segunda-feira, 4 de novembro de 2024

Oratória em crise: Aprenda a ter uma comunicação clara e consistente

 

Em tempos de crise, a comunicação eficaz emerge como um elemento crucial para estabelecer e manter a confiança do público em uma organização. A habilidade de transmitir mensagens de forma clara e empática pode ser a diferença entre a manutenção de uma boa reputação ou a perda da credibilidade. Como ressalta Fernanda de Morais, mentora de posicionamento e comunicação, "a comunicação assertiva é a chave para construir vínculos de confiança, especialmente em momentos desafiadores". Essa afirmação destaca a importância de se manter a calma e a empatia durante crises, criando um espaço onde o público se sinta ouvido e compreendido.


A transparência nas informações é outro pilar essencial da comunicação em tempos difíceis. Quando uma organização apresenta incoerências em suas mensagens, pode gerar desconfiança e insegurança. Fernanda de Morais complementa: "A falta de clareza nas comunicações pode minar a credibilidade, pois as pessoas percebem quando há algo oculto ou quando a verdade não é totalmente compartilhada". Assim, promover uma comunicação aberta e honesta se torna vital para manter a confiança do público, evitando gestos que possam ser interpretados como falta de sinceridade.


Além disso, a escuta ativa desempenha um papel fundamental na construção de relacionamentos duradouros. Durante crises, ouvir as preocupações e necessidades do público pode abrir portas para um diálogo mais profundo e significativo. Fernanda destaca que "escutar é o novo abraço", enfatizando que a disposição para sair do script e atender às demandas do público é uma forma poderosa de reforçar a imagem da organização.


Em meio a incertezas, é igualmente importante que a comunicação seja clara e consistente. O uso de uma linguagem simples e acessível, evitando jargões desnecessários, pode ajudar a garantir que a mensagem seja compreendida por todos. A clareza na comunicação não só facilita a compreensão, mas também demonstra respeito pelo público. Essa abordagem não apenas promove uma melhor compreensão, mas também reforça a relação de confiança.


As redes sociais, por sua vez, têm um papel decisivo na construção da credibilidade das marcas durante períodos críticos. A consistência nas postagens e a apresentação de dados e resultados tangíveis podem aumentar a confiança do público. Como Fernanda menciona, "as redes sociais são uma extensão da nossa comunicação, e usá-las de forma estratégica é essencial para fortalecer nossa presença e autenticidade".


Diante de todos esses aspectos, fica claro que a comunicação eficaz é uma habilidade que pode ser desenvolvida e aprimorada. Em tempos de crise, as organizações que investem na construção de uma comunicação empática, transparente e clara estão mais bem preparadas para enfrentar os desafios e manter a confiança do público. A mensagem é clara: em um mundo em constante mudança, a forma como nos comunicamos pode ser a chave para a sobrevivência e o sucesso a longo prazo.


Embora não possamos entrar em métricas específicas, a ideia de estar atento ao feedback em tempo real é como ter um GPS durante uma viagem. Estar atento às reações do público pode informar como navegar em tempos difíceis. Afinal, quem não gosta de saber que está no caminho certo?


Em tempos críticos, líderes precisam de assertividade! A comunicação deles deve ser pautada na confiança, transparência e uma pitada de carisma. O jeito de se expressar, desde a organização das ideias até a linguagem corporal, pode ser o fator que transforma uma mensagem simples em um mantra poderoso.


Em meio a incertezas, uma comunicação clara e consistente é o “feijão com arroz” da credibilidade. Evitar jargões e palavras complicadas garante que a mensagem chegue até o público-alvo de forma acessível e impactante. Usar uma linguagem simples é como oferecer um copo de água fresca em um dia quente!


Fernanda de Morais

Diretora Voice Care Treinamentos e Palestras

Mentora de Posicionamento de Carreira

Instagram: @fernandademoraisoficial

Crédito: Fernando Zanelato

Oratória em crise: Aprenda a ter uma comunicação clara e consistente

 

Em tempos de crise, a comunicação eficaz emerge como um elemento crucial para estabelecer e manter a confiança do público em uma organização. A habilidade de transmitir mensagens de forma clara e empática pode ser a diferença entre a manutenção de uma boa reputação ou a perda da credibilidade. Como ressalta Fernanda de Morais, mentora de posicionamento e comunicação, "a comunicação assertiva é a chave para construir vínculos de confiança, especialmente em momentos desafiadores". Essa afirmação destaca a importância de se manter a calma e a empatia durante crises, criando um espaço onde o público se sinta ouvido e compreendido.


A transparência nas informações é outro pilar essencial da comunicação em tempos difíceis. Quando uma organização apresenta incoerências em suas mensagens, pode gerar desconfiança e insegurança. Fernanda de Morais complementa: "A falta de clareza nas comunicações pode minar a credibilidade, pois as pessoas percebem quando há algo oculto ou quando a verdade não é totalmente compartilhada". Assim, promover uma comunicação aberta e honesta se torna vital para manter a confiança do público, evitando gestos que possam ser interpretados como falta de sinceridade.


Além disso, a escuta ativa desempenha um papel fundamental na construção de relacionamentos duradouros. Durante crises, ouvir as preocupações e necessidades do público pode abrir portas para um diálogo mais profundo e significativo. Fernanda destaca que "escutar é o novo abraço", enfatizando que a disposição para sair do script e atender às demandas do público é uma forma poderosa de reforçar a imagem da organização.


Em meio a incertezas, é igualmente importante que a comunicação seja clara e consistente. O uso de uma linguagem simples e acessível, evitando jargões desnecessários, pode ajudar a garantir que a mensagem seja compreendida por todos. A clareza na comunicação não só facilita a compreensão, mas também demonstra respeito pelo público. Essa abordagem não apenas promove uma melhor compreensão, mas também reforça a relação de confiança.


As redes sociais, por sua vez, têm um papel decisivo na construção da credibilidade das marcas durante períodos críticos. A consistência nas postagens e a apresentação de dados e resultados tangíveis podem aumentar a confiança do público. Como Fernanda menciona, "as redes sociais são uma extensão da nossa comunicação, e usá-las de forma estratégica é essencial para fortalecer nossa presença e autenticidade".


Diante de todos esses aspectos, fica claro que a comunicação eficaz é uma habilidade que pode ser desenvolvida e aprimorada. Em tempos de crise, as organizações que investem na construção de uma comunicação empática, transparente e clara estão mais bem preparadas para enfrentar os desafios e manter a confiança do público. A mensagem é clara: em um mundo em constante mudança, a forma como nos comunicamos pode ser a chave para a sobrevivência e o sucesso a longo prazo.


Embora não possamos entrar em métricas específicas, a ideia de estar atento ao feedback em tempo real é como ter um GPS durante uma viagem. Estar atento às reações do público pode informar como navegar em tempos difíceis. Afinal, quem não gosta de saber que está no caminho certo?


Em tempos críticos, líderes precisam de assertividade! A comunicação deles deve ser pautada na confiança, transparência e uma pitada de carisma. O jeito de se expressar, desde a organização das ideias até a linguagem corporal, pode ser o fator que transforma uma mensagem simples em um mantra poderoso.


Em meio a incertezas, uma comunicação clara e consistente é o “feijão com arroz” da credibilidade. Evitar jargões e palavras complicadas garante que a mensagem chegue até o público-alvo de forma acessível e impactante. Usar uma linguagem simples é como oferecer um copo de água fresca em um dia quente!


Fernanda de Morais

Diretora Voice Care Treinamentos e Palestras

Mentora de Posicionamento de Carreira

Instagram: @fernandademoraisoficial

Crédito: Fernando Zanelato

OUTROS TEMPOS

 


OUTROS TEMPOS

Por Adilson Luiz Gonçalves

            Estudei em escolas públicas do antigo Primário ao Curso Técnico de Edificações, entre as décadas de 1960 e 70.

            Não precisei fazer o Pré-Primário, pois já tinha sido alfabetizado por meu pai, aos cinco anos de idade. Ele fez isso mesmo trabalhando como eletrotécnico (nível ginasial), manhã e tarde, na antiga SMTC, e como projecionista de cinema, à noite e nos fins de semana. Minha mãe costurava e cuidava dos cinco filhos, e todos ajudavam nas tarefas da casa. LEIA MAIS 

Ler para crer

 LER PARA CRER

Por Adilson Luiz Gonçalves

Adilson Luiz Gonçalves é engenheiro e professor universitário.Santos – SP
algbr@ig.com.br

A Bíblia tem uma de suas mais belas passagens, quando Cristo exalta os que crerão em seus ensinamentos sem tê-los ouvido, diretamente, ou visto seus milagres e prodígios!


LEIA NA ÍNTEGRA

Nove Vidas

 NOVE VIDAS – Revista Partes

Até há alguns anos, eu achava que viveria até os noventa!
Adorava comidas condimentadas, massas, embutidos, doces, salgadinhos, vinho e cerveja, e pouco
me preocupava com atividades físicas. Afinal, eu trabalhava três, às vezes quatro períodos por dia,
em funções diversas, ora braçais, ora intelectuais. Comia mal e irregularmente, em função disso.
Mas pensava que apesar de tudo isso eu era inquebrável, resistente!

Leia na íntegra Aqui



domingo, 3 de novembro de 2024

Instituto Tomie Ohtake estreia o podcast A parte pelo todo



Série viaja pela história, cultura e geografia de duas importantes ilhas, buscando novos sentidos ao todo do que seja o Brasil

Ministério da CulturaGrupo CCR, por meio do Instituto CCR e Instituto Tomie Ohtake tem o prazer de anunciar A parte pelo todo, um podcast original que viaja entre arte, cultura, memória e território. Com estreia confirmada para o dia 05 de novembro, a primeira temporada é apresentada pelo fundador do Acervo da Laje, em Salvador, José Eduardo Ferreira Santos, o Zé, que conduz o ouvinte por uma viagem a Itaparica, na Bahia, e Marajó, no Pará, investigando a história, a cultura e a geografia desses dois importantes territórios insulares, que em suas particularidades possibilitam reinterpretar a narrativa ampla sobre o que define o Brasil. Idealizada por Gabriela Moulin e Paulo Miyada, Diretora Executiva e Diretor Artístico do Instituto Tomie Ohtake e com coordenação institucional de Amanda Sammour e Ana Roman, a primeira temporada traz seis episódios, cada um com aproximadamente 30 minutos, seguindo um formato narrativo, onde cada capítulo se conecta ao próximo, conduzindo a história de maneira contínua. A produção é da Trovão Mídia.

Combinando cenas de campo com áudios de arquivo e conversas com diferentes personagens das ilhas, o roteiro convida a um passeio por Itaparica e Marajó. Três aspectos comuns dessas ilhas serviram como guias nas pesquisas e viagens: ambas possuem importantes comunidades indígenas pré-colonização; são lugares centrais na formação territorial brasileira e possuem organizações contemporâneas/culturais fortes e atuantes no cenário nacional. O podcast conta com o patrocínio do Grupo CCR, por meio do Instituto CCR, através do Ministério da Cultura, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, Programa Nacional de Apoio à Cultura e Governo Federal - Brasil, União e Reconstrução.

Segundo Paulo Miyada, “Pensar em ilhas foi uma maneira de abordar por outra via o que há de inabarcável na tão mencionada "dimensão continental" do Brasil. Uma ilha é por definição uma metonímia, um recorte definido pela geografia, uma parte pelo todo. Ainda assim, quando nos aproximamos de ilhas como Itaparica ou Marajó, encontramos lugares de infinitas particularidades que, ao mesmo tempo, são exemplares da história e da cultura brasileiras, suas contradições e invenções. Desde as ilhas, olhando em direção ao continente, é o país que aparece cercado de água por todos os lados”, afirma o Diretor Artístico do Instituto Tomie Ohtake.

No primeiro episódio o ouvinte conhece o pesquisador, professor e narrador da série José Eduardo Ferreira Santos e o seu Acervo da Laje, espaço de memória artística, cultural e de pesquisa, que reúne a iconografia e as belezas produzidas no subúrbio ferroviário de Salvador. Partindo dessa ilha que ele próprio construiu na periferia da capital baiana, uma espécie de contraponto ao estigma da violência presente naquele território, Zé propõe uma viagem pela arte, cultura e memória de outras ilhas, colocando em prática a famosa frase do escritor português José Saramago "é preciso sair da ilha para ver a ilha". O episódio se encerra com os sons do ferryboat a caminho de Itaparica, o “embrião do Brasil”.

Para Gabriela Moulin, o podcast, assim como outras formas de publicar, refletir e ampliar a visibilidade do que existe no Brasil, é uma forma de fazer cultural que busca chegar a mais pessoas, por meio de diferentes visões e vozes. "Trabalhar em rede com outras organizações, territórios e comunidades é fundamental para uma instituição cultural. Queremos contribuir para a voz pública das instituições de cultura e para pensar os sentidos e as complexidades do Brasil, as políticas da memória e as forças culturais que nos constituem. Por isso, narrar a partir da voz viajante do Zé Eduardo, co-criador com Vilma Santos do Acervo da Laje, em Salvador, é parte constituinte desse projeto. Queremos fazer junto, pensar junto. Uma casa-museu-escola como o Acervo da Laje nos ensina a entender gestos locais e nacionais de grande importância para a vida nos territórios", afirma a Diretora Executiva do Instituto Tomie Ohtake.

Os dois primeiros episódios serão disponibilizados nas principais plataformas de áudio e no site do Instituto Tomie Ohtake no dia 05 de novembro. Novos episódios entrarão no ar nas terças-feiras seguintes, até 03 de dezembro.

 

Podcast A parte pelo todo

Lançamento: dia 05 de novembro

Narração: José Eduardo Ferreira Santos

Produção: Trovão Mídia

Idealização: Gabriela Moulin e Paulo Miyada

Coordenação institucional: Amanda Sammour e Ana Roman

Pesquisa, reportagem e roteiro: Jessica Almeida e Vinicius Luiz

Som direto: Victor Brasileiro

Edição de som e mixagem: Pedro Vituri

Trilha sonora original: Pedro Leonelli

Linguagem visual: Felipe Carnevalli, Paula Lobato e Vitor Cesar

Mais de 5 milhões de estudantes farão o Enem 2024 neste sábado (3): veja 4 dicas para se preparar



O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024 registrou um aumento considerável em comparação aos 3,9 milhões do ano passado. Desses, cerca de 1,6 milhão de jovens estão concluindo o ensino médio. Com as provas marcadas para os dias 3 e 10 de novembro, o momento é decisivo para milhões de candidatos que buscam o ingresso no ensino superior.

Brasil, novembro de 2024: A proximidade do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) costuma trazer muita ansiedade para os estudantes. O nervosismo, quando não controlado, pode atrapalhar o desempenho na prova. Para ajudar nessa reta final, conversamos com especialistas da Legacy School: a psicóloga clínica e escolar Camila da Silva Conceição e o fundador e diretor Phillip Murdoch. Eles compartilham dicas essenciais sobre como manter a calma, gerenciar o tempo e evitar excessos na preparação.

 

  1. Não criar expectativas exageradas

De acordo com Camila Conceição, colocar expectativas muito altas sobre a prova pode gerar frustração e ansiedade. “O Enem é importante, mas não pode ser visto como o único caminho para o futuro. Pensar dessa forma aumenta a pressão e pode prejudicar o desempenho”, alerta. Ela recomenda que os estudantes encarem a prova como mais uma etapa de crescimento, e não o único fator decisivo na vida acadêmica.

 

  1. Evitar estudar na véspera da prova

Phillip Murdoch reforça que o momento de estudo intenso deve parar antes do dia da prova. “Estudar na véspera só serve para aumentar o estresse. O ideal é relaxar, descansar e fazer atividades leves que ajudem a distrair a mente”, sugere. Ele explica que o cérebro precisa de descanso para funcionar bem durante a prova, por isso, o melhor é evitar novas revisões de conteúdo na última hora.

 

  1. Otimizar o tempo durante a prova

O Enem é conhecido por ser uma prova extensa, por isso, Murdoch aconselha os alunos a terem uma estratégia para otimizar o tempo. “Não se prenda por muito tempo em uma questão. Responda primeiro as perguntas mais fáceis e volte para as mais difíceis depois”, orienta. Dessa forma, o estudante garante que conseguirá responder todas as questões, sem correr o risco de deixar algo em branco por falta de tempo.

 

  1. Técnicas de relaxamento

Camila também indica o uso de técnicas de relaxamento para lidar com a ansiedade nos dias que antecedem a prova. “Exercícios de respiração profunda ajudam a manter o foco e a calma. Pratique alguns minutos antes de começar a prova, isso pode fazer toda a diferença”, sugere.



14 filmes e animações para estimular o senso crítico em crianças e adolescentes

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