terça-feira, 3 de março de 2015

Dia Internacional da Mulher: ainda há poucos motivos para comemorar


* Por Bibianna Teodori
Com cada vez mais espaço no mercado, a mulher de hoje tem muitas outras preocupações e tarefas além das já conhecidas responsabilidades de mãe, profissional, esposa e dona de casa. Mas, ao mesmo tempo em que ganhou o mundo, a mulher precisa encarar desafios incompatíveis em pleno século XXI.
Os principais ainda são a equiparação salarial, o maior respeito e a busca por oportunidades em cargos de alto escalão. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 13% das mais de 8 milhões de empresas existentes no País têm profissionais do sexo feminino ocupando funções na direção.
Historicamente é possível observar a tentativa de equidade salarial e ocupacional entre os gêneros. Entretanto, mesmo com dispositivos legais atuando de forma a criar meios de garantir a inserção feminina no mercado, com rendimento equivalente ao do homem, não é o que vemos na realidade.
Romper com a divisão sexual do trabalho sempre foi uma luta do movimento feminista. Porém, num cenário de crise capitalista como o atual, colocar este tema no centro do debate é estratégico para combater as desigualdades.
O estabelecimento de igualdade de direitos entre homens e mulheres está diretamente relacionado com o desenvolvimento das sociedades. Sem isso, não é possível existir desenvolvimento sustentável. A contribuição feminina é indispensável. Não bastam os exemplos de tantas empresárias, tomadoras de decisões, trabalhadoras e líderes?
Defender a igualdade é tão importante como combater a violência doméstica ou capacitar populações de baixa renda. Desde a escola deve ser ressaltado que os direitos devem ser iguais, assim como as oportunidades e o desempenho.
Algumas medidas simples, mas eficazes, que podem ser tomadas:
1. Incentivar ações que estimulem a mulher a buscar alternativas de geração de renda
2. Educar filhos e filhas para que eles realizem, com igualdade, o trabalho do dia a dia em casa;
3. Eliminar crenças limitantes e expressões que sejam contra a dignidade da mulher ou que a coloque em situações de inferioridade;
4. Denunciar (realmente!) casos de violência, abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes;
5. Não valorizar e não comprar produtos que explorem o corpo da mulher em sua comercialização, exigindo o cumprimento da regulamentação publicitária e fortalecendo o sentido crítico da sociedade.
6. Divulgar de forma mais efetiva os centros de atendimento para mulheres, onde elas podem denunciar a violência e ter um acompanhamento físico e psicológico.
O coaching, por exemplo, ajuda no desenvolvimento e na quebra de paradigmas. Isso tanto em ações pessoais quanto em empresas, focando sempre o sucesso. Mas, para que essas alterações ocorram , é preciso:
- Definir uma ação
- Definir um plano
- Adicionar os recursos necessários para conquistar metas e eliminar obstáculos ou limitações.
- Analisar a congruência e os aspectos éticos.
- Avaliar impactos ou riscos.
O processo de coaching parte do princípio de que a responsabilidade pela mudança deve ser assumida por quem está perseguindo seus objetivos. Através do coaching, as mulheres passam a se conhecer melhor, a se dar valor, a absorver aprendizados, a refletir e a promover mudanças que alavanquem a performance.
Na vida, dificilmente as pessoas conseguem obter o que querem porque se deixam levar por acontecimentos e se tornam prisioneiras do tempo e das reivindicações dos outros. Nunca dão o primeiro passo para decidir o que realmente querem, seja com relação ao tempo, ao trabalho, às relações e, sobretudo, a si.
É preciso que a mulher aprenda a lidar com os desafios com mais leveza, com foco voltado para as soluções dos problemas. Conscientes de seus recursos, talentos, forças, competências, crenças, valores, missão e legado, elas estarão potencializadas e saberão do verdadeiro papel.
Mulheres, lembrem-se: somos as únicas responsáveis pelas nossas vidas. Somos as únicas responsáveis pelo que somos! Vamos mudar, exigir respeito, quebrar paradigmas e acreditar!

* Bibianna Teodori é Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de "Coaching na Prática - Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”. www.bibiannateodoricoach.com.br

Dia Internacional da Mulher: ainda há poucos motivos para comemorar


* Por Bibianna Teodori
Com cada vez mais espaço no mercado, a mulher de hoje tem muitas outras preocupações e tarefas além das já conhecidas responsabilidades de mãe, profissional, esposa e dona de casa. Mas, ao mesmo tempo em que ganhou o mundo, a mulher precisa encarar desafios incompatíveis em pleno século XXI.
Os principais ainda são a equiparação salarial, o maior respeito e a busca por oportunidades em cargos de alto escalão. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 13% das mais de 8 milhões de empresas existentes no País têm profissionais do sexo feminino ocupando funções na direção.
Historicamente é possível observar a tentativa de equidade salarial e ocupacional entre os gêneros. Entretanto, mesmo com dispositivos legais atuando de forma a criar meios de garantir a inserção feminina no mercado, com rendimento equivalente ao do homem, não é o que vemos na realidade.
Romper com a divisão sexual do trabalho sempre foi uma luta do movimento feminista. Porém, num cenário de crise capitalista como o atual, colocar este tema no centro do debate é estratégico para combater as desigualdades.
O estabelecimento de igualdade de direitos entre homens e mulheres está diretamente relacionado com o desenvolvimento das sociedades. Sem isso, não é possível existir desenvolvimento sustentável. A contribuição feminina é indispensável. Não bastam os exemplos de tantas empresárias, tomadoras de decisões, trabalhadoras e líderes?
Defender a igualdade é tão importante como combater a violência doméstica ou capacitar populações de baixa renda. Desde a escola deve ser ressaltado que os direitos devem ser iguais, assim como as oportunidades e o desempenho.
Algumas medidas simples, mas eficazes, que podem ser tomadas:
1. Incentivar ações que estimulem a mulher a buscar alternativas de geração de renda
2. Educar filhos e filhas para que eles realizem, com igualdade, o trabalho do dia a dia em casa;
3. Eliminar crenças limitantes e expressões que sejam contra a dignidade da mulher ou que a coloque em situações de inferioridade;
4. Denunciar (realmente!) casos de violência, abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes;
5. Não valorizar e não comprar produtos que explorem o corpo da mulher em sua comercialização, exigindo o cumprimento da regulamentação publicitária e fortalecendo o sentido crítico da sociedade.
6. Divulgar de forma mais efetiva os centros de atendimento para mulheres, onde elas podem denunciar a violência e ter um acompanhamento físico e psicológico.
O coaching, por exemplo, ajuda no desenvolvimento e na quebra de paradigmas. Isso tanto em ações pessoais quanto em empresas, focando sempre o sucesso. Mas, para que essas alterações ocorram , é preciso:
- Definir uma ação
- Definir um plano
- Adicionar os recursos necessários para conquistar metas e eliminar obstáculos ou limitações.
- Analisar a congruência e os aspectos éticos.
- Avaliar impactos ou riscos.
O processo de coaching parte do princípio de que a responsabilidade pela mudança deve ser assumida por quem está perseguindo seus objetivos. Através do coaching, as mulheres passam a se conhecer melhor, a se dar valor, a absorver aprendizados, a refletir e a promover mudanças que alavanquem a performance.
Na vida, dificilmente as pessoas conseguem obter o que querem porque se deixam levar por acontecimentos e se tornam prisioneiras do tempo e das reivindicações dos outros. Nunca dão o primeiro passo para decidir o que realmente querem, seja com relação ao tempo, ao trabalho, às relações e, sobretudo, a si.
É preciso que a mulher aprenda a lidar com os desafios com mais leveza, com foco voltado para as soluções dos problemas. Conscientes de seus recursos, talentos, forças, competências, crenças, valores, missão e legado, elas estarão potencializadas e saberão do verdadeiro papel.
Mulheres, lembrem-se: somos as únicas responsáveis pelas nossas vidas. Somos as únicas responsáveis pelo que somos! Vamos mudar, exigir respeito, quebrar paradigmas e acreditar!

* Bibianna Teodori é Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de "Coaching na Prática - Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”. www.bibiannateodoricoach.com.br

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

7 princípios para você ter um relacionamento saudável


* Por Bibianna Teodori
Em um relacionamento amoroso bem-sucedido, constrói-se uma vida em comum agradável a ambas as partes. Isso só acontece quando existem propósitos e significados em comum, fortes o suficiente para que os dois se sintam motivados ao imaginar um futuro juntos. 
O psicólogo John Gottman identificou em casais estáveis e saudáveis 7 princípios capazes de criar e fortalecer os sistemas de amizade e significado. Conheça cada um deles:

1) Identificar e aperfeiçoar o mapa do amor
Casais emocionalmente inteligentes conhecem o universo um do outro e possuem um “mapa do amor” do parceiro. Isto é, conhecem seus gostos e preferências, objetivos, valores, visão de mundo, anseios, temores e esperanças.
Uma explicação prática pode ser a de um piloto, que se utiliza de vários mapas para conduzir um avião. Essas representações permitem a ele fazer o julgamento correto diante de uma ampla variedade de situações no ar.
Em nossa vida, cada um de nós experimenta o mundo através dos sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) e do território. Assim, criamos nosso mapa interno a partir do mundo externo, mas o que está do lado de fora pode não ser a mesma coisa que está na sua mente, pois mapas são apenas réplicas. Nós respondemos de acordo com o mapa de nossos valores, nossas crenças, memórias e conhecimento cultural.
Assim, aperfeiçoar o mapa do amor significa saber quais são as preferências, valores, forças, objetivos e desafios do parceiro.
2) Cultivar afeto e admiração
É fundamental existir admiração e respeito entre o casal. Sem isso, não há motivação para mudanças e melhorias – e muitas vezes, não há nem sequer motivação para permanecer juntos. Os casais felizes dedicam 5 horas adicionais por semana ao cultivo desses sentimentos, seja para reuniões a dois, cumprimentos e saudações, troca de abraços, beijos, saídas, passeios e atividades prazerosas.
3) Voltar-se para o outro
Sentimentos positivos são criados também através dos “lances”, uma forma de chamar a atenção do outro. Por exemplo: um sorriso, um convite para partilhar algo, uma “indireta” para algo que gostaríamos de receber ou até propostas mais explícitas (“Faz tempo que a gente não sai para jantar...”). Voltar-se para o outro significa ficar atento aos “lances”, respondê-los o quanto antes e deixar-se influenciar.
4) Apoiar-se um ao outro
Trata-se de atuar junto com o outro, e não contra. Divida decisões, negocie concessões. Partilhe o poder.
5) Resolver os problemas que podem ser resolvidos
Segundo o John Gottman, as divergências pontuais e solucionáveis constituem apenas 31% dos conflitos do casal, mas isso não significa que seu potencial para causar estragos seja desprezível.  Tudo aquilo que pode ser resolvido deve ser solucionado o quanto antes, a fim de evitar o desgaste desnecessário.
Se o casal não consegue negociar e se comprometer até mesmo para a resolução de questões menores, não irá administrar os conflitos perpétuos. Pense o que poderia ser feito para ajudar a resolver o conflito e apresente as sugestões a seu parceiro. Tenha uma comunicação que manifeste apreciação.
6) Encontrar o sonho dentro do conflito
Os conflitos eternos podem levar os parceiros a se fecharem em suas posições, uma vez que a base desses conflitos são sonhos, às vezes nem sempre expressos claramente, e valores do indivíduo. O segredo é entender e honrar o sonho do outro. Questões perpétuas nunca ou raramente são resolvidas, porém, ao honrar o sonho um do outro, o casal abre caminho para poder administrá-las de maneira a controlar e reparar os danos ao relacionamento.
7) Criar o caminho para um futuro juntos
Um aspecto crucial para a saúde da relação é criar mais significados compartilhados. Para isso, é necessário trabalhar os rituais de conexão e o projeto de vida em comum do casal. Tudo isso varia de casal para casal, mas cito alguns exemplos para facilitar a compreensão:
- Hábitos, costumes, práticas: dar um passeio de mãos dadas a cada manhã de domingo, ir num determinado restaurante que possui um significado especial para os dois, praticar caminhada juntos, celebrar certas datas de um modo específico.
- Narrativas e mitos: refere-se ao modo como o casal relembra e reconta os eventos marcantes de sua relação, acrescentando narrativa a seus “mitos” compartilhados (estávamos mesmo predestinados um ao outro). As narrativas e mitos refletem o caráter único e especial que o casal confere a esses eventos, a sua história. E refletem, também, o seu grau de conexão.
- Símbolos: trata-se de tudo aquilo a que o casal atribui um significado simbólico positivo para a relação, seja “a nossa música”, “o nosso filme”, “o nosso lugar”, etc.
- Propósito de vida: finalmente, como propósito de vida, entram valores, objetivos, sonhos compartilhados e como o casal pretende alcançá-los. É fundamental que os dois partilhem os mesmos objetivos e que encontrem meios para realizá-los.

* Bibianna Teodori é Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de "Coaching na Prática - Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”. www.bibiannateodoricoach.com.br

7 princípios para você ter um relacionamento saudável


* Por Bibianna Teodori
Em um relacionamento amoroso bem-sucedido, constrói-se uma vida em comum agradável a ambas as partes. Isso só acontece quando existem propósitos e significados em comum, fortes o suficiente para que os dois se sintam motivados ao imaginar um futuro juntos. 
O psicólogo John Gottman identificou em casais estáveis e saudáveis 7 princípios capazes de criar e fortalecer os sistemas de amizade e significado. Conheça cada um deles:

1) Identificar e aperfeiçoar o mapa do amor
Casais emocionalmente inteligentes conhecem o universo um do outro e possuem um “mapa do amor” do parceiro. Isto é, conhecem seus gostos e preferências, objetivos, valores, visão de mundo, anseios, temores e esperanças.
Uma explicação prática pode ser a de um piloto, que se utiliza de vários mapas para conduzir um avião. Essas representações permitem a ele fazer o julgamento correto diante de uma ampla variedade de situações no ar.
Em nossa vida, cada um de nós experimenta o mundo através dos sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) e do território. Assim, criamos nosso mapa interno a partir do mundo externo, mas o que está do lado de fora pode não ser a mesma coisa que está na sua mente, pois mapas são apenas réplicas. Nós respondemos de acordo com o mapa de nossos valores, nossas crenças, memórias e conhecimento cultural.
Assim, aperfeiçoar o mapa do amor significa saber quais são as preferências, valores, forças, objetivos e desafios do parceiro.
2) Cultivar afeto e admiração
É fundamental existir admiração e respeito entre o casal. Sem isso, não há motivação para mudanças e melhorias – e muitas vezes, não há nem sequer motivação para permanecer juntos. Os casais felizes dedicam 5 horas adicionais por semana ao cultivo desses sentimentos, seja para reuniões a dois, cumprimentos e saudações, troca de abraços, beijos, saídas, passeios e atividades prazerosas.
3) Voltar-se para o outro
Sentimentos positivos são criados também através dos “lances”, uma forma de chamar a atenção do outro. Por exemplo: um sorriso, um convite para partilhar algo, uma “indireta” para algo que gostaríamos de receber ou até propostas mais explícitas (“Faz tempo que a gente não sai para jantar...”). Voltar-se para o outro significa ficar atento aos “lances”, respondê-los o quanto antes e deixar-se influenciar.
4) Apoiar-se um ao outro
Trata-se de atuar junto com o outro, e não contra. Divida decisões, negocie concessões. Partilhe o poder.
5) Resolver os problemas que podem ser resolvidos
Segundo o John Gottman, as divergências pontuais e solucionáveis constituem apenas 31% dos conflitos do casal, mas isso não significa que seu potencial para causar estragos seja desprezível.  Tudo aquilo que pode ser resolvido deve ser solucionado o quanto antes, a fim de evitar o desgaste desnecessário.
Se o casal não consegue negociar e se comprometer até mesmo para a resolução de questões menores, não irá administrar os conflitos perpétuos. Pense o que poderia ser feito para ajudar a resolver o conflito e apresente as sugestões a seu parceiro. Tenha uma comunicação que manifeste apreciação.
6) Encontrar o sonho dentro do conflito
Os conflitos eternos podem levar os parceiros a se fecharem em suas posições, uma vez que a base desses conflitos são sonhos, às vezes nem sempre expressos claramente, e valores do indivíduo. O segredo é entender e honrar o sonho do outro. Questões perpétuas nunca ou raramente são resolvidas, porém, ao honrar o sonho um do outro, o casal abre caminho para poder administrá-las de maneira a controlar e reparar os danos ao relacionamento.
7) Criar o caminho para um futuro juntos
Um aspecto crucial para a saúde da relação é criar mais significados compartilhados. Para isso, é necessário trabalhar os rituais de conexão e o projeto de vida em comum do casal. Tudo isso varia de casal para casal, mas cito alguns exemplos para facilitar a compreensão:
- Hábitos, costumes, práticas: dar um passeio de mãos dadas a cada manhã de domingo, ir num determinado restaurante que possui um significado especial para os dois, praticar caminhada juntos, celebrar certas datas de um modo específico.
- Narrativas e mitos: refere-se ao modo como o casal relembra e reconta os eventos marcantes de sua relação, acrescentando narrativa a seus “mitos” compartilhados (estávamos mesmo predestinados um ao outro). As narrativas e mitos refletem o caráter único e especial que o casal confere a esses eventos, a sua história. E refletem, também, o seu grau de conexão.
- Símbolos: trata-se de tudo aquilo a que o casal atribui um significado simbólico positivo para a relação, seja “a nossa música”, “o nosso filme”, “o nosso lugar”, etc.
- Propósito de vida: finalmente, como propósito de vida, entram valores, objetivos, sonhos compartilhados e como o casal pretende alcançá-los. É fundamental que os dois partilhem os mesmos objetivos e que encontrem meios para realizá-los.

* Bibianna Teodori é Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de "Coaching na Prática - Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”. www.bibiannateodoricoach.com.br

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