sexta-feira, 25 de junho de 2010

copa 2014

QUE O FUTEBOL SEJA UM ALAVANCADOR DE DESENVOLVIMENTO e não de máfias.
Muito mais razoável seria a FIFA exigir o atrelar de projetos sociais aos estádios que serão construídos (com dinheiro público) do que ficar se atendo a questões como ter ou não fosso desse ou daquele jeito.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Artigo: NÃO SAIA DE PERTO DO SEU CLIENTE

 
 

 

 

 

*Maurício Carmagnani

 

Você já se perguntou desde quando as pessoas fazem questão de divulgar suas idéias? A publicidade, por exemplo, já é um costume social desde a antiguidade. Já fizemos anúncios em tabuletas de argila, papiros, pinturas em paredes e gravações em rochas. Nosso flyers de hoje, ainda que em outro formato, podiam ser facilmente encontrados na antiga Grécia e Roma. Com o crescimento da economia e a evolução da comunicação, a propaganda passou a fazer parte da rotina de todos nós.

 

Cada vez mais, a relação de proximidade entre empresas e consumidores é fator decisivo durante o processo de tomada de decisão. Seja um serviço, ou o mais variado tipo de produto, é preciso fazer com que as pessoas reconheçam que precisam de algo e, além disso, que apenas a sua marca pode lhe satisfazer.  Por isso, surge a dúvida: como atingir mais de 6,7 bilhões de pessoas em tempos de comunicação instantânea, em que não há fronteiras de tempo ou espaço para a informação?

 

Na antiguidade, por exemplo, gado e alimentos eram o foco dos publicitários daquele tempo. Já no século XVII, livros, enciclopédias e medicamentos estampavam aquilo que daria origem aos jornais modernos. Nos anos 50, hábitos femininos em transformação eram retratados. Hoje, tudo é ou pode ser um objeto da publicidade. Médicos, artistas, a Ciência, governos e governantes, todos querem ser divulgados. A expressão "falem bem ou falem mal, mas falem de mim" nunca foi levada tão a sério.

 

Contudo, há uma superlotação dos meios convencionais de comunicação e os espaços para veiculação de mensagens correm o risco de serem obsoletos na percepção das pessoas. Por isso, o desenvolvimento de novas mídias nunca foi tão desejado por quem quer abrir canais de relacionamento com os públicos de interesse. O mais do mesmo já não acompanha a velocidade com que o mundo e a comunicação se transformam e se atualizam, deixando de dar conta do grande objetivo de uma mensagem publicitária: estimular o indivíduo em prol de determinada ideia.

 

Especialmente para os consumidores das gerações mais novas, interatividade e chances de dialogar com a propaganda são essenciais para o sucesso. Para essa aproximação, é preciso criar alternativas que fujam do usual. Nesse sentido, o merchandising é um ótimo exemplo para se analisar o processo de renovação de práticas já consolidadas.

 

Se antes a veiculação publicitária era feita em meios destinados exclusivamente a tal atividade, hoje já vemos até mesmo produtos que são usados para vender. Quem ainda não recebeu uma caixa de pizza com uma enorme propaganda estampada onde antes havia o telefone da pizzaria pode se preparar. As tradicionais listas telefônicas também ganharam uma nova roupagem.

 

A aproximação cliente/empresa depende cada vez mais da ousadia do anunciante, que não pode mais se submeter somente aos espaços exclusivos para publicidade. Você tem que se perguntar o que faz parte do cotidiano do seu consumidor. Caixas de leite, chaveiros, bonés e cadernos universitários fazem parte dessa rotina? Busque seus próprios espaços e conquiste seu lugar ao sol, de preferência bem ao lado do lugar do seu cliente.

 

*Maurício Carmagnani é diretor da DRT Mídia, empresa especializada no desenvolvimento de novas mídias. Administrador de empresas e MBA em Finanças, pela Thunderbird (The Garvin School of International Management)

 

 

Artigo: NÃO SAIA DE PERTO DO SEU CLIENTE

 
 

 

 

 

*Maurício Carmagnani

 

Você já se perguntou desde quando as pessoas fazem questão de divulgar suas idéias? A publicidade, por exemplo, já é um costume social desde a antiguidade. Já fizemos anúncios em tabuletas de argila, papiros, pinturas em paredes e gravações em rochas. Nosso flyers de hoje, ainda que em outro formato, podiam ser facilmente encontrados na antiga Grécia e Roma. Com o crescimento da economia e a evolução da comunicação, a propaganda passou a fazer parte da rotina de todos nós.

 

Cada vez mais, a relação de proximidade entre empresas e consumidores é fator decisivo durante o processo de tomada de decisão. Seja um serviço, ou o mais variado tipo de produto, é preciso fazer com que as pessoas reconheçam que precisam de algo e, além disso, que apenas a sua marca pode lhe satisfazer.  Por isso, surge a dúvida: como atingir mais de 6,7 bilhões de pessoas em tempos de comunicação instantânea, em que não há fronteiras de tempo ou espaço para a informação?

 

Na antiguidade, por exemplo, gado e alimentos eram o foco dos publicitários daquele tempo. Já no século XVII, livros, enciclopédias e medicamentos estampavam aquilo que daria origem aos jornais modernos. Nos anos 50, hábitos femininos em transformação eram retratados. Hoje, tudo é ou pode ser um objeto da publicidade. Médicos, artistas, a Ciência, governos e governantes, todos querem ser divulgados. A expressão "falem bem ou falem mal, mas falem de mim" nunca foi levada tão a sério.

 

Contudo, há uma superlotação dos meios convencionais de comunicação e os espaços para veiculação de mensagens correm o risco de serem obsoletos na percepção das pessoas. Por isso, o desenvolvimento de novas mídias nunca foi tão desejado por quem quer abrir canais de relacionamento com os públicos de interesse. O mais do mesmo já não acompanha a velocidade com que o mundo e a comunicação se transformam e se atualizam, deixando de dar conta do grande objetivo de uma mensagem publicitária: estimular o indivíduo em prol de determinada ideia.

 

Especialmente para os consumidores das gerações mais novas, interatividade e chances de dialogar com a propaganda são essenciais para o sucesso. Para essa aproximação, é preciso criar alternativas que fujam do usual. Nesse sentido, o merchandising é um ótimo exemplo para se analisar o processo de renovação de práticas já consolidadas.

 

Se antes a veiculação publicitária era feita em meios destinados exclusivamente a tal atividade, hoje já vemos até mesmo produtos que são usados para vender. Quem ainda não recebeu uma caixa de pizza com uma enorme propaganda estampada onde antes havia o telefone da pizzaria pode se preparar. As tradicionais listas telefônicas também ganharam uma nova roupagem.

 

A aproximação cliente/empresa depende cada vez mais da ousadia do anunciante, que não pode mais se submeter somente aos espaços exclusivos para publicidade. Você tem que se perguntar o que faz parte do cotidiano do seu consumidor. Caixas de leite, chaveiros, bonés e cadernos universitários fazem parte dessa rotina? Busque seus próprios espaços e conquiste seu lugar ao sol, de preferência bem ao lado do lugar do seu cliente.

 

*Maurício Carmagnani é diretor da DRT Mídia, empresa especializada no desenvolvimento de novas mídias. Administrador de empresas e MBA em Finanças, pela Thunderbird (The Garvin School of International Management)

 

 

UMA FLOR BRANCA...

A moça veio ao meu encontro e me ofereceu uma flor branca...
-- Estamos fazendo uma passeata pela paz, quer nos ajudar?, ela me perguntou.

Todos que faziam parte da passeata levavam consigo uma flor igual a que ela me ofereceu. A maioria eram alunos de uma Faculdade, onde uma funcionária foi mais uma jovem, vítima da violência... à saída do trabalho.

Quase que diariamente jovens estudantes, homens do comércio e pessoas que trabalham honestamente têm suas vidas interrompidas abruptamente devido aos constantes assaltos.

A violência está se alastrando como uma doença infecciosa sem perspectiva de cura. Os interesses parecem voltados para o desenvolvimento econômico. Mas desenvolvimento econômico sem qualidade de vida não faz sentido...

Cada um de nós pode ajudar cultivando a paz, repudiando qualquer apologia à violência e inspirando-se nos países mais evoluídos culturalmente e não nos mais ricos...

É muito bom ter... Mas quando o ter prejudica o ser, o ter passa a ser uma tragédia social.

Coloquei a flor branca aos pés da Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, pedindo o milagre da paz...


NAIR LÚCIA DE BRITTO

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Artigo: Ocupação tímida nas reitorias

Ocupação tímida nas reitorias

 

Luciana Onusic *

 

         A mulher, desde o século XX, luta pelo seu espaço no mercado de trabalho. E sabemos que isso tem evoluído a cada ano que passa. Em 2009, de acordo com os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 35% das mulheres brasileiras trabalhavam com carteira assinada – porém, número ainda inferior ao dos homens, que é de 43,9%. Outro dado do instituto, no entanto, mais preocupante, é em relação à remuneração: para se ter uma equiparação, o salário das mulheres teria que ter um aumento de 38,3% em relação ao dos homens.

Porém, no ramo da educação, a entrada feminina é alta em todos os cargos – desde professora até diretora –, principalmente em educação básica (infantil, ensino fundamental e médio). Quando chega no ensino superior, o quadro muda. Ainda há muitas mulheres lecionando, mas nos cargos mais altos da hierarquia educacional, como diretoria e reitoria de instituições de ensino, sejam elas públicas ou privadas, a inserção das mulheres é ainda baixa.

Esse quadro pode ser constatado no 2º Encontro Internacional de Reitores Universia, realizado em Guadalajara (México), entre os dias 31 de maio e 1º de junho. Não foram divulgados dados oficiais, mas quem esteve presente pode notar o pequeno número de mulheres que participaram do encontro. Portanto, esse cenário não é apenas um problema tipicamente brasileiro.

O encontro, que reuniu reitores e presidentes de 1.126 instituições de ensino superior de diversas partes do mundo, teve como objetivo debater como melhorar o ensino e aumentar o grau de internacionalização, da responsabilidade e do compromisso econômico e social das faculdades e universidades. Temas como inclusão e coesão social através da educação superior, atividade docente, infraestrutura, inovação, transferência de conhecimento foram abordados nos dois dias de evento.

         O Brasil contou com a representação de mulheres neste último encontro: Laura Laganá, da rede Paula Souza – primeira mulher a ocupar o cargo de reitora nos 40 anos da instituição –; e Maria Célia Pressinatto, reitora do Centro Universitário Barão de Mauá.

         Para o próximo encontro, que será realizado em 2015 no Brasil, esperamos que mais mulheres tenham conseguido se inserir neste mercado – o de educação superior. Se são competentes em níveis de ensino básico, tem tudo para também estarem no topo nas faculdades e universidades.

 

* Luciana Onusic é contadora, mestre e doutora em Administração e diretora executiva da Trevisan Escola de Negócios.

E-mail: luciana.onusic@trevisan.edu.br.

 

Entre Braços e Abraços

A França chegou à Copa de África carregando um pesado fardo, pois a imprensa mundial não perdoou sua classificação pela mão de Thierry Henry!


O curioso é que todos desculparam o gol de Maradona contra a Inglaterra, em 1986...


A única explicação que encontro, nesse caso, é que ninguém perdoa os ingleses pelo título de 1966, que também foi muito parecido com o da Argentina, em 1978. Assim, parece que acharam justo que nuestros hermanos revidassem nas quatro linhas o revés ainda recente da Guerra das Malvinas.


Franceses ou argentinos, não havia muita diferença entre os dois casos, só que é mais fácil ficar ao lado da Irlanda do que a favor da França. No mais, no calor do jogo, bola na mão ou mão na bola sempre pode acontecer e cabe ao árbitro interpretar cada lance. O mesmo vale para as jogadas corpo a corpo e divididas em geral e, nesse âmbito, o jogo Brasil x Costa do Marfim teve um pouco de tudo.


Para começar, não gostei da escalação de arbitragem francesa, afinal, querendo ou não existe uma ligação cultural relativamente forte entre a França e este país africano, que começa com o próprio nome do país Côte d'Ivoire. O desenvolvimento do jogo mostrou que eu não estava de todo errado, pois, principalmente depois do terceiro gol brasileiro, os marfinenses começaram a bater pesado, sem que o árbitro tomasse atitudes mais rígidas. Duas soladas homéricas - uma que tirou o incansável Elano do jogo, de forma alarmante - foram punidas de forma extremamente branda, enquanto Kaká, caçado em campo, foi punido com um amarelo e, depois, numa encenação grotesca do jogador africano, expulso.


Felizmente, já era tarde para uma reação adversária, embora Drogba tenha reduzido.


Por sorte, os franceses também gostam de futebol bonito e, com certeza, o árbitro ficou tão encantado como nós e o público do estádio e mundo inteiro, quando o Fabuloso Luís Fabiano, num lance espetacular, usou a cabeça, dois chapéus, os braços - duas vezes - e toda categoria que Deus lhe deu para marcar um golaço. Ninguém no mundo teria anulado aquela jogada. Seria um pecado mortal!


Ok, seo juiz: ta perdoado por expulsar o Kaká!


Além disso, o Dunga já deveria tê-lo tirado depois do cartão amarelo. Mas isso também não tem problema, pois, já o Brasil já está classificado, Kaká está melhorando tecnicamente, o time está subindo de produção, Nilmar pode entrar no próximo jogo, dando tempo para o camisa 10 evoluir fisicamente e voltar zerado para a próxima fase.


Para tudo dá-se um jeito!


O resultado foi justo e mostrou as duas apostas de Dunga dando resultado, com Kaká tendo sido decisivo e Luís Fabiano marcando dois. Elano marcou mais um, numa belíssima antecipação, antes de ser covardemente solado por um marfinense. Deus queira que ele se recupere rapidamente, pois ele precisa e merece ser titular desse time.


A defesa brasileira continua firme, com um Lúcio que não cansa de nos impressionar e um Júlio César que saiu muito bem, quando preciso, e não teve culpa no gol.


Resumo da ópera: estamos classificados e mostrando um futebol convincente no segundo tempo. Até Felipe Melo não comprometeu!


Bem, agora é esperar o jogo contra o Portugal para tentar consolidar a liderança do grupo.


Estamos fazendo a lição de casa, mas ainda precisamos estudar mais para, na técnica, na garra e, até, no braço, gritar gol e sair para o abraço!


Vamos nessa Brasil!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Filme traz Pelé de volta aos gramados

 

 

 

Filme “1284”

O filme “1284” mostra Pelé, aos 70 anos, correndo atrás de mais um sonho: fazer o último gol da carreira com a camisa canarinho. Afinal, o craque brasileiro marcou seu último gol, até então, pelo New York Cosmos, contra o Santos, em 1977, no Giants Stadium, nos Estados Unidos. De volta aos gramados, entre os jogadores da Seleção, com a equipe e a torcida brasileira em delírio, o Rei vestindo a camisa 10 parte para a bola, no clássico Brasil x Argentina. Narradores e jornalistas do mundo todo estão no estádio para acompanhar a partida.

 

No primeiro tempo, com a marcação cerrada, várias chances de gol são desperdiçadas. Os argentinos não aliviam e ainda fazem uma falta dura em Pelé, que ameaça parar. Incentivado por Carlos Alberto Torres, capitão da Seleção Brasileira na Copa de 70, o craque retorna para o segundo tempo.

 

Quando começa a demonstrar cansaço, o jogador confirma que quem é Rei nunca perde a majestade.  Recebe uma bola, ainda próximo ao meio de campo, acredita e vai com muita raça e determinação rumo ao gol e chuta.  O trajeto da bola é lento, mas, seu destino é certo: Pelé marca seu último gol pela Seleção, e repete algumas das cenas consagradas na história do futebol mundial, incluindo o  tradicional soco no ar.  O encerramento fica por conta do letreiro “Ele fez 1.283 gols por nós. Ele merecia que a gente fizesse esse por ele. Obrigado, Pelé”.

 

Com sete minutos de duração, “1284” foi rodado no Estádio do Morumbi em São Paulo. De acordo com Marco Versolato, vice-presidente de criação da Y&R, o maior desafio foi reproduzir a realidade com todos os seus detalhes. “Mesmo sendo uma ficção, procuramos produzir uma partida como se fosse uma história real. E, Pelé aos 70 anos contra a Argentina, não seria nada fácil”, comenta.  A produção contou com uma estrutura cinematográfica de 250 profissionais e mais de 500 pessoas no elenco. Também foram escalados alguns jogadores profissionais e vários ícones do esporte e do jornalismo brasileiro como Rivellino, Carlos Alberto Torres, Orlando Duarte e Osmar de Oliveira -, que sempre acompanharam a carreira de Pelé.

 

 A criação do curta-metragem é de Alexandre Vilela (Xã), Felipe Gall e Marco Versolato, que também assinam a direção de criação. A produção é da O2 Filmes, com direção de cena de Luciano Moura e Nando Olival e produção executiva do cineasta Fernando Meireles, um dos sócios da produtora.

 

O filme conta com exibição exclusiva na internet, no link  http://www.youtube.com/watch?v=GYpf1tVJLOg&feature=channel ou na página www.euvivoaselecao.com.br .

 

 

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

  Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a  Embrapa  marca presença n...