FILMES DE VIOLÊNCIA SÓ FAZEM MAL... DESLIGUEM A TEVÊ OU MUDEM DE CANAL!... CANTAR, RIR E AMAR ISSO NÃO FAZ MAL MUITA PAZ E ALEGRIA NO DIA DE NATAL!!! Nair lúcia de britto |
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
AOS LEITORES DA REVISTA P@RTES
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
DE OLHO NA TEVÊ
VIOLÊNCIA NA TELEVISÃO
FICO ESTARRECIDA EM VER AS CENAS TERRÍVEIS DE VIOLÊNCIA NOS FILMES QUE PASSAM NA TELEVISÃO.
CENAS DE USO DE DROGAS, DE MATANÇA, DE ÓDIO E DE VINGANÇA.
JÁ NÃO BASTA A SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA QUE ESTAMOS VIVENDO NUMA REALIDADE TÃO CRUEL?
MAS A TELEVISÃO INSISTE EM COLOCAR ESSAS DROGAS DIARIAMENTE NO AR!
UM PRATO CHEIO PARA OS MARGINAIS SE DELICIAREM, TER OUTRAS "BOAS" IDÉIAS PARA ROUBAR E MATAR... OU PARA ESTIMULAR QUEM JÁ TÊM ALGUMA TENDÊNCIA RUIM...
DIVERTIR-SE, ASSISTINDO COM PRAZER ESSAS CENAS DE MALDADE INCRÍVEL É INSALUBRE. OS MÉDICOS PSIQUIATRAS AVISAM, MAS QUEM OS ESCUTA?
NÃO HÁ UM ÚNICO DIA EM QUE NÃO SE VEJA NA TELEVISÃO HOMENS COM ARMADOS DE REVÓLVERES; E ATÉ MULHERES E ADOLESCENTES!...
LEMBRO-ME DE UM POLÍTICO CONSCIENTE QUE AGORA NÃO ME OCORRE O NOME... MAS EU ME LEMBRO MUITO BEM DO SEU EMPENHO EM TIRAR A VIOLÊNCIA DA TELEVISÃO. INFELIZMENTE FICOU FALANDO SOZINHO.
POR INCRÍVEL QUE PAREÇA, AGORA, ATÉ ALGUMAS NOVELAS BRASILEIRAS RESOLVERAM APELAR PARA A VIOLÊNCIA, COM O INTUITO DE CONSEGUIR AUDIÊNCIA E MAIOR LUCRO...
ESPERO QUE ESSA MODA NÃO PEGUE!
ORA!... NÃO É PRECISO ENALTECER A MALDADE PARA OBTER SUCESSO.
SEM QUERER FAZER PROPAGANDA, CITO COMO EXEMPLO AS NOVELAS DA REDE GLOBO QUE SEMPRE FORAM LÍDERES DE AUDIÊNCIA EM TEMAS DE AMOR.
OS SAUDOSOS AUTORES DIAS GOMES, JANET CLAIR E, ATUALMENTE, WALCIR CARRASCO, MANOEL CARLOS E TANTOS OUTROS FIZERAM E FAZEM SUCESSO INCENTIVANDO O "BEM"...
O CANTOR ROBERTO CARLOS É UM REI!
O TRABALHO QUE ELEVA O BEM E LEVA ALEGRIA AO CORAÇÃO DAS PESSOAS É AMOR!
TRABALHAR PREJUDICANDO OS OUTROS É EGOISMO, É ÓDIO...
O AMOR NOS APROXIMA DE DEUS E O ÓDIO NOS AFASTA DELE.
SE EU SAIR NA RUA E PERGUNTAR PARA AS PESSOAS SE ELAS ACREDITAM EM DEUS, A MAIORIA VAI ME RESPONDER QUE SIM.
MAS, ENTÃO, POR QUE TANTAS PESSOAS AGEM COMO SE DEUS NÃO EXISTISSE?
PAZ E AMOR!
NAIR LÚCIA DE BRITTO
Chegou Windows 7. Agora com exibição de redes sem fio. Conheça.
TEXTO FELIZ NATAL E PRESÉPIO PARA COLORIR COM AMOR!
TEXTO FELIZ NATAL E PRESÉPIO PARA COLORIR COM AMOR!
FELIZ NATAL 25 DE DEZEMBRO é uma data comemorativa tradicional do Natal. É uma época dedicada aos ensinamentos de PAZ E AMOR, dos presentinhos e Recompensas pelo bom comportamento. É tempo de adulto lembrar da infância, enquanto já vive o papel de Papai Noel! Ao longe recordações Voam de um tempo, de pessoas, dos brinquedos e das brincadeiras prediletas ... das Delícias e gostosuras especiais ... Só dessa época! O NATAL é maravilhoso! Enquanto o bom velhinho descansa Entre as Cartinhas com pedidos das crianças, Vem a verdade do Presépio, ensinando que a Festa é para o Menino Jesus. Jesus é bom e Capaz de transformar os nossos corações! Por este Senhor, reconheçamos o dia do Natal Como a nossa grande chance para iniciarmos uma nova vida! Em todos os momentos! FELIZ NATAL! Imagens da internet |
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Meu palmeiras vai jogar, junto dele sempre estou
Entrevista de Fernando Razzo Galuppo, autor do livro Alma Palestrina
Cite um jogo inesquecível na trajetória do Palmeiras.
Quais os maiores ídolos da história do clube?
Os meus ídolos palmeirenses que nunca tive o prazer de vê-los jogar, e daria tudo nesta vida para ter este privilégio, são: Heitor, Ministrinho, Lima, Junqueira, Waldemar Fiume, Oberdan Cattani, Dudu e Ademir da Guia. Já aqueles que acompanhei como torcedor no campo são: Velloso (meu primeiro grande ídolo), Careca Bianchesi, Cesar Sampaio, Evair, Edmundo, Zinho, Galeano, Edmundo, Arce, Marcos, Vagner, Valdivia e Kleber.
No processo de elaboração do livro, houve alguma informação sobre o clube que o surpreendeu?
Qual o episódio mais curioso da história do Palmeiras?
Para terminar, o que acha da dobradinha entre futebol e literatura?
| PALMEIRAS MEMÓRIA Autor: FERNANDO RAZZO GALUPPO Gênero: LITERATURA ESPORTIVA Preço: 29,00 Acabamento: CAPA 4 CORES COM VERNIZ LOCALIZADO / MIOLO OFFSET 1x1 Formato: 16 x 23 N° de Páginas: 296 N° de ISBN: 9788573589290 | PALMEIRAS POCKET Autor: FERNANDO RAZZO GALUPPO Gênero: POCKET BOOK ESPORTIVO Preço: 12,90 Acabamento: CAPA 4 CORES COM VERNIZ LOCALIZADO / MIOLO OFFSET 1x1 Formato: 13,5 x 17 N° de Páginas: 104 N° de ISBN: 9788573589283 |
ARTIGO - ESQUEÇAM O QUE EU FIZ - Por Newton Lima Neto
* Newton Lima Neto
Madre Cristina foi uma religiosa doce e corajosa, que teve participação ativa na resistência à ditadura militar. Foi ela que, em 1963, conduziu José Serra, então estudante da Escola Politécnica da USP, à sua primeira disputa política: a Presidência da União Nacional dos Estudantes (UNE). A madre viveu o suficiente para ver seu pupilo voltar do exílio imposto pelo golpe militar de 1964 e brilhar na política nacional, mas não para vê-lo se eleger governador do estado mais rico do país: ela morreu em 1997, aos 81 anos de idade. Madre Cristina se decepcionaria ao ver o ex-líder estudantil mandando a tropa de choque para enfrentar manifestações estudantis na USP, em junho último, numa greve de funcionários da universidade. E ela também teria muita dificuldade de entender a recente decisão do governador tucano, de ignorar uma vontade majoritária da USP e nomear como reitor o segundo mais votado da lista tríplice do Conselho Universitário, o diretor da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, João Grandino Rodas.
Ao contrariar o desejo da maioria, Serra não feriu nenhuma lei, já que o governador não é obrigado a indicar o mais votado pelo Conselho Universitário. Isso posto, convém notar que o tucano quebrou uma tradição que vinha sendo seguida desde que os brasileiros recuperaram o direito de escolher seus governadores pelo voto direto, em 1982, quando foi eleito André Franco Montoro, homem conhecido pela tolerância e de quem, aliás, Serra viria a ser secretário da Fazenda. Antes de Serra, a última vez que um mandatário paulista ignorou solenemente o vencedor da lista tríplice da USP foi em 1981, em plena ditadura, quando o governador biônico (como eram conhecidos os mandatários que não eram eleitos diretamente) Paulo Salim Maluf escolheu como reitor da USP Antônio Hélio Vieira, o quarto entre seis nomes.
Em contraste com seu passado combativo, o governador Serra vem se mostrando pouco afeito ao diálogo com a comunidade universitária. Já em 2007, ele baixou um decreto determinando que os recursos orçamentários das universidades públicas estaduais deveriam ser sujeitos à liberação pela Secretaria Especial de Ensino Superior, controlada pelo próprio governador. Foi uma afronta à autonomia universitária, um status que havia sido arrancado pela ditadura militar e que foi reconquistado a duras penas no processo de redemocratização do país. Como os alunos ocuparam o prédio da Reitoria da USP em protesto, o governador acionou tropas da Polícia Militar para cumprir um mandado de reintegração de posse expedido pela Fazenda Pública. A situação só não se deteriorou porque a reitora Suely Vilela preferiu o caminho da negociação. E ela foi muito criticada por integrantes da entourage do Palácio dos Bandeirantes por não ter permitido que a polícia entrasse no campus.
Se o confronto foi evitado em 2007, em junho deste ano, infelizmente, voltamos a assistir cenas que não víamos desde os tempos dos "anos de chumbo": a tropa de choque da Polícia Militar jogando bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha contra estudantes no campus da USP, que revidavam atirando pedras contra os policiais. Foi por ocasião de uma greve de funcionários que recebeu a adesão dos alunos. A paralisação teve fim depois de 57 dias, com o atendimento parcial das reivindicações dos funcionários. Mas o confronto poderia ter sido evitado se o governador tivesse mostrado mais disposição para o diálogo ou maior habilidade política para enfrentar a crise. É preciso reconhecer que, entre as virtudes de José Serra, não consta a de ser um hábil negociador.
Talvez o governador pudesse aprender com o professor Aloísio Teixeira, reitor da UFRJ. Em 1998, ele foi o mais votado para ocupar o cargo reitor, mas o então ministro da Educação, Paulo Renato hoje secretário de Educação de José Serra , não o indicou para o cargo. Em 2003, Teixeira foi novamente o mais votado e, desta feita, foi nomeado. Encontrou uma universidade em pé de guerra, mas soube pacificá-la sem precisar chamar a polícia. Em 2007, o professor Teixeira foi reeleito com 89% dos votos. Serra também poderia ter a humildade de aprender com o presidente Lula, que procura auscultar a comunidade acadêmica e faz reuniões periódicas com os reitores das universidades federais.
Mas não. Ao preterir o nome que tinha apoio maciço do Conselho Universitário, o do professor Glaucius Oliva, o governador agiu à maneira dos czares da Rússia, que baixavam ucases (decretos sumários) sem considerar os interesses da comunidade. É lamentável que alguém que um dia foi presidente da UNE e que tenha sido obrigado a se exilar pelos militares tenha chegado a esse ponto. É como se Serra dissesse: "esqueçam o que eu fiz". Madre Cristina não merecia mesmo ter um desgosto desses.
(*) Reitor da UFSCar (1992/1996) e prefeito de São Carlos/SP pelo PT (2001/2008)
Todo ser humano merece respeito!
"O trabalhador tem mais necessidade de respeito que de pão."
(Karl Marx)
É fato que todo e qualquer ser humano gosta e precisa ser respeitado. O respeito, além de ser considerado uma valiosa virtude, é essencial para que, nas empresas, possa haver um ambiente cujo clima organizacional seja harmonioso; logo, isto se torna propício à produtividade, caso contrário, a mesma poderá ficar comprometida.
Por natureza, o respeito está atrelado ao comportamento e à atitude. Pensando assim, é preciso lembrar que cada ser humano veio de um “seio” familiar distinto. Cada um tem características peculiares, com valores e princípios diferenciados; portanto, torna-se necessário que cada pessoa faça de seu íntimo uma breve análise, procurando seu autoconhecimento, analisando desta forma as profundezas de seu ser, analisando sua conduta bem como o seu comportamento. Igual atenção deve ser dada às suas atitudes diante de todos, diante da vida, verificando e buscando desta forma, detectar suas falhas e procurando realizar os devidos acertos, tornando-se assim um ser humano cada vez melhor, um novo ser humano.
Isto posto, torna-se de grande importância cuidar de seu comportamento e de sua atitude. É da mesma forma importante quanto cuidar de sua aparência perante o cenário mercadológico, e isto vale para quem deseja sobreviver no mercado de forma perene.
É preciso aprender a respeitar a si próprio, para depois aprender a respeitar o próximo; logo, quem não se respeita, possui grande dificuldade em respeitar o outro.
Sabemos que o respeito é a base para a construção de quaisquer relacionamentos sólidos e equilibrados; portanto, na empresa, é preciso estar atento o tempo todo, procurando sempre respeitar o ambiente interno e externo em que encontramos inseridos, enxergando nossos limites e respeitando o colega de trabalho como um verdadeiro ser humano. É prioritário que também o percebamos como um verdadeiro parceiro, sabendo ouvi-lo, respeitando sempre o seu jeito de ser, dando-lhe a devida atenção, sendo cortês e educado para com todos, sem distinção. Todos merecem o devido respeito, desde o porteiro até a diretoria da empresa. Todos são parceiros e precisam ser respeitados.
Conhecedores da valiosa importância que tem o respeito no mundo dos negócios, um gestor do século XXI deve ter o cuidado de inserir o respeito na cultura organizacional da empresa no qual é responsável, preocupando-se em propagar o zelo pelo mesmo.
Face ao exposto, salientamos a importância de resgatar junto aos seus colaboradores os valores necessários à construção de um ser humano melhor, que muitas vezes encontram-se perdidos no decorrer da caminhada. Tais valores são imprescindíveis para que esse “ser humano” se torne de fato humano, passando assim a não somente valorizar mais o outro, mas a respeitar a si próprio, bem como a respeitar o próximo como deve ser respeitado, tratando-o com dignidade, atenção, educação e respeito.
Vale frisar que o respeito e educação são atributos bastante notáveis nas pessoas de destaque, e no trabalho faz todo um diferencial, já que sua imagem está sempre sendo observada.
É oportuno perceber que a ausência de respeito gera um estresse no ambiente de trabalho, situação essa desnecessária, que unicamente contribui para que ocorra certo desequilíbrio na produtividade, pois o colaborador, quando não se sente respeitado, não respeita os colegas de trabalho e nem a empresa da qual faz parte. Da mesma forma ele não se dedica, não se empenha, não faz “aliança” com a empresa em que está inserido, não executa suas funções de forma a compartilhar idéias em equipe, e de certa forma não se compromete com suas atividades, atribuições e/ou funções, podendo causar futuros transtornos dentro da organização da qual faz parte.
De outro lado, quando se tem respeito, o ambiente de trabalho fica harmonioso e alegre, prevalecendo a transparência, a sinceridade e a verdade entre os componentes; assim, além de facilitar todo o processo de trabalho em equipe, os colaboradores sentem que fazem parte de todo o processo, sentindo-se valorizados e satisfeitos. Quando criamos em cada departamento esse clima favorável, temos o comprometimento e o envolvimento cada vez mais com as atividades, tendo cada “parceiro” sua natural iniciativa e seu conseqüente engajamento num trabalho em prol da busca incessante por resultados e, por conseguinte, maior produtividade.
Por fim, é preciso conscientizar que a empresa é composta por seres humanos, que devem não somente compartilhar, mas somar idéias, ideais, valores, princípios, conhecimentos, habilidades, talentos e compromissos, caso contrário, estará em pouco tempo fadada ao fracasso; portanto, verifica-se que é de suma importância a empresa zelar pela agregação de todos esses valores.
11/08/2008
Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC- Vale do Aço.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.
Fantasmas batem a minha porta
ppadua@navinet.com.br
Recebo um e-mail de uma leitora que me pergunta, um tanto assustada, se o “Sete Orelhas”, para alguns um facínora mais cruel que Lampeão, citado por mim num texto recente, seria um dos descendentes de sua família...
Em outra oportunidade uma bonita mulher quer que lhe narre fatos do passado que envolvem sua família...
Aviso a todos que não sou historiador e não passo de um escrevinhador de meia tigela...
A primeira vez que tomei conhecimento que história não era apenas debruçar no passado e decorar datas e nomes foi antes de 1964, quando meu amigo José Márcio Carvalho (Tenório) me apresentou os trabalhos de Nélson Werneck Sodré, cuja originalidade foi ter unido a carreira militar, na qual chegou a general-de-brigada, à formação como sociólogo e historiador de orientação marxista e que de uma forma realística, para muitos jocosa, revisitava fatos e personagens do passado, que eram exaltados nos compêndios escolares.
Mais tarde, no Colégio Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais passávamos horas a dissecar acontecimentos de antanho, com a preocupação de dissecá-los sobre uma ótica em que as fontes orais não deviam ser utilizadas isoladamente, mas complementadas por outras fontes, preocupações do cenário socioeconômico, etc.
Mas, e afinal de contas, lembranças do passado, como ficam?
Padre Sérgio, sacerdote, guru e outras “coisitas más”, nos anos 60, entregava aos deprimidos que o procuravam no Colégio Aparecida de Lavras, uma receita de autoestima, numa tirinha de papel, com sua própria caligrafia.
Até pouco tempo guardava a minha, que dizia: “O passado passou. Vivo o presente alegre e satisfeito. O futuro a Deus pertence.”.
Enfrentar o dia a dia, ultrapassar as barreiras que surgem a cada momento da nossa vida, não se entregar ao pessimismo e nem ao desespero, era o maior conselho implícito.
E acreditem, funcionava melhor do que qualquer antidepressivo!
Faria apenas um acréscimo no que tange ao futuro, pois ele não só a Deus pertence como depende fundamentalmente de nossas ações e da nossa determinação.
Sendo assim nos debruçamos nos tempos idos como exemplo das atitudes boas e ruins que podemos tomar como exemplo.
Já foi dito, com muita propriedade, da dificuldade de criarmos qualquer obra artística, a partir do nada.
Agora mesmo trabalho no texto de um romance que junta fantasmas que batem a minha porta, fazem minha noites serem mal dormidas e me atazanam a todo momento.
Muitos reconhecerão familiares seus na trama que engendrei e que na verdade fazem parte do nosso inconsciente coletivo.
Mas, pensar no que já passou não faz mal a ninguém...
Como gostar de futebol sem lembrar dos craques de antigamente?
Discutir política de hoje desconhecendo a de ontem?
Admirar as belas mulheres de hoje sem lembrar dos brotinhos de um tempo que já se foi?
Felizmente para meus trabalhos guardo um repositório de histórias, desde dramas comezinhos até grandes epopéias domésticas.
Confesso aos leitores que ando com uma lente a tiracolo pesquisando fatos e personalidades para usá-las em meus textos.
E não me esqueço nunca de uma frase do sempre atual Albert Einstein, que diz: "A distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente”.
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