sábado, 7 de junho de 2014

NATUREZA




Novos escritores: algumas dicas sobre a publicação de livros

Encontrar o melhor meio de publicar um livro pode ser tão importante quanto escrevê-lo. Escritores novatos sofrem de muita angústia ao buscar um meio de publicação daquele livro que lhe custou tantas e tantas horas de trabalho solitário. A imagem que lhes vem à mente é a de ter seus originais sendo lidos e aprovados por editores rigorosos e, consequência disso, um livro publicado e colocado à venda nas vitrines de todas as boas livrarias, resultando daí fama e glamour. Seria bom se isso fosse verdade para todos os escritores, mas fazer sucesso com um livro equivale a uma loteria: ínfimas probabilidades de glória e fortuna. Nossa experiência com muitas centenas de autores nos leva a procurar desmistificar o processo, apresentando aqui algumas informações bem sobre publicação de livros. Basicamente, há três formas de se publicar um livro: editoras convencionais, editoras de autopublicação e plataformas automáticas. A publicação convencional O método convencional é aquele em que a editora arca com todos os custos de publicação e distribuição às livrarias, pagando ao autor percentuais que variam entre 5% e 10% do preço de capa. Editores recebem, diariamente, a média de uma dezena de originais. Há casos em que o número é bem maior. Sejam quantos foram, a decisão de publicar um livro parte, primeiramente, do critério financeiro, porque a publicação de um livro pelo modelo tradicional custa caro. Depois, passa pela adequação ao “momento” do mercado leitor, ou seja, quais são os temas da moda. Política? Autoajuda? Literatura? Só depois que é que o editor vai-se ater ao perfil do autor e à qualidade do livro em si mesma. As editoras brasileiras despejam mensalmente no mercado algo em torno de dois mil novos títulos dos mais variados gêneros. Este número não engloba reedições nem novas tiragens. Nos dois ou três meses que antecedem a Bienal do Livro, o volume mais que dobra. Se considerarmos que cada livro publicado representa uns nove outros rejeitados e, desses todos, incalculáveis originais que sequer foram lidos, não será difícil concluir que as probabilidades de se publicar um livro pelo processo tradicional são muito pequenas. Prós e contras. A vantagem deste método é o autor não ter qualquer custo com a publicação e ter seu livro distribuído em vários pontos de venda. A desvantagem está na dificuldade de ter seu livro aceito para publicação. A autopublicação Autopublicação é o processo em que o autor paga para publicar sua obra. Há várias editoras disputando este mercado. E vários autores consagrados começaram pelo caminho da autopublicação. No geral, as editoras de autopublicação trabalham bastante bem e oferecem rigorosamente todos os serviços das convencionais, indo da revisão de texto até a obtenção de ISBN. Mas, como em todo mercado, há grandes variações de qualidade e preços. Por isso, o autor deve ter atenção redobrada na hora de contratar uma editora. A distribuição também poderá variar, de acordo com os canais escolhidos por cada editora. Esses canais podem não incluir as tradicionais redes livreiras. De todo modo, a distribuição pela Internet, seja em loja da própria editora, do próprio autor ou de terceiros, na prática, dá conta do recado. Prós e contras. Vantagem: certeza da publicação e, a depender da editora, também da distribuição. Além disso, o autor é dono integral da obra, pois não cederá seus direitos a terceiros. E há de se considerar, ainda, a possibilidade de criar, fácil e gratuitamente, uma loja virtual na internet, fazendo vendas diretas a leitores de todo o Brasil e do mundo; nesse caso, a impressão por demanda, de pequenas tiragens, ajuda o autor a manter um estoque regulador de acordo com suas vendas, sem necessidade de imprimir centenas ou milhares de exemplares. Desvantagem: não é grátis. As plataformas de publicação automática Bastante utilizadas nos EUA e Europa, mas ainda engatinhando no Brasil, as chamadas plataformas automáticas são sites onde o autor faz sozinho todo processo de publicação. Cria-se um cadastro gratuito com login e senha, como em qualquer outro site, e tem-se acesso a um tutorial que mostra, passo a passo, como editar e publicar um livro. Assim, o autor envia ao site seu texto escrito no Word, por exemplo. O arquivo será automaticamente ajustado às características previamente escolhidas, como formato do livro (altura X largura) em centímetros, recuo do texto em relação às margens etc. O autor também poderá escolher o tipo de papel e, ainda, cuidar da capa, normalmente feita a partir de modelos padronizados, enviando uma imagem previamente escolhida para isso. Finalmente, poderá ver uma prévia do livro entes de colocá-lo à venda no próprio site. As plataformas mais modernas dos EUA e Europa – e apenas uma aqui do Brasil –, também permitem que o autor determine o preço de venda de seu livro e, com isso, sua margem de lucro, além de poder acompanhar online os resultados de vendas e valores a receber, que serão creditados diretamente em sua conta bancária. Prós e contras. A principal vantagem deste sistema é a gratuidade, além de normalmente se contar com bons papeis e boa impressão. Mas fica a desvantagem de se ter um livro com aspecto muito amadorístico, com defeitos de edição, já que não houve a participação de profissionais do ramo, como revisores, diagramadores, capistas etc. Nasceu um livro de sucesso? Cumpre notar que existe um mito a ser combatido, o de que a editora, seja lá qual for, vai fazer do livro um sucesso. Mas nenhuma editora do mundo, grande ou pequena, “faz” o sucesso do livro. Algumas editoras grandes até têm lá seus departamentos de divulgação, o que aumenta as chances, mas isso ainda não é garantia de nada. Quem faz o sucesso de um livro é o público, somente o público. Daí, pode-se facilmente deduzir que o sucesso de um livro nasce do imponderável, de uma pitada de sorte e, sobretudo, do empenho do próprio autor. Porque, analogamente, pode-se dizer que uma editora é como uma maternidade: ajuda a trazer a criança ao mundo, mas quem a cria são seus pais. É dever do autor, portanto, cuidar da divulgação de sua obra com todo carinho e, principalmente, continuidade obstinada nos esforços de divulgação, seja lá pelos meios que estiverem ao seu alcance. No mercado editorial pode até existir sorte, mas não existe mágica. Assim, seja lá qual for o sistema preferido, cabe ao autor examinar cuidadosamente as opções de publicação e, claro, preparar-se muito bem para a longa jornada que o aguarda, desde a publicação até o sucesso, que, esperamos, venha em breve.

O e-commerce e a educação no Brasil

Por Felipe Morais* Segundo o relatório Webshoppers, do E-Bit, o Brasil passará dos 50 milhões de consumidores online em 2014, o que irá gerar um faturamento acima de R$ 34 bilhões em vendas virtuais. Mesmo assim, a constatação é de que há muito espaço para crescer, tendo em vista que o Brasil passará dos 110 milhões de internautas neste ano. Portanto, existe mercado, mas o que falta são profissionais qualificados para tocar o dia a dia das operações. Em pesquisas com grandes diretores e gestores de e-commerce no país percebemos que existe muita gente com vontade de trabalhar, mas sem qualquer bagagem teórica e prática para crescerem no setor. A sensação é de que o país possui diamantes que precisam ser lapidados. Muitos que trabalham no e-commerce estão no ramo por paixão à Internet e pelo dinamismo, acreditando que campanha de e-mail e marketing e produtos do Google resolveriam os problemas das marcas. Porém, o que temos visto é que apenas boa vontade não é suficiente para crescer. É preciso ter conhecimento e ser diferenciado na área. Por conta disso, cursos de pós-graduação começam a surgir para dar conta dessa demanda cada vez mais crescente. Os mais indicados são aqueles que possuem professores que apresentam novas tendências do mercado. Afinal de contas, o básico muitos já sabem. Mas com profissionais qualificados no corpo docente é possível mostrar o que dá certo através do compartilhamento de experiências e do debate com alunos. As grades curriculares precisam trazer temas que atendam as dúvidas e anseios do próprio comércio eletrônico. É necessário ficar no meio-termo: enquanto metade das aulas expõem problemas, a outra metade discute soluções. Dessa forma, é preciso abandonar o conceito de “aula-palestra”, onde apenas o professor fala e o aluno só ouve. Este método já está ultrapassado, ainda mais em um tema tão dinâmico quanto o varejo virtual. O ideal é buscar cursos com “aulas-consultorias”, onde o docente ensina compartilhando experiência e históricos de sucesso, mostrando ao aluno como resolver problemas diários. Para formarmos excelentes profissionais de e-commerce, os cursos de MBA não devem levar apenas conteúdo aos alunos. É necessário transformá-lo em um verdadeiro gestor capacitado. Assim, ele consegue operar qualquer loja virtual – desde as maiores, com grandes operações, e até mesmo as menores, promovendo o empreendedorismo existente no empresário virtual brasileiro. *Felipe Morais é coordenador do curso MBA de negócios digitais e gestão estratégica de e-commerce da Faculdade Impacta

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Seleta apresenta Cachaça Antônio Rodrigues – Reserva do Coronel

Envelhecida por sete anos em tonéis de carvalho e com embalagem de luxo, a bebida será lançada por Toni Rodrigues durante a APAS 2014 Há algum tempo, a cachaça tem saído do panorama popular para ocupar, respeitosamente, o status de bebida gourmet. Afinal, para se produzir uma cachaça de alta qualidade, é necessário muito know-how, tecnologia e matéria-prima de primeira, além de bastante tempo. Reconhecida pela excelência na fabricação de cachaças desde os anos 1970, quando a Boazinha – eleita este ano como a 3ª melhor cachaça do Brasil – foi produzida pela primeira vez, a Seleta prova mais uma vez que a cachaça, mais que uma bebida genuinamente brasileira, é também uma bebida de classe, elegante e para paladares refinados. Lançamento deste ano, a cachaça Antônio Rodrigues – Reserva do Coronel, batizada em homenagem ao Sr. Toni Rodrigues, proprietário e fundador da Cachaça Seleta, é uma bebida que promete surpreender a todos os amantes de cachaça. Envelhecida por sete anos em tonéis de carvalho, é uma bebida extremamente sofisticada, de aroma perfumado e sabor suave. Trata-se de uma experiência única para o olfato, visão e paladar. Para o lançamento da edição numerada da Cachaça do Coronel, a Seleta firmou parceria com a Owens-Illinois, maior fabricante de embalagens de vidro do mundo, e escolheu uma embalagem CovetTM , linha de garrafas para o segmento de luxo, que já é utilizada por grandes marcas de sucesso no segmento premium ao redor do mundo. CovetTM enaltece e realça a qualidade do produto, expressando o que há de melhor do produto e da embalagem e contribui para impulsionar o posicionamento e diferenciar marcas e produtos. “O design arrojado e customizado que CovetTM oferece se encaixa perfeitamente com a proposta da Cachaça Coronel, que é o de atingir um posicionamento premium no mercado global de destilados”, afirma o diretor comercial da Seleta, Ednilson Machado. A embalagem escolhida pela Seleta foi o modelo Imperial, uma das 15 garrafas de CovetTM Classic. O modelo Imperial trata-se de uma imponente garrafa de visual ousado, com linhas retas que vão se alargando de baixo para cima, cujo design diferenciado se destaca nas prateleiras despertando o interesse do consumidor em conhecer o produto e até mesmo colecionar a garrafa, já que as garrafas de CovetTM da Owens-Illinois podem ser consideradas como verdadeiras obras de arte. A cachaça contempla ainda, um livreto especial que conta a história da Cachaça, de Toni Rodrigues e também traz poemas de autoria de Bule-Bule, escritor, compositor e poeta baiano, que homenageia a história de Toni com versos. Confira uma amostra: Salinas é a Capital Mundial da aguardente Antônio é o Rei da Cachaça E a Bahia ultimamente Abraça Antônio Rodrigues Como um grande irmão da gente Sempre Deus escolhe os seus Para não perder de vista Um nasce pra ser atleta Outro para ser artista Um nasce para correr Outro pra fazer a pista O gênio Antônio Rodrigues Nascido no chão mineiro Veio com duas estrelas E um vigor altaneiro A estrela da bondade E a de ganhar dinheiro Qualidade comprovada O selo de indicação geográfica conquistado por Salinas é certificado pelo INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial – e tem o objetivo de evitar que produtos de outras regiões sejam vendidos como as originais cachaças salinenses, além de garantir a excelente procedência do produto. Com a conquista do selo, a cachaça passou a ganhar valor e parte para uma concorrência mercadológica justa, otimizando a exportação do produto que adquire status e reconhecimento como produto diferenciado. Toni Rodrigues Para muitos, Antônio Rodrigues é tido como uma pessoa folclórica, já para outros, é exemplo de empreendedorismo e superação. Com uma barba comprida e grisalha, chapéu, um galho de arruda atrás da orelha e prosa impagável, Toni costuma circular pela cidade montado em uma de suas amadas mulas, distribuindo dinheiro e risadas. Nascido na própria cidade de Salinas, localizada no nordeste de Minas Gerais, Rodrigues comprava cachaça de outros produtores e as envelhecia para depois vendê-las a granel. Com o tempo, passou a engarrafá-las e adquiriu também uma fábrica com um grande canavial. Depois, se tornou o maior produtor de cachaça artesanal do Brasil, produzindo 1.500.000 litros por ano. Fora da fábrica, Toni Rodrigues gosta de estar em suas fazendas, em meio a seus animais, que não são poucos. Prova de sua excentricidade são as roupas que usa. Para se diferenciar dos outros, costuma vestir fantasias de piloto, marinheiro, ditador etc e às sextas, só veste branco. Mesmo com o império que já construiu, Toni ainda prevê chegar ainda mais longe. “Eu gosto mesmo é de ficar na zona de desconforto, pois essa não me permite parar e deixar de visualizar resultados maiores. Tenho muito a crescer ainda”, declara. Sobre a Seleta A Seleta é produzida em Salinas - MG, conhecida como a capital mundial da bebida. A região abriga as melhores condições climáticas, solo, água e cultivo de canas ideais para a produção da autêntica cachaça artesanal. Como o próprio nome diz, é feita a partir de canas rigorosamente selecionadas. Envelhecida em tonéis de umburana, planta conhecida por suas características curativas e digestivas, a Seleta tem um sabor potente que a torna perfeita e agradável em várias ocasiões. Mais informações: www.cachacaseleta.com.br e

segunda-feira, 26 de maio de 2014

“Ensino médio deve ser plataforma de políticas para a juventude”,

“Ensino médio deve ser plataforma de políticas para a juventude”, diz Alexandre Padilha em seminário sobre educação Neste sábado (24), o coordenador da Caravana Horizonte Paulista, o ex-ministro Alexandre Padilha, discutiu o futuro da educação paulista com estudantes e especialistas São Paulo, maio de 2014 – As escolas públicas do ensino médio no estado de São Paulo devem ser uma plataforma para várias políticas voltadas à juventude, proporcionando cultura, esportes, lazer e saúde num local atraente para os estudantes e com aprendizado efetivo. A avaliação é do coordenador da Caravana Horizonte Paulista, o ex-ministro Alexandre Padilha, que participou de dois seminários sábado passado, na capital, com os temas “Tecnologia, Currículo e Educação” e “Política de Ensino Médio e Juventude: trabalho, Cultura e Ciência”. Padilha fez o comentário ao apontar o ensino médio como uma das três prioridades para a educação no estado de São Paulo. As outras prioridades, diz o coordenador da caravana, são a expansão do ensino técnico e profissionalizante, “valorizando o potencial econômico de cada região do estado”, e a formação do professor. Segundo Padilha, hoje o conteúdo que o estudante recebe no ensino médio não dialoga com a sua realidade. “Tenho andado muito na periferia de São Paulo e tenho visto uma verdadeira ‘tropicália’ cultural, iniciativas que acontecem fora da escola, com jovens produzindo literatura, fazendo música, cultura. Queremos essa realidade dentro da escola, queremos uma escola que seja uma plataforma para várias políticas de juventude, que ele tenha acesso à cultura, esportes, lazer, saúde e tecnologia dentro da escola de ensino médio”. Na sua opinião, iniciativas desse tipo vão atrair e manter o estudante, reduzindo a evasão escolar e proporcionando ganhos de aprendizado. Sobre a expansão do ensino técnico, Padilha avalia ser indispensável levar em consideração as características e o potencial de cada região. “A expansão do ensino técnico tem que estar vinculada ao potencial econômico de cada uma das regiões do nosso Estado, do contrário não é efetiva”. Para a formação dos professores, Padilha afirma pretender montar academias para formação de professores em parceria com as universidades públicas. “Precisamos agir por uma formação do professor com qualidade, uma formação conectada às novas tecnologias, uma formação atraente para o professor”. Padilha apontou ainda a necessidade urgente de se reestruturar física e arquitetonicamente as escolas públicas do estado. Segundo ele, hoje apenas 1% das mais de 5 mil escolas da rede pública estadual têm, num mesmo espaço, laboratório de informática, de ciências e acessibilidade para pessoas com deficiência. “A estrutura física das escolas do estado foi sucateada ao longo dos últimos 20 anos. É preciso rever inclusive a arquitetura: tem escola que mais parece presídio tal a quantidade de grades, a falta de acesso da comunidade e da família. O estudante tem até hora para o banho de sol”, disse Padilha ao relembrar o relato de um estudante durante o seminário.

My Links - Linkis.com

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Qual nossa relação com as #imagens? Somos capazes de lê-las e compreendê-las? Nossas crianças têm contato com imagens além das televisivas? São indagações como essas que têm nos ocupado a mente. Afinal de contas, o mundo se apresenta através de imagens postas para serem interpretadas e visualizadas, mas de que forma nós fazemos isso?

segunda-feira, 12 de maio de 2014

A Influência da Mídia na Alimentação das Crianças

A Influência da Mídia na Alimentação das Crianças

#mídia está cada vez mais voltada para as #crianças, influenciando significativamente a alimentação deste público. Desta forma, o presente trabalho tem como objetivo geral analisar a influência da #propaganda na formação dos#hábitosalimentares de crianças de até 10 anos. Por meio de um estudo do tipo bibliográfico e quantitativo, constatou-se que a mídia exerce grande influência sobre o #publicoinfantil. Assim, conclui-se que é importante que os pais e #educadoresincentivem seus filhos/alunos a manterem uma #alimentaçãosaudável e nutritiva, que seja adequada para o desenvolvimento das crianças
http://www.partes.com.br/2014/05/12/a-influencia-da-midia-na-alimentacao-das-criancas/

14 filmes e animações para estimular o senso crítico em crianças e adolescentes

  Com cinema brasileiro em destaque no cenário internacional, especialistas apontam obras que ajudam crianças e adolescentes a desenvolver r...