domingo, 31 de março de 2024

AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS UTILIZADAS COMO FORMA DE FETICHE DA IGUALDADE SOCIAL

AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS UTILIZADAS COMO FORMA DE FETICHE DA IGUALDADE SOCIAL. Vitória Duarte Wingert[1] RESUMO Vitória Duarte Wingert – Acadêmica do Curso de História da Universidade FEEVALE. E-mail: vitoriawingert@hotmail.com. O presente texto objetiva lançar algumas reflexões, sucintas sobre às questões referentes: Políticas de Ações Afirmativas, Democracia Racial e Fetichismo. Busca-se com isso, socializar esta questão cara aos diferentes segmentos sociais brasileiros que estão em voga em nossa atual situação social. Para tal, traz-se à Lei 10. 639/2003 como foco de discussão, buscando aproximar das discussões, historiográficas, realizadas desde meados de 1993 e que, desembocam hoje, nas discussões sobre os movimentos de Igualdade Racial por meio de Políticas Afirmativas. Por fim, levanta-se um questionamento reflexivo e crítico sobre esta questão e suas “raízes brasileiras” de outrora. PALAVRAS-CHAVES: Igualdade Racial, cultura afro, fetiche. ABSTRACT This paper aims to shed some reflections, on the brief concerning: Affirmative Action Politics, Racial Democracy and Fetishism. Search yourself with this, socialize face this question to different Brazilian social groups that are in vogue in our current social situation. To this end, it brings to the Law 10. 639/2003 as discussion focus, seeking to approach the discussions, historiographical , held since mid-1993 and that culminate today in discussions about the movements of Racial Equality through Affirmative politics . Finally, rises a reflective and critical questioning on this issue and its “Brazilian roots” of yore. https://www.partes.com.br/2015/12/24/as-diretrizes-curriculares-nacionais-utilizadas-como-forma-de-fetiche-da-igualdade-social/

AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS UTILIZADAS COMO FORMA DE FETICHE DA IGUALDADE SOCIAL

AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS UTILIZADAS COMO FORMA DE FETICHE DA IGUALDADE SOCIAL. Vitória Duarte Wingert[1] RESUMO Vitória Duarte Wingert – Acadêmica do Curso de História da Universidade FEEVALE. E-mail: vitoriawingert@hotmail.com. O presente texto objetiva lançar algumas reflexões, sucintas sobre às questões referentes: Políticas de Ações Afirmativas, Democracia Racial e Fetichismo. Busca-se com isso, socializar esta questão cara aos diferentes segmentos sociais brasileiros que estão em voga em nossa atual situação social. Para tal, traz-se à Lei 10. 639/2003 como foco de discussão, buscando aproximar das discussões, historiográficas, realizadas desde meados de 1993 e que, desembocam hoje, nas discussões sobre os movimentos de Igualdade Racial por meio de Políticas Afirmativas. Por fim, levanta-se um questionamento reflexivo e crítico sobre esta questão e suas “raízes brasileiras” de outrora. PALAVRAS-CHAVES: Igualdade Racial, cultura afro, fetiche. ABSTRACT This paper aims to shed some reflections, on the brief concerning: Affirmative Action Politics, Racial Democracy and Fetishism. Search yourself with this, socialize face this question to different Brazilian social groups that are in vogue in our current social situation. To this end, it brings to the Law 10. 639/2003 as discussion focus, seeking to approach the discussions, historiographical , held since mid-1993 and that culminate today in discussions about the movements of Racial Equality through Affirmative politics . Finally, rises a reflective and critical questioning on this issue and its “Brazilian roots” of yore. https://www.partes.com.br/2015/12/24/as-diretrizes-curriculares-nacionais-utilizadas-como-forma-de-fetiche-da-igualdade-social/

A Temática Ambiental E O Currículo De Geografia

 


Educação Educação Educação Ambiental Geografia Sustentabilidade

A Temática Ambiental E O Currículo De Geografia


Valério Winter*

RESUMO:

Valério Winter – Geógrafo e Professor. Mestre em Educação pela Universidade Católica de Petrópoliss. Doutorando em Geografia PPGEO UERJ. Geógrafo, INEA – RJ. Professor de Geografia licenciado.

Ao longo dos anos a concepção de natureza para a Geografia foi sendo transformada mas a Geografia Escolar continuou a mesma. Ainda podemos perceber forte influência da Geografia Tradicional no currículo da disciplina. Nesse artigo buscamos compreender como que o estudo do Espaço Geográfico, pela ótica da Geografia Crítica, pode estabelecer uma interface com a Educação Ambiental Crítica.

PALAVRAS CHAVE: Geografia – Currículo – Educação Ambiental – Sustentabilidade

ABSTRACT

The concept of nature for Geography was being transformed but the School Geography remained the same. We can also perceive strong influence of Traditional Geography in the course curriculum. In this article we seek to understand how the study of the geographical space, from the perspective of Critical Geography, can interface with the Critical Environmental Education.

KEYWORDS: Geography – Curriculum – Environmental Education – Sustainability


A Temática Ambiental e o Currículo de Geografia – Revista Partes

DO CONTOS DE FADAS E SUAS INTERPRETAÇÕES

 DO CONTOS DE FADAS E SUAS INTERPRETAÇÕES

Patrícia Berlini Alves Ferreira da Costa*

 

Patrícia Berlini Alves Ferreira da Costa
Coordenadora de Orientação Educacional
IFRO – Campus Colorado do Oeste

Resumo: O artigo apresentado faz um estudo bibliográfico sobre a representação simbólica dos contos de fadas e suas interpretações. Para essa pesquisa, foram escolhidos os contos: “A Bela e a Fera”, “O Rei Sapo” e “O Príncipe Querido”, que serão interpretados de acordo com as reflexões de Diana e Mário Corso e, principalmente, sob a luz de Bruno Bettelheim.

Palavras-chave: Contos de fadas, Criança, Interpretação.


DO CONTOS DE FADAS E SUAS INTERPRETAÇÕES – Revista Partes

Teoria Pós-Colonial: Contribuições para Transformação do Currículo Vigente

 

Teoria Pós-Colonial: Contribuições para Transformação do Currículo Vigente

Isabela Rodrigues Monteiro[1]

Maria Theresa de Lima Alves[2]

Resumo

O tema abordado neste texto centra-se no impacto das teorias tradicionais presentes no currículo atual, destacando a importância da teoria pós-colonial e suas contribuições. Como objetivo, o artigo pretende apresentar a necessidade das escolas brasileiras adotarem em seus currículos, práticas pós-coloniais, a fim de evitar qualquer discurso que perpetue a hierarquização de raças e culturas. A metodologia adotada foi pesquisa bibliográfica. Assim, concluiu-se que é preciso descolonizar o currículo a fim de promover um diálogo multicultural efetivo.

Palavras-chave: Currículo. Teorias. Pós-Colonial. Educação. Multicultural.


https://www.partes.com.br/2024/03/29/teoria-pos-colonial-contribuicoes-para-transformacao-do-curriculo-vigente/

Avanços Recentes da Inteligência Artificial: impactos trabalhistas, sociais e regulatórios

osé Paulo Zeetano Chahad Tuffy Licciardi Issa O desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) se originou da criação do primeiro algoritmo, por Ada Lovelace, em 1843, consolidando-se com as contribuições de Alan Turing para a Ciência da Computação, criando uma área de pesquisa referente ao “pensamento das máquinas”. Desde então inúmeros processos de automação surgiram em direção à consolidação da IA atual. As mais recentes ondas ocorreram na década de 2010, com o avanço da “Machine Learning”, na década de 2020, com o surgimento do ChatGPT. Estas tecnologias são uma continuação do processo histórico de automação de iniciado na Primeira Revolução Industrial. Diferentemente dos outros processos tecnológicos, sua rapidez de penetração é mais ampla, disseminando-se em todas as ocupações e setores de atividades econômicas, bem como em outros aspectos da sociedade. Ainda que o temor principal tenha recaído sobre possibilidade de um desemprego em massa, os estudos não confirmam está possibilidade. O fato mais importante sobre a questão ocupacional se refere à necessidade de novos requisitos de educação e treinamento para o novo perfil requerido dos trabalhadores, entre outras implicações trabalhistas. A IA tem a capacidade de realizar tarefas complexas, trazendo a possibilidade de substituir trabalhos realizados exclusivamente por profissionais de alta qualificação, sendo isto que diferencia a IA das tecnologias observados na história, as quais recaiam sobre tarefas manuais. Em termos conceituais os ganhos de produtividade obtidos através da IA devem revelar um impacto positivo na economia. Os resultados da literatura atual, entretanto, não indicam um aumento real da produtividade. O que parece estar ocorrendo é um atraso entre a implementação da IA e os ganhos efetivos na produtividade do trabalho. Destaca se, também, que novas habilidades serão exigidas para parte significativa dos trabalhadores no mercado de trabalho. Consequentemente, isto demandará novos tipos treinamento. Essas novas habilidades podem ser divididas em dois grupos: aquelas cruciais para o desenvolvimento e manutenção dos sistemas de IA, e as decisivas para o uso, a adoção e a interação dessa tecnologia como uma nova ferramenta de trabalho. A literatura mostra que a inserção da IA no mercado de trabalho potencializa o fenômeno da polarização das ocupações, onde a maioria dos trabalhadores deslocados pela tecnologia são aqueles que estão no centro da distribuição salarial, dividindo, assim, os empregos em dois grupos, os de alta e os de baixa qualificação. Consequentemente, a polarização salarial resultante aumentará a já crescente desigualdade social. Por outro lado, a IA pode contribuir positivamente para a inclusão social dos trabalhadores. Mecanismos de correspondência de empregos controlados pela IA elevaram o número de contratações de indivíduos pertencentes a grupos sociais marginalizados. A superação de barreiras impeditivas à comunicação interpessoal, serão superadas através de instrumentos auxiliares pela ação da IA promovendo maior inclusão de pessoas com deficiências e até mesmo os migrantes no mercado de trabalho. Muitos obstáculos, contudo, ainda cercam a implementação da IA. O mais notável está na potencial perpetuação de vieses e preconceitos embutidos nestes sistemas, pois com se trata de uma criação humana, a IA não se encontra livre desses defeitos. O funcionamento opaco destas máquinas dificulta o entendimento do processo de decisão tomado por elas, e torna difícil identificar os preconceitos potencialmente existentes. Com relação ao controle da IA para evitar seus impactos indesejados, atualmente existem três frentes para combater esses efeitos adversos: a atuação do Estado através da adoção de políticas públicas; o fortalecimento da atuação dos sindicatos por meio dos Acordos e Convenções Coletivas, e da Sociedade mediante um amplo diálogo envolvendo os principais atores sociais afetados pelo avanço desta tecnologia. (*) Resumo do artigo produzido pelos autores e publicado no Jornal da USP (21/02/2024) José Paulo Zeetano Chahad - Professor Titular da FEA/USP (aposentado) e Pesquisador Sênior da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Tuffy Licciardi Issa - Aluno do Curso de Ciências Econômicas e Estagiário de Pesquisa na Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).

Avanços Recentes da Inteligência Artificial: impactos trabalhistas, sociais e regulatórios

osé Paulo Zeetano Chahad Tuffy Licciardi Issa O desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) se originou da criação do primeiro algoritmo, por Ada Lovelace, em 1843, consolidando-se com as contribuições de Alan Turing para a Ciência da Computação, criando uma área de pesquisa referente ao “pensamento das máquinas”. Desde então inúmeros processos de automação surgiram em direção à consolidação da IA atual. As mais recentes ondas ocorreram na década de 2010, com o avanço da “Machine Learning”, na década de 2020, com o surgimento do ChatGPT. Estas tecnologias são uma continuação do processo histórico de automação de iniciado na Primeira Revolução Industrial. Diferentemente dos outros processos tecnológicos, sua rapidez de penetração é mais ampla, disseminando-se em todas as ocupações e setores de atividades econômicas, bem como em outros aspectos da sociedade. Ainda que o temor principal tenha recaído sobre possibilidade de um desemprego em massa, os estudos não confirmam está possibilidade. O fato mais importante sobre a questão ocupacional se refere à necessidade de novos requisitos de educação e treinamento para o novo perfil requerido dos trabalhadores, entre outras implicações trabalhistas. A IA tem a capacidade de realizar tarefas complexas, trazendo a possibilidade de substituir trabalhos realizados exclusivamente por profissionais de alta qualificação, sendo isto que diferencia a IA das tecnologias observados na história, as quais recaiam sobre tarefas manuais. Em termos conceituais os ganhos de produtividade obtidos através da IA devem revelar um impacto positivo na economia. Os resultados da literatura atual, entretanto, não indicam um aumento real da produtividade. O que parece estar ocorrendo é um atraso entre a implementação da IA e os ganhos efetivos na produtividade do trabalho. Destaca se, também, que novas habilidades serão exigidas para parte significativa dos trabalhadores no mercado de trabalho. Consequentemente, isto demandará novos tipos treinamento. Essas novas habilidades podem ser divididas em dois grupos: aquelas cruciais para o desenvolvimento e manutenção dos sistemas de IA, e as decisivas para o uso, a adoção e a interação dessa tecnologia como uma nova ferramenta de trabalho. A literatura mostra que a inserção da IA no mercado de trabalho potencializa o fenômeno da polarização das ocupações, onde a maioria dos trabalhadores deslocados pela tecnologia são aqueles que estão no centro da distribuição salarial, dividindo, assim, os empregos em dois grupos, os de alta e os de baixa qualificação. Consequentemente, a polarização salarial resultante aumentará a já crescente desigualdade social. Por outro lado, a IA pode contribuir positivamente para a inclusão social dos trabalhadores. Mecanismos de correspondência de empregos controlados pela IA elevaram o número de contratações de indivíduos pertencentes a grupos sociais marginalizados. A superação de barreiras impeditivas à comunicação interpessoal, serão superadas através de instrumentos auxiliares pela ação da IA promovendo maior inclusão de pessoas com deficiências e até mesmo os migrantes no mercado de trabalho. Muitos obstáculos, contudo, ainda cercam a implementação da IA. O mais notável está na potencial perpetuação de vieses e preconceitos embutidos nestes sistemas, pois com se trata de uma criação humana, a IA não se encontra livre desses defeitos. O funcionamento opaco destas máquinas dificulta o entendimento do processo de decisão tomado por elas, e torna difícil identificar os preconceitos potencialmente existentes. Com relação ao controle da IA para evitar seus impactos indesejados, atualmente existem três frentes para combater esses efeitos adversos: a atuação do Estado através da adoção de políticas públicas; o fortalecimento da atuação dos sindicatos por meio dos Acordos e Convenções Coletivas, e da Sociedade mediante um amplo diálogo envolvendo os principais atores sociais afetados pelo avanço desta tecnologia. (*) Resumo do artigo produzido pelos autores e publicado no Jornal da USP (21/02/2024) José Paulo Zeetano Chahad - Professor Titular da FEA/USP (aposentado) e Pesquisador Sênior da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Tuffy Licciardi Issa - Aluno do Curso de Ciências Econômicas e Estagiário de Pesquisa na Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).

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