segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Todo ser humano merece respeito!
"O trabalhador tem mais necessidade de respeito que de pão."
(Karl Marx)
É fato que todo e qualquer ser humano gosta e precisa ser respeitado. O respeito, além de ser considerado uma valiosa virtude, é essencial para que, nas empresas, possa haver um ambiente cujo clima organizacional seja harmonioso; logo, isto se torna propício à produtividade, caso contrário, a mesma poderá ficar comprometida.
Por natureza, o respeito está atrelado ao comportamento e à atitude. Pensando assim, é preciso lembrar que cada ser humano veio de um “seio” familiar distinto. Cada um tem características peculiares, com valores e princípios diferenciados; portanto, torna-se necessário que cada pessoa faça de seu íntimo uma breve análise, procurando seu autoconhecimento, analisando desta forma as profundezas de seu ser, analisando sua conduta bem como o seu comportamento. Igual atenção deve ser dada às suas atitudes diante de todos, diante da vida, verificando e buscando desta forma, detectar suas falhas e procurando realizar os devidos acertos, tornando-se assim um ser humano cada vez melhor, um novo ser humano.
Isto posto, torna-se de grande importância cuidar de seu comportamento e de sua atitude. É da mesma forma importante quanto cuidar de sua aparência perante o cenário mercadológico, e isto vale para quem deseja sobreviver no mercado de forma perene.
É preciso aprender a respeitar a si próprio, para depois aprender a respeitar o próximo; logo, quem não se respeita, possui grande dificuldade em respeitar o outro.
Sabemos que o respeito é a base para a construção de quaisquer relacionamentos sólidos e equilibrados; portanto, na empresa, é preciso estar atento o tempo todo, procurando sempre respeitar o ambiente interno e externo em que encontramos inseridos, enxergando nossos limites e respeitando o colega de trabalho como um verdadeiro ser humano. É prioritário que também o percebamos como um verdadeiro parceiro, sabendo ouvi-lo, respeitando sempre o seu jeito de ser, dando-lhe a devida atenção, sendo cortês e educado para com todos, sem distinção. Todos merecem o devido respeito, desde o porteiro até a diretoria da empresa. Todos são parceiros e precisam ser respeitados.
Conhecedores da valiosa importância que tem o respeito no mundo dos negócios, um gestor do século XXI deve ter o cuidado de inserir o respeito na cultura organizacional da empresa no qual é responsável, preocupando-se em propagar o zelo pelo mesmo.
Face ao exposto, salientamos a importância de resgatar junto aos seus colaboradores os valores necessários à construção de um ser humano melhor, que muitas vezes encontram-se perdidos no decorrer da caminhada. Tais valores são imprescindíveis para que esse “ser humano” se torne de fato humano, passando assim a não somente valorizar mais o outro, mas a respeitar a si próprio, bem como a respeitar o próximo como deve ser respeitado, tratando-o com dignidade, atenção, educação e respeito.
Vale frisar que o respeito e educação são atributos bastante notáveis nas pessoas de destaque, e no trabalho faz todo um diferencial, já que sua imagem está sempre sendo observada.
É oportuno perceber que a ausência de respeito gera um estresse no ambiente de trabalho, situação essa desnecessária, que unicamente contribui para que ocorra certo desequilíbrio na produtividade, pois o colaborador, quando não se sente respeitado, não respeita os colegas de trabalho e nem a empresa da qual faz parte. Da mesma forma ele não se dedica, não se empenha, não faz “aliança” com a empresa em que está inserido, não executa suas funções de forma a compartilhar idéias em equipe, e de certa forma não se compromete com suas atividades, atribuições e/ou funções, podendo causar futuros transtornos dentro da organização da qual faz parte.
De outro lado, quando se tem respeito, o ambiente de trabalho fica harmonioso e alegre, prevalecendo a transparência, a sinceridade e a verdade entre os componentes; assim, além de facilitar todo o processo de trabalho em equipe, os colaboradores sentem que fazem parte de todo o processo, sentindo-se valorizados e satisfeitos. Quando criamos em cada departamento esse clima favorável, temos o comprometimento e o envolvimento cada vez mais com as atividades, tendo cada “parceiro” sua natural iniciativa e seu conseqüente engajamento num trabalho em prol da busca incessante por resultados e, por conseguinte, maior produtividade.
Por fim, é preciso conscientizar que a empresa é composta por seres humanos, que devem não somente compartilhar, mas somar idéias, ideais, valores, princípios, conhecimentos, habilidades, talentos e compromissos, caso contrário, estará em pouco tempo fadada ao fracasso; portanto, verifica-se que é de suma importância a empresa zelar pela agregação de todos esses valores.
11/08/2008
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC- Vale do Aço.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.
Fantasmas batem a minha porta
ppadua@navinet.com.br
Recebo um e-mail de uma leitora que me pergunta, um tanto assustada, se o “Sete Orelhas”, para alguns um facínora mais cruel que Lampeão, citado por mim num texto recente, seria um dos descendentes de sua família...
Em outra oportunidade uma bonita mulher quer que lhe narre fatos do passado que envolvem sua família...
Aviso a todos que não sou historiador e não passo de um escrevinhador de meia tigela...
A primeira vez que tomei conhecimento que história não era apenas debruçar no passado e decorar datas e nomes foi antes de 1964, quando meu amigo José Márcio Carvalho (Tenório) me apresentou os trabalhos de Nélson Werneck Sodré, cuja originalidade foi ter unido a carreira militar, na qual chegou a general-de-brigada, à formação como sociólogo e historiador de orientação marxista e que de uma forma realística, para muitos jocosa, revisitava fatos e personagens do passado, que eram exaltados nos compêndios escolares.
Mais tarde, no Colégio Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais passávamos horas a dissecar acontecimentos de antanho, com a preocupação de dissecá-los sobre uma ótica em que as fontes orais não deviam ser utilizadas isoladamente, mas complementadas por outras fontes, preocupações do cenário socioeconômico, etc.
Mas, e afinal de contas, lembranças do passado, como ficam?
Padre Sérgio, sacerdote, guru e outras “coisitas más”, nos anos 60, entregava aos deprimidos que o procuravam no Colégio Aparecida de Lavras, uma receita de autoestima, numa tirinha de papel, com sua própria caligrafia.
Até pouco tempo guardava a minha, que dizia: “O passado passou. Vivo o presente alegre e satisfeito. O futuro a Deus pertence.”.
Enfrentar o dia a dia, ultrapassar as barreiras que surgem a cada momento da nossa vida, não se entregar ao pessimismo e nem ao desespero, era o maior conselho implícito.
E acreditem, funcionava melhor do que qualquer antidepressivo!
Faria apenas um acréscimo no que tange ao futuro, pois ele não só a Deus pertence como depende fundamentalmente de nossas ações e da nossa determinação.
Sendo assim nos debruçamos nos tempos idos como exemplo das atitudes boas e ruins que podemos tomar como exemplo.
Já foi dito, com muita propriedade, da dificuldade de criarmos qualquer obra artística, a partir do nada.
Agora mesmo trabalho no texto de um romance que junta fantasmas que batem a minha porta, fazem minha noites serem mal dormidas e me atazanam a todo momento.
Muitos reconhecerão familiares seus na trama que engendrei e que na verdade fazem parte do nosso inconsciente coletivo.
Mas, pensar no que já passou não faz mal a ninguém...
Como gostar de futebol sem lembrar dos craques de antigamente?
Discutir política de hoje desconhecendo a de ontem?
Admirar as belas mulheres de hoje sem lembrar dos brotinhos de um tempo que já se foi?
Felizmente para meus trabalhos guardo um repositório de histórias, desde dramas comezinhos até grandes epopéias domésticas.
Confesso aos leitores que ando com uma lente a tiracolo pesquisando fatos e personalidades para usá-las em meus textos.
E não me esqueço nunca de uma frase do sempre atual Albert Einstein, que diz: "A distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente”.
A difícil arte de escrever
O indivíduo pode ser extrovertido, carismático, ter um excelente “marketing” pessoal, mas se não souber transcrever suas ideias, o alcance das mesmas será limitado aos que o vêem ou ouvem.
Os antigos primeiro usaram a voz, depois desenharam, em seguida associaram sons a símbolos e, assim, surgiu a escrita. A “Babel” das distâncias fez surgir múltiplos idiomas. O estabelecimento de regras e a expansão das culturas os difundiram. Com isso, saber ler e escrever passou a ser imprescindível para a aprendizagem e o congraçamento entre os povos.
Mas, nesse universo da expressão, nem tudo é dito claramente, tanto que novos “dialetos” são criados a cada dia, com os mais diversos objetivos: no campo estratégico existe a criptografia; a Internet também tem os seus, corruptelas dos idiomas de cada país. Os sinais de fumaça e luz, os tambores, certos toques físicos também servem para comunicar. O código Morse, a Libras e o Braille também são exemplos elaborados e difusos de ferramentas de comunicação.
Para ter acesso a todo esse conhecimento acumulado pela civilização ou, simplesmente, para intercomunicar, basta ao indivíduo aprender esses códigos gráficos.
No caso idiomático e da formação básica em ciências, nos dias de hoje isso ocorre, normalmente, ao longo da formação acadêmica do indivíduo. No Brasil, isso inclui, basicamente, os Ensinos: Fundamental e Médio.
Na etapa seguinte, o Ensino Superior, espera-se que o aluno saiba expressar-se adequada e logicamente nas formas escrita e verbal, e que saiba ler e compreender um texto, para que seja dada continuidade à sua formação. Mas o que se vê frequentemente é uma sensível dificuldade nesses âmbitos. Os textos produzidos carecem de pontuação, as frases são desconexas, incoerentes; a grafia das palavras é incorreta, as expressões matemáticas são mal apresentadas, as unidades de medidas são incoerentes e por aí vai... As “pérolas” do ENEM nos fazem rir, mas são tristes sinais.
Será que não estão ensinando? Será que não estão aprendendo?
No entanto, os mesmos alunos que se expressam mal na linguagem formal são extremamente fluentes e objetivos nos “dialetos” verbais ou digitais. Nesse ambiente, eles lêem e escrevem com desenvoltura!
Qual o motivo, ou motivos, deles não o fazerem com a mesma desenvoltura na linguagem formal?
A postura do professor, nesse sentido, é fundamental!
Inicialmente, é preciso realizar que saber muito não implica ensinar bem, e que comportamento arrogante, esnobe ou extremamente rigoroso, tende a criar barreiras, em vez de ajudar a transpô-las.
O grande desafio dos professores talvez esteja não em ensinar os currículos, mas em fazê-lo de forma dinâmica e prazerosa. Os contextos devem ser considerados, a aprendizagem deve ter sentido, opções devem ser apresentadas e o professor deve ser qual uma ponte. Além disso, ele deve estar disposto a ensinar, mas, igualmente, a aprender, inclusive com suas próprias experiências e dos alunos!
O incentivo à leitura é outro caminho, pois a leitura de bons textos contribui para fixação de formas adequadas de expressão escrita. A produção individual e coletiva de textos, manuscrita e em meio digital, também é útil. Mas existem os currículos e as leituras obrigatórias...
Como conciliar o exigido e o prazeroso? Bem, esse é o desafio do professor. Mas ele não pode nem deve estar estático ou sozinho nesse processo.
A criatividade, a reflexão e a formação continuada sempre devem estar presentes. Afinal, quem ensina não pode ter medo de aprender.
O governo e a sociedade devem estar atentos a esse processo, fundamental para assegurar o desenvolvimento nacional. Isso inclui não apenas a questão das políticas educacionais e a participação ativa dos pais, mas, também, especial atenção com o que os meios de comunicação oferecem.
Não se trata de censurar músicas e programas de baixa qualidade ou gosto duvidoso, mas de oferecer opções culturais em larga escala, para todas as faixas etárias, pois a aprendizagem acontece de forma contínua, não apenas no âmbito acadêmico.
As questões da saúde e da segurança, dentro e fora das escolas, também precisam ser tratadas de forma adequada, pois a “escola da vida” também precisa melhorar!
“Popular” precisa deixar de ser sinônimo de subdesenvolvimento intelectual, que às vezes é estimulado por elites arrogantes e insensíveis, que querem o povo ignorante para reinar! Tampouco pode ser um arreio, que a falta de mobilidade social faz alguns colocarem em si próprios.
Formar analfabetos funcionais não resolve: é preciso que a aprendizagem transforme vidas para melhor!
Dificuldades existem sempre que um caminho é iniciado. É assim para andar, falar, ler, escrever, em suma, para viver!
Assim, pais não devem desistir dos filhos; nem professores, dos alunos ou de si mesmos; nem o país, de seus cidadãos: professores e alunos, que todos sempre seremos!
Adilson Luiz Gonçalves
Mestre em Educação
Escritor, Engenheiro, Professor Universitário (UNISANTOS e UNISANTA) e Compositor
Home page: www.algbr.hpg.com.br
Músicas: br.youtube.com/adilson59
adilson@unisantos.br – prof_adilson_luiz@yahoo.com.br
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
SUCESSO EM TODAS AS ATIVIDADES DO SEU DIA!
SUCESSO EM TODAS AS ATIVIDADES DO SEU DIA!
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Museu do Futebol inaugura a exposição "Ora, Bolas! O Futebol Pelo Mundo"
Museu do Futebol inaugura a exposição "Ora, Bolas! O Futebol Pelo Mundo"
Mostra inédita leva ao público mais de 50 imagens de registros do futebol ao redor do mundo. Vídeos e uma vitrine com bolas oficiais das Copas desde 1970 completam a exibição.
No dia 05/12, o Museu do Futebol instituição do Governo do Estado de São Paulo, localizado no Estádio do Pacaembu inaugura a mostra "Ora, Bolas! O Futebol Pelo Mundo". Com patrocínio da adidas, a exposição traz 51 fotos que mostram como um jogo de futebol pode ser improvisado em plena Muralha da China ou em um mosteiro budista em Mianmar.
Das imagens reunidas, 37 são do fotógrafo Caio Vilela, que pela primeira vez terá suas fotos expostas. As outras fazem parte das coleções editoriais e criativas da Getty Images Brasil, uma das mais respeitadas agências de criação e distribuição de conteúdo visual e multimídia. A mostra conta também com o apoio da Epson do Brasil para a impressão das fotos e fornecimento dos projetores utilizados na exposição.
Vídeos e textos levam aos visitantes informações e curiosidades sobre o futebol jogado em 24 países, como Iemên, Suazilândia, Camboja, entre outros. Quem for à exposição também terá a oportunidade de conferir uma vitrine com os modelos das 11 bolas, fabricadas pela adidas, das Copas do Mundo de 1970 até 2010.
As imagens retratam como a paixão pelo futebol é capaz de unir diferentes povos. "Não é difícil entender por que o futebol é um fenômeno mundial", diz Caio Vilela. "Jogar ou assistir, xingar ou aplaudir, brilhar ou trapacear. Há várias formas de participar", completa.
Caio começou a registrar o futebol de rua há cinco anos, durante suas viagens como jornalista da área de turismo. Durante esse tempo, flagrou curiosidades do esporte pelos cinco continentes. Suas fotos foram publicadas no livro "Futebol sem Fronteiras" (Panda Books), e tem seu lançamento marcado para o mesmo dia da abertura da mostra.
Para completar a mostra, a artista convidada Regina Silveira terá sua obra "O Jogador" (1981) exposta ao público. Professora da ECA-USP, a artista é conhecida desde a década de 1980 por obras que exploram perspectivas e sombras a partir do uso de diversos materiais.
A exposição pretende trazer ao visitante a cultura e os costumes de outros países e mostrar como o esporte aproxima as sociedades. A curadoria fica a cargo do jornalista esportivo e apresentador da Espn, Marcelo Duarte e do designer e editor de arte de diversas publicações, Augusto Lins Soares.
CONTRA A PEC DOS PRECATÓRIOS
A PEC 12 se aprovada pela Câmara dos Deputados mudará a forma de pagamento daqueles que têm precatórios (alimentares/trabalhistas e desapropriações) a receber dos Estados e Municípios.
Vamos fazer um grande Manifesto e enviar para a Câmara dos Deputados e Senado o nosso descontentamento e repudia a idéia que tem por objetivo:
- Ofender Direitos Constitucionais garantidos por Cláusula Pétrea, que não pode ser revogada pelo legislador ordinário "não constituinte";
- Confiscar direitos adquiridos na justiça e limitar o pagamento a uma ínfima parte dos seus orçamentos;
- Quebrar a ordem cronológica definida pelo judiciário;
- Utilizar índices de correção das dívidas bem inferiores aqueles praticados pelo mercado;
- E o pior de tudo, criar um leilão ao contrário, que só receberá primeiro aquele que der o maior desconto;
Este Abaixo Assinado engloba não só os cidadãos que vivem, há anos, este terrível problema, (Precatórios Alimentares/Trabalhistas e Desapropriados pelos Estados e Municípios) bem como para aqueles que ainda poderão vir a sofrê-lo, uma vez que você ainda poderá ter um precatório.
precatórios, a chamada PEC do calote......repasse....
entrem no site
www.abaixosassinado.com.br
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
CAMPANHA PLC 122 (HOMOFOBIA)
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