiram para suas casas ávidos de ficar longe daquela confusão.
Coronel Olegário e seus homens surraram os três funcionários da Casa Bancária Agrícola do Vale até a morte.
Depois com a cartucheira na mão ele atirou nos quatro capangas e esporeou o cavalo.
Um crime bárbaro e sem explicação, como todos diziam, pois nenhum dos três mortos teria coragem de colocar a mão em um tostão que não fosse deles.
Pouco tempo depois o corpo do Coronel Olegário apareceu boiando no córrego Real Grandeza, com uma corda e uma grande pedra amarrada no pescoço.
O mistério só foi resolvido anos depois quando Dirceu, um borra-botas que era faxineiro da Casa Bancária, num dia em que se encontrava muito bêbado, confessou que fora ele que abrira o cofre e depois a mala.
Para sua surpresa dentro dela só havia pedras, nem uma nota, só pedras.
- A fortuna do Coronel Olegário não existia – disse Dirceu que levou uma surra de mangueira dos soldados e depois foi mandado preso para a capital, para deixar de ser metido a gente grande...
Aquele casarão abandonado, refúgio de morcegos, é o que restou da Casa Bancária Agrícola do Vale...

Motivos para Vencer! (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

Motivos para vencer!

“Tudo vale na produção dos sonhos, mas a capacidade só é justificada quando se transforma em competência e nisso, sempre se fará valer o preciosismo do observador diante dos detalhes para que esteja em linha direta com os objetivos.” (SDS)

Veja o vídeo: Textos de Sérgio Dal Sasso. Clique na figura abaixo!



“O ontem te avalia e pelo amanhã sempre será cobrado. Tenha intimidade pelo que pode fazer agora!” (SDS)

Sérgio Dal Sasso

Palestras Inteligentes em: Administração, Empreendedorismo, Vendas e Educação Profissional.

www.sergiodalsasso.com.br

Motivos para Vencer! (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

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“Tudo vale na produção dos sonhos, mas a capacidade só é justificada quando se transforma em competência e nisso, sempre se fará valer o preciosismo do observador diante dos detalhes para que esteja em linha direta com os objetivos.” (SDS)

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“O ontem te avalia e pelo amanhã sempre será cobrado. Tenha intimidade pelo que pode fazer agora!” (SDS)

Sérgio Dal Sasso

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terça-feira, 30 de março de 2010

LEI DE JUSTIÇA, DE AMOR E DE CARIDADE

 

Sob a visão filosófica explicada por Allan Kardec o sentimento de justiça está na própria Natureza; razão pela qual o homem de bem se revolta quando ocorre uma injustiça.

O progresso moral desenvolve o sentimento de justiça, mas foi Deus quem colocou essa semente no coração do homem. É por esse motivo que os homens mais simples e primitivos têm uma noção mais exata do sentimento de justiça do que aqueles mais privilegiados economicamente e os mais cultos.

Mesmo que a justiça seja uma lei natural o que se observa, comumente, são as opiniões divergentes entre os homens

em relação à justiça. Se a justiça é uma lei natural, por que,

então, ocorre essa divergência de pontos-de-vista?

A noção de justiça varia de pessoa para pessoa porque geralmente as pessoas se deixam influenciar por outros sentimentos não compatíveis com o sentimento de justiça e, assim, alteram o resultado verdadeiro. As paixões pelas quais o homem facilmente se deixa dominar, por exemplo, levam-no a ter um ponto-de-vista errado quanto ao que seja justiça. Como os sentimentos variam de uma pessoa para outra, ao fazer um julgamento, o senso de justiça se modifica respectivamente.

A justiça consiste em respeitar os direitos do homem. Esses direitos são determinados pela lei humana e pela lei natural. Na lei humana os homens tomam como base seus costumes e seu caráter para fazer suas leis. Essas leis podem variar à medida que o homem amplia seus conhecimentos e suas idéias progridem; então, progressivamente, ele também compreende melhor a justiça. Ou seja, algo que há um século lhe parecia justo, na atualidade, pode lhe parecer uma barbaridade. Da mesma forma, o que hoje se considera como sendo certo, no próximo século poderá ser considerado errado.

As leis humanas estão sempre mudando; elas só serão mais estáveis à medida que o ser humano se aproximar mais da verdadeira justiça, isto é uma lei igual para todos e que se identifique com a lei natural.

A lei natural, sim, é imutável e é igual para todos, independentemente das diferenças de classes, de raças, de sexos ou qualquer outra.

Numa sociedade em que a maldade e a degradação dos valores morais se instalam há necessidade de leis mais severas. Mais importante que punir o malvado, porém, é eliminar o mal da sociedade através da educação. Somente a educação poderá melhorar o homem. Melhorado o homem, não haverá mais maldades e nem a necessidade de leis tão rigorosas.

A educação pode ocorrer pela influência positiva do homem de bem sobre os maus. É responsabilidade de cada pessoa trabalhar sempre visando o bem comum. Seja no que for que o homem trabalhe, ele deverá se perguntar: Estou trabalhando para o meu próprio bem e para o bem do meu próximo?

As leis espíritas podem contribuir para o progresso do mundo destruindo o materialismo que é uma chaga da sociedade. O materialismo desvia o homem dos interesses da alma

que deve ser seu verdadeiro interesse assim como sua vida futura, quando deixar a Terra.

As leis espíritas pretendem destruir preconceitos

e unir os homens como irmãos através da solidariedade.


Mas qual é o critério a ser usado para se alcançar a verdadeira justiça?


"O critério da verdadeira justiça é desejar para os outros o que se desejaria para si mesmo; e não de desejar para si o que se desejaria para os outros, o que não é a mesma coisa." Quem vive em sociedade tem como dever principal respeitar os direitos dos outros. Todo aquele que souber respeitar esses direitos será um homem justo. A missão mais sublime da religião cristã é fazer o homem entender que deve sempre tomar como base seus próprios direitos para respeitar o direito dos outros.

Na incerteza de como a justiça deve ser feita em relação ao seu semelhante, numa determinada circunstância, o homem deve perguntar-se como gostaria que agissem com ele, numa situação idêntica. O guia mais seguro que Deus deu ao homem

é a sua própria consciência.

O amor e a caridade são sentimentos complementares

ao sentimento de justiça, porque sem eles não será

possível realizar a verdadeira justiça.


NAIR LÚCIA DE BRITTO



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O MAIS IMPORTANTE É ELIMINAR O MAL

 

O senador Gerson Camata tem um projeto no Senado pelo qual ele luta

desde 2007 que é de solucionar os crimes sexuais contra crianças através

de uma cirurgia que elimina esse instinto perverso. A própria pessoa

portadora dessa anomalia também é uma vítima porque não tem culpa

de ter nascido assim. Livre desse problema com uma cirurgia simples

ela poderá, quem sabe, ter uma vida normal, ser útil à sociedade e até ser feliz.

O senador têm toda razão em querer proteger as crianças, muitas já

tão sofridas pela desigualdade social e até pelo abandono dos pais.

Aqueles que estão contra o projeto do senador Gerson Camata alegam

que o certo é punir o criminoso e deixá-lo a mercê dos seus instintos.

Ora! Recentemente os noticiários da tevê informaram que um desses

criminosos cumpriu pena e, assim que saiu da prisão, fez mais uma vítima fatal.

Permitir a permanência desse instinto maléfico é o mesmo que dar o revólver

ao assassino.


"Quantas vidas não teriam sido poupadas se esse projeto tivesse sido aprovado

assim que ele nasceu!?", desabafou hoje o senador em entrevista à televisão.


Bem diz a Filosofia Espírita: "Muito mais importante que punir o criminoso é

eliminar o mal".


Nair Lúcia de Britto.



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sexta-feira, 26 de março de 2010

Recall: pior sem ele!

A recente onda de recalls de empresas montadoras do ramo automobilístico me fez lembrar do filme O Julgamento Final (Class Action, EUA, 1991).
No filme, um advogado, interpretado pelo magnífico Gene Hackman, aceita o caso de um homem que perdeu a família, os braços e as pernas num acidente automobilístico, e deseja acionar o fabricante do carro.

A causa, em princípio, poderia não ter maiores desdobramentos, mas as circunstâncias do acidente convenceram o advogado de que ali havia, literalmente, fumus boni iuris (fumaça do bom direito), pois, sem nenhum motivo aparente ou causa agravante, o carro se incendiara, sem dar chance de fuga aos seus ocupantes. Além disso, casos similares já haviam sido documentados sobre aquele mesmo modelo de veículo.
O maior problema do advogado, no entanto, estava no fato de sua filha atuar no escritório de advocacia que representava a montadora. A competentíssima jovem nutria terrível rancor pelo pai, que considerava culpado pela infelicidade e morte da mãe.

Isso, no entanto, não a impediu de perceber que havia, de fato, algo errado na postura do fabricante. Os depoimentos e laudos só contribuíram para aumentar sua desconfiança, o que a colocava constantemente em choque com questões de ética profissional.
Num determinado momento, após pressionar a empresa, esta esclareceu, a contragosto:
O modelo em questão era um sucesso de vendas, com dezenas de milhares de unidades vendidas ao longo de mais de dez anos, em várias versões. De fato, havia um problema no veículo, que só foi identificado depois de vários anos: um fio do sistema elétrico roçava no tanque de combustível e o atrito, como o tempo, desgastava o isolamento. Nestas condições, poderiam ocorrer faíscas elétricas, o que potencializava explosões e incêndios. O problema fora corrigido nos novos modelos.
Mas, e quanto aos anteriores?

O estarrecedor foi que, em resposta a esse questionamento, um dos executivos da empresa alegou que haviam pensado nisso, mas eram muitas unidades. Na época, eles fizeram um cálculo atuarial, para comparar os custos do recall, inclusive quanto a prejuízos de imagem que ele acarretaria, em relação a eventuais indenizações, em caso de sinistros. A conclusão foi de que, para a empresa, era preferível arcar com os custos das indenizações, caso perdessem as ações.
O filme teve um final feliz, o que nem sempre ocorre na vida real.
Transportando essa ficção para a realidade atual, a necessidade de recalls denota, sem dúvida, problemas de controle de qualidade nas linhas de produção, o que pode arranhar a imagem das empresas. O desconforto do proprietário também existe, pois ficará inseguro e isso talvez influencie sua tomada de decisão numa futura troca de veículo.

Mas, imaginem se não houvesse o recall, como no filme?
É certo que muitos deles ocorrem depois de acidentes que poderiam ser evitados, se o fabricante já tivesse conhecimento de anomalias. E é praticamente impossível que elas não ocorram em ao menos um lote dos milhares de componentes de um automóvel ou outro produto. Assumir publicamente uma falha e fazer um recall é, portanto, uma demonstração de preocupação com o consumidor. É óbvio que há prejuízos financeiros e de marketing, mas os patrimônios e vidas assim poupados são inestimáveis.
Fica daí, então, uma certeza quase proverbial:
Recall: ruim com ele, muito, muito pior sem ele!

 
Adilson Luiz Gonçalves
Mestre em Educação
Escritor, Engenheiro, Professor Universitário e Compositor

CEDECA RJ lança cartilha de educação política para adolescentes com participação do cientista político Jairo Nicolau

  Publicação “Quem cuida… da minha cidade? do meu estado? do meu país?” explica, em linguagem acessível, o funcionamento dos cargos político...