sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
PROJETO DE LEITURA_18 À 24 DE JANEIRO_CARREFOUR PAROLIN
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Sindicato dos Jornalistas de São Paulo promove curso de Assessoria de Imprensa e Media Training
O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo realiza a partir de 23 de fevereiro, durante três terças às quintas-feiras, o curso "Assessoria de Imprensa e Media Training", dirigido a jornalistas e estudantes da área. O curso será ministrado pelo jornalista Gilberto Lorenzon, professor da Pós-Graduação da Uninove e Senac e que lecionou na Cásper Líbero.
Segundo o Sindicato, o curso confere vantagens imediatas aos participantes, tanto em empregabilidade, quanto em enriquecimento curricular. Em curto período, os participantes trocam poucas horas de investimentos por um bem permanente, ou seja, o aperfeiçoamento profissional.
Gilberto Lorenzon foi assessor de imprensa da Cia. de Engenharia de Tráfego e da CPTM, do governo do Estado de São Paulo. É, com Alberto Mawakdiye, autor do "Manual de Assessoria de Imprensa", pela Editora Mantiqueira.
Serviço
Assessoria de Imprensa e Media Training
Período: 23, 24, 25 de fevereiro, 02, 03, 04 e 09, 10 e 11de março, terça à quinta-feira, das 19h30 às 22h30.
Local: Ação Educativa - Rua General Jardim, 660 (a 15 minutos do metrô Santa Cecília, próximo ao Mackenzie).
Inscrições: (11) 3217-6299 ramal 6233, das 12h00 às 18h00, com Marlene ou Fábio, ou pelo e-mail cursos@sjsp.org.br
Investimento: R$ 240,00 e R$ 320,00 - condições de pagamento e programa: www.sjsp.org.br
Certificado: Expedido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo
Encontro de teorias tradicionais gera inovação em treinamentos corporativos
(*) Por Daniel Spinelli
Dar sequência ao conhecimento adquirido em treinamentos experienciais, dando a eles objetivo e aplicabilidade no dia a dia. Esse pode ser considerado um dos maiores desafios de um treinamento empresarial. Enquanto algumas organizações estão saturadas pelos treinamentos em sala de aula, outras estão decepcionadas com a falta de resultado prático, risco que correm ao contratar aleatoriamente treinamentos experienciais. Sejam eles compostos por dinâmicas realizadas ao ar livre ou associados a atividades diferenciadas, como o turismo de aventura, é fundamental que uma equipe de facilitadores esteja apta a conduzir os par ticipantes por um processo de aprendizagem efetiva para que este cumpra seu papel e que não reste somente a sensação de se ter passado um ótimo dia fazendo coisas diferentes na companhia de colegas de trabalho.
Para potencializar os resultados de treinamentos comportamentais aplicáveis no ambiente organizacional é que surge a união de dois conceitos consagrados: Analise Transacional e Educação Experiencial. Ao propor um novo ciclo de aprendizagem onde estas duas metodologias possam ser utilizadas conjuntamente, os treinamentos ao ar livre ganham uma nova propulsão, pois há a oportunidade de o participante compreender melhor seu próprio processo de aprendizagem, uma vez que participa dele ativamente e de forma mais consciente. Esta fusão está começando a ser aplicada em treinamentos empresariais, em especial de liderança e fortalecimento de equipes, com um bom nível de sucesso.
A visão de educação corporativa do treinamento que une as teorias Transacional e Experiencial é de que a educação tem como objetivo a formação do caráter, cujo resultado é forjado fora da sala de aula, momento em que as pessoas estão livres da maioria dos sentimentos que as rondam em seu dia a dia e por isso mais abertas a receberem novos conceitos e receptivas a auto-percepção e a sugestões de mudança de comportamento.
Como uma oportunidade de perpetuar antigos objetivos e atender novos ideais de desenvolvimento humano, a fusão das metodologias traz novas perspectivas para a tão necessária área de desenvolvimento de pessoas nas empresas. Os principais benefícios são: maior entendimento do participante em relação ao seu processo de desenvolvimento, melhoria dos instrumentos de auto-percepção e de auto-monitoramento, bem como, mais subsídios para o planejamento dos trabalhos. A longo prazo o que se espera de tudo isso são organizações com seres humanos mais conscientes da importância do seu papel para os resultados de si mesmos, do seu grupo, da empresa em que atua e da sociedade.
(*) Daniel Spinelli é diretor da PS Treinamento Empresarial, empresa pioneira na aplicação conjunta das teorias Experiencial e Transacional. Esta fusão tem sido aplicada pela PS Treinamento há cerca de três anos, oferecendo excelentes resultados práticos. Daniel também é consultor de desenvolvimento humano e vice-presidente da ABETA (Associação Brasileira de Empresas de Turismo de Aventura).
www.pstreinamentoempresarial.com.br; daniel@pstreinamentoempresarial.com.br.
Encontro de teorias tradicionais gera inovação em treinamentos corporativos
(*) Por Daniel Spinelli
Dar sequência ao conhecimento adquirido em treinamentos experienciais, dando a eles objetivo e aplicabilidade no dia a dia. Esse pode ser considerado um dos maiores desafios de um treinamento empresarial. Enquanto algumas organizações estão saturadas pelos treinamentos em sala de aula, outras estão decepcionadas com a falta de resultado prático, risco que correm ao contratar aleatoriamente treinamentos experienciais. Sejam eles compostos por dinâmicas realizadas ao ar livre ou associados a atividades diferenciadas, como o turismo de aventura, é fundamental que uma equipe de facilitadores esteja apta a conduzir os par ticipantes por um processo de aprendizagem efetiva para que este cumpra seu papel e que não reste somente a sensação de se ter passado um ótimo dia fazendo coisas diferentes na companhia de colegas de trabalho.
Para potencializar os resultados de treinamentos comportamentais aplicáveis no ambiente organizacional é que surge a união de dois conceitos consagrados: Analise Transacional e Educação Experiencial. Ao propor um novo ciclo de aprendizagem onde estas duas metodologias possam ser utilizadas conjuntamente, os treinamentos ao ar livre ganham uma nova propulsão, pois há a oportunidade de o participante compreender melhor seu próprio processo de aprendizagem, uma vez que participa dele ativamente e de forma mais consciente. Esta fusão está começando a ser aplicada em treinamentos empresariais, em especial de liderança e fortalecimento de equipes, com um bom nível de sucesso.
A visão de educação corporativa do treinamento que une as teorias Transacional e Experiencial é de que a educação tem como objetivo a formação do caráter, cujo resultado é forjado fora da sala de aula, momento em que as pessoas estão livres da maioria dos sentimentos que as rondam em seu dia a dia e por isso mais abertas a receberem novos conceitos e receptivas a auto-percepção e a sugestões de mudança de comportamento.
Como uma oportunidade de perpetuar antigos objetivos e atender novos ideais de desenvolvimento humano, a fusão das metodologias traz novas perspectivas para a tão necessária área de desenvolvimento de pessoas nas empresas. Os principais benefícios são: maior entendimento do participante em relação ao seu processo de desenvolvimento, melhoria dos instrumentos de auto-percepção e de auto-monitoramento, bem como, mais subsídios para o planejamento dos trabalhos. A longo prazo o que se espera de tudo isso são organizações com seres humanos mais conscientes da importância do seu papel para os resultados de si mesmos, do seu grupo, da empresa em que atua e da sociedade.
(*) Daniel Spinelli é diretor da PS Treinamento Empresarial, empresa pioneira na aplicação conjunta das teorias Experiencial e Transacional. Esta fusão tem sido aplicada pela PS Treinamento há cerca de três anos, oferecendo excelentes resultados práticos. Daniel também é consultor de desenvolvimento humano e vice-presidente da ABETA (Associação Brasileira de Empresas de Turismo de Aventura).
www.pstreinamentoempresarial.com.br; daniel@pstreinamentoempresarial.com.br.
Gestores de projetos indígenas se reúnem com instituições de vários setores ...
| Gestores de projetos indígenas se reúnem com instituições de vários setores em seminário de conclusão de curso na UNIR
Nos próximos dias 21 e 22 de janeiro de 2009, no auditório da UNIR Campus de Cacoal, RO, ocorrerá o Seminário Integrador de conclusão do Curso de Formação de Gestores de Projetos Indígenas de Rondônia, Noroeste de Mato Grosso e Sul do Amazonas. O curso foi uma realização em parceria entre a Associação Fórum das Organizações do Povo Paiter Suruí, o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), a Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé e a Universidade Federal de Rondônia (UNIR), que se iniciou em março de 2008 e se encerra nesta semana com 21 cursistas representando 12 povos indígenas e 21 associações da sua região de abrangência. Apoiado pelo componente de fortalecimento institucional dos Projetos Demonstrativos dos Povos Indígenas do Ministério do Meio Ambiente (PDPI/MMA), o curso é uma atividade de extensão da UNIR e os cursistas receberão certificados desta instituição na solenidade de formatura ao final do Seminário Integrador.
O Seminário Integrador conclui o quinto e último módulo de estudos presenciais, intitulado "Lições Aprendidas, Perspectivas dos Gestores de Projetos e Seminário Integrador". Ele tem como objetivo criar uma oportunidade de articulação e contato direto dos futuros gestores de projetos indígenas com representantes de instituições de vários setores que apóiam projetos indígenas – órgãos de governo, fundos públicos e privados, organizações da sociedade civil e programas da cooperação internacional. Na ocasião, os cursistas terão a oportunidade de apresentar e discutir com estes os seus trabalhos na forma de sessões de painéis no segundo dia do seminário. No seminário também serão abordados outros assuntos relacionados ao contexto das pressões e ameaças aos povos e terras indígenas na região de abrangência do curso e à gestão de projetos sociais e de desenvolvimento social por povos indígenas. O seminário se encerrará com a solenidade de certificação dos participantes que tiverem cumprido com suficiência os requisitos estabelecidos.
O Seminário Integrado é focado nos futuros gestores de projetos indígenas que estão concluindo o curso, mas é uma atividade aberta a toda a comunidade de Cacoal e regiões vizinhas.
Serviço: O que: Seminário Integrador de conclusão do Curso de Formação de Gestores de Projetos Indígenas de Rondônia, Sul do Amazonas e Noroeste de Mato Grosso Quando: 21 e 22 de janeiro de 2009, das 08 às 18h. Onde: Auditório da UNIR Cacoal (RO) Com informações de Hênyo Barreto Coordenador Acadêmico do IEB - 061 8151 6300 Marquinho Mota Assessor de Comunicação - Rede FAOR |
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Inovação, palavra de ordem no Século XXI
(Peter Drucker)
Para enfrentar os concorrentes e como medida preventiva, evitando-se assim, a própria degolação, torna-se necessário que, pequenas e médias empresas, além de valorizar seus recursos humanos, invistam cada vez mais nos mesmos, para que estes possam atuar com muita criatividade e inovação, trabalhando em prol da melhoria contínua, propiciando assim, que a empresa não só melhore cada vez mais produtos/serviços, mas, aumente sua produtividade, obtenha maior lucratividade e faça o diferencial no mercado, mantendo-se competitivas, garantindo assim, sua sobrevivência de forma sustentável.
Sabedor de que conhecimento, inovação e criatividade, são 03 pilares imprescindíveis para o desenvolvimento e crescimento de qualquer empresa, uma vez que traz consigo maior produtividade, eficiência e eficácia nas ações, o empreendedor investe cada vez mais, e assim, consegue conquistar o sucesso e não só sobreviver, mas permanecer neste mercado globalizado, onde a competitividade é demasiadamente acirrada.
Uma empresa que não inova estará fadada ao fracasso. A inovação é fator sine-qua-non de sucesso. Através da inovação a empresa tem maior probabilidade de oferecer ao mercado produtos e serviços mais atrativos, destacando-se, sendo líder no que faz , fazendo-se assim o diferencial.
A inovação advém de um pensamento criativo e aparece atrelada a exploração de uma idéia, que resulta no melhoramento de produtos/serviços já existentes e/ou na criação de novos produtos/serviços, muitas vezes, decorrentes do arrocho financeiro que as pequenas e médias empresas vivem, gerando o rebento denominado lucratividade e tendo como resultado, maior produtividade, sobrevivência sustentável, vantagem competitiva e maior permanência no mercado.
Inovar sempre é preciso, pois, diante de tantas dificuldades e entraves existentes na vida da pequena e média empresa, a inovação vem de encontro à sobrevivência e permanência da empresa no mercado, uma vez que além de agregar valor ao produto e /ou serviço, produz um impacto significativo na qualidade, no preço do produto e/ou serviço prestado, bem como na receita da própria empresa, gerando mudança substancial na estrutura de mercado, tornando-se assim, um diferencial competitivo.
Através da inovação as empresas de pequeno e médio porte, realizam novas parcerias, agregam valor aos seus produtos/serviços, ganham mercado, receita e vantagem competitiva de médio e longo prazo, o que propicia à mesma sustentabilidade, neste mercado altamente competitivo.
Criatividade e inovação fazem parte da base de sustentação de qualquer empresa do séc. XXI e requer muita vontade, entusiasmo, dedicação, comprometimento e envolvimento.
A inovação se tornou uma ferramenta indispensável às empresas do século XXI e a ausência de capacidade inovadora, além de constituir um entrave sério na vida de qualquer empresa, compromete a mesma, ditando seus dias de vida no mercado.
20/10/2007
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br
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