quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Inovação, palavra de ordem no Século XXI
“A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo”.
(Peter Drucker)
Para enfrentar os concorrentes e como medida preventiva, evitando-se assim, a própria degolação, torna-se necessário que, pequenas e médias empresas, além de valorizar seus recursos humanos, invistam cada vez mais nos mesmos, para que estes possam atuar com muita criatividade e inovação, trabalhando em prol da melhoria contínua, propiciando assim, que a empresa não só melhore cada vez mais produtos/serviços, mas, aumente sua produtividade, obtenha maior lucratividade e faça o diferencial no mercado, mantendo-se competitivas, garantindo assim, sua sobrevivência de forma sustentável.
Sabedor de que conhecimento, inovação e criatividade, são 03 pilares imprescindíveis para o desenvolvimento e crescimento de qualquer empresa, uma vez que traz consigo maior produtividade, eficiência e eficácia nas ações, o empreendedor investe cada vez mais, e assim, consegue conquistar o sucesso e não só sobreviver, mas permanecer neste mercado globalizado, onde a competitividade é demasiadamente acirrada.
Uma empresa que não inova estará fadada ao fracasso. A inovação é fator sine-qua-non de sucesso. Através da inovação a empresa tem maior probabilidade de oferecer ao mercado produtos e serviços mais atrativos, destacando-se, sendo líder no que faz , fazendo-se assim o diferencial.
A inovação advém de um pensamento criativo e aparece atrelada a exploração de uma idéia, que resulta no melhoramento de produtos/serviços já existentes e/ou na criação de novos produtos/serviços, muitas vezes, decorrentes do arrocho financeiro que as pequenas e médias empresas vivem, gerando o rebento denominado lucratividade e tendo como resultado, maior produtividade, sobrevivência sustentável, vantagem competitiva e maior permanência no mercado.
Inovar sempre é preciso, pois, diante de tantas dificuldades e entraves existentes na vida da pequena e média empresa, a inovação vem de encontro à sobrevivência e permanência da empresa no mercado, uma vez que além de agregar valor ao produto e /ou serviço, produz um impacto significativo na qualidade, no preço do produto e/ou serviço prestado, bem como na receita da própria empresa, gerando mudança substancial na estrutura de mercado, tornando-se assim, um diferencial competitivo.
Através da inovação as empresas de pequeno e médio porte, realizam novas parcerias, agregam valor aos seus produtos/serviços, ganham mercado, receita e vantagem competitiva de médio e longo prazo, o que propicia à mesma sustentabilidade, neste mercado altamente competitivo.
Criatividade e inovação fazem parte da base de sustentação de qualquer empresa do séc. XXI e requer muita vontade, entusiasmo, dedicação, comprometimento e envolvimento.
A inovação se tornou uma ferramenta indispensável às empresas do século XXI e a ausência de capacidade inovadora, além de constituir um entrave sério na vida de qualquer empresa, compromete a mesma, ditando seus dias de vida no mercado.
20/10/2007
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br
(Peter Drucker)
Para enfrentar os concorrentes e como medida preventiva, evitando-se assim, a própria degolação, torna-se necessário que, pequenas e médias empresas, além de valorizar seus recursos humanos, invistam cada vez mais nos mesmos, para que estes possam atuar com muita criatividade e inovação, trabalhando em prol da melhoria contínua, propiciando assim, que a empresa não só melhore cada vez mais produtos/serviços, mas, aumente sua produtividade, obtenha maior lucratividade e faça o diferencial no mercado, mantendo-se competitivas, garantindo assim, sua sobrevivência de forma sustentável.
Sabedor de que conhecimento, inovação e criatividade, são 03 pilares imprescindíveis para o desenvolvimento e crescimento de qualquer empresa, uma vez que traz consigo maior produtividade, eficiência e eficácia nas ações, o empreendedor investe cada vez mais, e assim, consegue conquistar o sucesso e não só sobreviver, mas permanecer neste mercado globalizado, onde a competitividade é demasiadamente acirrada.
Uma empresa que não inova estará fadada ao fracasso. A inovação é fator sine-qua-non de sucesso. Através da inovação a empresa tem maior probabilidade de oferecer ao mercado produtos e serviços mais atrativos, destacando-se, sendo líder no que faz , fazendo-se assim o diferencial.
A inovação advém de um pensamento criativo e aparece atrelada a exploração de uma idéia, que resulta no melhoramento de produtos/serviços já existentes e/ou na criação de novos produtos/serviços, muitas vezes, decorrentes do arrocho financeiro que as pequenas e médias empresas vivem, gerando o rebento denominado lucratividade e tendo como resultado, maior produtividade, sobrevivência sustentável, vantagem competitiva e maior permanência no mercado.
Inovar sempre é preciso, pois, diante de tantas dificuldades e entraves existentes na vida da pequena e média empresa, a inovação vem de encontro à sobrevivência e permanência da empresa no mercado, uma vez que além de agregar valor ao produto e /ou serviço, produz um impacto significativo na qualidade, no preço do produto e/ou serviço prestado, bem como na receita da própria empresa, gerando mudança substancial na estrutura de mercado, tornando-se assim, um diferencial competitivo.
Através da inovação as empresas de pequeno e médio porte, realizam novas parcerias, agregam valor aos seus produtos/serviços, ganham mercado, receita e vantagem competitiva de médio e longo prazo, o que propicia à mesma sustentabilidade, neste mercado altamente competitivo.
Criatividade e inovação fazem parte da base de sustentação de qualquer empresa do séc. XXI e requer muita vontade, entusiasmo, dedicação, comprometimento e envolvimento.
A inovação se tornou uma ferramenta indispensável às empresas do século XXI e a ausência de capacidade inovadora, além de constituir um entrave sério na vida de qualquer empresa, compromete a mesma, ditando seus dias de vida no mercado.
20/10/2007
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Museu do Futebol - Férias e Exposição Ora, Bolas!
Quem for ao Museu do Futebol nas férias de janeiro poderá se divertir com as atividades especiais para a temporada. As atividades acontecem todas as quintas e também aos finais de semana. Além dos jogos, os visitantes podem conferir a mostra "Ora, Bolas! O Futebol pelo Mundo". Fotos mostram que um jogo de futebol pode ser improvisado em plena Muralha da China, num mosteiro budista em Mianmar ou em um coliseu romano na Tunísia. Das 51 imagens expostas, 37 são do fotógrafo Caio Vilela. As outras fazem parte do acervo editorial da Getty Images. Além das fotos, vídeos e textos levam aos visitantes informações e curiosidades sobre os diversos países representados e o futebol jogado no local. Quem for à exposição também terá a oportunidade de conferir uma vitrine com as 11 bolas usadas nas Copas do Mundo de 1970 até 2010. A curadoria fica a cargo de Marcelo Duarte e Augusto Lins Soares.
Estádio do Pacaembu - Pça. Charles Miller, s/nº, Pacaembu, região central, 3664-3848. Ter. a dom: 10h às 18h (bilheteria até as 17h). Livre. Ingr.: R$ 6 (com meia entrada para estudantes e idosos). Quinta-feira gratuito.
Tristes Anos Novos na “terra dos nambiquaras”
Pedro Coimbra
ppadua@navinet.com.br
A noite de 31 de dezembro de 1988 estava escura e um chuvisco teimava em cair sobre as nossas cabeças.
Estávamos na casa de nossos amigos Aloísio Rodrigues, “o Peça” e sua mulher Solange, conversando e bebericando na comemoração do Ano Novo.
Ao longe o som dos primeiros rojões e a luz dos fogos artifícios.
Foi quando alguém trouxe a notícia de que pelo menos 51 pessoas haviam morrido no naufrágio do barco de turismo Bateau Mouche 4, ocorrido entre 23h45 e 23h55, nas proximidades do morro do Pão de Açúcar, na entrada da baía da Guanabara. Entre os mortos estavam a atriz Yara Amaral e Maria José Teixeira, mulher do ex-ministro do Planejamento Aníbal Teixeira, que conseguiu se salvar. O barco levava entre 137 e 197 passageiros, que assistiriam ao largo da praia de Copacabana, na zona sul do Rio, às comemorações pela passagem do ano.
Por mais que todos tentassem fingir uma nódoa de profunda tristeza caiu sobre os festejos do nosso réveillon.
Vinte e dois anos depois, em nossa casa, curtindo o braço quebrado e operado de minha mulher Eudóxia, acesso a internet e tomo conhecimento de que a cidade de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, estava a mercê de grandes deslizamentos de terra, com 52 mortes. Do total, 31 corpos foram encontrados na praia do Bananal, na Ilha Grande, e outros 21 no morro da Carioca, no centro.
Logo a seguir a mídia informa que a prefeitura de São Luiz do Paraitinga, a 182 quilômetros de São Paulo, havia decretado estado de calamidade pública depois de mais de 2 mil pessoas da cidade ficarem desabrigadas, diante de uma grande inundação.do rio Paraitinga que subiu dez metros. O comércio e cerca de 500 casas do centro histórico foram atingidas pela água.
Pelas cabeças de todas nós a pergunta constante é por quê estas tragédias ocorrem logo no Ano Novo, época que acumulam tantas esperanças de todos nós.
Lembramos aqui um pensamento, quase uma certeza, do filosofo e matemático Blaise Pascal, morto aos 39 anos de idade, que criou a base da Teoria das Probabilidades: “A única verdadeira grandeza do homem reside na consciência de seus limites e de suas fraquezas".
É certo que o mundo enfrenta problemas climáticos, fruto em grande parte do aquecimento global, mas meu pai já me dizia que o clima no planeta Terra era sempre instável e ciclíco.
Ou ainda, que em tempo de chuva, todo sinal é de chuva...
Procurando culpados por esses acontecimentos na “terra dos nambiquaras” reforçamos o nosso conhecimento de que a grande maioia da classe política é despreparada e corrupta, a administração pública pesada, onerosa e ineficiente, e que temos como regra geral correr riscos, menosprezando a força da Natureza quando desenvolvemos nossos povoamentos a beira de mares e rios. E que somos, em geral, omissos com relação a esses problemas, com os “nambiquaras” falando uma língua absolutamente estranhas para nós.
Fora desses argumentos lógicos só nos resta o consolo de apelar para os conhecimentos espirituais de que tais tragédias são necessárias ao aprimoramento dos espíritos.
Principalmente dos “nambiquaras-mór”...
ppadua@navinet.com.br
A noite de 31 de dezembro de 1988 estava escura e um chuvisco teimava em cair sobre as nossas cabeças.
Estávamos na casa de nossos amigos Aloísio Rodrigues, “o Peça” e sua mulher Solange, conversando e bebericando na comemoração do Ano Novo.
Ao longe o som dos primeiros rojões e a luz dos fogos artifícios.
Foi quando alguém trouxe a notícia de que pelo menos 51 pessoas haviam morrido no naufrágio do barco de turismo Bateau Mouche 4, ocorrido entre 23h45 e 23h55, nas proximidades do morro do Pão de Açúcar, na entrada da baía da Guanabara. Entre os mortos estavam a atriz Yara Amaral e Maria José Teixeira, mulher do ex-ministro do Planejamento Aníbal Teixeira, que conseguiu se salvar. O barco levava entre 137 e 197 passageiros, que assistiriam ao largo da praia de Copacabana, na zona sul do Rio, às comemorações pela passagem do ano.
Por mais que todos tentassem fingir uma nódoa de profunda tristeza caiu sobre os festejos do nosso réveillon.
Vinte e dois anos depois, em nossa casa, curtindo o braço quebrado e operado de minha mulher Eudóxia, acesso a internet e tomo conhecimento de que a cidade de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, estava a mercê de grandes deslizamentos de terra, com 52 mortes. Do total, 31 corpos foram encontrados na praia do Bananal, na Ilha Grande, e outros 21 no morro da Carioca, no centro.
Logo a seguir a mídia informa que a prefeitura de São Luiz do Paraitinga, a 182 quilômetros de São Paulo, havia decretado estado de calamidade pública depois de mais de 2 mil pessoas da cidade ficarem desabrigadas, diante de uma grande inundação.do rio Paraitinga que subiu dez metros. O comércio e cerca de 500 casas do centro histórico foram atingidas pela água.
Pelas cabeças de todas nós a pergunta constante é por quê estas tragédias ocorrem logo no Ano Novo, época que acumulam tantas esperanças de todos nós.
Lembramos aqui um pensamento, quase uma certeza, do filosofo e matemático Blaise Pascal, morto aos 39 anos de idade, que criou a base da Teoria das Probabilidades: “A única verdadeira grandeza do homem reside na consciência de seus limites e de suas fraquezas".
É certo que o mundo enfrenta problemas climáticos, fruto em grande parte do aquecimento global, mas meu pai já me dizia que o clima no planeta Terra era sempre instável e ciclíco.
Ou ainda, que em tempo de chuva, todo sinal é de chuva...
Procurando culpados por esses acontecimentos na “terra dos nambiquaras” reforçamos o nosso conhecimento de que a grande maioia da classe política é despreparada e corrupta, a administração pública pesada, onerosa e ineficiente, e que temos como regra geral correr riscos, menosprezando a força da Natureza quando desenvolvemos nossos povoamentos a beira de mares e rios. E que somos, em geral, omissos com relação a esses problemas, com os “nambiquaras” falando uma língua absolutamente estranhas para nós.
Fora desses argumentos lógicos só nos resta o consolo de apelar para os conhecimentos espirituais de que tais tragédias são necessárias ao aprimoramento dos espíritos.
Principalmente dos “nambiquaras-mór”...
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
ALQUIMIA DAS ÁGUAS

ESPELHO
Escrever com água
é permitir a fluidez das idéias
que se somam e modificam
o curso das palavras
Escrever com água
é matar a sede
dos que procuram contemplar-se
a si mesmos
Escrever com água
é se adaptar a todos os recipientes
e refletir o que todos sentem
Que mais poderia dizer, poeta, que ainda não saibas? Termino de ler
teu livro, Alquimia das Águas. Termino? Um livro não termina nunca.
Volto então ao primeiro poema. Retorno para beber na fonte, completar
um ciclo e não esquecer: “escrever com água é se adaptar a todos os
recipientes e refletir o que todos sentem”.
Parabéns Hideraldo, poeta! Sei de tua Palavra-Estrela. É luz que não
apaga.
Maria Pereira de Albuquerque
Poeta pernambucana
PARA ADQUIRIR O LIVRO ACESSE:
http://www.artexpressaeditora.com.br/produtos.asp?produto=95
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
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