domingo, 5 de setembro de 2010

CINE ARTE POSTO 4 - REABERTURA DIA 10 DE SETEMBRO

Enc. por: Nair Lúcia de Britto
 

MODERNIZADO, O CINE ARTE SERÁ REABERTO NO PRÓXIMO DIA 10.


Referência cultural santista no que se refere à filmografia alternativa e independente, o Cine Arte Posto 4 reabre suas portas no próximo dia 10, após ampla reforma promovida pela prefeitura, atendendo à reivindicação dos usuários. E nesta data, os amantes da sétima arte poderão assistir ao longa-metragem brasileiro 'Os inquilinos – os incomodados que se mudem', com direção de Sérgio Bianchi.

Esta semana funcionários da Secult (Secretaria de Cultura) davam os últimos retoques na obra. Com público aproximado de 3 mil pessoas por mês, o espaço localizado na Avenida Vicente de Carvalho s/nº, ao lado do canal 3, recebeu inúmeras melhorias, como a restauração da sala de projeção.

O sistema de som também está mais potente: de duas caixas passou a ter sete, sendo três acústicas atrás da tela e mais quatro na lateral da sala onde há divisão de canais.
Os serviços incluíram adequação da parte elétrica da sala de exibição e da cabine de projeção; e reparos hidráulicos nos dois banheiros, onde foram trocados o piso, louças e metais, e os azulejos das paredes. O equipamento ainda recebeu pintura externa e luminárias na fachada.

Novas poltronas
Outra novidade são as 48 poltronas da sala, confeccionadas com forração em couro, na cor laranja. Com verba obtida por meio de emenda parlamentar, o serviço foi feito pela empresa Santa Izabel Industria e Comércio de Equipamentos Cinematográficos, vencedora de licitação, com custo de R$ 23.600,00.

Mantido pela Secult, o Cine Arte exibe filmes sem apelo comercial, de diversas nacionalidades. "Temos uma tela sem preconceitos. São filmes europeus, africanos, brasileiros e iranianos. Ou seja, de qualquer gênero e de todas as temáticas possíveis, visando oferecer à população uma filmografia diferenciada", disse o coordenador do Cine e do Miss (Museu da Imagem e do Som de Santos), da Secult, Nivio Mota.

Matéria publicada no Diário Oficial de Santos - 04/09/2010

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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A sinfonia da Vida


Pedro Coimbra

Passados anos todos nós temos certeza que o amor de Maria e João não terminou como um samba de uma nota só, mas numa extraordinária sinfonia da Vida.
Tudo começou entre beijos e abraços que os levaram a excitação, com muitas mudanças biológicas. O grande momento ocorreu quando João atingiu o auge das contrações musculares lançando sêmem do pênis dentro da vagina de Maria e que por suas contrações vão até sua cérvix.
Depositado o sêmem na base do útero começa a louca corrida da existência humana, visando fertilizar o óvulo, o que pode durar de 12 a 48 horas, antes que os espermatozóides morram. Enfrentarão várias barreiras como a travessia do cérvix, convivendo com um meio aquoso que os agride.
Verdadeiros alpinistas eles sobem pela superfície interna do útero até as trompas de Falópio, sendo que apenas uma contém um óvulo e muitos deles vão para o lugar errado.. Menos de mil espermatozóides, entre milhões, conseguem chegar até as trompas.
Muitos deles ficam ao redor do óvulo na trompa. A cabeça de cada um libera enzimas que quebram a camada gelatinosa externa da membrana do óvulo, tentando penetrar nele. No momento em que um único espermatozóide penetra, a membrana muda suas características elétricas.
Termina a corrida e começa um maravilhoso processo, que durará nove meses, em que informações genéticas irão propiciar o surgimento de um outro indivíduo diferente que sobreviverá num útero que poderá chegar ao tamanho de um bola de basquete.
Nesse momento mágico do surgimento da vida os gregos, filosoficamente, diziam que surgia a alma ou espírito, entidade a que se atribuíam, por necessidade de um princípio de unificação, as características essenciais à vida, do nível orgânico às manifestações mais diferenciadas da sensibilidade e ao pensamento, e que se define em oposição a corpo estando associadas à consideração da idéia de alma as questões da imortalidade, da personalidade, da individualidade, da consciência, etc., com todas as implicações morais, religiosas e metafísicas que elas suscitam.
Ou seja, a partir desse instante estaria definido o sexo, a cor dos olhos e mais do que isso todos aqueles atributos que aquele ser humano desenvolveria no futuro.
Esta pequena alma/espírito nasceria no Planeta Terra para evoluir, ou seja, desenvolver, progredir. A sensacional divisão de células ocorrida naquele momento continuaria por toda a sua vida até o minuto final de sua morte.
João e Maria poderiam ter outros filhos, mas cada um deles teria sua própria individualidade.
O escritor Paulo Coelho analisa o sentido da vida de uma maneira simples e interessante:”A vida é como uma corrida de bicicleta,
cuja meta é cumprir a Lenda Pessoal.Na largada,estamos  juntos,
compartilhando camaradagem e entusiasmo. Mas, à medida que a corrida se desenvolve, a alegria inicial cede lugar aos verdadeiros desafios: o cansaço,
a monotonia, as dúvidas quanto à própria capacidade. Reparamos que alguns amigos desistiram do desafio, ainda estão correndo, mas apenas porque
não podem parar no meio da estrada. Eles são numerosos, pedalam ao lado do carro de apoio, conversam entre si, e cumprem sua obrigação.Terminamos por nos distanciar deles; e então somos obrigados a enfrentar a solidão, as surpresas com as curvas desconhecidas, os problemas com a bicicleta. Perguntamo-nos finalmente se vale a pena tanto esforço. Sim, vale...É só não desistir”
E não esquecer nunca que somos fruto de um dos mais maravilhosos milagres do cosmo, qualquer que seja nossa “Lenda Pessoal” , história ou destino...

Ridiculous again

Emerson Fittipaldi, em sua primeira temporada na F1, em 1970, deu o título de campeão ao seu companheiro de equipe, Jochen Rindt.
Isso parece familiar, não? Mas vale o seguinte esclarecimento:
Emerson batera o carro de Rindt num treino e cedeu o seu ao austríaco, claramente primeiro piloto da equipe Lotus e líder do campeonato, correr o GP de Monza. Rindt morreu, num acidente. Na última prova, Fittipaldi, que já vinha em ascensão, venceu sua primeira corrida, assegurando a Rindt o título, póstumo!
Eram os tempos românticos da F1, quando os pilotos mostravam que eram bons na pista. Época em que o Brasil surpreendia o “Primeiro Mundo”, desinformado e arrogante, com um piloto jovem, cerebral, genial!
Esse início foi muito bem seguido por José Carlos Pace, apesar da fama de azarado. Piquet, meu favorito, superou quase tudo para ser um dos maiores pilotos da história, intempestivo, briguento, voraz. Senna, que já havia conseguido muito – apesar de Prost -, não teve a paciência de Schumacher para esperar a Ferrari voltar a ser grande: preferiu a Williams...
A morte de Senna nos tirou do “olimpo” da F1, sem que houvesse um sucessor a sua altura. Será que era querer demais?
Sem desmerecer os dois vice-campeonatos de Rubinho, e um, de Felipe, o Brasil desceu aos infernos desse esporte. Massa, em 2008, esteve muito próximo de conquistar um merecido título mundial, mas foi prejudicado pela absurda negligência da Ferrari, em duas corridas. Depois, em 2009, sua ascensão foi tolhida por uma porca do carro de Rubinho: “porca miséria!”, como dizem os italianos.
O GP de Hockenheim, no entanto, parece mostrar que definitivamente fomos relegados à condição subalterna, humilhante, na F1:
Rubinho, na Ferrari, já havia cumprido ordens da equipe para deixar Schumi passar, “for the championship” (pelo campeonato), como ordenou Jean Todt, em 2002; Nelsinho Piquet protagonizou um lamentável episódio, em 2009, para beneficiar Alonso; e, agora, mais uma vez com um brasileiro, Alonso e Ferrari, Massa recebeu, pausadamente, a “informação” de que o espanhol estava mais rápido do que ele, pouco depois de mostrar que poderia estar à frente, e bem, desse inegavelmente bom piloto, mas extremamente arrogante e deselegante. Embora seja impossível afirmar o sentido do “Ridiculous!” de Alonso - a menos que ele próprio seja honesto em explicá-lo -, um piloto de alto nível reclamaria de uma defesa tecnicamente bem feita de uma posição?
É... Parece que temos um “karma” com espanhóis e pistas, sejam de aeroportos ou corrida... E com a Ferrari, também!
Massa é um piloto brasileiro e não o Brasil. Ele tem uma profissão, responsabilidades contratuais e contas para pagar. Sua carreira é um problema exclusivamente dele!
Mas o que dizer de nós, que ligamos a televisão, o rádio ou o computador na internet, aos domingos, para acompanhar uma competição e torcer por um brasileiro? Dá para fazer isso com um mínimo de motivação ou esperança de vitória quando seu companheiro de equipe estiver atrás, não necessariamente “na cola”?
“Ridiculous”, sim, tem sido acompanhar a F1 nos últimos 16 anos, e ter como única expectativa a de que alguém responda, pelo rádio do “cockpit”, para glória do esporte: - “Enough!” (chega!).
Mas também devemos refletir: e se fosse o contrário?
Por isso é que tenho saudades de Emerson, Piquet e Senna; e de Jackie Stewart e Nick Lauda, também! Esses, sim, eram esportistas: pilotos que sabiam acertar máquinas e ganhar por mérito!

domingo, 29 de agosto de 2010




Cem Anos de Adoniran


In Memoriam de Adoniran Barbosa, Boêmio,
Ator, Radialista, Cantor, Compositor, Inventor, Biriteiro
Faria 100 Anos em Agosto 2010


Se o senhor não tá lembrado vou contando
Em agosto deste insano ano e mês de 2010
Adoniran Barbosa estaria se seculando
Porque cem anos são remos e asas nos pés
Das coisas que vão e voltam se entranhando

Se o senhor não tá lembrado; eu sou fã
Era belo domingo de sol de antiga manhã
Que eu o vi saudosa maloca no Paissandu
Tomou um aperitivo rabo-de-galo e caracu
Chapéu e bigode a la carlitos era Adoniran

Se o senhor não tá lembrado é bom que eu diga
Depois o vi num barzinho risca-facas no Bixiga
Tomando a saideira que nunca ali terminaria
Talvez o trem das onze a milanesa ainda o siga
Na corda mi da garoa em percursão e harmonia

Se o senhor não tá lembrado do “Era uma vez”
Cem anos Adoniran faria neste agosto que era e é
Um eu você qualquer ritmo que se pinte paulistanês
Do centro à zona leste Sampa via Jaçanã ou Tatuapé
Adoniram boêmio é mano que samba paulistano fez

-0-

Silas Correa Leite, Santa Itararé das Letras/Samparaguai
Blogue:
www.portas-lapsos.zip.net
E-mail: poesilas@terra.com.br

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

NOSSO LAR, estréia dia 3 de setembro


Por: Nair Lúcia de Britto

Está prevista para o dia 3 de setembro a estréia do filme NOSSO LAR, baseado num Clássico da Literatura Espírita, um dos livros psicografados por Chico Xavier e um dos mais vendidos pela sua grande importância. A obra procura esclarecer, entre tantas outras, os mistérios da Espiritualidade.

Através do médium Chico Xavier, o médico André Luiz, que viveu no Rio de Janeiro, no início do século XX, relata a experiência vivenciada por ele, ao chegar numa colônia espiritual, após sua última existência no plano terrestre.

Segundo pesquisa, colônia espiritual (são muitas as colônias) é uma espécie de cidade onde os espíritos se reúnem para trabalhar entre uma encarnação e outra.
"Nessas colônias, "Nosso Lar" relata questões relacionadas ao trabalho justo e edificante e à Lei da Causa e Efeito.

Na novela A viagem, transmitida pela rede Globo, Ivani Ribeiro foi a primeira escritora a inspirar-se na obra "Nosso Lar", para escrevê-la. Foi um marco na literatura espírita pois a partir daí outras obras surgiram sobre esse vasto tema; cujo conhecimento traz a luz da qual precisamos para entender o porquê da nossa existência na Terra e o que nos espera, depois; segundo nossas ações voltadas para o Bem ou para o Mal.

O filme é uma superprodução nacional, com excelente direção de arte e efeitos especiais nunca vistos antes.
A direção e o roteiro são de Wagner de Assis. Eu acho que esse é um filme que ninguém deve perder!

sábado, 21 de agosto de 2010

Frederico Barbosa, o Poeta Que Promove a Poesia




Poeta Frederico Barbosa, um Portentoso Promotor Lítero-Cultural em Sampa


-Gerenciando técnico-administrativamente com qualidade humana e cultural a famosa Casa das Rosas, na Avenida Paulista, em Sampa; promovendo a poesia que, autofágica, cada vez mais se alimenta de si mesma, Frederico Barbosa é, certamente, um pilar da literatura popularizada na maior capital da sulamérica afrolatina em pó, um verdadeiro paladino das lidas lítero-culturais, ele mesmo tremendo poeta, segundo segue, pra começo de conversa, num breve currículo pinçado da web, porque, enquanto o site Cronópios é o melhor da literatura contemporânea brasileira, Frederico Barbosa é o maior batalhador da arte poético-cultural-literária dessa meio Sampa e meio Samparaguai que ergue e destrói coisas belas:

“Frederico Barbosa (Recife, Pernambuco, 20 de fevereiro de 1961), Medidor Cultural, Mediador Cultural, Promotor Cultural é um poeta, crítico literário e professor de literatura brasileiro. Barbosa se formou em Física e Grego pela Universidade de São Paulo, onde ele se especializou em Língua portuguesa, Literatura Brasileira e Portuguesa. Crítico literário do Jornal da Tarde e Folha de São Paulo por alguns anos, ele atualmente dirige um dos centros culturais mais importantes do Brasil, a Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura. Obras: Rarefato (São Paulo, Iluminuras, 1990); Nada Feito Nada (São Paulo, Perspectiva, 1993); Contracorrente (São Paulo, Iluminuras, 2000); Louco no Oco sem Beiras – Anatomia da Depressão (São Paulo, Ateliê Editorial, 2001); Cantar de Amor entre os Escombros (São Paulo, Landy Editora, 2002); Brasibraseiro (em parceria com Antonio Risério), (São Paulo, Landy, 2004); A Consciência do Zero (Rio de Janeiro, Lamparina, 2004). Fonte: Wikipedia Página do autor na web:
http://fredbar.sites.uol.com.br/

Opinando sobre a poesia de Frederico Barbosa, diz Amador Ribeiro Neto:

“A poesia brasileira atual precisa muito da poesia-míssil de Frederico Barbosa — o mais significativo poeta surgido na década passada e um dos mais expressivos poetas contemporâneos brasileiros. Isto porque Frederico Barbosa continua a perseverante e bem sucedida trajetória de fazer poesia do não, da recusa, do nada, da rarefação, do rigor, do conciso, do exato. Com invenção. Frederico não escreve para o público: prefere formar público para a sua obra. Seus quatro livros o comprovam à vera.”

Exemplo (passageiro/indicativo/fragmento) de Poema dele:

CARTA A KIRILOV

este tremendo desejo de por fim por fim finalizar acabar por fim no pingo na gota do i e serenar ir embora já seja tarde seja já se já tarde tá arde ainda se já tarde talvez se tal já tal tarde seja já se tarde mas arde antes tarde por fim o fim treme fim final em fim antes treme tarde desejo de por vir treme ainda tal impronto ponto finalizar tal ainda antes já
(Do livro Rarefato)
Por essas e outras, pelo que Frederico Barbosa – Diretor do Espaço de Poesia Contemporânea Haroldo de Campos – (agregando Itaú Cultural ou o próprio projeto Dulcinéia Catadora), faz pela poesia brasileira em Sampa, e pela poesia de Sampa miscigenada à brasileira desses tantos brasis gerais aqui acantonados, preciso é reconhecer sua labuta limpa, sua garra transparente, sua dedicação direta e portentosa, porque é por causa dele, Frederico Barbosa, que São Paulo nem agoniza e nem morre a rama da poesia, antes, viça a poesia, entre música, teatro, viradas culturais, lançamentos, agitos boêmios, e a Casa das Rosas, base de Frederico, levanta as vozes das ruas, das academias, dessa juventude desvairada, a chamada Geração Teflon (quer aderência mas não esquenta assunto), dos criadores por atacado, sonhadores do criar possível e impossível, neomalditos até, dando espaço, tempo, voz e luz para os que ainda teimam em lavrar, tecer, clarificar.

Por essas e outras, é preciso parabenizar Frederico Barbosa e dizer que ele é sim, mais um migrante brilhante que dá palco iluminado nesse chão de estrelas que precisa sim, sobreviver na sensibilidade, tipo “Faz escuro mas eu canto”, tipo “É importante que a emoção sobreviva”, e, entre letras, músicas, teatro, poesia, Frederico Barbosa é agora sim, um reconhecido patrimônio íntegro e labutador de todos que “amam-odeiam” essa Sampa de sobrevivencial (riquezas injustas, lucros impunes, propriedades-roubos, neoescravismo da terceirização neoliberal do DEMO) a uma Samparaguai demonizada no narcotráfico informal sistêmico (e impunidade generalizada por atacado desde as privatarias), onde um professor ganha trinta por cento a menos do que o educador do Piauí, e, mesmo assim, um incompetente candidato culpado disso - tipo pinóquio de chuchu - tem aterrador quase 50% de chance de ser de novo eleito governador. Já pensou? Ai de ti paulicéia desvairada! Nesses condições, ai de nós, ai de nós (parafraseando o Pan Antonio Abujamra da propositalmente falida TV Cultura/Fundação Padre Anchieta) nesses tempos tenebrosos, poetar, mais do que nunca é preciso.

Silas Correa Leite – Vila Sonia, Butantã, São Paulo
Site:
www.portas-lapsos.zip.net
E-mail: poesilas@terra.com,br
Livros CAMPO DE TRIGO COM CORVOS, Contos, Editora Design e Porta-Lapsos, Poemas, Editora All-Print, SP, à venda no site: www.livrariacultura.com.br

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Primeiro Show do Centenário

Está chegando o dia mais aguardado pelos torcedores alvinegros!  

Para começar a festa, o Sport Club Corinthians Paulista apresenta o Primeiro Show do Centenário. Dia 29 de agosto, a partir das 18h, a dupla sertaneja sensação do momento, Fernando & Sorocaba, fará um show completo que vai agitar o Parque São Jorge.

Shows de abertura: Bateria dos Gaviões da Fiel, Beijo na Trave e Henrique & Diego.

Primeiro Show do Centenário
Data: 29 de Agosto de 2010
Horário: a partir das 18h
Local: Parque São Jorge

Ingressos:

Pista (Sócio*): R$ 25
Pista (Fiel Torcedor*): R$ 30
Pista (Não-sócio): R$ 35
Área Vip: R$ 50 

 

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