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Na celebração dos seus 30 anos de trajetória, a Associação Brasileira das Empresas de Utilidades e Presentes reunirá, em São Paulo, mais de 300 expositores para negociações com foco no setor B2B. Confira, em primeira mão, alguns destaques do evento, que acontecerá no início de fevereiro
Produtos que estarão presentes na feira das empresas Bella Vita, Bella Janela, Oxford, Cortbrás e Brinox / Divulgação ABUP | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Foi dada a largada! Daqui a menos de um mês - entre os dias 2 e 5 de fevereiro - acontecerá a ABUP SHOW Home · Gift · Têxtil · Decor, que reunirá as principais marcas da indústria de utilidades domésticas, mesa posta, decoração, cama, mesa e banho, têxteis decorativos, acessórios pet, presentes, artesanato e design autoral brasileiro.
A ABUP – Associação Brasileira de Empresas de Utilidades e Presentes abre o oficialmente o calendário de negócios no setor de casa com a realização do evento, que contará com mais de 300 expositores de todo o país, que ocuparão os 70 mil m² do recém-inaugurado Distrito Anhembi, na capital paulista. Já estão confirmadas as participações de grandes empresas como 6f Decorações, Casa Bonita, Corttex, Grupo Brinox, Imeltron, Invicta, Karsten, Mcassab, Nadir, Oxford, Plasútil, Sanremo, Tramontina, Riva, entre muitas outras.
Com o novo formato de feira que conectará todos os segmentos em um mesmo local, o evento também marcará o início das celebrações do aniversário de 30 anos da ABUP. Diante de um mundo pujante e repleto de mudanças, o marco das três décadas inspirou a associação a realizar o rebranding da marca. Com a assinatura “Conectando talentos com sucesso”, a mensagem robustece o compromisso a que se propõe: ser o elo que conecta seus associados – fabricantes, importadores, distribuidores, designers e artesãos –, com lojistas e profissionais da área. “Nosso desígnio sempre foi o de fomentar as negociações B2B dos nossos associados. Muito mais que realizar as feiras que se efetivaram como uma vitrine que revela as tendências para toda a casa, carregamos a expertise de unir e valorizar essas pontas tão importantes do mercado”, destaca Jamil Rima, presidente da ABUP.
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Mercado Municipal de Salesópolis; (Fonte: Divulgação)
Obra do Governo no valor de R$1,8 milhão incentiva Turismo local
A Estância Turística de Salesópolis, distante 103 km da Capital, inaugura em 22 de dezembro de 2024, obra realizada com recursos do Departamento de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios Turísticos – DADETUR, da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (SETUR – SP), no valor total de R$ 1.834.657,03, envolvendo a Revitalização do Largo do Mercado Municipal e Adequações da Área de Convivência.
Este convênio do município com o Estado abrange a execução de serviços no Largo do Mercado Municipal e entorno, compreendendo a reforma geral dos sanitários, revitalização da área de convivência, revitalização dos pavimentos das vias públicas e calçadas, drenagem pluvial, iluminação ornamental externa, sinalização viária, mobiliário urbano, arcos metálicos decorativos, portais artísticos, paisagismo e acessibilidade.
Salesópolis é um destino muito conhecido porque é berço da nascente do rio mais importante para a história paulista, o Tietê. Para os turistas que visitam o Parque Nascentes do Tietê, 17 km do centro da cidade, no bairro da Pedra Rajada, há atividades oferecidas como as caminhadas por trilhas e fontes, além de ser possível encontrar no caminho torneiras com água limpinha do rio para beber. Mas Salesópolis não tem apenas a nascente do Tietê como atrativo, uma vez que a natureza a brindou com belas cachoeiras como a do Ponto, a da Porteira Preta e a do Tobogã.
“Bom saber que o Parque Nascentes do Tietê possui 1,34 milhão m² de preservação, com destaque para a nascente do rio, que é um marco histórico do Estado, sendo celebrado anualmente em 22 de setembro o Dia do Rio Tietê. Entre as atrações está o Parque do Pinheirinho, também conhecido como “Prainha”, localizado na Estrada da Aparecida, distante sete quilômetros do município, com uma área de 300 hectares onde há florestas naturais e reflorestamento de pinheiros do tipo “Pinus araucária”, “Pinus elliottii” e eucaliptos”, revela Roberto de Lucena, Secretário de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo.
Em tempo: o nome Salesópolis é uma palavra composta que significa “Cidade de Sales”, como homenagem ao Presidente da República Campos Sales, quando de sua visita à cidade, em 1905, e foi então mudado para a atual denominação (antes chamava-se São José do Paraitinga).
Uma das mais novas Unidades Descentralizadas, a Embrapa Cocais, obteve aprovação da Diretoria-Executiva para mudança de seu nome-síntese para Embrapa Maranhão, denominação validada após amplo processo de discussão com a participação do público interno e externo. A alteração não é apenas uma troca de nome. É o início de um novo ciclo, que inclui novas estratégias e áreas de atuação, além da construção de nova infraestrutura física e de pessoal.
Segundo o chefe-geral, Marco Bomfim, a mudança no nome vem sendo construída há um tempo, em função da percepção de que a nomenclatura anterior não mais representava a agenda de trabalho e a identidade geral da Unidade, tendo o novo nome-síntese mais aderência com a realidade de atuação no estado e em outras regiões. A Unidade sempre esteve presente em localidades diversas do Maranhão – não somente nas matas dos cocais - e até de outros estados, o que foi sendo fortalecido nos últimos anos. Para isso, tem se conectado com parceiros público-privados de diversas instâncias e lugares.
As exportações de soja e milho do Brasil apresentaram resultados distintos em novembro de 2024, de acordo com a edição de dezembro do Boletim Logístico divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A soja, com desempenho abaixo do esperado, registrou 2,55 milhões de toneladas embarcadas, o que representou uma queda de 45,8% em relação ao mês anterior. Esse recuo é reflexo da quebra na safra 2023/24, mas a expectativa para a próxima temporada, com a recuperação da produção, é que as exportações atinjam cerca de 105,48 milhões de toneladas, superando as vendas do ciclo atual.
O Brasil, maior exportador global de soja, viu redução no volume exportado em 2024 em comparação aos recordes de 2023. No acumulado de janeiro a novembro, o país exportou 96,8 milhões de toneladas de soja, contra 101,8 milhões no mesmo período do ano anterior, devido à quebra de safra e à queda nos preços internacionais. Esse desempenho fez com que a soja perdesse a liderança nas exportações do Brasil para o petróleo, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A última vez que a soja não foi líder na receita exportadora do país foi em 2021, quando o minério de ferro assumiu o topo.
Quanto aos portos, os do Arco Norte, que seguem como principais pontos de escoamento, responderam por 35% das exportações de soja em novembro de 2024, contra 33,8% no mesmo período de 2023. O Porto de Santos teve 28,9% da movimentação, enquanto no ano anterior esse volume foi de 30%. O Porto de Paranaguá, por sua vez, registrou uma leve queda, com 13,9% das exportações, contra 14,1% no mesmo mês de 2023.
No setor do milho, as exportações também apresentam distribuição pelos portos do país. Pelos portos do Arco Norte, foram escoadas 47,2% da movimentação acumulada de janeiro a novembro de 2024, contra 41,6% no mesmo período do ano passado. O Porto de Santos, com 41,6%, foi responsável por uma fatia significativa, seguido por Paranaguá (3,3%) e São Francisco do Sul (5,4%). Os principais estados exportadores de milho são Mato Grosso, Goiás, Paraná e Maranhão.
Em relação aos fertilizantes, a redução na importação do insumo em novembro de 2024, quando foram desembarcadas 4,2 milhões de toneladas, reflete a demanda já atendida para o período. Esse volume representa uma queda de 15% sobre o mês anterior, mas um aumento de 8,8% em relação ao mesmo período de 2023. No acumulado de janeiro a novembro, os portos brasileiros receberam 36,73 milhões de toneladas de fertilizantes, uma ligeira queda de 0,8% em comparação com o ano anterior. Entre os principais portos, Paranaguá recebeu 8,9 milhões de toneladas, Santos 7,19 milhões, e os portos do Arco Norte 6,39 milhões de toneladas.
De acordo com o Boletim, a mudança nas rotas de exportação e a intensificação do uso dos portos do Arco Norte refletem uma reconfiguração nas práticas logísticas, projetando um cenário de crescimento nas exportações e maior eficiência no escoamento de produtos agrícolas e insumos nos próximos anos.
Frete – Em novembro, os preços de frete apresentaram variações nas diferentes regiões do Brasil. Nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Piauí e São Paulo, houve queda nos valores, impulsionada principalmente pela baixa demanda, redução nos volumes de grãos movimentados e retração nas negociações. O Distrito Federal também registrou queda, especialmente nas rotas que transportam soja, com recuos de preços de até 9% e 7% para alguns destinos.
Por outro lado, no Maranhão, a escassez de fretes para soja e a movimentação reduzida de milho resultaram em preços estagnados. Em Minas Gerais, o mercado permanece aquecido, com preços equilibrados, embora algumas praças tenham registrado aumento devido a ajustes pontuais nas condições logísticas e na demanda. A Bahia também manteve estabilidade nos preços de frete, apesar da queda no fluxo logístico e no volume de grãos comercializados. No Paraná, a situação permaneceu estável, sem grandes variações nos valores de frete.
O que faz uma pessoa desejar fazer a transição de carreira ou emprego? Segundo dados obtidos pela plataforma social LinkedIn, mudar de área está nos planos de 60% dos 1.300 trabalhadores brasileiros pesquisados. Desse número, 20% afirmaram que já estavam buscando novas oportunidades de trabalho em áreas diferentes.
A chamada transição de carreira é complexa, na maioria dos casos e se desenvolve pelo desânimo na profissão escolhida até motivos pessoais, e quase sempre, insatisfação pessoal com as escolhas profissionais.
“Mudanças radicais exigem muito mais esforço, preparo e cuidado, como fazer cursos direcionados, que podem não ser tão rápidos. Uma nova formação pode levar semanas e até meses para ser concluída, e o mais prudente é ir gradualmente. Abandonar uma carreira já estruturada sem nenhuma preparação ou formação é uma aposta que normalmente não vale a pena e encontra resistência no mercado” explica Karina Pelanda, Gerente de Recrutamento e Seleção da RH NOSSA.
Novos talentos e habilidades
Para a especialista, quem deseja se aventurar em uma área que ainda não domina vai precisar descobrir muitas situações novas, inclusive talentos que nem sabia que possuía:
“Muitas vezes, há uma vocação escondida que pode florescer em um novo desafio. Enquanto você prepara e afina esses talentos, a melhor dica é fazer uma reserva financeira, caso essa mudança de planejamento leve mais tempo do que se esperava. É importante também seguir se atualizando para aprender o máximo.”
A designer Deiniffer Camila sabe bem o que é isso, ainda jovem tinha certeza de que seu futuro estava na área de direito, passou no vestibular e estudou direito até o quarto ano, época em que a maioria dos futuros passava a estagiar, Camila se apaixonou por outra área totalmente distinta:
“Um dia estava pesquisando convites para o meu casamento e nenhum me agradava, então, tentei fazer eu mesma, estudei alguns softwares e a paixão aflorou, fiz a transição de carreira ainda muito jovem e não me arrependo” completa Camila.
O que faz uma pessoa desejar fazer a transição de carreira ou emprego? Segundo dados obtidos pela plataforma social LinkedIn, mudar de área está nos planos de 60% dos 1.300 trabalhadores brasileiros pesquisados. Desse número, 20% afirmaram que já estavam buscando novas oportunidades de trabalho em áreas diferentes.
A chamada transição de carreira é complexa, na maioria dos casos e se desenvolve pelo desânimo na profissão escolhida até motivos pessoais, e quase sempre, insatisfação pessoal com as escolhas profissionais.
“Mudanças radicais exigem muito mais esforço, preparo e cuidado, como fazer cursos direcionados, que podem não ser tão rápidos. Uma nova formação pode levar semanas e até meses para ser concluída, e o mais prudente é ir gradualmente. Abandonar uma carreira já estruturada sem nenhuma preparação ou formação é uma aposta que normalmente não vale a pena e encontra resistência no mercado” explica Karina Pelanda, Gerente de Recrutamento e Seleção da RH NOSSA.
Novos talentos e habilidades
Para a especialista, quem deseja se aventurar em uma área que ainda não domina vai precisar descobrir muitas situações novas, inclusive talentos que nem sabia que possuía:
“Muitas vezes, há uma vocação escondida que pode florescer em um novo desafio. Enquanto você prepara e afina esses talentos, a melhor dica é fazer uma reserva financeira, caso essa mudança de planejamento leve mais tempo do que se esperava. É importante também seguir se atualizando para aprender o máximo.”
A designer Deiniffer Camila sabe bem o que é isso, ainda jovem tinha certeza de que seu futuro estava na área de direito, passou no vestibular e estudou direito até o quarto ano, época em que a maioria dos futuros passava a estagiar, Camila se apaixonou por outra área totalmente distinta:
“Um dia estava pesquisando convites para o meu casamento e nenhum me agradava, então, tentei fazer eu mesma, estudei alguns softwares e a paixão aflorou, fiz a transição de carreira ainda muito jovem e não me arrependo” completa Camila.
Com curadoria de Bruna Grinsztejn, a mostra reuniu pinturas que despertaram discussões sobre memória, identidade, relações sociais, trabal...