quinta-feira, 2 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
terça-feira, 23 de junho de 2015
Um Brasil de progressos em meio à crise
* Por Erik Penna
“Todo o progresso acontece porque as pessoas ousam ser diferentes.”
(Harry Millner)
Cada vez que as pessoas encontram uma boa desculpa, abrem mão de um ótimo resultado. Digo isso porque há muita gente falando de crise, às vezes até utilizando o jargão “tempos difíceis” para justificar os maus resultados.
Será que as coisas estão realmente difíceis pra todo mundo? A resposta é não. Há muito progresso e empresas ampliando os negócios, ganhando dinheiro e crescendo normalmente em 2015.
Não se apegue apenas às notícias ruins para explicar as metas não atingidas, aliás, o mercado está recheado de empresas com resultados expressivos. No mês passado, enquanto alguns shoppings reclamavam da crise, apliquei um treinamento num deles, em Pernambuco, que registrou um crescimento de 2 dígitos no primeiro trimestre do ano.
Enquanto algumas organizações demitem, outras contratam, atuam em vários turnos e fazem horas extras. Segundo a ANFAVEA, a venda de carros novos caiu 19,2% no período de janeiro a abril de 2015 em comparação a 2014, mas saiba que a Toyota, Hyundai, Jeep e Honda estão se dando muito bem.
Para se ter uma ideia, enquanto algumas montadoras demitem ou dão férias coletivas, a Toyota vendeu 56,7 mil automóveis e comerciais leves (incluindo importados), 7% a mais no mesmo período do ano passado. A Honda em meio à crise lançou o utilitário-esportivo HR-V. Hoje, os funcionários fazem hora extra para atender o mercado, atualmente tem fila de espera de até 120 dias nas concessionárias e as vendas da marca aumentaram 15% no primeiro quadrimestre de 2015. Outra marca asiática, a Hyundai, chega a operar em três turnos e, assim como A Honda e A Toyota, não adotou medidas de corte de produção, nem férias coletivas.
Acompanhei também o expressivo crescimento da Estrela Franquias, rede de lojas Barriga Verde/Caverna do Dino, vendendo cada vez mais no ramo de moda infantil. O que dizer então do setor de serviços, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), cresceu mais de 4% com destaque ao segmento de seguros, que segundo a SUSEP, teve crescimento de 22,4 % no primeiro trimestre do ano em comparação a 2014.
Pesquisas apontam ainda crescimento nos setores de beleza, tecnologia, artigos de papelaria, comércio eletrônico, atacadista e alimentos, com grande destaque para o agronegócio.
Sei que enfrentamos dificuldades e não estamos vivendo em época de vacas gordas, mas não se iluda pensando que todas as empresas e setores estão fracassados, que só temos péssimos desempenhos e que tudo está perdido.
A reflexão que fica é: analise esse contraste de performances e pense sobre o que será que estas organizações estão fazendo para crescer em meio à turbulência. Com certeza não ficam paradas reclamando da crise, mas ao contrário, estão se reinventando, inovando processos e produtos, revendo seus diferenciais, capacitando suas equipes, repensando o mix ofertado ao mercado, criando novas parcerias, adequando e aperfeiçoando seus produtos, descobrindo outros nichos, qualificando-se na prestação de serviço para atuar com excelência e investindo em diferentes canais de divulgação para atrair mais clientes em tempos difíceis.
As dicas acima são alguns dos caminhos que podemos trilhar ao invés de ficarmos apenas resmungando e nos escondendo atrás das agruras econômicas.
* Erik Penna é especialista em vendas, consultor, palestrante e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender” e “Motivação Nota 10”. Site: www.erikpenna.com.br
Um Brasil de progressos em meio à crise
* Por Erik Penna
“Todo o progresso acontece porque as pessoas ousam ser diferentes.”
(Harry Millner)
Cada vez que as pessoas encontram uma boa desculpa, abrem mão de um ótimo resultado. Digo isso porque há muita gente falando de crise, às vezes até utilizando o jargão “tempos difíceis” para justificar os maus resultados.
Será que as coisas estão realmente difíceis pra todo mundo? A resposta é não. Há muito progresso e empresas ampliando os negócios, ganhando dinheiro e crescendo normalmente em 2015.
Não se apegue apenas às notícias ruins para explicar as metas não atingidas, aliás, o mercado está recheado de empresas com resultados expressivos. No mês passado, enquanto alguns shoppings reclamavam da crise, apliquei um treinamento num deles, em Pernambuco, que registrou um crescimento de 2 dígitos no primeiro trimestre do ano.
Enquanto algumas organizações demitem, outras contratam, atuam em vários turnos e fazem horas extras. Segundo a ANFAVEA, a venda de carros novos caiu 19,2% no período de janeiro a abril de 2015 em comparação a 2014, mas saiba que a Toyota, Hyundai, Jeep e Honda estão se dando muito bem.
Para se ter uma ideia, enquanto algumas montadoras demitem ou dão férias coletivas, a Toyota vendeu 56,7 mil automóveis e comerciais leves (incluindo importados), 7% a mais no mesmo período do ano passado. A Honda em meio à crise lançou o utilitário-esportivo HR-V. Hoje, os funcionários fazem hora extra para atender o mercado, atualmente tem fila de espera de até 120 dias nas concessionárias e as vendas da marca aumentaram 15% no primeiro quadrimestre de 2015. Outra marca asiática, a Hyundai, chega a operar em três turnos e, assim como A Honda e A Toyota, não adotou medidas de corte de produção, nem férias coletivas.
Acompanhei também o expressivo crescimento da Estrela Franquias, rede de lojas Barriga Verde/Caverna do Dino, vendendo cada vez mais no ramo de moda infantil. O que dizer então do setor de serviços, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), cresceu mais de 4% com destaque ao segmento de seguros, que segundo a SUSEP, teve crescimento de 22,4 % no primeiro trimestre do ano em comparação a 2014.
Pesquisas apontam ainda crescimento nos setores de beleza, tecnologia, artigos de papelaria, comércio eletrônico, atacadista e alimentos, com grande destaque para o agronegócio.
Sei que enfrentamos dificuldades e não estamos vivendo em época de vacas gordas, mas não se iluda pensando que todas as empresas e setores estão fracassados, que só temos péssimos desempenhos e que tudo está perdido.
A reflexão que fica é: analise esse contraste de performances e pense sobre o que será que estas organizações estão fazendo para crescer em meio à turbulência. Com certeza não ficam paradas reclamando da crise, mas ao contrário, estão se reinventando, inovando processos e produtos, revendo seus diferenciais, capacitando suas equipes, repensando o mix ofertado ao mercado, criando novas parcerias, adequando e aperfeiçoando seus produtos, descobrindo outros nichos, qualificando-se na prestação de serviço para atuar com excelência e investindo em diferentes canais de divulgação para atrair mais clientes em tempos difíceis.
As dicas acima são alguns dos caminhos que podemos trilhar ao invés de ficarmos apenas resmungando e nos escondendo atrás das agruras econômicas.
* Erik Penna é especialista em vendas, consultor, palestrante e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender” e “Motivação Nota 10”. Site: www.erikpenna.com.br
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Pesquisa da UFSCar que antalisa os dilemas que atormentam jovens futebolistas brasileiros é premiada na Espanha
Trabalho, que foi desenvolvido pelo Grupo de Estudos e Pesquisas dos Aspectos Pedagógicos e Sociais do Futebol (ProFut), foi condecorado como a melhor investigação na categoria “Comunicação Oral” no II Congresso Mundial de Treinadores de Futebol
Uma pesquisa que analisa os dilemas que afligem os jovens brasileiros jogadores de futebol de categorias de base, desenvolvida no Grupo de Estudos e Pesquisas dos Aspectos Pedagógicos e Sociais do Futebol (ProFut) do Departamento de Educação Física e Motricidade Humana (DEFMH) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), foi premiada como a melhor investigação na categoria “Comunicação Oral” no II Congresso Mundial de Treinadores de Futebol, realizado em Sevilha, na Espanha. O evento, o maior da área na Europa, é realizado pela Real Federación Andaluza de Fútbol, que nessa edição em comemoração ao centenário da entidade, contou com mais de 3.300 participantes, incluindo estudantes, pesquisadores e profissionais renomados de diferentes áreas de atuação relacionadas ao futebol, como o treinador do Valencia Nuno Espírito Santo e o preparador físico do Bayern de Munique Lorenzo Buenaventura. O estudante do curso de Educação Física da UFSCar Bruno Martins Ferreira, que participa do Programa Ciência sem Fronteiras na Espanha, representou o ProFut no evento.
A pesquisa “Estudar ou jogar futebol? Compreendendo os dilemas que atormentam os jovens futebolistas brasileiros” aborda os adolescentes que, mobilizados por um imaginário coletivo que instituiu que os jogadores de futebol detêm uma situação econômica que os assegura conforto e tranquilidade durante suas carreiras e posterior a elas, vislumbram ascender socialmente por meio do ingresso na atividade profissional futebolística. Porém, segundo a pesquisa, a ideia de que os jogadores acumulam fortunas às custas apenas de um suposto talento ou dom mascara uma série de mazelas que permeiam a carreira desses profissionais, já que a profissão exige altos investimentos em termos de tempo para a formação, algo que para alguns teóricos corresponderia a um curso superior, ou aproximadamente 5000 horas. Além do que, um alto investimento não garante qualquer expectativa de retorno.
Dados da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de 2009 mostram a realidade desse mercado no Brasil: 84% dos jogadores de todas as divisões do futebol profissional do Brasil recebiam salários de até R$ 1 mil, 13% recebiam entre R$ 1 mil e R$ 9 mil e apenas 3% recebiam acima de R$ 9 mil por mês. Os dados sobre a precarização das carreiras dos futebolistas do ponto de vista da estabilidade do emprego também não são positivos, na medida em que aproximadamente dois terços dos contratos de jogadores registrados na CBF têm duração de até quatro meses, fazendo da profissão um serviço temporário. Mesmo diante de todos os riscos apontados, a carreira futebolística exerce um fascínio nos jovens, fazendo-os minimizar - ou mesmo ignorar - tais adversidades, investindo todas as energias nesse projeto, o que muitas vezes culmina em lacunas na formação escolar e em uma superestimada demanda de carga horária consumida pelas rotinas das categorias de base dos clubes de futebol.
A pesquisa analisou as narrativas de 14 futebolistas de até 17 anos, integrantes das categorias de base de um clube do interior de São Paulo. O questionário que orientou as entrevistas foi composto por 32 perguntas divididas em três blocos temáticos, sendo eles relação com a escola, relação com o clube e projetos de vida. Conclui-se que, apesar das dificuldades para conseguirem se tornar jogadores de futebol profissional, como as rotinas de treinamento, base material limitada, muita concorrência e a grande importância de se ter um empresário, relatadas pelos entrevistados, fica nítido que a maioria ainda sustenta esse sonho, que se confunde com seus projetos de vida, já que não há perspectiva de futuro condizente a um planejamento em longo prazo que seja constituído por metas a serem alcançadas.
Ainda segundo a pesquisa, é evidente que a escola é vista pelos meninos como uma espécie de projeto alternativo, para o caso de não virem a se tornar profissionais do futebol. Quando questionados, a maioria dos entrevistados preferiu perder um ano escolar a um campeonato, indicando que a escola não se configura como uma perspectiva de projetos de vida bem sucedidos no contexto de boa parte desses jovens. A pesquisa aponta que a ausência de referências de profissionais bem sucedidos alicerçados pela trajetória escolar contribui para que esses jovens apoiem-se na incerta expectativa de uma ascensão social pelo futebol, que permitiria o usufruto de todas os lucros desfrutados pelos jogadores famosos que são seus ídolos.
No entanto, esse sonho tem prazo de validade para a maioria deles. As respostas ao questionamento sobre até quando eles querem investir na profissionalização do futebol apontam que grande parte dos 14 meninos afirma que até em torno dos 18 anos tentariam crescer profissionalmente e que, se isso não acontecesse, tentariam outro projeto de vida. A proximidade da idade tida como marco da maioridade civil no país, denotada pelos 18 anos como indicador do período de interrupção do investimento na carreira futebolística, é recorrente na fala de muitos dos garotos entrevistados e aponta para uma necessidade desses meninos, muitas vezes provenientes de famílias de baixa renda, em auxiliar na complementação da renda familiar.
Outros trabalhos sobre Pedagogia do Futebol e Futebol e Sociedade são desenvolvidos pelo ProFut da UFSCar, que é coordenado pelo professor Osmar Moreira de Souza Júnior, docente do DEFMH, e reúne estudantes e profissionais de Educação Física e áreas correlatas. Mais informações podem ser conferidas no site do grupo, em http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/4298588451307585.
terça-feira, 2 de junho de 2015
A Cidade Como Negócio | Revista Partes
A Cidade Como Negócio | Revista Partes
As cidades são tratadas pelos gestores como espaços de segregação “casa de pobre para pobre, lugar pobre para pobre” (p.179) gerando conflitos que não se resolvem diante das condições de reprodução capitalista. São questões complexas, mas que os textos ajudam a refletir sobre as dinâmicas de ocupação e uso do espaço urbano.
As cidades são tratadas pelos gestores como espaços de segregação “casa de pobre para pobre, lugar pobre para pobre” (p.179) gerando conflitos que não se resolvem diante das condições de reprodução capitalista. São questões complexas, mas que os textos ajudam a refletir sobre as dinâmicas de ocupação e uso do espaço urbano.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Portuguesa vence Madureira pela série C
Pelo Grupo B, no Estádio Conselheiro Galvão, a Portuguesa venceu o Madureira por 2 a 1, com dois gols de Guilherme Queiroz. Daniel descontou para o time carioca. Com quatro pontos, a Portuguesa subiu para o terceiro lugar. Com dois, o Madureira aparece na sétima posição
Na tarde desse sábado (30), o Madureira recebeu a Portuguesa(SP) em Conselheiro Galvão pela 3a rodada da Série C do Campeonato Brasileiro e foi derrotado nos contra ataques eficientes da Lusa.
Buscando a primeira vitória, o técnico Toninho Andrade alterou a equipe que empatou com o Tombense na 2a rodada, promovendo as entradas de Magno, Raphael Augusto e Artur no time titular. Apesar das modificações, a equipe ainda não encontrou o padrão de jogo característica da equipe no Campeonato Carioca. Mesmo com muito mais posse de bola durante toda a partida, o Madureira ainda não conseguiu transformar essa superioridade em chances de gol.
No primeiro tempo, o jogo foi morno, de poucas chances para os dois lados. Jogando no contra ataque, a Portuguesa levou mais perigo e conseguiu abrir o marcador dessa forma. Com lateral ao seu favor, o Madureira ainda buscava a arrumação da equipe quando a bola foi roubada no meio e com apenas 2 toques Guilherme entrou livre diante de Jonathan e não perdoou, 1 a 0, aos 40 minutos.
No segundo tempo, o Madureira pressionou muito mais o adversário. Com alterações ousadas e necessárias para quem queria vencer a partida, o Madureira foi pra cima do adversário. Após a entrada do atacante Geovane Maranhão, aos 13 minutos, no lugar do volante Magno, o Madureira encurralou a Portuguesa em seu campo. O próprio Geovane Maranhão perdeu ótima oportunidade dentro da pequena área e que não conseguiu finalizar para empatar. Em lance isolado em contra ataque, a Portuguesa conseguiu aumentar. Depois de tentar cavar falta no ataque, o meia da Portuguesa caiu sobre a bola e quando tentou se livrar da bola o carrinho saiu como um passe para Guilherme novamente diante de Jonathan. Dessa vez o atacante da Lusa driblou o goleiro do Madureira antes de marcar. Após o gol, a Portuguesa passou a se defender com 10 jogadores dentro da área e o Madureira conseguiu diminuir com Daniel de cabeça, após cruzamento de Geovane Maranhão. Após o gol, a pressão foi enorme. Matheus Pimenta até foi infeliz e acertou o travessão, mas o abafa não foi o suficiente para empatar.
A partida
Madureira 1 x 2 Portuguesa (SP) – Brasileirão Série C, 3ª rodada do Grupo B – 30/05/2015 às 15h
Estádio Aniceto Moscoso (Rio de Janeiro-RJ)
Árbitro: Devarly Lira do Rosário (ES)
Assistentes: Vanderson Antonio Zanotti (ES) e Silbert Faria Sisquim (RJ)
Madureira: Jonathan; Formiga, Daniel, Admilton e Luiz Paulo; Gilson (Leandro Chaves 30′/2ºT), Magno (Geovane Maranhão 13′/2ºT), Rodrigo Lindoso e Raphael Augusto; Arthur (Matheus Pimenta 24′/2T) e João Carlos. Técnico: Toninho Andrade.
Portuguesa (SP): Felipe Garcia; Jonathan, Bolívar, Anderson Luiz e Julinho; Renan, Vinícius (Dieyson 30′/2ºT), Victor Bolt (Willen 29′/2ºT) e Dieguinho (Diego Souza 23′/2ºT); Guilherme e Hugo. Técnico: Júnior Lopes.
Cartões amarelos: Felipe Garcia, Bolívar e Dieyson (POR)
Gols: Guilherme 40′/1ºT (0-1); Guilherme 19′/2ºT (0-2); Daniel 29′/2ºT (1-2)
Público: 395 pagantes (545 presentes)
Renda: R$ 5.180,00
Abrindo a terceira rodada da Série C do Campeonato Brasileiro, cinco jogos foram realizados no sábado, 30/05. Fora de casa, o Salgueiro-PE venceu o Icasa-CE por 2 a 1 e subiu para o primeiro lugar do Grupo A.
Pelo Grupo A, o Salgueiro marcou com Casagrande e Anderson Paraíba e venceu o Icasa por 2 a 1, no Romeirão. Thiago Furlan descontou para o time cearense, que segue na lanterna. Com sete pontos, o Salgueiro subiu para o topo da chave.
No Almeidão, o Botafogo-PB venceu o Confiança-SE por 2 a 1, com gols de João Paulo e Rafael Oliveira. Diego Ceará marcou para a equipe visitante. O time paraibano está em quarto lugar, com quatro pontos. O sergipano, com um, é o nono colocado.
Também pelo Grupo A, o ASA-AL derrotou o América-RN, em Arapiraca. Uéderson marcou duas vezes e Marcos Antônio completou: 3 a 0. O ASA está em terceiro lugar, com cinco pontos. Com quatro, o América aparece na quinta posição.
Jogando em casa, no Almeidão, o Tombense venceu o Caxias-RS por 1 a 0, com gol de Valdo. O time mineiro tem quatro pontos e ocupa a quarta posição. O Caxias, com dois, está em oitavo.
Pela terceira rodada da Série C do Campeonato Brasileiro, quatro jogos foram realizados neste domingo. Vila Nova-GO e Brasil de Pelotas-RS venceram seus respectivos jogos, enquanto os confrontos entre Londrina-PR x Juventude-RS e Guarani-SP x Tupi-MG ficaram empatados.
Pelo Grupo A, o Águia de Marabá-PA foi derrotado por 2 a 1 pelo Vila Nova, no Estádio Zinho de Oliveira. Flamel abriu o placar para o time da casa, e Matheus Anderson e Robston viraram para a equipe goiana. Com seis pontos, o Vila é o terceiro colocado da chave. O Águia, com dois, é o oitavo.
No Estádio do Café, o Londrina empatou em 0 a 0 com o Juventude, e chegou à liderança do Grupo B, agora com sete pontos. O time do Rio Grande do Sul é o sétimo colocado, com três pontos.
Com gols de Tiago e Leandrão, o Brasil de Pelotas venceu o Guaratinguetá por 2 a 0, no Estádio do Vale. O time mandante é o terceiro do Grupo B, com cinco pontos. Com apenas um ponto, a equipe paulista está na lanterna.
No Brinco de Ouro, Malaquias marcou o gol da vitória por 1 a 0 do Guarani sobre o Tupi-MG. A equipe mineira está na segunda posição da chave, com seis pontos. Com quatro, o Guarani é o quinto colocado.
O último jogo da terceira rodada da Série C será nesta segunda-feira. Pelo Grupo A, Cuiabá e Fortaleza se enfrentam às 20h15, na Arena Pantanal.
Pelo Grupo A, o Águia de Marabá-PA foi derrotado por 2 a 1 pelo Vila Nova, no Estádio Zinho de Oliveira. Flamel abriu o placar para o time da casa, e Matheus Anderson e Robston viraram para a equipe goiana. Com seis pontos, o Vila é o terceiro colocado da chave. O Águia, com dois, é o oitavo.
No Estádio do Café, o Londrina empatou em 0 a 0 com o Juventude, e chegou à liderança do Grupo B, agora com sete pontos. O time do Rio Grande do Sul é o sétimo colocado, com três pontos.
Com gols de Tiago e Leandrão, o Brasil de Pelotas venceu o Guaratinguetá por 2 a 0, no Estádio do Vale. O time mandante é o terceiro do Grupo B, com cinco pontos. Com apenas um ponto, a equipe paulista está na lanterna.
No Brinco de Ouro, Malaquias marcou o gol da vitória por 1 a 0 do Guarani sobre o Tupi-MG. A equipe mineira está na segunda posição da chave, com seis pontos. Com quatro, o Guarani é o quinto colocado.
O último jogo da terceira rodada da Série C será nesta segunda-feira. Pelo Grupo A, Cuiabá e Fortaleza se enfrentam às 20h15, na Arena Pantanal.
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